Para John Goldingay (2020, p.14), no modo de fazer teologia da própria Escritura é possível perceber que ambos
os Testamentos possuem em sua composição diversas
narrativas, o que aponta para um aspecto-chave: de uma
teologia que se concentra em uma história.
Como o autor compreende as implicações dos eventos
apresentados nessas narrativas?