Questões Militares

Foram encontradas 33.828 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2045830 Educação Artística
A respeito do Jazz, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2045829 Música
Em relação ao compositor Heitor Villa-Lobos, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Nasceu no dia 5 de março de 1887 no Rio de Janeiro, filho de Raul Villa-Lobos e Noêmia Umbelina Santos Monteiro. II. Em fevereiro de 1922, realizava-se a Semana de Arte Moderna, que foi o marco para a renovação artística nacional. H. Villa-Lobos participou desse excerto, fazendo ouvir a sua música autoral. III. Antes de sua viagem à Europa, Francisco Braga foi a um cartório e fez um atestado de competência artística: “o senhor Villa-Lobos tem um enorme talento musical. De uma capacidade produtora enorme, tem uma bagagem artística considerável, na qual existem obras de valor, sendo algumas bem originais.” IV. Retornou da Europa empolgado por uma ideia: promover a educação musical no Brasil. Carlos Drummond de Andrade relata: “Quem o viu um dia comandando o coro de 40 mil vozes adolescentes, no estádio do Vasco da Gama, não pode esquecê-lo nunca.”
Alternativas
Q2045828 Educação Artística
Sobre a História da música no Brasil, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2045827 Música
Sobre intervalos, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Ao inverter um intervalo de 5ª diminuta, tem-se uma 4ª aumentada. II. Ao inverter um intervalo de 3ª menor, tem-se uma 6ª aumentada. III. Ao inverter um intervalo de 7ª maior, tem-se uma 3ª menor. IV. Todas as quintas obtidas a partir das notas da escala de dó maior são justas. V. Todas as sextas menores possuem dois semitons.
Alternativas
Q2045826 Música
A respeito de Modos antigos, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Os modos gregos são caracterizados de acordo com os intervalos de tons e semitons entre os graus. II. Quando se diz dó lídio, quer-se dizer que essa escala, começando com a nota dó, tem os mesmos intervalos do modo lídio. III. Os modos dórico e frígio se parecem com a tonalidade maior. IV. Para construir o modo jônio a partir da nota lá -, usa-se uma armadura com 3#. V. Os modos lídio e mixolídio se parecem com a tonalidade menor. 
Alternativas
Q2045825 Música
Sobre função tonal dos acordes, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q2045824 Educação Artística
Sobre Interpretação musical, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q2045823 Educação Artística
Em relação à sonata, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. No final do século XVI, utilizavam-se várias palavras para designar peças instrumentais, uma das quais era “sonata” (do italiano sonare) em oposição à “cantata” (do italiano cantare). II. No decorrer dos séculos XVII e XVIII, já se fazia a distinção entre dois tipos: sonata da câmera, que começou a introduzir os andamentos no lugar dos movimentos de dança; e a sonata da chiesa, que seguia os moldes da suíte. III. As primeiras sonatas eram monotemáticas. No entanto, no período clássico, o primeiro movimento era constituído sobre dois temas, surgindo uma estrutura bitemática. IV. Com Beethoven e outros compositores, atingiu a forma cíclica, na qual um tema ou mais estão presentes em todos os movimentos.
Alternativas
Q2045818 Música
Em relação aos acordes de 3 sons e colocando-se as tríades sobre os graus das escalas maiores e das escalas menores harmônicas, tem-se:
I. O acorde encontrado nos II, III e VI graus das escalas maiores é o acorde perfeito menor. II. O acorde encontrado no VII grau das escalas maiores e no II e VII graus das escalas menores é o acorde de quinta aumentada. III. O acorde encontrado no III grau das escalas menores é o de quinta diminuta. IV. O acorde encontrado no V e no VI grau das escalas menores é o acorde perfeito maior.
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2045816 Música
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2045815 Matemática
Considerando o sistema de equações
50.png (116×45) 
assinale a alternativa que apresenta a sua solução.
Alternativas
Q2045790 Português
FRUTOS NEM TÃO PROIBIDOS

Livro recém-lançado explica por que nossa dieta inclui
apenas uma fração das plantas comestíveis
disponíveis na natureza

