Foram encontradas 31.000 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
“Eclodiu em 7 de novembro de 1837, na Bahia, com o Dr. Francisco Sabino Alvares da Rocha".
(GAMA, Edina L. C. N. da; SILVA, Jéssica de F. e G. da. A atuação da Marinha Imperial no processo de consolidação do Estado Nacional (1824-1852). in: ABREU, Guilherme M.; BARBOSA JUNIOR, liques. (Orgs). Marinha do Brasil: uma síntese histórica. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2018, p. 132).
De acordo com Edina Laura Costa Nogueira da Gama e Jéssica de Freitas e Gonzaga da Silva, sobre o conflito interno denominado Sabinada, que eclodiu no nordeste brasileiro entre 1837 e 1838, é correto afirmar que:
(DEL PRIORE, Mary. História do Cotidiano e da Vida Privada. In CARDOSO, Ciro F; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Dominios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5º ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997. p. 259- 274)
Com base nessa autora, assinale a opção que exemplifica corretamente a afirmação apresentada acima.
(MARTINS, Hélio Leôncio. A Revoita da Armada - 1893, In: BRASIL. Ministério da Marinha. História Naval Brasileira. 5° Vol. Tomo | A. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 1995. p. 29)
Segundo Martins, as causas da Revolta da Armada de 1893 podem ser encontradas no processo de instalação do novo regime político no Brasil em 1890. Assim é correto afirmar que uma das causas daquela Revolta foi:
Segundo Giovanni Levi a maioria das questões metodológicas da historiografia contemporânea diz respeito à biografia. Um aspecto significativo refere-se as relações entre história e narrativa.
(LEVI, Giovani. Usos da biografia. In: CARDOSO, Ciro F.; VAINFAS, Ronaldo (org.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5º ed, Rio de Janeiro: Campus, 1997.p. 168.)
Assinale a opção que apresenta a relação entre a história e narrativa com base no texto do historiador italiano.
A “Nova História”, tem por vezes “um desejo de ser a porta-voz de uma visão que seria a do “homem comum, do “homem da rua”", das “massas inarticuladas”, ainda que tal engajamento com frequência prefira enfocar as minorias discriminadas em lugar das maiorias exploradas.”
(CARDOSO, Ciro F. História e Paradigmas Rivais. In: VAINFAS, Ronaldo (org.). Dominios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5º ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.p. 19.)
A "[...] investigação que, no início, girava em torno de um indivíduo, sobretudo de um indivíduo aparentemente fora do comum, acabou desembocando numa hipótese geral sobre a cultura popular e, mais precisamente, sobre a cultura camponesa da Europa pré-industrial [...]”.
(GINZBURG, CARLO. O queijo e os vermes: o cotidiano e as idéias de um moleiro perseguido pela inquisição. Tradução de Maria Betania Amoroso e José Paulo Paes. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.p. 10.)
Com base nas informações apresentadas acima, assinale a opção que descreve a relação entre os apontamentos de Ciro Fiamarion Cardoso e de Carlo Ginzburg.
(VAINFAS, Ronaldo. História das Mentalidades e História Cultural. In: CARDOSO, Ciro F; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5º ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.p. 133- 134).
Com base no texto de Ronaldo Vainfas, assinale a opção que apresenta a preocupação em que Fernand Brudel se debruçou em sua obra influenciando as pesquisas historiográficas.
A crítica do historiador francês remonta uma discussão que, desde seu reconhecimento enquanto ciência no século XIX, a história passou por renovação se desligando de suas origens no historicismo para chegar à segunda metade do século XX com novas propostas epistemológicas. Assim, assinale a opção que apresenta a disciplina que, segundo o autor, contribuiu para os avanços da história no século XX.
“Por que Portugal iniciou pioneiramente a expansão, no começo do século XV, quase cem anos antes que Colombo, enviado pelos espanhóis, chegasse às terras da América?”
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: EDUSP. 2008. p. 21)
Com base no trecho apresentado acima, assinale a opção correta.
"Ambrósio Richshoffer, ainda em abril de 1629, a partir da feira de Frankfurt, desejou se lançar à vida de soldado mercenário, (...) Sua experiéncia atlântica, segundo o mapa de sua viagem, levou-o a Lisboa, Açores, Canárias, Cabo Verde, Fernando de Noronha, Pernambuco, Haiti e Cuba, antes de retornar ao mesmo porto onde partira nos Países Baixos." (NASCIMENTO, Rômulo L. X. Mare clausum e mare liberum: episódios luso-neerlandeses no Atlântico Sul. In: Teixeira da Silva, F. C.; Leão, K. S. S.; & Alves de Almeida, F. E. Atlântico: a história de um oceano. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2013. p. 124.)
A trajetória de vida de Richshoffer é reveladora dos novos rumos da historiografia sobre o Brasil Holandês e de Pernambuco ocupado, mas também, sobre o peso econômico de uma região brasileira chamada atualmente de Nordeste. Desse modo, assinale a opção que apresenta o possível cenário geopolítico da época.