Questões Militares Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q289607 Português
O verbo “espelhar”, tal como usado no último verso do poema de Fernando Pessoa, é sinônimo de

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Q289605 Português
Sobre o texto III, é correto afirmar que o único tema não abordado pelo autor é que

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Q289603 Português
Leia o trecho:


“Quando o Homo sapiens saiu da África e começou a ocupar o mesmo espaço dos neandertais, ficou impressionado com a competência técnica e a inteligência aguda deles. Resultado: os dois grupos passaram a se misturar e a gerar descendentes híbridos.”


Qual é o tipo de relação semântica que se estabelece entre os dois períodos que formam o trecho acima?

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Q287396 Português
Em cada uma das opções a seguir, há uma frase reproduzida, com adaptações, de exemplos apresentados, na Enciclopédia Delta Larousse, para diversos usos e acepções do verbete Guerra. Assinale a opção que apresenta a frase gramaticalmente correta.
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Q287360 Português
Em – Não posso auxiliar a nossa polícia legal, porquanto desde muito que não vou a cinematógrafos... –, a conjunção destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por

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Q287357 Português
Em – Apesar disso tudo –, é na assistência delas que nasce mui- to amor condenado. –, a expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por

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Q287352 Português
Em – Fernando, ao penetrar nessa câmara nupcial, esqueceu um momento a pungente recordação... –, a expressão destacada é antônima a

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Q287350 Português
A expressão sinônima de – a cujo som cantou Homero – é

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Q287345 Português
Em – (…) Não te queixas. Não pensas. Não sabes. Indigno, / ver parar, pelo meu, teu inofensivo coração. –, há uma oposição entre os corações dos dois seres relacionados no poema – cavalo e soldado – que pode ser expressa, correta e respectivamente, pelo par

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Q264708 Português
Trecho para as questões 09 e 10

. “O problema da segurança, portanto, não pode mais estar apenas adstrito ao repertório tradicional do direito e das instituições da justiça, particularmente, da justiça criminal, presídios e polícia.” (linhas de 16 a 18).


. Acerca das estruturas linguísticas é CORRETO afirmar que:

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Q264706 Português
Na palavra “insegurança” (linha 06), o segmento destacado “in” atribui a essa palavra o sentido de negação, falta de. Das opções abaixo, aquela em que esse segmento tem igual sentido é:


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Q264703 Português
Trecho para as questões 04, 05 e 06.

“A amplitude dos temas e problemas afetos à segurança pública alerta para a necessidade de qualificação do debate sobre segurança e para a incorporação de novos atores, cenários e paradigmas às políticas públicas.” (linhas 13- 15).


A palavra “incorporação”, semanticamente, sugere:

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Q264702 Português
Trecho para as questões 04, 05 e 06.

“A amplitude dos temas e problemas afetos à segurança pública alerta para a necessidade de qualificação do debate sobre segurança e para a incorporação de novos atores, cenários e paradigmas às políticas públicas.” (linhas 13- 15).


A palavra “afetos”, poderia ser substituída, sem alteração de sentido para o contexto, por:

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Q264558 Português
NO TEXTO ABAIXO TEMOS UM TRECHO DA OBRA “VIOLÊNCIA URBANA”, DE PAULO SÉRGIO PINHEIRO E GUILHERME ASSIS DE ALMEIDA. LEIA-O PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES QUE SEGUEM.

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Em: “É provável que você já esteja exausto de ler e ouvir várias dessas recomendações.” (linha 05), a expressão destacada confere ao contexto a ideia de:
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Q258925 Português
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Com relação a aspectos gramaticais e semânticos do texto, julgue
os próximos itens.

O emprego da inicial maiúscula confere aos vocábulos “Pátria” (L.2), “Nação” (L.3) e “País” (L.4 e L.17) sentido particular e determinado, elevando-os à categoria de alto conceito político ou nacionalista.



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Q258920 Português
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Com relação à grafia e a aspectos morfossintáticos e semânticos do
texto apresentado, julgue os itens que se seguem.

No contexto em que ocorrem, as palavras “embaixo” (L.12) e “defronte” (L.15) podem ser substituídas, respectivamente, por debaixo e enfronte, sem prejuízo ortográfico.

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Q827013 Português


A partir do texto acima, julgue o item que se segue.

A forma verbal “Imagine” (l.1) pode ser substituída por Suponha sem prejuízo para o sentido pretendido no texto.

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Q827000 Português


A partir do texto acima, julgue o próximo item.

O vocábulo “apinhadas” (l.5) pode ser substituído por abarrotadas, sem que se altere o sentido do trecho.

