Questões Militares
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
Foram encontradas 1.421 questões
|
O pronome em destaque presente no trecho acima, foi usado em uma referência:
|
Para evidenciar o caráter descritivo do texto e construir uma imagem para o leitor, o autor combina os seguintes sentidos no trecho acima:
|
|
Vampira medicinal
Durante milênios, um dos principais remédios usados no mundo foi um verme capaz de chupar o sangue das pessoas. Loucura? Pode até ser, mas, após cair no ostracismo no século 20, a sanguessuga, acreditem ou não, tem sido “receitada” novamente por vários médicos. Esse estranho parasita, encontrado na água doce e que se assemelha a uma lesma bem escura, começou a ser usado na Índia há cerca de 2.500 anos. Não tardou para ele fazer sucesso também na Grécia antiga e se difundir por todo o Ocidente. Acreditava-se então que as doenças, de uma dor de cabeça à hemorroida, eram causadas por problemas de concentração no sangue, o que poderia ser resolvido com uma simples sangria. Como a especialidade desse verme é justamente chupar o sangue de seus hospedeiros sem causar desconforto, o tratamento se tornou popular. Tal crença atravessou a Idade Média e chegou ao século 19, época em que os hospitais de Paris usavam até 6 milhões de sanguessugas para retirar 300 mil litros de sangue por ano dos pacientes!
(Revista Superinteressante, Vampira medicinal, maio, 2003, p. 19.)
Como a aparência dos alimentos influencia o sabor.
“Estimular o cérebro com imagens de alimentos saudáveis nos ajuda a percebê-los como mais saborosos.”
Dana M. Small
01 [...] Embora a visão aparentemente represente um papel menos direto que o
02 cheiro na percepção do sabor, ela é o sentido mais usado para identificar os ali-
03 mentos e, portanto, afeta as expectativas em relação à comida. A visão de uma
04 taça de sorvete ou uma pizza saindo do forno ativa centros neurais superiores,
05 como o sistema de gratificação e recompensa da dopamina. Ao longo da evolu-
06 ção,nosso cérebro aprendeu a identificar alimentos com maior valor energético,
07 pois eram garantia de mais tempo sem ter que procurar comida, atribuindo-lhes
08 mais sabor.
09 Não é de hoje que os cientistas pesquisam a participação do sentido da visão
10 na percepção do que é ou não saboroso. Um estudo publicado no Journal of
11 Experimental Social Psychology sugere, por exemplo, que estimular o cérebro
12 com imagens de alimentos saudáveis nos ajuda a percebê-los como mais saboro-
13 sos. Pesquisadores da Universidade Utrecht, na Holanda, mostraram a voluntá-
14 rios, fotos de pratos considerados mais leves e menos gordurosos, como saladas e
15 frutas frescas. Em seguida, convidaram os participantes e um grupo de controle,
16 que não viu as fotografias, a provarem esses alimentos. Os que olharam para as
17 imagens antes de comer usaram mais adjetivos como “tentadora” e “deliciosa”
18 para avaliar a comida.
19 Estudar a influência da visão sobre a percepção de sabor pode ajudar a criar
20 medidas preventivas para problemas relacionados à alimentação, como a obesi-
dade, desvendando mecanismos envolvidos na necessidade e no desejo de con-
sumir, alimentos mais calóricos.
Trecho disponível em: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/como_a_aparencia_dos_alimentos_influencia _o _sabor.html. Adaptado.
Acesso em 08 de março de 2012
( ) Em “expectorar", o prefixo expressa a ideia de “interioridade".
( ) Em “apocalipse", o prefixo expressa a ideia de “afastamento".
( ) Em “diálogo", o prefixo expressa a ideia de “oposição".
( ) Em “metáfora", o prefixo expressa a ideia de “mudança".
( ) Em “hemisfério", o prefixo expressa a ideia de “metade".
vagaroso com vagarosas
paradas
em cada estaçãozinha pobre
05 para comprar
pastéis
pés-de-moleque
sonhos
- principalmente sonhos!
10 porque as moças da cidade vinham olhar o trem passar;
elas suspirando maravilhosas viagens
e a gente com um desejo súbito de ali ficar morando
sempre...Nisto,
o apito da locomotiva
15 e o trem se afastando
e o trem arquejando é preciso partir
é preciso chegar
é preciso partir é preciso chegar... Ah, como esta vida é urgente!
20 ...no entanto
eu gostava era mesmo de partir...
e - até hoje - quando acaso embarco
para alguma parte
acomodo-me no meu lugar
25 fecho os olhos e sonho:
viajar, viajar
mas para parte nenhuma...
viajar indefinidamente...
como uma nave espacial perdida entre as estrelas.
(QUINTANA, Mário. Baú de Espantos. in: MARÇAL, Iguami Antônio T. Antologia Escolar, Vol.1; BIBLIEX; p. 169.)
vagaroso com vagarosas
paradas
em cada estaçãozinha pobre
05 para comprar
pastéis
pés-de-moleque
sonhos
- principalmente sonhos!
10 porque as moças da cidade vinham olhar o trem passar;
elas suspirando maravilhosas viagens
e a gente com um desejo súbito de ali ficar morando
sempre...Nisto,
o apito da locomotiva
15 e o trem se afastando
e o trem arquejando é preciso partir
é preciso chegar
é preciso partir é preciso chegar... Ah, como esta vida é urgente!
20 ...no entanto
eu gostava era mesmo de partir...
e - até hoje - quando acaso embarco
para alguma parte
acomodo-me no meu lugar
25 fecho os olhos e sonho:
viajar, viajar
mas para parte nenhuma...
viajar indefinidamente...
como uma nave espacial perdida entre as estrelas.
(QUINTANA, Mário. Baú de Espantos. in: MARÇAL, Iguami Antônio T. Antologia Escolar, Vol.1; BIBLIEX; p. 169.)
vagaroso com vagarosas
paradas
em cada estaçãozinha pobre
05 para comprar
pastéis
pés-de-moleque
sonhos
- principalmente sonhos!
10 porque as moças da cidade vinham olhar o trem passar;
elas suspirando maravilhosas viagens
e a gente com um desejo súbito de ali ficar morando
sempre...Nisto,
o apito da locomotiva
15 e o trem se afastando
e o trem arquejando é preciso partir
é preciso chegar
é preciso partir é preciso chegar... Ah, como esta vida é urgente!
20 ...no entanto
eu gostava era mesmo de partir...
e - até hoje - quando acaso embarco
para alguma parte
acomodo-me no meu lugar
25 fecho os olhos e sonho:
viajar, viajar
mas para parte nenhuma...
viajar indefinidamente...
como uma nave espacial perdida entre as estrelas.
(QUINTANA, Mário. Baú de Espantos. in: MARÇAL, Iguami Antônio T. Antologia Escolar, Vol.1; BIBLIEX; p. 169.)
vagaroso com vagarosas
paradas
em cada estaçãozinha pobre
05 para comprar
pastéis
pés-de-moleque
sonhos
- principalmente sonhos!
10 porque as moças da cidade vinham olhar o trem passar;
elas suspirando maravilhosas viagens
e a gente com um desejo súbito de ali ficar morando
sempre...Nisto,
o apito da locomotiva
15 e o trem se afastando
e o trem arquejando é preciso partir
é preciso chegar
é preciso partir é preciso chegar... Ah, como esta vida é urgente!
20 ...no entanto
eu gostava era mesmo de partir...
e - até hoje - quando acaso embarco
para alguma parte
acomodo-me no meu lugar
25 fecho os olhos e sonho:
viajar, viajar
mas para parte nenhuma...
viajar indefinidamente...
como uma nave espacial perdida entre as estrelas.
(QUINTANA, Mário. Baú de Espantos. in: MARÇAL, Iguami Antônio T. Antologia Escolar, Vol.1; BIBLIEX; p. 169.)
Como as organizações ambientalistas têm denunciado, os países industrializados são os que mais poluem o meio ambiente.
Um dos pássaros mais bonitos do país vive na Mata Atlântica e tem as cores da Bandeira Nacional, tanto que ganhou o nome popular de bandeirinha. Apesar das cores chamativas, ela é arisca e esconde-se bem. Conseguir observá - la na natureza exige um olhar muito atento – e representa um grande prêmio.
As formas pronominais destacadas no trecho acima substituem, respectivamente, quais substantivos?
“Viramundo estranhamente se recusava a comer. Afastara- se e contemplava em silêncio a paisagem. Havia nela algo vagamente familiar”.
Os advérbios destacados acima indicam, respectivamente, as circunstâncias de
Só 5% do plástico produzido pela indústria petroquímica mundial desde os anos 1930 foi incinerado. O restante continua em algum lugar do planeta. Grande parte desse plástico se acumula em aterros sanitários e lixões. Outra parte cai nos bueiros, é arrastada pelos rios até os oceanos, onde se acumula em bizarras ilhas flutuantes. Espécies ameaçadas como as tartarugas marinhas confundem o plástico com algas e, ao comê-lo, morrem asfixiadas.
Uma das maiores iniciativas para lidar com essa tragédia ambiental é a adoção dos plásticos biodegradáveis. Eles foram desenvolvidos a partir dos anos 1990 por gigantes da indústria petroquímica. Trata-se de plásticos que se decompõem sob a ação do sol, da umidade ou do ar, em prazos que variam de poucos meses até cinco anos. O tipo mais usado é o oxibiodegradável, que se decompõe em cerca de 18 meses. Em contato com o ar, ele se desmancha em bilhões de partículas invisíveis. Com a disseminação mundial do discurso de proteção à natureza, o uso dos biodegradáveis começou a crescer no comércio, especialmente como sacolas de supermercado. Mas alguns estudos recentes contestam a eficácia do plástico oxibiodegradável – justamente o mais usado por causa do curto tempo de decomposição. Joseph Greene, um pesquisador da Universidade da Califórnia, testou a decomposição desses produtos e concluiu que a biodegradação não é uma solução definitiva. Alguns plásticos foram absorvidos pelo meio ambiente, mas outros viraram pó, sem ser consumidos por bactérias e fungos.
Para Sílvia Rolim, do Instituto Socioambiental dos Plásticos, a melhor forma de proteger o ambiente é produzir plásticos mais resistentes. Assim, eles seriam reutilizados ou reciclados. Está aí um debate que pode durar décadas.
I – A partir dos anos de 1930, uma parcela considerável do plástico produzido no planeta passou a ser incinerada.
II – Grande parte do plástico que se acumula em aterros e lixões é reciclada.
III– Parte do plástico que se acumula nas ruas desemboca nos oceanos.
IV– Algumas espécies animais são prejudicadas por causa do plástico que se acumula nas ruas.
Estão corretas as afirmações
Só 5% do plástico produzido pela indústria petroquímica mundial desde os anos 1930 foi incinerado. O restante continua em algum lugar do planeta. Grande parte desse plástico se acumula em aterros sanitários e lixões. Outra parte cai nos bueiros, é arrastada pelos rios até os oceanos, onde se acumula em bizarras ilhas flutuantes. Espécies ameaçadas como as tartarugas marinhas confundem o plástico com algas e, ao comê-lo, morrem asfixiadas.
Uma das maiores iniciativas para lidar com essa tragédia ambiental é a adoção dos plásticos biodegradáveis. Eles foram desenvolvidos a partir dos anos 1990 por gigantes da indústria petroquímica. Trata-se de plásticos que se decompõem sob a ação do sol, da umidade ou do ar, em prazos que variam de poucos meses até cinco anos. O tipo mais usado é o oxibiodegradável, que se decompõe em cerca de 18 meses. Em contato com o ar, ele se desmancha em bilhões de partículas invisíveis. Com a disseminação mundial do discurso de proteção à natureza, o uso dos biodegradáveis começou a crescer no comércio, especialmente como sacolas de supermercado. Mas alguns estudos recentes contestam a eficácia do plástico oxibiodegradável – justamente o mais usado por causa do curto tempo de decomposição. Joseph Greene, um pesquisador da Universidade da Califórnia, testou a decomposição desses produtos e concluiu que a biodegradação não é uma solução definitiva. Alguns plásticos foram absorvidos pelo meio ambiente, mas outros viraram pó, sem ser consumidos por bactérias e fungos.
Para Sílvia Rolim, do Instituto Socioambiental dos Plásticos, a melhor forma de proteger o ambiente é produzir plásticos mais resistentes. Assim, eles seriam reutilizados ou reciclados. Está aí um debate que pode durar décadas.