O linfoma de Hodgkin clássico apresenta altas taxas de
cura com quimioterapia combinada e, em casos selecionados, transplante autólogo de células progenitoras
hematopoéticas (TCTH). No entanto, uma parcela dos
pacientes evolui com recaída ou refratariedade mesmo
após TCTH, configurando doença de difícil controle.
Nesse contexto, qual é a melhor opção terapêutica padrão
para pacientes com linfoma de Hodgkin clássico, recidiva
do após transplante autólogo de células-tronco hematopoéticas?