Questões Militares Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q1337419 Português
TEXTO II
LINDO BALÃO AZUL
(Compositor: Guilherme Arantes)
Eu vivo sempre
No mundo da lua
Porque sou um cientista
O meu papo futurista
É lunático

Eu vivo sempre
No mundo da lua
Tenho alma de artista
Sou um gênio sonhador
E romântico

Eu vivo sempre
No mundo da lua
Porque sou aventureiro
Desde o meu primeiro passo
Pro infinito

Eu vivo sempre
No mundo da lua
Porque sou inteligente
Se você quer vir com a gente
Venha que será um barato

Pegar carona
Nessa cauda de cometa
Ver a Via Láctea
Estrada tão bonita
Brincar de esconde-esconde
Numa nebulosa
Voltar pra casa
Nosso lindo balão azul

Nosso lindo balão azul
Oh! Oh! Oh! Oh!

Nosso lindo balão azul
Uh! Uh! Uh! Uh!

Disponível em: <https://www.letras.mus.br/guilhermearantes/46311>. Acesso em: 4 JUN 18
Aponte os versos da canção “Lindo Balão Azul” nos quais existe uma relação de sinonímia entre os vocábulos que os compõem.
Alternativas
Q1337414 Português

TEXTO I

PLANETA HABITADO OU HABITÁVEL?

    Você já ouviu falar de seres extraterrestres? Aposto que sim! Há muito tempo, histórias de ficção científica, desenhos e histórias em quadrinhos falam sobre planetas com formas de vida inteligentes, algumas parecidas com a humana, outras muito diferentes. O Super-Homem, por exemplo, veio do distante planeta Krypton! E o que dizer dos personagens da série de filmes Guerra nas Estrelas? Existem ainda histórias sobre seres vindos de planetas vizinhos da Terra, como os vários invasores marcianos verdes e sem rosto ou criaturas de orelhas pontudas vindas de Vênus. Mas será que, na realidade, haveria vida em outro planeta do universo?

    Essa é uma pergunta que os cientistas tentam responder há muito tempo. E, à medida que fazem novas descobertas, coisas que só existiam nos livros de ficção ou na cabeça de alguém podem ser confirmadas ou negadas.

    Ao longo do século passado, descobrimos que a superfície de Vênus é extremamente quente, incompatível com a vida. Já Marte é pequeno e frio demais para manter formas de vida complexas, como animais e plantas, por conta própria - embora haja estudos para investigar se seria possível colonizar Marte.

    Se não temos vizinhos por perto, eles poderiam estar em planetas mais distantes? Mas esses planetas realmente existem ou são apenas fruto da imaginação?

    Desde o final do século passado, os astrônomos estão conseguindo identificar planetas localizados fora do Sistema Solar. Eles giram ao redor de outras estrelas, assim como a Terra gira ao redor do Sol.

    No início, só era possível achar planetas muito grandes e muito próximos às suas estrelas, mas, depois, as técnicas usadas para encontrar esses planetas foram sendo melhoradas, e os cientistas conseguiram identificar planetas menores e mais distantes.

    Essas descobertas fizeram os cientistas buscarem, em cada estrela, uma região ao seu redor com características que permitissem a existência de planetas parecidos com a Terra e que tivessem água líquida em sua superfície. A água é considerada uma condição básica para a vida.

    Portanto, esses seriam planetas habitáveis, ou seja, planetas com condições de serem habitados por alguma forma de vida. Mas isso significa apenas que esses planetas poderiam conter vida, e não que realmente exista vida neles. Habitável não significa necessariamente habitado. Por enquanto, a Terra continua a ser o único planeta habitado que conhecemos.

No trecho “A água é considerada uma condição básica para a vida”, o vocábulo destacado pode ser substituído, sem alteração de sentido, pela palavra:
Alternativas
Q1335518 Português
Assinale a alternativa em que as palavras sejam sinônimas, podendo, pois, a primeira ser substituída pela segunda sem prejuízo ao significado no texto.
Alternativas
Q1335514 Português
Assinale a alternativa em que o objetivo pesado está sendo usado com o mesmo significado que na frase “Nossa, que sono pesado você teve!” (l. 6-7)
Alternativas
Q1335495 Português

    

     

Considerando o contexto em que estão inseridas, as palavras martirizado (l.11), ilustrar (l.16) e compaixão (l.31) poderiam ser substituídas, sem prejuízo de sentido e de correção do texto, respectivamente, por
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Q1334736 Português

Considere o excerto seguinte retirado do Texto 2.


“Kant dizia: ‘Todo homem tem uma pretensão do respeito ao próximo e, reciprocamente, ele deve o mesmo respeito para cada um dos outros homens.’” (linhas 4 a 6) 


Assinale a única alternativa que indica a reescrita que mantém a correção gramatical e o sentido original do excerto. 

Alternativas
Q1334729 Português

Com base na relação semântica, considere os excertos reproduzidos abaixo.


