Questões Militares
Sobre sintaxe em português
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WALKER, M.; WALKER, G. Recruta Zero. Disponível em: https://media.brainly.com.br/image/rs:fill/w:1920/q:75/plain/https://pt-static.zdn.net/files/d36/91a313cb76129686ff0edcb367e7836d.jpg. Acesso em: 11 abr. 2024. Qual a função sintática do termo em destaque no período: “Como o Otto pode ajudá-lo a ler revistas?”?
TEXTO II
SARGENTO DO EXÉRCITO BRASILEIRO: RESPONSABILIDADES E DESAFIOS
Parte integrante e fundamental da estrutura organizacional da Força Terrestre, sobre o sargento recai grande responsabilidade pela manutenção da solidez do Exército Brasileiro. A ele, cabe a missão de servir como “referência imediata” para cabos e soldados e para Sargentos mais jovens e recém-egressos das Escolas. Essa referência se concretiza pelos exemplos de profissionalismo e correção de atitudes demonstrados no dia a dia dos quartéis, desde o cumprimento das ordens dos superiores até a atuação pautada na disciplina consciente.
A responsabilidade cresce de importância pela proximidade funcional entre os graduados e inicia-se desde cedo na formação militar dos mais modernos. A forja das escolas militares intensifica-se com a apresentação na organização militar dos Corpos de Tropa. É ali onde tudo é posto à prova. A tutela e a constante vigília dos instrutores e monitores que dão o amálgama inicial da formação cessam, e o sargento precisa seguir o seu próprio caminho, atento às referências positivas dos oficiais e graduados mais antigos e experientes. [...]
O Exército Brasileiro possui diferentes níveis de comando e organização. Neste sentido, o pleno entendimento dessas camadas é vital para o funcionamento das pequenas frações. Ao compreender seu espaço e a amplitude de suas responsabilidades, o sargento coopera para que essa estrutura de comando funcione melhor ajustada, contribuindo para reforçar as bases de trabalho da Força Terrestre. [...] Ao sargento, cabe conhecer muito bem sua profissão e, principalmente, seus subordinados. Deve comunicar-se eficazmente e estar sempre pronto para corrigir com sereno rigor, apoiá-los nas dificuldades, e, não menos importante, emprestar bons exemplos em todas as oportunidades. Estar próximo ao subordinado é indispensável para a construção de um ambiente favorável ao estímulo da confiança e da motivação. [...]
Por fim, a Força Terrestre entende que atribuir maiores responsabilidades ao sargento é fortalecer a própria instituição, com uma base sólida e eficaz. Quanto melhor for a formação do sargento e mais aprimorado e atrativo for seu plano de carreira, melhores e mais motivados profissionais das armas serão para a manutenção de um componente terrestre moderno, coeso e dotado das capacidades necessárias para cumprir sua missão.
BERNADINO, E. C. Sargento do Exército Brasileiro: responsabilidades e desafios. EBLOG, 21 out. 2020. Disponível em: https://eblog.eb.mil.br/index.php/menu-easyblog/sargento-do-exercito-brasileiro-responsabilidades-e-desafios.html. Acesso em: 11 abr. 2024. (Adaptado).
A oração em destaque é classificada como:
TEXTO I
Canção do Expedicionário
Você sabe de onde eu venho?
Venho do morro, do engenho
Das selvas, dos cafezais
Da boa terra do coco
Da choupana onde um é pouco
Dois é bom, três é demais
Venho das praias sedosas
Das montanhas alterosas Dos pampas, do seringal
Das margens crespas dos rios
Dos verdes mares bravios
Da minha terra natal
Por mais terras que eu percorra
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Sem que leve por divisa
Esse V que simboliza
A vitória que virá
Nossa vitória final
Que é a mira do meu fuzil
A ração do meu bornal
A água do meu cantil
As asas do meu ideal
A glória do meu Brasil
Eu venho da minha terra
Da casa branca da serra
E do luar do meu sertão
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma de minha mão
Braços mornos de Moema Lábios de mel de Iracema
Estendidos pra mim
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida E do Senhor do Bonfim
Você sabe de onde eu venho?