    Será que todos os vegetais que não comemos são menos gostosos que broto de feijão? A pergunta é feita pelo professor de botânica John Warren, da Universidade Aberystwyth, no País de Gales, logo no início do livro The Nature of Crops: How We Came to Eat the Plants We Do (“A natureza da colheita: por que comemos as plantas que comemos”, em tradução livre), ainda sem edição no Brasil. Warren sempre ficou intrigado com a pouca variedade de vegetais que encontrava nas prateleiras do supermercado – das 300 mil espécies comestíveis de que se tem notícia, comemos apenas 200 (200 mesmo, não 200 mil) – e resolveu investigar por que foi que decidimos que salada boa é feita com alface e tomate, e não com dente-de-leão ou beldroega.
    Não existe uma única resposta certa. Para se tornarem cultiváveis a fim de fazer parte da dieta dos homens, as plantas devem ter uma série de qualificações no currículo. Primeiro, precisam ser nutritivas. Depois, devem ser fáceis de armazenar. Ter grãos, sementes ou frutas que sobrevivem muito tempo longe do pé sempre ajuda. Um último diferencial é a personalidade (e o cheiro) forte: plantas perfumadas, que combatem bactérias ou até as que são psicotrópicas sempre chamam a atenção. E, por incrível que pareça, as plantas tóxicas não estão excluídas automaticamente: muitos vegetais que consumimos hoje são descendentes de plantas potencialmente letais. 
    Por tudo isso, argumenta Warren, hoje o que realmente nos separa de uma dieta mais diversificada é a nossa própria imaginação: “No futuro, iremos apreciar toda uma miríade de novas frutas e vegetais que são melhores para a saúde e menos prejudiciais para a natureza”.

Adaptado de: KIST, Cristine. Frutos nem tão proibidos. Revista
Galileu, São Paulo, n. 290, p. 12-13, set. 2015.

Sobre o excerto “[...] salada boa é feita com alface e tomate, e não com dente-de-leão ou beldroega. Não existe uma única resposta certa.”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2045789 Português
FRUTOS NEM TÃO PROIBIDOS

Livro recém-lançado explica por que nossa dieta inclui
apenas uma fração das plantas comestíveis
disponíveis na natureza

    Será que todos os vegetais que não comemos são menos gostosos que broto de feijão? A pergunta é feita pelo professor de botânica John Warren, da Universidade Aberystwyth, no País de Gales, logo no início do livro The Nature of Crops: How We Came to Eat the Plants We Do (“A natureza da colheita: por que comemos as plantas que comemos”, em tradução livre), ainda sem edição no Brasil. Warren sempre ficou intrigado com a pouca variedade de vegetais que encontrava nas prateleiras do supermercado – das 300 mil espécies comestíveis de que se tem notícia, comemos apenas 200 (200 mesmo, não 200 mil) – e resolveu investigar por que foi que decidimos que salada boa é feita com alface e tomate, e não com dente-de-leão ou beldroega.
    Não existe uma única resposta certa. Para se tornarem cultiváveis a fim de fazer parte da dieta dos homens, as plantas devem ter uma série de qualificações no currículo. Primeiro, precisam ser nutritivas. Depois, devem ser fáceis de armazenar. Ter grãos, sementes ou frutas que sobrevivem muito tempo longe do pé sempre ajuda. Um último diferencial é a personalidade (e o cheiro) forte: plantas perfumadas, que combatem bactérias ou até as que são psicotrópicas sempre chamam a atenção. E, por incrível que pareça, as plantas tóxicas não estão excluídas automaticamente: muitos vegetais que consumimos hoje são descendentes de plantas potencialmente letais. 
    Por tudo isso, argumenta Warren, hoje o que realmente nos separa de uma dieta mais diversificada é a nossa própria imaginação: “No futuro, iremos apreciar toda uma miríade de novas frutas e vegetais que são melhores para a saúde e menos prejudiciais para a natureza”.

Adaptado de: KIST, Cristine. Frutos nem tão proibidos. Revista
Galileu, São Paulo, n. 290, p. 12-13, set. 2015.

