Questões Militares
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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Texto 1

Texto 1

Observe as informações de I a V, sobre esse contexto.
I. A expressão “com antecedência” atribui, ao contexto, ideia de tempo.
II. Em “planejam suas atividades”, o termo destacado é um complemento verbal.
III. Em “como se fazia há alguns anos”, a forma verbal em destaque poderia ser substituída pela preposição a, sem alteração do significado lógico do contexto.
IV. A expressão “de preparar uma festa em curto período de tempo” é um enunciado oracional que completa o significado do adjetivo “capazes”.
V. Em “já estão a caminho dela”, constitui uma caracterização do termo “suas atividades”.
Estão corretas as afirmativas:

Vocabulário:
Comedido (l.7): moderado.
Mascote (l.40): pessoa, animal ou coisa capazes de trazer sorte.
Marsupial (l.46): que tem forma de bolsa.
Cortejo (l.51): procissão, comitiva.
Resiliência (l.55): capacidade de se adaptar à má sorte.


Vocabulário:
Comedido (l.7): moderado.
Mascote (l.40): pessoa, animal ou coisa capazes de trazer sorte.
Marsupial (l.46): que tem forma de bolsa.
Cortejo (l.51): procissão, comitiva.
Resiliência (l.55): capacidade de se adaptar à má sorte.

“Esta origem singular explicaria o uniforme cáqui, semelhante a uma farda; [...]” (l.32/33)

Vocabulário:
Comedido (l.7): moderado.
Mascote (l.40): pessoa, animal ou coisa capazes de trazer sorte.
Marsupial (l.46): que tem forma de bolsa.
Cortejo (l.51): procissão, comitiva.
Resiliência (l.55): capacidade de se adaptar à má sorte.


Vocabulário:
Comedido (l.7): moderado.
Mascote (l.40): pessoa, animal ou coisa capazes de trazer sorte.
Marsupial (l.46): que tem forma de bolsa.
Cortejo (l.51): procissão, comitiva.
Resiliência (l.55): capacidade de se adaptar à má sorte.

Os trechos abaixo foram retirados dos textos 2 e 3.
Texto 2: “Mas, agora, com esta porta,/ É só ter cuidado e... abrir.”
Texto 3: “Você ouviu ela dizendo que era pra eu ter muito cuidado com o dever de casa!”
Agora, observe a diferença de sentido da palavra destacada nos dois trechos e analise as proposições a seguir:
I. No texto 2, a palavra cuidado foi empregada com a ideia de zelo, proteção e esmero.
II. No texto 3, o termo cuidado significa atenção, responsabilidade e compromisso.
III. O sentido do enunciado do texto 2 evidencia o cuidado que se deve ter ao abrir, figurativamente, a porta dos caminhos trilhados.
IV. No enunciado do texto 3, Lucas deveria prestar bastante atenção ao responder seu dever de casa.
Considerando as proposições acima, podemos afirmar que
Leia o Texto 03 para responder aos item.


Leia o Texto 01 para responder aos item.

“O fato é que quero ser ressarcido de todos os ovos fritos que não comi nestes anos de medo inútil ” (1. 14)
A palavra destacada, “ressarcido”, pode ser substituída, efetuando as alterações que se fizerem necessárias no enunciado, sem prejuízo do efeito de sentido no contexto em que se encontra, por:
TEXTO 5

Vocabulário:
Direitos autorais - direitos atribuídos ao criador de uma obra intelectual sobre a sua criação.
CyberbuUying - prática realizada no espaço digital por um indivíduo ou grupo com a intenção de prejudicar o
outro.
Em um texto, as palavras ou expressões são empregadas para produzir efeitos de sentido. Leia e analise os itens abaixo, considerando seu sentido no texto.
I - A expressão “frio na barriga” pode ser entendida como “sensação de fome”.
II - A expressão “uso minha cabeça” poderia ser substituída, sem alteração de sentido, pela expressão “ajo com cautela”.
III - A expressão “ouço meu coração” é uma forma de aconselhar as crianças a agirem com respeito em qualquer situação cotidiana.
Feita a análise dos itens, a única alternativa correta é:
TEXTO 04
Você já ouviu falar em nota fiscal? Aquele papelzinho que recebemos quando fazemos alguma compra no mercado ou em lojas... E para o que serve a nota, você sabe? E para que o governo saiba quanto o estabelecimento está vendendo e o quanto tem que ser pago de imposto. Mas que imposto é esse? É o ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, valor que está incluído no preço de todas as mercadorias que adquirimos e deve ser repassado ao Estado. Então fica assim: a gente vai numa loja comprar uma bolsa que custa cem reais, por exemplo. Desses cem reais, uma parte fica com o lojista e outra parte é o imposto, que ele deve entregar ao Estado. Mas como o Estado vai saber quanto o lojista vendeu? Através da nota fiscal! E é por isso que sempre precisamos exigir a nota fiscal quando compramos alguma coisa, para que o Estado receba esses valores. [...] Consumidor consciente sempre exige a nota fiscal! Isso também é ser cidadão! [...].
Fonte:IntpV/www.educacaofiscal.rs.gov.br/Material/Lists/iVíaterinl/Attachnients/jl/Caderno%20do%20Aluno2%C2%BA%20e%203%C2%BA%20Ano.pdf. Acesso em: 10 set. 2017. Adaptado.
Leia as afirmações abaixo sobre 0 texto “Cidadania que não tem idade”.
I - Os travessões, utilizados nestes períodos: “— Aprendi a nadar com os bombeiros e decidi que também serei salva-vidas.” (linha 11); “- Sentirei saudades.” (linha 18), sinalizam a presença do discurso direto.
II - O vocábulo “enfatiza” (linha 13) pode ser substituído por “destaca” sem alteração de sentido.
III - No período: “Eles me enchem de alegria e são a base da conscientização para evitar afogamentos.” (linhas 18-19), o vocábulo em destaque está substituindo o substantivo “adultos” (linha 16).
IV - As expressões “Atuando há dez anos” (linha 14), “nos balneários da região” (linha 14), “no ano que vem” (linha 15) exprimem ideia de tempo.
Está(ão) correta(s):
Muita gente se irrita, e tem razão, com o uso indiscriminado dos celulares. Fossem só para falar, já seria ruim. Mas servem também para tirar fotografias, e com isso somos invadidos no Facebook com imagens de gatos subindo na cortina, focinhos de cachorro farejando a câmera, pratos de torresmo, brownie e feijoada. Se depender do que vejo com meus filhos — dez e 12 anos -, o tempo dos “selfies” está de todo modo chegando ao fim. Eles já começam a achar ridícula a mania de tirar retratos de si mesmos em qualquer ocasião. Torna-se até um motivo de preconceito para com os colegas.
“Fulaninha? Tira foto na frente do espelho.” Hábito que pode ser compreensível, contudo. Imagino alguém dedicado a melhorar sua forma física, registrando seus progressos semanais. Ou apenas entregue, no início da adolescência, à descoberta de si mesmo.
A bobeira se revela em outras situações: é o caso de quem tira um “selfie” tendo ao fundo a torre Eiffel, ou (pior) ao lado de, sei lá, Tony Ramos ou Cauã Reymond.
Seria apenas o registro de algo importante que nos acontece — e tudo bem. O problema fica mais complicado se pensarmos no caso das fotos de comida. Em primeiro lugar, vejo em tudo isso uma espécie de degradação da experiência.
Ou seja, é como se aquilo que vivemos de fato — uma estada em Paris, o jantar num restaurante — não pudesse ser vivido e sentido como aquilo que é.
Se me entrego a tirar fotos de mim mesmo na viagem, em vez de simplesmente viajar, posso estar fugindo das minhas próprias sensações. [...]
Pode ser narcisismo, é claro. Mas o narcisismo não precisa viajar para lugar nenhum. A complicação não surge do sujeito, surge do objeto. O que me incomoda é a torre Eiffel: o que fazer com ela? O que fazer de minha relação com a torre Eiffel?
Poderia unir-me a paisagem, sentir como respiro diante daquela triunfal elevação de ferro e nuvem, deixar que meu olhar atravesse o seu duro rendilhado que fosforesce ao sol, fazer-me diminuir entre as quatro vigas curvas daquela catedral sem clero e sem paredes.
Perco tempo no centro imóvel desse mecanismo, que é como o ponteiro único de um relógio que tem seu mostrador na circunferência do horizonte. Grupos de turistas se fazem e desfazem, há ruídos e crianças.
Pego, entretanto, o meu celular: tiro uma foto de mim mesmo na torre Eiffel. O mundo se fechou no visor do aparelho. Não por acaso eu brinco, fazendo uma careta idiota: dou de costas para o monumento, mas estou na verdade dando as costas para a vida. [...]
Talvez as coisas não sejam tão desesperadoras. Imagine-se que daqui a cem anos, depois de uma guerra atômica e de uma catástrofe climática que destruam o mundo civilizado, um pesquisador recupere os “selfies” e as fotos de batata frita.
“Como as pessoas eram felizes naquela época!” A alternativa seria dizer: “Como eram tontas! Dependerá, por certo, dos humores do pesquisador.
COELHO, Marcelo. Disponível em: <http://www1 .folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/162525 selfies.shtml>. Acesso em 19 mar. 2017
A oração destacada em: “O problema fica mais complicado SE PENSARMOS NO CASO DAS FOTOS DE COMIDA.” expressa, no contexto, ideia de:
Você é dono do seu tempo?
Uma das queixas mais frequentes dos homens e mulheres, de todas as idades, que tenho pesquisado é: “falta de tempo”. Eles dizem que gostariam de fazer cursos de filosofia e história, ler mais livros, escrever, dançar, praticar esportes, fazer musculação e pilates, aprender a tocar piano e cantar, estudar inglês e francês, sair com os amigos, namorar, viajar, ir ao teatro e cinema, conhecer lugares novos, caminhar na praia, participar de palestras, fazer um trabalho voluntário e muitas outras atividades interessantes, diferentes e prazerosas. [...]
Eles vivem uma espécie de escravidão: o tempo deles é regulado por demandas externas, não internas. Afirmam que não sobra tempo livre para eles, já que precisam responder a intermináveis obrigações sociais, profissionais e familiares. É um tempo para os outros, que pertence a outros. Eles gastam o tempo agradando, cuidando e atendendo às necessidades dos filhos, cônjuges, netos, pais, irmãos, amigos, colegas de trabalho. Sentem-se “sem tempo para mais nada, nem para dormir direito”. Estão “cansados, exaustos, esgotados, sugados, vampirizados, massacrados”.
Uma psicóloga de 62 anos disse: “A desculpa de falta de tempo é a prova do nosso medo de fazer aquilo que realmente desejamos. Não temos coragem de dizer não, queremos agradar a todo mundo e esquecemos que precisamos agradar, em primeiro lugar, a nós mesmos. Ser livre para priorizar as próprias escolhas e desejos, e usar o tempo para concretizá-los, é arriscado e dá muito trabalho. É mais fácil ser escravo do tempo dos outros do que senhor do próprio tempo”.
(GOLDENBERG, M. Você é dono do seu tempo? Folha de São Paulo, 21/02/2017. Disponível em: >http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ miriangoldenberg/2017/02/1860510-voce-e-o-dono-do-seu-tempo.shtml>. Acessado em 10 jul. 2017).









