Questões Militares
Sobre pediatria e neonatologia em medicina
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Um lactente de 20 dias de vida, com rebaixamento do nível de consciência, com pesquisa de Glasgow demonstrando abertura ocular ao chamado, retirada em resposta ao toque e choro à dor, é internado na UTI pediátrica proveniente da sala de emergência com os seguintes exames laboratoriais: Na-110 mEq/L K-7,6 mEq/L CL-84mEq/L, Bicarbonato de sódio-15 mEq/L, Glicose-80 mg/dL. Logo após a monitorização, a enfermeira percebe uma movimentação da boca, com movimentos de sucção.
Além da oferta de oxigênio, a terapia imediata mais apropriada é:
Um lactente de 4 meses e internado na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica com um quadro de diarreia, desidratação e febre, apresenta critérios clínicos de risco nutricional e suspeita de um quadro séptico.
Frente ao quadro clínico descrito, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta.
Criança de 2 anos internada na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica por pneumonia, que vinha sendo tratada na ceftriaxona, em uma enfermaria de pediatria, quando a criança inicia quadro de oliguria (menor que 0,3 mL/kg/hora nas últimas 24 horas), aumento da creatinina, que inicialmente era de 0,5 mg/dL e hoje se encontra 1,8 mg/dL, além de queda na contagem de plaquetas de 160000 cels/mm3 para 70000 cels/mm3 e queda da hemoglobina de 9 g/dL para 7 g/dL nas últimas 24 h.
A criança está mais apática e com baixa ingesta oral.
Assinale a alternativa que apresenta a causa mais provável para justificar esta evolução.
Uma criança de 7 anos, 25 kg, é internada na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) com hipótese diagnóstica de asma grave e com histórico de ser asmático com algumas internações anteriores, inclusive em UTI. No pronto-socorro, recebeu Salbutamol em spray – 4 puffs inicialmente, associado a Metilprednisolona – 50 mg, depois Salbutamol – 6 puffs e, na terceira vez, Salbutamol – 8 puffs, sem melhora significativa; chega ao uso de máscara com reservatório, não reinalante, com saturação 94%, mas mantendo desconforto respiratório grave.
Ao chegar na UTIP, qual deve ser a conduta do médico intensivista, devido ao desconforto grave?
Uma criança de 2 anos de idade, que foi prematura de 26 semanas de idade gestacional e apresenta doença pulmonar crônica, fazendo uso de 0,5 l/minuto de oxigênio domiciliar, está sendo atendendida. Tem história de tosse, congestão nasal e aumento do trabalho respiratório há 2 dias. Se apresentava com um quadro de falência respiratória aguda hipoxêmica e o médico optou por intubá-la em decorrência da hipoxemia grave e do aumento do trabalho respiratório. Sua radiografia de tórax mostra um infiltrado bilateral crônico (comparado a uma radiografia anterior), mas com um novo infiltrado à direita. Em ventilação mecânica, com pressão controlada com pico de pressão inspiratório de 28 cmH2 O PEEP 8 cmH2 O FR-35 rpm e FiO2 0,8. A sua saturação de oxigênio é de 96% e a pressão média da via aérea de 15 cmH2 O. Quatro horas depois da intubação, ainda no PA aguardando o leito de UTI, é possível afirmar que ela preenche o critério para síndrome de desconforto respiratório agudo pediátrico (PARDS)?
Fórmula do Índice de Saturação de Oxigênio = FiO2 xMAPx100/SatO2
Criança de 1 a 5 m dá entrada no pronto atendimento com história de febre há 5 dias e cansaço hoje. Ao exame físico apresenta: regular estado geral, descorada+, hidratada, acianótica, anictérica, sonolenta, taquidispneia moderada (batimento de asa de nariz e retração intercostal), FR-50, FC-130, PA 80 x 50, Sat 88% em ar ambiente, pulsos firmes (central e periférico) e tempo de enchimento capilar – 2 segundos. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular presente bilateralmente, bastante diminuído em base direita, e com estertoração creptante à direita. A criança foi colocada na sala de emergência, monitorizada, ofertado oxigênio em máscara com reservatório, sem reinalação, 15 litros de oxigênio/min com melhora da saturação – 100%. Obtido acesso venoso periférico, e coletados exames: hemograma, PCR, hemocultura e solicitado radiografia tórax no leito.

Com relação à conduta inicial, hipótese diagnóstica e conduta a ser tomada posteriormente, assinale alternativa correta.
Um médico é chamado para ajudar a ressuscitar uma lactente de 4 meses, que havia sido internada em uma enfermaria com uma hipótese diagnóstica de bronquiolite; durante a noite, a mãe solicitou a enfermagem várias vezes por achar que a lactente estava mais cansada e com dificuldade de mamar no peito. Há poucos minutos, a mãe saiu no corredor gritando que a filha havia desmaiado. O médico entra no quarto e encontra um bebê com pulso presente, fraco e lento, com uma frequência cardíaca menor que 60 e com respiração agônica.
Quais são, respectivamente, a conduta imediata e a primeira droga a ser administrada?
Qual é a melhor conduta em relação ao trauma abdominal?
Nesse caso, o diagnóstico mais provável é
Em face do exposto, como se confirma corretamente o diagnóstico?
Nesse caso, qual é a melhor conduta?