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q2045788 Português
FRUTOS NEM TÃO PROIBIDOS

Livro recém-lançado explica por que nossa dieta inclui
apenas uma fração das plantas comestíveis
disponíveis na natureza

    Será que todos os vegetais que não comemos são menos gostosos que broto de feijão? A pergunta é feita pelo professor de botânica John Warren, da Universidade Aberystwyth, no País de Gales, logo no início do livro The Nature of Crops: How We Came to Eat the Plants We Do (“A natureza da colheita: por que comemos as plantas que comemos”, em tradução livre), ainda sem edição no Brasil. Warren sempre ficou intrigado com a pouca variedade de vegetais que encontrava nas prateleiras do supermercado – das 300 mil espécies comestíveis de que se tem notícia, comemos apenas 200 (200 mesmo, não 200 mil) – e resolveu investigar por que foi que decidimos que salada boa é feita com alface e tomate, e não com dente-de-leão ou beldroega.
    Não existe uma única resposta certa. Para se tornarem cultiváveis a fim de fazer parte da dieta dos homens, as plantas devem ter uma série de qualificações no currículo. Primeiro, precisam ser nutritivas. Depois, devem ser fáceis de armazenar. Ter grãos, sementes ou frutas que sobrevivem muito tempo longe do pé sempre ajuda. Um último diferencial é a personalidade (e o cheiro) forte: plantas perfumadas, que combatem bactérias ou até as que são psicotrópicas sempre chamam a atenção. E, por incrível que pareça, as plantas tóxicas não estão excluídas automaticamente: muitos vegetais que consumimos hoje são descendentes de plantas potencialmente letais. 
    Por tudo isso, argumenta Warren, hoje o que realmente nos separa de uma dieta mais diversificada é a nossa própria imaginação: “No futuro, iremos apreciar toda uma miríade de novas frutas e vegetais que são melhores para a saúde e menos prejudiciais para a natureza”.

Adaptado de: KIST, Cristine. Frutos nem tão proibidos. Revista
Galileu, São Paulo, n. 290, p. 12-13, set. 2015.

Em “[...] das 300 mil espécies comestíveis de que se tem notícia [...]”, os itens destacados são classificados, respectivamente, como
Alternativas
Q2045787 Português
FRUTOS NEM TÃO PROIBIDOS

Livro recém-lançado explica por que nossa dieta inclui
apenas uma fração das plantas comestíveis
disponíveis na natureza

    Será que todos os vegetais que não comemos são menos gostosos que broto de feijão? A pergunta é feita pelo professor de botânica John Warren, da Universidade Aberystwyth, no País de Gales, logo no início do livro The Nature of Crops: How We Came to Eat the Plants We Do (“A natureza da colheita: por que comemos as plantas que comemos”, em tradução livre), ainda sem edição no Brasil. Warren sempre ficou intrigado com a pouca variedade de vegetais que encontrava nas prateleiras do supermercado – das 300 mil espécies comestíveis de que se tem notícia, comemos apenas 200 (200 mesmo, não 200 mil) – e resolveu investigar por que foi que decidimos que salada boa é feita com alface e tomate, e não com dente-de-leão ou beldroega.
    Não existe uma única resposta certa. Para se tornarem cultiváveis a fim de fazer parte da dieta dos homens, as plantas devem ter uma série de qualificações no currículo. Primeiro, precisam ser nutritivas. Depois, devem ser fáceis de armazenar. Ter grãos, sementes ou frutas que sobrevivem muito tempo longe do pé sempre ajuda. Um último diferencial é a personalidade (e o cheiro) forte: plantas perfumadas, que combatem bactérias ou até as que são psicotrópicas sempre chamam a atenção. E, por incrível que pareça, as plantas tóxicas não estão excluídas automaticamente: muitos vegetais que consumimos hoje são descendentes de plantas potencialmente letais. 
    Por tudo isso, argumenta Warren, hoje o que realmente nos separa de uma dieta mais diversificada é a nossa própria imaginação: “No futuro, iremos apreciar toda uma miríade de novas frutas e vegetais que são melhores para a saúde e menos prejudiciais para a natureza”.

Adaptado de: KIST, Cristine. Frutos nem tão proibidos. Revista
Galileu, São Paulo, n. 290, p. 12-13, set. 2015.