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Q826994 Português


A partir do texto acima, julgue o item a seguir.

O vocábulo “relegado” (l.12) pode ser substituído por recusado, sem que haja prejuízo para a correção gramatical e o sentido do texto.

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Q743758 Português
Texto 1:
Palavras, palavras...
Ando descobrindo coisas óbvias acerca do uso da língua, do idioma falado. Uma delas — que me surpreendeu — é que falar é sempre improvisar. E eu até hoje não me tinha dado conta disto! Não sei se você, leitor, já percebeu, mas a verdade é que, quando você pergunta à empregada o que ela sugere para o almoço, sua resposta é um improviso, e tanto ela pode dizer: “por que não se faz a costela de porco?” ou... “pode ser costeleta” ou... “faz tempo que o senhor não come costeleta”... Enfim, o que importa aqui é mostrar que a frase não está pronta, que ela é apenas uma das possibilidades de formular do falante. Certamente, há os lugares-comuns, frases já prontas que usamos automaticamente, e que foram inventadas por alguém e tão bem inventadas que todo mundo passou a repeti-las.
E disso passei a outro aspecto do uso do idioma: a palavra, a força que têm certas palavras. Por exemplo, a palavra negro. Pelas implicações raciais, pela carga de história e preconceito que pesam sobre ela, tornou-se explosiva. Para certas pessoas, referir-se a alguém como negro é quase uma ofensa, quando devia ser natural. Já um conhecido meu, que é negro e justamente revoltado com os preconceitos que experimentou ao longo da vida, radicalizou. “Lá em casa — afirmou ele — ensinei os meninos a não dizem ‘a coisa preta’; lá se diz ‘a coisa tá branca’”. Não pude deixar de rir.
— Você tá de gozação.
— Não é gozação, não. Temos que acabar com essas expressões que são fruto da discriminação.
Lembrei então de outras palavras e expressões que poderiam gerar reações semelhantes. A palavra amarelo muitas vezes é usada de maneira que poderia ofender a chineses e japoneses, se é que se consideram mesmo amarelos: “o cara amarelou”, “tá amarelo de fome”. Quando menino, ouvia as pessoas mais velhas dizerem: “desculpa de amarelo é comer terra”, frase que nunca entendi direito mas que, sem dúvida, está longe de ser um elogio aos ditos amarelos.
Augusto Meyer, em seu livro Os pêssegos verdes, informa como a cor amarela, que no Oriente simbolizou a Casa Imperial e, para o poeta grego Píndaro, expressava o esplendor do sol, entrou em desprestígio com Dante, para quem o amarelo era a cor de uma das três caras de Satanás. De lá pra cá, o amarelo tornou-se um estigma para judeus e até para prostitutas e leprosos. Isto sem falar em expressões depreciativas como “imprensa amarela”, “sorriso amarelo” e, pior, “ameaça amarela”, que esteve em voga durante a segunda guerra mundial, quando os japoneses se aliaram a Hitler.
Como se vê, certas palavras podem gozar de momentos áureos ou períodos negros (com perdão da palavra) e até mesmo adquirirem significado ironicamente contrário ao seu sentido original. Este foi o caso de Pinel, sobrenome de um famoso psiquiatra francês e nome de um pronto-socorro psiquiátrico do Rio. Durante os anos 70, os jovens drogados da zona sul da cidade, quando entravam em surto, eram levados para lá. Em consequência disso, na gíria desses jovens, o nome do médico passou a significar a doença mental que ele se dedicara a tratar.
— Fulano está pinel.
Ou seja, está surtado ou pirou, enlouqueceu. De gíria de um pequeno grupo, a expressão passou à imprensa e à televisão. Nos especiais televisivos da época, que falavam da juventude, era frequente ouvir-se a palavra pinel usada como sinônimo de loucura. Chegou mesmo a ser dicionarizada como tal. Aí, os descendentes do doutor Philippe Pinel, indignados, protestaram.
(GULLAR, Ferreira. Coleção Melhores Crônicas. São Paulo: Global, 2004. p.164-166.)
Em “De lá pra cá, o amarelo tornou-se um estigma para judeus e até para prostitutas e leprosos.”, a palavra grifada, estigma, poderia ser substituída pelo seguinte sinônimo sem qualquer prejuízo do sentido original da frase:
Alternativas
Respostas
1061: A
1062: C
1063: A
1064: B
1065: C
1066: A
1067: E
1068: C
1069: D
1070: C
1071: A
1072: D
1073: C
1074: B
1075: C
1076: E
1077: C
1078: C
1079: E
1080: A