É de uma Pátria que eu tenho
No bojo do meu violão
Que de viver em meu peito
Foi até tomando jeito
De um enorme coração
Deixei lá atrás meu terreno
Meu limão, meu limoeiro
Meu pé de jacarandá
Minha casa pequenina
Lá no alto da colina
Onde canta o sabiá
Venho do além desse monte
Que ainda azula no horizonte
Onde o nosso amor nasceu
Do rancho que tinha ao lado
Um coqueiro que, coitado
De saudade já morreu
Venho do verde mais belo
Do mais dourado amarelo
Do azul mais cheio de luz
Cheio de estrelas prateadas
Que se ajoelham deslumbradas
Fazendo o sinal da cruz
DE ALMEIDA, G.; ROSSI, S. Canção do Expedicionário., 1944. Disponível em: https://www.letras.mus.br/exercito-brasileiro/690032/. Acesso em: 11 abr. 2024.
Observe o trecho abaixo extraído do Texto I:
“Venho do além desse monte”
Assinale a alternativa que faz a análise morfossintática correta do trecho:
TEXTO I
Canção do Expedicionário
Você sabe de onde eu venho?
Venho do morro, do engenho
Das selvas, dos cafezais
Da boa terra do coco
Da choupana onde um é pouco
Dois é bom, três é demais
Venho das praias sedosas
Das montanhas alterosas Dos pampas, do seringal
Das margens crespas dos rios
Dos verdes mares bravios
Da minha terra natal
Por mais terras que eu percorra
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Sem que leve por divisa
Esse V que simboliza
A vitória que virá
Nossa vitória final
Que é a mira do meu fuzil
A ração do meu bornal
A água do meu cantil
As asas do meu ideal
A glória do meu Brasil
Eu venho da minha terra
Da casa branca da serra
E do luar do meu sertão
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma de minha mão
Braços mornos de Moema Lábios de mel de Iracema
Estendidos pra mim
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida E do Senhor do Bonfim
Você sabe de onde eu venho?
É de uma Pátria que eu tenho
No bojo do meu violão
Que de viver em meu peito
Foi até tomando jeito
De um enorme coração
Deixei lá atrás meu terreno
Meu limão, meu limoeiro
Meu pé de jacarandá
Minha casa pequenina
Lá no alto da colina
Onde canta o sabiá
Venho do além desse monte
Que ainda azula no horizonte
Onde o nosso amor nasceu
Do rancho que tinha ao lado
Um coqueiro que, coitado
De saudade já morreu
Venho do verde mais belo
Do mais dourado amarelo
Do azul mais cheio de luz
Cheio de estrelas prateadas
Que se ajoelham deslumbradas
Fazendo o sinal da cruz
DE ALMEIDA, G.; ROSSI, S. Canção do Expedicionário., 1944. Disponível em: https://www.letras.mus.br/exercito-brasileiro/690032/. Acesso em: 11 abr. 2024.
Observando a Canção do Expedicionário (Texto I), identifique a alternativa incorreta:
Para responder à questão, considere os seguintes textos:
Texto 1:
Excertos do Edital DRH/CRS Nº 14/2023 - CFSd QPE-PM
3.2 Função geral/missão do cargo de Soldado da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais: Executar atividades de policiamento ostensivo, a fim de prevenir e reprimir a criminalidade, garantindo a ordem e a segurança pública e promovendo os direitos fundamentais para o alcance da paz social. (...)
3.5 Condições gerais de exercício do cargo: trabalhar em contato cotidiano com o público, de forma individual ou em equipe, sob supervisão permanente, em ambiente de trabalho que pode ser fechado ou a céu aberto, a pé, montado ou em veículos, em horários diversos (diurno, noturno ou em rodízio de turnos); atuar em condições adversas e de risco de contágio de moléstias e de morte em sua rotina de trabalho.
POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS. Edital DRH/CRS Nº 14/2023CFSd QPE-PM. Disponível em: https://intranet.policiamilitar.mg.gov.br/conteudoportal/sites/concurso/071220232023278950.pdf. Acesso em: 10 de jan. de 2024.