Sobre os mecanismos de coesão empregados no texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2045786 Português
FRUTOS NEM TÃO PROIBIDOS

Livro recém-lançado explica por que nossa dieta inclui
apenas uma fração das plantas comestíveis
disponíveis na natureza

    Será que todos os vegetais que não comemos são menos gostosos que broto de feijão? A pergunta é feita pelo professor de botânica John Warren, da Universidade Aberystwyth, no País de Gales, logo no início do livro The Nature of Crops: How We Came to Eat the Plants We Do (“A natureza da colheita: por que comemos as plantas que comemos”, em tradução livre), ainda sem edição no Brasil. Warren sempre ficou intrigado com a pouca variedade de vegetais que encontrava nas prateleiras do supermercado – das 300 mil espécies comestíveis de que se tem notícia, comemos apenas 200 (200 mesmo, não 200 mil) – e resolveu investigar por que foi que decidimos que salada boa é feita com alface e tomate, e não com dente-de-leão ou beldroega.
    Não existe uma única resposta certa. Para se tornarem cultiváveis a fim de fazer parte da dieta dos homens, as plantas devem ter uma série de qualificações no currículo. Primeiro, precisam ser nutritivas. Depois, devem ser fáceis de armazenar. Ter grãos, sementes ou frutas que sobrevivem muito tempo longe do pé sempre ajuda. Um último diferencial é a personalidade (e o cheiro) forte: plantas perfumadas, que combatem bactérias ou até as que são psicotrópicas sempre chamam a atenção. E, por incrível que pareça, as plantas tóxicas não estão excluídas automaticamente: muitos vegetais que consumimos hoje são descendentes de plantas potencialmente letais. 
    Por tudo isso, argumenta Warren, hoje o que realmente nos separa de uma dieta mais diversificada é a nossa própria imaginação: “No futuro, iremos apreciar toda uma miríade de novas frutas e vegetais que são melhores para a saúde e menos prejudiciais para a natureza”.

Adaptado de: KIST, Cristine. Frutos nem tão proibidos. Revista
Galileu, São Paulo, n. 290, p. 12-13, set. 2015.

Em relação ao subtítulo do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2045295 Enfermagem
A Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016, define a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de Saúde Pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional. No tocante à lista de doenças de notificação compulsória, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2045294 Enfermagem
Frequentemente a discussão sobre gestão da saúde é centrada no componente da assistência e nos serviços assistenciais. Entretanto cabe ao gestor de um sistema local ou regional de saúde responder também pela execução de ações de caráter coletivo e pela implementação de ações preventivas, de proteção e de promoção da saúde e, dentre essas, aquelas denominadas “vigilâncias”. No tocante às vigilâncias em saúde, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas
I. Dentre as ações da vigilância sanitária, temse o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, relaciona-se com a saúde. II. A vigilância epidemiológica realiza o controle da prestação de serviços que, direta ou indiretamente, relaciona-se com a saúde. III. A vigilância em saúde do trabalhador compreende ações para detectar, conhecer, pesquisar e analisar os fatores determinantes e condicionantes dos agravos à saúde relacionados aos processos e ambientes de trabalho. IV. A vigilância ambiental aponta as recomendações para as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos e estabelece a lista de doenças de notificação compulsória. 
Alternativas
Q2045293 Enfermagem
Intercorrência cirúrgica é a ocorrência de um evento inesperado durante um procedimento médico que não poderia ser previsto ou alertado ao paciente. Todo procedimento cirúrgico, do mais simples ao mais complexo, está sujeito a intercorrências. Os números mostram que entre 2 e 10% das cirurgias no mundo resultam em complicações. Assim, os profissionais, principalmente os enfermeiros, necessitam saber reconhecer e intervir. A esse respeito, são exemplos de intercorrências cirúrgicas, EXCETO
Alternativas
Q2045292 Enfermagem
Um dos métodos adotados no mundo tem sido o Método do Sistema de Triagem de Manchester, concebido para permitir ao profissional de saúde atribuir rapidamente uma prioridade clínica a cada indivíduo. Desse modo, a tomada de decisão é parte integrante e importante da prática clínica e de enfermagem. Acerca da classificação de risco, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
9421: C
9422: E
9423: D
9424: A
9425: C
9426: E
9427: D
9428: A
9429: C
9430: E
9431: B
9432: E
9433: B
9434: B
9435: A
9436: C
9437: C
9438: D
9439: B
9440: E