O dogma da Assunção de Maria foi solenemente proclamado pelo...
() O dogma da Assunção fundamenta-se na Tradição da Igreja, na reflexão teológica e no sensus fidei do povo de Deus.
() A Assunção de Maria é fundamentada explicitamente nas Escrituras, sendo mencionado de forma clara nos Atos dos Apóstolos.
() O dogma da Assunção de Maria foi proclamado por razões devocionais, sem qualquer base teológica na Tradição ou no Magistério da Igreja.
() A Assunção de Maria foi declarada dogma devido a uma revelação privada recebida pelo Papa Pio XII, sendo, por isso, uma inovação inserida na Mariologia nessa ocasião.
Gabarito comentado
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Alternativa correta: B – (V); (F); (F); (F)
Tema central: A questão aborda o dogma da Assunção de Maria, proclamado pelo Papa Pio XII em 1950, e pede que o aluno identifique a fundamentação teológica correta deste dogma mariano. Esse tema é relevante, especialmente para concursos na área de Educação Religiosa, porque exige conhecimento de doutrina, Tradição e Magistério da Igreja Católica.
Resumo teórico:
O dogma da Assunção de Maria ensina que a Virgem Maria foi elevada, em corpo e alma, à glória celestial ao término de sua vida terrena. Conforme a Constituição Apostólica Munificentissimus Deus (1950), este dogma se fundamenta em três pilares: Tradição da Igreja, reflexão teológica e o sensus fidei (sentimento de fé do povo cristão). Não há referência bíblica explícita à Assunção de Maria; sua aceitação decorre da tradição contínua e da autoridade da Igreja, como destacado no Catecismo da Igreja Católica (n. 966).
Análise das assertivas:
1ª: Verdadeira. O dogma se apoia na Tradição, na teologia e no sensus fidei, segundo documentos oficiais da Igreja. Dica: Quando a alternativa cita fontes como “Tradição” e “sensus fidei”, costuma estar de acordo com o que ensina o Magistério.
2ª: Falsa. Não existe menção explícita à Assunção de Maria nas Escrituras, tampouco nos Atos dos Apóstolos. Pegadinha: Termos como “explicitamente” ou “de forma clara” nas alternativas podem indicar erro, pois a Igreja baseia o dogma na tradição e não em textos bíblicos literais.
3ª: Falsa. Não se trata de mera devoção popular, mas sim de sólida base teológica na tradição e magistério.
4ª: Falsa. O dogma não foi fruto de revelação privada nem é uma “inovação”. A doutrina existia há séculos e foi apenas formalmente definida em 1950.
Estratégias de interpretação: Sempre verifique se as alternativas mencionam fontes doutrinárias (Tradição, Magistério) ou apenas sentimentos pessoais/devocionais. Atenção a palavras como “explicitamente”, “sem base”, “inovação”, pois costumam sinalizar erros ou exageros.
Resumo final: A alternativa B é a correta, pois somente a primeira assertiva está de acordo com a fundamentação teológica do dogma. As demais distorcem ou extrapolam o ensino oficial da Igreja.
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