Questões Militares
Sobre sintaxe em português
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
Debater não é brigar
Debater é ter o direito de expor livremente nossas idéias e o dever de ouvir e respeitar as idéias alheias, mesmo que diferentes das nossas.
Quando debatemos, desejamos convencer nosso interlocutor de que temos razão. Por esse motivo, devemos nos esforçar para escolher argumentos persuasivos, isto é, capazes de modificar o ponto de vista do interlocutor. Mas o contrário também pode ocorrer: sermos convencidos peios argumentos do interlocutor ao vermos outros ângulos da questão, independentemente do resultado do debate, porém, a troca de argumentos é uma experiência enriquecedora tanto para quem deie participa diretamente quanto para quem o presencia.
Debater é modificar o outro e modificar a nós mesmos. É crescer com o outro e ajudá-lo a também crescer a partir de nossa experiência e de nossa visão de mundo. O debate é um exercício de cidadania.
Fonte: Cereja, William Roberto; Magalhães, Thereza
Cochar. Texto e interação. São Paulo: Atual, 2 ed., 2005,
p. 112.
Leia o texto a seguir e responda a questão.
Debater não é brigar
Debater é ter o direito de expor livremente nossas idéias e o dever de ouvir e respeitar as idéias alheias, mesmo que diferentes das nossas.
Quando debatemos, desejamos convencer nosso interlocutor de que temos razão. Por esse motivo, devemos nos esforçar para escolher argumentos persuasivos, isto é, capazes de modificar o ponto de vista do interlocutor. Mas o contrário também pode ocorrer: sermos convencidos peios argumentos do interlocutor ao vermos outros ângulos da questão, independentemente do resultado do debate, porém, a troca de argumentos é uma experiência enriquecedora tanto para quem deie participa diretamente quanto para quem o presencia.
Debater é modificar o outro e modificar a nós mesmos. É crescer com o outro e ajudá-lo a também crescer a partir de nossa experiência e de nossa visão de mundo. O debate é um exercício de cidadania.
Fonte: Cereja, William Roberto; Magalhães, Thereza
Cochar. Texto e interação. São Paulo: Atual, 2 ed., 2005,
p. 112.
No Texto II, lê-se o seguinte fragmento: “Se bem orientado, pode estimular a criatividade, o raciocínio lógico, a colaboração, a capacidade de pesquisa e outras competências valiosas para o mundo contemporâneo. No entanto, é preciso moderação.” (linhas 1 a 4).
Há prejuízo de sentido na sequência lógica dos períodos, se os termos em negrito forem substituídos por
Texto 5
Sonho meu
José Augusto
Eu posso ir onde eu quiser
Rabiscos em algum papel
Chegar bem perto das estrelas e tocar no céu
Sonhando eu posso ser um rei
Quem sabe até superstar
É só deixar a porta aberta pra ilusão entrar
Eu posso até falar com Deus
De noite em minha oração
E caminhar por entre nuvens feitas de algodão
Eu posso tudo que eu quiser
É só querer acreditar
Se eu fechar bem forte os olhos e quiser sonhar
Sonho meu
Sonho meu
Tudo pode acontecer
É só acreditar na vida, acreditar na sorte e tudo pode ser
Sonho meu
Sonho meu
Eu posso tudo que eu sonhar
Se eu levar a vida a sério e fizer direito, se eu acreditar
Observe:
“ eu posso tudo que eu sonhar
se eu levar a vida a sério e fizer direito, se eu acreditar”
Há, entre os versos acima, uma ideia de
Com base em seus conhecimentos sobre a construção de períodos simples e compostos, marque V (Verdadeiro) ou F (Falso). Depois, assinale a alternativa correspondente, precisamos de cima para baixo.
( ) As frases do texto são construídas apenas com períodos compostos.
( ) No primeiro período do texto, estabelece-se a conexão entre termos do sujeito a partir do uso de um conectivo com valor aditivo.
( ) A última oração do texto adiciona uma informação adversa à oração anterior.
Texto IV
Considere as afirmações que seguem sobre a construção do texto.
(I) Os elementos explorados na imagem – eletrocardiograma, coração e flores – reforçam os sentimentos vinculados à empatia.
(II) O verbo desfocar, no contexto em que foi utilizado, apresenta regência em desacordo com a norma culta.
(III) A expressão popular “olhar para o próprio umbigo” fica subentendida, reforçando o contraste entre egocentrismo e empatia.
Está (ão) correta (s)
I. “Monge e discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas.” II. “O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão.” III. “Enquanto o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio.”
Dentre as frases abaixo, assinale aquela cuja vírgula tem o mesmo valor da empregada no
trecho “Xururuca, vim fazer uma coisa.” (linha 11).
