Texto 2:
EMOCIONANTE
Militar faz parto às margens de rodovia: 'Ajudei uma criança a nascer'
Ele realizou um parto às margens da MG-010, nas proximidades do bairro Morro Alto, em Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte. Um Policial Militar viveu, nesta terça-feira (27), uma experiência fora da rotina do combate e prevenção à criminalidade. Ele realizou um parto às margens da MG-010, nas proximidades do bairro Morro Alto, em Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com o militar que atendeu a ocorrência, o cabo Walace Ferreira, uma gestante estava acompanhada do marido e do cunhado quando precisou de ajuda. Eles estavam a caminho do hospital quando a mulher entrou em trabalho de parto dentro do veículo da família. Para tentar auxiliar a mulher, que estava no banco traseiro do veículo, o pai da criança estacionou o carro às margens da rodovia. Por sorte, militares passaram pelo local, no momento do parto. O homem, então, solicitou auxílio dos policiais que realizaram o parto e o corte do cordão umbilical. Após o nascimento da criança, a mãe e o bebê foram encaminhados para o Hospital Risoleta Neves, onde exames seriam realizados. "Tenho 16 anos de corporação e esta foi a primeira vez que participei de uma ocorrência deste tipo. Sempre atendi ocorrências de grande complexidade e perigo e, hoje, pude ter uma experiência inédita, inovadora e gratificante, de ajudar uma criança nascer", lembrou o militar.
BRITO, Alice. MARÇAL, Manuel. O tempo.com.br.2022. Militar faz parto às margens de rodovia: 'Ajudei uma criança a nascer'. Disponível em: https://www.otempo.com.br/cidades/video-militar-faz-parto-as-margens-derodovia-ajudei-uma-crianca-a-nascer-1.2740817. Acesso em: 10 de jan. de 2024.
Texto 3:
Segunda Pele – o preço da ordem
Quanto custa ao ser humano que veste uma farda combater a crueldade do crime? Essa pergunta deu origem à Segunda Pele, nova série policial criada pela Polícia Militar de Minas Gerais, com direção de Guto Aeraphe e produção de Humberto de C.Rezende. Com 6 episódios de 20 minutos cada, a série foi idealizada pela Diretoria de Comunicação Organizacional da Polícia Militar de Minas Gerais como parte do plano de comunicação da PMMG. Inspirada em diversas ocorrências, e principalmente, na vida cotidiana dos policiais militares, a série tem o objetivo de valorizar estas pessoas que dedicam suas vidas a servir a comunidade, mesmo com o risco iminente de perderem a vida.
POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS. Série Segunda Pele. Disponível em: <https://www.policiamilitar.mg.gov.br/site/4bpm/noticias/244323/serie-segunda-pele> Acesso em: 10 de jan. de 2024.
Para responder à questão, considere os seguintes textos:
Texto 1:
Excertos do Edital DRH/CRS Nº 14/2023 - CFSd QPE-PM
3.2 Função geral/missão do cargo de Soldado da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais: Executar atividades de policiamento ostensivo, a fim de prevenir e reprimir a criminalidade, garantindo a ordem e a segurança pública e promovendo os direitos fundamentais para o alcance da paz social. (...)
3.5 Condições gerais de exercício do cargo: trabalhar em contato cotidiano com o público, de forma individual ou em equipe, sob supervisão permanente, em ambiente de trabalho que pode ser fechado ou a céu aberto, a pé, montado ou em veículos, em horários diversos (diurno, noturno ou em rodízio de turnos); atuar em condições adversas e de risco de contágio de moléstias e de morte em sua rotina de trabalho.
POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS. Edital DRH/CRS Nº 14/2023CFSd QPE-PM. Disponível em: https://intranet.policiamilitar.mg.gov.br/conteudoportal/sites/concurso/071220232023278950.pdf. Acesso em: 10 de jan. de 2024.
