Questões Militares Sobre medicina
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Segundo as recomendações da ADA 2024, a conduta correta em relação ao rastreamento universal de pré-diabetes e DM2 para este perfil de paciente assintomático e sem fatores de risco clássicos é:
De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (SBC 2025), qual é a meta terapêutica de LDL-colesterol recomendada para este paciente, classificado como Muito Alto Risco Cardiovascular?
Com base no relatório Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD) 2025, analise as assertivas abaixo sobre a avaliação e tratamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e classifique-as como verdadeiras (V) ou falsas (F). Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) O relatório GOLD recente substituiu os antigos Grupos C e D por um único grupo denominado "Grupo E" (Exacerbadores), enfatizando que o histórico de exacerbações é o principal guia para o início da terapia, independentemente da escala de sintomas (mMRC ou CAT) neste grupo.
( ) Para pacientes do Grupo A (poucos sintomas, baixo risco de exacerbação), a recomendação inicial de tratamento de manutenção é o uso de corticoide inalatório (CI) isolado.
( ) A contagem de eosinófilos no sangue é um biomarcador útil para guiar o uso de corticoide inalatório (CI); valores abaixo de 100 células/µL geralmente indicam pouca probabilidade de resposta ao CI.
( ) Para os pacientes classificados no Grupo E, a terapia farmacológica inicial recomendada é a dupla broncodilatação (LABA + LAMA), devendo-se considerar a terapia tripla inicial (LABA + LAMA + CI) se o paciente apresentar eosinófilos no sangue ≥ 300 células/µL.
( ) É vedado ao médico deixar de esclarecer o trabalhador sobre as condições de trabalho que ponham em risco sua saúde.
( ) Caso o trabalhador tenha sido adequadamente esclarecido, torna-se desnecessária a comunicação de riscos aos empregadores responsáveis.
( ) O médico pode revelar informações confidenciais obtidas em exames ocupacionais sempre que houver solicitação formal de dirigentes de empresas ou instituições.
( ) O médico deve esclarecer o paciente acerca das determinantes sociais, ambientais ou profissionais relacionadas à sua doença.
( ) Interação das células plasmocitárias neoplásicas com as células estromais da medula óssea do paciente.
( ) Produção de citocinas pró-sobrevivência pelas células do microambiente medular, especialmente IL-6.
( ) Aumento da atividade osteoclástica mediada por RANKL e redução relativa da osteoprotegerina.
( ) Adesão das células plasmocitárias às células do estroma medular por moléculas de adesão.
A sequência correta em que ocorre o processo é:
( ) As mutações do gene NPM1 ocorrem frequentemente em pacientes com cariótipo normal e, na ausência de mutação FLT3 de alta razão alélica, associam-se geralmente a um prognóstico favorável.
( ) A duplicação interna em tandem do gene FLT3 constitui uma das alterações moleculares mais comuns na LMA e está associada, em geral, ao maior risco de recaída.
( ) As mutações bialélicas do gene CEBPA estão associadas a prognóstico desfavorável na LMA.
( ) As mutações dos genes IDH1 e IDH2 são raras nessa doença.
I. Para o diagnóstico clássico de GMSI, a concentração sérica de proteína monoclonal deve ser inferior a 3 g/dL, a infiltração de plasmócitos na medula óssea inferior a 10%, e não devem estar presentes hipercalcemia, insuficiência renal, anemia ou lesões ósseas.
II. O risco de progressão da GMSI não IgM para neoplasias linfoplasmocitárias, incluindo mieloma múltiplo e macroglobulinemia de Waldenström, é de aproximadamente 1% ao ano, mantendo-se relativamente constante com o passar dos anos.
III. O tipo da imunoglobulina monoclonal mais comum na GMSI é a IgG, correspondendo a aproximadamente dois terços dos casos encontrados.
IV. A detecção de proteína monoclonal em indivíduos assintomáticos dispensa o estudo medular para avaliação de doença plasmocitária.
V. A infiltração de plasmócitos na medula óssea inferior a 10% exclui o diagnóstico de mieloma múltiplo.
Estão corretas apenas as afirmativas
I. A talassemia β na forma heterozigota (traço talassêmico) geralmente cursa com microcitose e hemoglobina normal ou levemente diminuída, mas raramente causa anemia clinicamente significativa.
PORQUE
II. A produção reduzida de cadeias β de hemoglobina em heterozigotos leva à formação compensatória de cadeias α livres, que são parcialmente instáveis e causam destruição seletiva de eritrócitos imaturos na medula óssea (ineficiência eritropoiética).
I. A mutação do Fator V de Leiden promove resistência à proteína C ativada, pois elimina um dos principais sítios de clivagem inibitória do fator V ativado.
II. A mutação G20210A no gene da protrombina associa-se a níveis plasmáticos reduzidos de protrombina, aumentando paradoxalmente o risco de trombose venosa por mecanismo compensatório.
III. Na deficiência hereditária de antitrombina, eventos trombóticos podem ocorrer mesmo durante anticoagulação com heparina não fracionada, em virtude da redução do cofator necessário à sua ação.
IV. A deficiência da proteína C ou proteína S de forma heterozigota está associada principalmente a tromboses arteriais recorrentes, especialmente acidente vascular cerebral isquêmico em adultos jovens.
V. Na investigação laboratorial de trombofilia, a dosagem funcional de proteína C e proteína S deve ser realizada preferencialmente, fora da fase aguda da trombose e na ausência de anticoagulação com antagonistas da vitamina K.
Sobre as assertivas acima, é correto afirmar que: