Questões de Concurso Militar CBM-MA 2026 para Praça Especialista Músico Bombeiro Militar - Cargos 2 a 12

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Q4404284 Português
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

Internet: <www.nexojornal.com.br>  (com adaptações). 
No texto CG1A1, o principal argumento que fundamenta a defesa da representatividade na administração pública consiste na
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Q4404285 Português
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

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No texto CG1A1, a diversidade na administração pública é abordada como
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Q4404286 Português
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

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Considerando-se as características das tipologias textuais, é correto afirmar que o texto CG1A1 é desenvolvido, majoritariamente, com base nos tipos
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Q4404287 Redação Oficial
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

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Caso se pretendesse utilizar argumentos do texto CG1A1 para compor um ofício de encaminhamento de documento com uma proposta de política pública a determinada autoridade política, seria correto, de acordo com as normas de redação oficial previstas no Manual de Redação da Presidência da República,
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Q4404288 Redação Oficial
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

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Considerando que um servidor público pretenda encaminhar, por email institucional, o texto CG1A1 a gestores para subsidiar a adoção de medidas de equidade em seu órgão de lotação, assinale a opção correta à luz do Manual de Redação da Presidência da República.
Alternativas
Q4404289 Português
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

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Acerca dos mecanismos de coesão empregados no texto CG1A1, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4404290 Português
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

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Julgue os itens a seguir, relativos aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CG1A1.
I A oração “que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público” (segundo parágrafo) estabelece uma condição para a ocorrência do condicionamento das mulheres a determinadas áreas.
II O segmento “assim como em até 24% a mortalidade infantil” (sexto parágrafo) constitui uma oração conclusiva.
III No penúltimo parágrafo, a oração “que ainda não foram analisadas a fundo” caracteriza, de forma restritiva, “as complexidades e variáveis”.

Assinale a opção correta.
Alternativas
Q4404291 Português
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

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Considerando o emprego dos sinais de pontuação no texto CG1A1, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4404292 Português
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

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Cada uma das opções a seguir apresenta uma proposta de reescrita para o seguinte período do segundo parágrafo do texto CG1A1: “O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.” Assinale a opção em que a proposta de reescrita preserva a coerência e a correção gramatical do texto original. 
Alternativas
Q4404293 Português
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

Internet: <www.nexojornal.com.br>  (com adaptações). 
Considerando as relações de regência estabelecidas no texto CG1A1, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q4404294 Português
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

Internet: <www.nexojornal.com.br>  (com adaptações). 
Mantendo-se o sentido e a correção do texto CG1A1, a expressão “De todo modo” (último parágrafo) poderia ser substituída por
Alternativas
Q4404295 História e Geografia de Estados e Municípios
        Uma das principais ênfases da missão Capuchinha foi a educação à civilidade e conversão dos tupinambás ao cristianismo, demonstrando a intenção de reformar o estilo de vida nativo e a ideia do “verdadeiro” Deus como o caminho à felicidade. Essa intenção denota uma falta de reconhecimento e respeito pelas crenças religiosas e a cultura dos povos indígenas locais. A imposição do estilo de vida e fé europeia reflete uma mentalidade colonizadora que, muitas vezes, recorre a métodos coercitivos para impor a religião colonial e o modo de vida aos nativos.
Marinaldo Pereira Pinheiro e Maria do Perpétuo Socorro Gomes de Souza Avelino de França. Estratégias dos capuchinhos franceses para educar os tupinambás do Maranhão (1613-1614). In: Revista Brasileira de História e Educação, 25, 2025 (com adaptações).

A respeito da missão Capuchinha no Maranhão e de aspectos a ela relacionados, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4404296 História e Geografia de Estados e Municípios
Acerca da história dos capitães-mores do Maranhão, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4404297 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando a história do Maranhão entre os séculos XVII e XIX, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4404298 História
Assinale a opção que apresenta aspecto da ocupação do território maranhense que favoreceu as condições para a eclosão da Balaiada.
Alternativas
Q4404299 História
        Em 25 de fevereiro de 1972, correspondência trocada entre funcionários da Superintendência de Desenvolvimento do Maranhão (SUDEMA) expressava o receio de que o Maranhão “ficasse para trás” nas comemorações do sesquicentenário da Independência, que se aproximava. Afligia-os o fato de não haver quase nada a ser publicado sobre a independência do Maranhão, razão pela qual recorreram à reedição do livro História da Independência da Província do Maranhão (1822-1828), publicado por Luís Antonio Vieira da Silva, em 1862. A preocupação fazia sentido. Afinal, em 150 anos de Independência — a rigor, 149 no Maranhão —, o livro de Vieira da Silva permanecia como única obra de fôlego sobre temática tão revisitada pela historiografia brasileira, mas, ao que parece, desconfortável para a historiografia maranhense, ao menos enquanto persistiu uma tradição historiográfica ocupada com a “manifestação do nacional” em território colonial.
Marcelo Cheche Galves. A Independência do Maranhão entre Efemérides. In: Almanack (33), 2023 (com adaptações).

A partir do texto apresentado, assinale a opção correta a respeito da Independência do Brasil, da adesão do Maranhão e de suas comemorações.
Alternativas
Q4404300 História
Acerca da história do Maranhão no século XX, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4404301 Geografia
Assinale a opção que apresenta descrição correta a respeito da geomorfologia da Baixada Maranhense. 
Alternativas
Q4404302 Geografia
O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é unidade de conservação da natureza cuja cobertura vegetal é composta predominantemente por
Alternativas
Q4404303 Geografia
Acerca dos climas do estado do Maranhão, assinale a opção correta.
Alternativas
Respostas
1: D
2: E
3: D
4: C
5: C
6: D
7: B
8: B
9: B
10: E
11: A
12: E
13: C
14: C
15: A
16: D
17: B
18: D
19: C
20: A