Texto 2:
EMOCIONANTE
Militar faz parto às margens de rodovia: 'Ajudei uma criança a nascer'
Ele realizou um parto às margens da MG-010, nas proximidades do bairro Morro Alto, em Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte. Um Policial Militar viveu, nesta terça-feira (27), uma experiência fora da rotina do combate e prevenção à criminalidade. Ele realizou um parto às margens da MG-010, nas proximidades do bairro Morro Alto, em Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com o militar que atendeu a ocorrência, o cabo Walace Ferreira, uma gestante estava acompanhada do marido e do cunhado quando precisou de ajuda. Eles estavam a caminho do hospital quando a mulher entrou em trabalho de parto dentro do veículo da família. Para tentar auxiliar a mulher, que estava no banco traseiro do veículo, o pai da criança estacionou o carro às margens da rodovia. Por sorte, militares passaram pelo local, no momento do parto. O homem, então, solicitou auxílio dos policiais que realizaram o parto e o corte do cordão umbilical. Após o nascimento da criança, a mãe e o bebê foram encaminhados para o Hospital Risoleta Neves, onde exames seriam realizados. "Tenho 16 anos de corporação e esta foi a primeira vez que participei de uma ocorrência deste tipo. Sempre atendi ocorrências de grande complexidade e perigo e, hoje, pude ter uma experiência inédita, inovadora e gratificante, de ajudar uma criança nascer", lembrou o militar.
BRITO, Alice. MARÇAL, Manuel. O tempo.com.br.2022. Militar faz parto às margens de rodovia: 'Ajudei uma criança a nascer'. Disponível em: https://www.otempo.com.br/cidades/video-militar-faz-parto-as-margens-derodovia-ajudei-uma-crianca-a-nascer-1.2740817. Acesso em: 10 de jan. de 2024.
Texto 3:
Segunda Pele – o preço da ordem
Quanto custa ao ser humano que veste uma farda combater a crueldade do crime? Essa pergunta deu origem à Segunda Pele, nova série policial criada pela Polícia Militar de Minas Gerais, com direção de Guto Aeraphe e produção de Humberto de C.Rezende. Com 6 episódios de 20 minutos cada, a série foi idealizada pela Diretoria de Comunicação Organizacional da Polícia Militar de Minas Gerais como parte do plano de comunicação da PMMG. Inspirada em diversas ocorrências, e principalmente, na vida cotidiana dos policiais militares, a série tem o objetivo de valorizar estas pessoas que dedicam suas vidas a servir a comunidade, mesmo com o risco iminente de perderem a vida.
POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS. Série Segunda Pele. Disponível em: <https://www.policiamilitar.mg.gov.br/site/4bpm/noticias/244323/serie-segunda-pele> Acesso em: 10 de jan. de 2024.
Para responder à questão, considere os seguintes textos:
Texto 1:
Excertos do Edital DRH/CRS Nº 14/2023 - CFSd QPE-PM
3.2 Função geral/missão do cargo de Soldado da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais: Executar atividades de policiamento ostensivo, a fim de prevenir e reprimir a criminalidade, garantindo a ordem e a segurança pública e promovendo os direitos fundamentais para o alcance da paz social. (...)
3.5 Condições gerais de exercício do cargo: trabalhar em contato cotidiano com o público, de forma individual ou em equipe, sob supervisão permanente, em ambiente de trabalho que pode ser fechado ou a céu aberto, a pé, montado ou em veículos, em horários diversos (diurno, noturno ou em rodízio de turnos); atuar em condições adversas e de risco de contágio de moléstias e de morte em sua rotina de trabalho.
POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS. Edital DRH/CRS Nº 14/2023CFSd QPE-PM. Disponível em: https://intranet.policiamilitar.mg.gov.br/conteudoportal/sites/concurso/071220232023278950.pdf. Acesso em: 10 de jan. de 2024.
Texto 2:
EMOCIONANTE
Militar faz parto às margens de rodovia: 'Ajudei uma criança a nascer'
Ele realizou um parto às margens da MG-010, nas proximidades do bairro Morro Alto, em Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte. Um Policial Militar viveu, nesta terça-feira (27), uma experiência fora da rotina do combate e prevenção à criminalidade. Ele realizou um parto às margens da MG-010, nas proximidades do bairro Morro Alto, em Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com o militar que atendeu a ocorrência, o cabo Walace Ferreira, uma gestante estava acompanhada do marido e do cunhado quando precisou de ajuda. Eles estavam a caminho do hospital quando a mulher entrou em trabalho de parto dentro do veículo da família. Para tentar auxiliar a mulher, que estava no banco traseiro do veículo, o pai da criança estacionou o carro às margens da rodovia. Por sorte, militares passaram pelo local, no momento do parto. O homem, então, solicitou auxílio dos policiais que realizaram o parto e o corte do cordão umbilical. Após o nascimento da criança, a mãe e o bebê foram encaminhados para o Hospital Risoleta Neves, onde exames seriam realizados. "Tenho 16 anos de corporação e esta foi a primeira vez que participei de uma ocorrência deste tipo. Sempre atendi ocorrências de grande complexidade e perigo e, hoje, pude ter uma experiência inédita, inovadora e gratificante, de ajudar uma criança nascer", lembrou o militar.
BRITO, Alice. MARÇAL, Manuel. O tempo.com.br.2022. Militar faz parto às margens de rodovia: 'Ajudei uma criança a nascer'. Disponível em: https://www.otempo.com.br/cidades/video-militar-faz-parto-as-margens-derodovia-ajudei-uma-crianca-a-nascer-1.2740817. Acesso em: 10 de jan. de 2024.
Texto 3:
Segunda Pele – o preço da ordem
Quanto custa ao ser humano que veste uma farda combater a crueldade do crime? Essa pergunta deu origem à Segunda Pele, nova série policial criada pela Polícia Militar de Minas Gerais, com direção de Guto Aeraphe e produção de Humberto de C.Rezende. Com 6 episódios de 20 minutos cada, a série foi idealizada pela Diretoria de Comunicação Organizacional da Polícia Militar de Minas Gerais como parte do plano de comunicação da PMMG. Inspirada em diversas ocorrências, e principalmente, na vida cotidiana dos policiais militares, a série tem o objetivo de valorizar estas pessoas que dedicam suas vidas a servir a comunidade, mesmo com o risco iminente de perderem a vida.
POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS. Série Segunda Pele. Disponível em: <https://www.policiamilitar.mg.gov.br/site/4bpm/noticias/244323/serie-segunda-pele> Acesso em: 10 de jan. de 2024.
Sobre o emprego do sinal indicativo de crase, avalie as seguintes ocorrências e depois marque a única opção INCORRETA.
I - “Ele realizou um parto às margens da MG-010.”
II - “(...) uma experiência fora da rotina do combate e prevenção à criminalidade(...).”
III - “Essa pergunta deu origem à Segunda Pele(...).”
Leia o texto para responder à questão.
O descobridor das coisas
A gente vinha de mãos dadas, sem pressa de nada pela rua. Totoca vinha me ensinando a vida. E eu estava muito contente porque meu irmão mais velho estava me dando a mão e ensinando as coisas. Mas ensinando as coisas fora de casa. Porque em casa eu aprendia descobrindo sozinho e fazendo sozinho, fazia errado e fazendo errado acabava sempre tomando umas palmadas. Até bem pouco tempo ninguém me batia. Mas depois descobriram as coisas e vivem dizendo que eu era o cão, que eu era capeta, gato ruço de mau pelo. Não queria saber disso. Se não estivesse na rua eu começava a cantar. Cantar era bonito. Totoca sabia fazer outra coisa além de cantar, assobiar. Mas eu por mais que imitasse, não saía nada. Ele me animou dizendo que era assim mesmo, que eu ainda não tinha boca de soprador. Mas como eu não podia cantar por fora, fui cantando por dentro. Aquilo era esquisito, mas se tornava muito gostoso. E eu estava me lembrando de uma música que Mamãe cantava quando eu era bem pequenininho. Ela ficava no tanque, com um pano amarrado na cabeça para tapar o sol. Tinha um avental amarrado na barriga e ficava horas e horas, metendo a mão na água, fazendo sabão virar muita espuma. Depois torcia a roupa e ia até a corda. Prendia tudo na corda e suspendia o bambu. Ela fazia igualzinho com todas as roupas. Estava lavando a roupa da casa do Dr. Faulhaber para ajudar nas despesas da casa. Mamãe era alta, magra, mas muito bonita. Tinha uma cor bem queimada e os cabelos pretos e lisos. Quando ela deixava os cabelos sem prender, davam até na cintura. Mas bonito era quando ela cantava e eu ficava junto aprendendo.
(José Mauro de Vasconcelos. O meu pé de laranja lima, 1975. Adaptado)
Considere as frases:
• Meu irmão mais velho estava de mãos dadas comigo e ensinando as coisas para mim. ______________, porém, as coisas fora de casa.
• Eu fazia errado e, fazendo errado, as pessoas sempre _____________umas palmadas.
• Meu irmão sabia assobiar. Mas eu, por mais que ____________________ , não saía nada.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
(Laerte, “Piratas do Tietê”. Folha de S.Paulo, 04.03.2024)
A regra de concordância discutida entre os personagens aplica-se à seguinte passagem do texto:

Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sim, eu era esse garção bonito, airoso, abastado; e facilmente se imagina que mais de uma dama inclinou diante de mim a fronte pensativa, ou levantou para mim os olhos cobiçosos. De todas porém a que me cativou logo foi uma... uma... não sei se diga; este livro é casto, ao menos na intenção; na intenção é castíssimo. Mas vá lá; ou se há de dizer tudo ou nada. A que me cativou foi uma dama espanhola, Marcela, a “linda Marcela”, como lhe chamavam os rapazes do tempo. E tinham razão os rapazes. Era filha de um hortelão das Astúrias; disse-mo ela mesma, num dia de sinceridade, porque a opinião aceita é que nascera de um letrado de Madri, vítima da invasão francesa, ferido, encarcerado, espingardeado, quando ela tinha apenas doze anos.
Cosas de España. Quem quer que fosse, porém, o pai, letrado ou hortelão, a verdade é que Marcela não possuía a inocência rústica, e mal chegava a entender a moral do código. Era boa moça, lépida, sem escrúpulos, um pouco tolhida pela austeridade do tempo, que lhe não permitia arrastar pelas ruas os seus estouvamentos e berlindas; luxuosa, impaciente, amiga de dinheiro e de rapazes. Naquele ano, morria de amores por um certo Xavier, sujeito abastado e tísico, — uma pérola.
Vi-a pela primeira vez, no Rocio Grande, na noite das luminárias, logo que constou a declaração da independência, uma festa de primavera, um amanhecer da alma pública. Éramos dois rapazes, o povo e eu; vínhamos da infância, com todos os arrebatamentos da juventude. Vi-a sair de uma cadeirinha, airosa e vistosa, um corpo esbelto, ondulante, um desgarre, alguma coisa que nunca achara nas mulheres puras. — Segue-me, disse ela ao pajem. E eu segui-a, tão pajem como o outro, como se a ordem me fosse dada, deixei-me ir namorado, vibrante, cheio das primeiras auroras. A meio caminho, chamaram-lhe “linda Marcela”, lembrou-me que ouvira tal nome a meu tio João, e fiquei, confesso que fiquei tonto.
(Machado de Assis. Memórias Póstumas de Brás Cubas)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sim, eu era esse garção bonito, airoso, abastado; e facilmente se imagina que mais de uma dama inclinou diante de mim a fronte pensativa, ou levantou para mim os olhos cobiçosos. De todas porém a que me cativou logo foi uma... uma... não sei se diga; este livro é casto, ao menos na intenção; na intenção é castíssimo. Mas vá lá; ou se há de dizer tudo ou nada. A que me cativou foi uma dama espanhola, Marcela, a “linda Marcela”, como lhe chamavam os rapazes do tempo. E tinham razão os rapazes. Era filha de um hortelão das Astúrias; disse-mo ela mesma, num dia de sinceridade, porque a opinião aceita é que nascera de um letrado de Madri, vítima da invasão francesa, ferido, encarcerado, espingardeado, quando ela tinha apenas doze anos.
Cosas de España. Quem quer que fosse, porém, o pai, letrado ou hortelão, a verdade é que Marcela não possuía a inocência rústica, e mal chegava a entender a moral do código. Era boa moça, lépida, sem escrúpulos, um pouco tolhida pela austeridade do tempo, que lhe não permitia arrastar pelas ruas os seus estouvamentos e berlindas; luxuosa, impaciente, amiga de dinheiro e de rapazes. Naquele ano, morria de amores por um certo Xavier, sujeito abastado e tísico, — uma pérola.
Vi-a pela primeira vez, no Rocio Grande, na noite das luminárias, logo que constou a declaração da independência, uma festa de primavera, um amanhecer da alma pública. Éramos dois rapazes, o povo e eu; vínhamos da infância, com todos os arrebatamentos da juventude. Vi-a sair de uma cadeirinha, airosa e vistosa, um corpo esbelto, ondulante, um desgarre, alguma coisa que nunca achara nas mulheres puras. — Segue-me, disse ela ao pajem. E eu segui-a, tão pajem como o outro, como se a ordem me fosse dada, deixei-me ir namorado, vibrante, cheio das primeiras auroras. A meio caminho, chamaram-lhe “linda Marcela”, lembrou-me que ouvira tal nome a meu tio João, e fiquei, confesso que fiquei tonto.
(Machado de Assis. Memórias Póstumas de Brás Cubas)
(Bechara, 2018)
A explicação sobre anexo predicativo é corretamente ilustrada com a seguinte passagem do texto:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sim, eu era esse garção bonito, airoso, abastado; e facilmente se imagina que mais de uma dama inclinou diante de mim a fronte pensativa, ou levantou para mim os olhos cobiçosos. De todas porém a que me cativou logo foi uma... uma... não sei se diga; este livro é casto, ao menos na intenção; na intenção é castíssimo. Mas vá lá; ou se há de dizer tudo ou nada. A que me cativou foi uma dama espanhola, Marcela, a “linda Marcela”, como lhe chamavam os rapazes do tempo. E tinham razão os rapazes. Era filha de um hortelão das Astúrias; disse-mo ela mesma, num dia de sinceridade, porque a opinião aceita é que nascera de um letrado de Madri, vítima da invasão francesa, ferido, encarcerado, espingardeado, quando ela tinha apenas doze anos.
Cosas de España. Quem quer que fosse, porém, o pai, letrado ou hortelão, a verdade é que Marcela não possuía a inocência rústica, e mal chegava a entender a moral do código. Era boa moça, lépida, sem escrúpulos, um pouco tolhida pela austeridade do tempo, que lhe não permitia arrastar pelas ruas os seus estouvamentos e berlindas; luxuosa, impaciente, amiga de dinheiro e de rapazes. Naquele ano, morria de amores por um certo Xavier, sujeito abastado e tísico, — uma pérola.
Vi-a pela primeira vez, no Rocio Grande, na noite das luminárias, logo que constou a declaração da independência, uma festa de primavera, um amanhecer da alma pública. Éramos dois rapazes, o povo e eu; vínhamos da infância, com todos os arrebatamentos da juventude. Vi-a sair de uma cadeirinha, airosa e vistosa, um corpo esbelto, ondulante, um desgarre, alguma coisa que nunca achara nas mulheres puras. — Segue-me, disse ela ao pajem. E eu segui-a, tão pajem como o outro, como se a ordem me fosse dada, deixei-me ir namorado, vibrante, cheio das primeiras auroras. A meio caminho, chamaram-lhe “linda Marcela”, lembrou-me que ouvira tal nome a meu tio João, e fiquei, confesso que fiquei tonto.
(Machado de Assis. Memórias Póstumas de Brás Cubas)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A vida humana
Certa feita, segundo os índios bororo, a pedra e a taquara deram início a um debate para saber qual das duas se assemelhava mais à vida humana.
– Sem dúvida alguma, a vida humana se parece mais comigo – disse a pedra, categoricamente –, pois a vida humana é tão resistente sobre a Terra quanto as pedras.
Neste ponto, a taquara contestou:
– De forma alguma, amiga pedra. A vida humana se parece comigo, e não com você. Os homens morrem como as taquaras, ao invés de durarem perpetuamente como as pedras.
A pedra alterou-se ligeiramente.
– Ora, tolices! A vida humana se parece comigo! Não vê, então, como ela resiste ao frio e ao calor, não se dobrando nem ao vento, nem às intempéries?
– Não, não, enganas-te – disse a taquara. – O homem, na verdade, tem bem pouco de pedra. Ele morre como nós, as taquaras, morremos, porém renasce nos seus filhos.
Então, mostrando à pedra os seus filhos – a taquara estava dentro de um enorme e ruidoso taquaral –, ela pôs, por assim dizer, uma pedra sobre a questão:
– Veja como somos parecidos com os homens: somos maleáveis, temos a pele frágil e, finalmente, nos reproduzimos sem parar.
Então a pedra, reconhecendo a derrota, ficou muda e nunca mais disse palavra.
(Franchini, A. S. As 100 Melhores Lendas do Folclore Brasileiro)
O descobridor das coisas
A gente vinha de mãos dadas, sem pressa de nada pela rua. Totoca vinha me ensinando a vida. E eu estava muito contente porque meu irmão mais velho estava me dando a mão e ensinando as coisas. Mas ensinando as coisas fora de casa. Porque em casa eu aprendia descobrindo sozinho e fazendo sozinho, fazia errado e fazendo errado acabava sempre tomando umas palmadas. Até bem pouco tempo ninguém me batia. Mas depois descobriram as coisas e vivem dizendo que eu era o cão, que eu era capeta, gato ruço de mau pelo. Não queria saber disso. Se não estivesse na rua eu começava a cantar. Cantar era bonito. Totoca sabia fazer outra coisa além de cantar, assobiar. Mas eu por mais que imitasse, não saía nada. Ele me animou dizendo que era assim mesmo, que eu ainda não tinha boca de soprador. Mas como eu não podia cantar por fora, fui cantando por dentro. Aquilo era esquisito, mas se tornava muito gostoso. E eu estava me lembrando de uma música que Mamãe cantava quando eu era bem pequenininho. Ela ficava no tanque, com um pano amarrado na cabeça para tapar o sol. Tinha um avental amarrado na barriga e ficava horas e horas, metendo a mão na água, fazendo sabão virar muita espuma. Depois torcia a roupa e ia até a corda. Prendia tudo na corda e suspendia o bambu. Ela fazia igualzinho com todas as roupas. Estava lavando a roupa da casa do Dr. Faulhaber para ajudar nas despesas da casa. Mamãe era alta, magra, mas muito bonita. Tinha uma cor bem queimada e os cabelos pretos e lisos. Quando ela deixava os cabelos sem prender, davam até na cintura. Mas bonito era quando ela cantava e eu ficava junto aprendendo.
(José Mauro de Vasconcelos. O meu pé de laranja lima, 1975. Adaptado)
A concordância atende à norma-padrão em:
O descobridor das coisas
A gente vinha de mãos dadas, sem pressa de nada pela rua. Totoca vinha me ensinando a vida. E eu estava muito contente porque meu irmão mais velho estava me dando a mão e ensinando as coisas. Mas ensinando as coisas fora de casa. Porque em casa eu aprendia descobrindo sozinho e fazendo sozinho, fazia errado e fazendo errado acabava sempre tomando umas palmadas. Até bem pouco tempo ninguém me batia. Mas depois descobriram as coisas e vivem dizendo que eu era o cão, que eu era capeta, gato ruço de mau pelo. Não queria saber disso. Se não estivesse na rua eu começava a cantar. Cantar era bonito. Totoca sabia fazer outra coisa além de cantar, assobiar. Mas eu por mais que imitasse, não saía nada. Ele me animou dizendo que era assim mesmo, que eu ainda não tinha boca de soprador. Mas como eu não podia cantar por fora, fui cantando por dentro. Aquilo era esquisito, mas se tornava muito gostoso. E eu estava me lembrando de uma música que Mamãe cantava quando eu era bem pequenininho. Ela ficava no tanque, com um pano amarrado na cabeça para tapar o sol. Tinha um avental amarrado na barriga e ficava horas e horas, metendo a mão na água, fazendo sabão virar muita espuma. Depois torcia a roupa e ia até a corda. Prendia tudo na corda e suspendia o bambu. Ela fazia igualzinho com todas as roupas. Estava lavando a roupa da casa do Dr. Faulhaber para ajudar nas despesas da casa. Mamãe era alta, magra, mas muito bonita. Tinha uma cor bem queimada e os cabelos pretos e lisos. Quando ela deixava os cabelos sem prender, davam até na cintura. Mas bonito era quando ela cantava e eu ficava junto aprendendo.
(José Mauro de Vasconcelos. O meu pé de laranja lima, 1975. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo destacado pertence à mesma classe gramatical e exerce a mesma função sintática que o destacado em: “Até bem pouco tempo ninguém me batia.”
(Laerte, “Piratas do Tietê”. Folha de S.Paulo, 04.03.2024)
A regra de concordância discutida entre os personagens aplica-se à seguinte passagem do texto: