Questões Militares
Sobre doenças ósseas em odontologia
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Relacione as doenças descritas na coluna à esquerda com seus achados radiográficos, à direita. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
(1) Cisto periapical
(2) Granuloma periapical
(3) Osteomielite
(4) Pericementite
( ) aumento do espaço pericementário, com integridade da lâmina dura, que pode apresentar-se espessada.
( ) imagem radiolúcida bem definida associada ao ápice dentário, circundada por um halo radiopaco caracterizando o aspecto de rarefação óssea.
( ) imagens radiolúcidas mal definidas com a presença de sequestros, e osso circundante com radiopacidade aumentada.
( ) lesão radiolúcida com aspecto variável na região do periápice
com características bem definidas, denominada lesão óssea
periapical circunscrita.
Com base na descrição do caso acima, assinale a entidade patológica para essa lesão.
( ) Embora a predominância mandibular tenha sido notada, o envolvimento da maxila ou ambos os gnáticos não é incomum. Os pacientes afetados apresentam áreas de osso necrótico exposto, assintomático em, aproximadamente, um terço dos casos.
( ) Os fatores de risco para a OAB associada às formulações orais incluem idade avançada do paciente (mais de 65 anos), uso de corticosteroides, uso de drogas quimioterápica, diabetes, tabagismo ou uso de álcool, higiene oral deficiente e uso da droga por mais de 3 anos.
( ) Um teste preditivo para pacientes em risco de OAB ainda não foi confirmado. Alguns pesquisadores sugeriram, recentemente, o uso de um marcador sorológico para renovação óssea, o telopeptídeo-C sérico (CTX), porém, estudos prospectivos são necessários para confirmar a utilidade deste teste.
( ) Para procedimentos cirúrgicos eletivos em paciente que esteja utilizando o bifosfonato há mais de 3 anos, a descontinuidade do medicamento por 3 meses antes e 3 meses depois da cirurgia tem sido sugerida.
( ) O ameloblastoma sólido convencional tem como característica radiográfica mais típica uma lesão radiolúcida multilocular. A expansão vestibular e lingual das corticais, geralmente, está presente e a reabsorção das raízes dos dentes adjacentes ao tumor é comum.
( ) Radiograficamente, o ameloblastoma desmoplásico, geralmente, lembra uma lesão fibro-óssea.
( ) O ameloblastoma periférico, geralmente, é uma lesão indolor, não ulcerada, séssil ou pediculada, que acomete a mucosa da gengiva ou alveolar. As características clínicas não são específicas e a maioria das lesões é considerada, clinicamente, como um fibroma ou granuloma piogênico.
( ) Os ameloblastomas unicísticos são, frequentemente, observados em pacientes mais jovens, com cerca de 50% de todos esses tumores diagnosticados durante a quarta década de vida.