 I. “e o lobo e o cordeiro pastarão juntos e a comida de ambos terá o mesmo gosto de

aurora.” (Artigo VI)

II. “Por decreto irrevogável, fica estabelecido o reinado permanente da justiça e da

claridade,” (Artigo VII)

III. “A liberdade será algo vivo e transparente como um fogo ou um rio.” (Artigo Final)


Os termos destacados têm função adjetiva e significam, respectivamente,

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Q1332354 Português
Releia o trecho “E os alunos não achavam formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas variações?” (linhas 7 a 9) Dentro do contexto em que está inserido, o vocábulo “formidável” pode ser substituído, sem mudança de sentido por:
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Q1327629 Português
TEXTO II
PEQUENOS DELITOS
Walcyr Carrasco
    Compras do mês. Percorro as prateleiras do supermercado olhando gulosamente tudo aquilo que é bom mas engorda. Um senhor magro e grisalho para diante dos iogurtes. Olha em torno, cautelosamente. Agarra uma garrafinha sabor morango, abre e vira na boca, bem depressa. Esconde a embalagem. Disfarço, mas sigo o homem. Podem me chamar de abelhudo. Sou. Minha desculpa é que só tento entender o comportamento humano para escrever depois. Dali a pouco o homem pega um pacote de bolachas. Abre. Come algumas. A sobremesa? Na banca de frutas. Uvas itália tiradas do cacho. Um pêssego pequeno. Devora. Esconde o caroço no bolso. Nem sei como consegue fazer a digestão, tal a rapidez. Não, não se trata de nenhum MSS — Movimento dos Sem-Supermercado ou coisa que o valha. É um senhor com jeito de vovozinho e trajes de classe média. Termina as compras de barriga cheia e com expressão de vitória.
    — Faço de tudo para não praticar pequenos delitos — conta uma amiga.
    — É uma responsabilidade pessoal.
    Culposamente, lembro de quando vou comprar fruta seca. Adoro uva passa. Com a desculpa de experimentar, pego uma. Duas. Três. Trezentas! Outra amiga é absolutamente contra camelôs. Diz que emporcalham a cidade. Há uma semana chegou com um brinquedo para os filhos.
    — Paguei baratinho — contou animada.
    — Era de uma banquinha do centro da cidade. Espantei-me.
    — Você não é contra?
    — Sou contra, mas não sou burra!
    Pode? Hoje em dia se fala muito em ética. Mas, quando podem dar o golpe nas pequenas coisas, muita gente se sente orgulhosa. Conheço uma livraria, em Pinheiros, onde sempre se aceita devolução. Recentemente uma senhora levou seu exemplar. A gerente não reconheceu o livro. A cliente teimou. Ela verificou todas as notas. Simplesmente o título não havia sido negociado. Insistiu: 
    — Eu troco, desde que a senhora me diga a verdade. Não é daqui, é?
A mulher reconheceu: havia comprado o exemplar há tempos, em outro lugar. Mesmo assim, aceitou a troca e saiu satisfeitíssima com um livro novo. Outra cliente levou o livro de atividades do filho, acompanhada pela criança. Trocou. Dias depois se descobriu que os questionários internos estavam preenchidos a mão. Era golpe.
    — Que exemplo essa mulher dá ao filho? — admira-se a moça.
   E quando o troco vem errado? Confesso que a minha primeira reação é de alegria! De repente, tenho mais dinheiro do que pensava. Em seguida lembro que a diferença será paga pelo caixa. Devolvo. Já vi gente feliz da vida porque o dono da loja fez confusão nos preços. Outra coisa que odeio é emprestar e não receber. Há uma predisposição, para não pagar pequenas dívidas. Mesmo quem empresta fica sem jeito. — São só cinco reais... não faço questão.
    Como se fosse feio receber o que é seu! Já ouvi, uma vez que reclamei.
    — Pão-duro! Você liga pra mixaria?
    Tenho um conhecido que jamais tem dinheiro para dar ao manobrista. Sempre pede um trocado. Se eu não tenho, pede desculpas ao homem.
    — Da próxima vez, dou em dobro. Ou então:
    — Saí sem talão de cheques. Hoje você paga o jantar, o próximo é meu. Ah, que raiva! De facadinha em facadinha, faz uma bela economia.
    Surrupiar um queijinho no supermercado parece não ter sequer importância. Mas os pequenos delitos, quando somados, tornam a vida na cidade grande ainda mais selvagem.

Fonte: https://comissaodecultura.files.wordpress.com/2011/06/walcyr-carrasco-pequenos-delitos-e-outras-crc3b4nicas.pdf
A crônica é um gênero textual narrativo que parte de um fato do cotidiano e geralmente apresenta um uso mais literário da língua. Isso contribui para a aproximação e identificação do leitor com o texto, mas também exige do leitor um conhecimento de mundo específico para a compreensão e interpretação. No trecho "De facadinha em facadinha, faz uma bela economia", a expressão em destaque equivale, semanticamente, ao ditado popular:
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Q1327605 Português

TEXTO I (Adaptado)

A MENINA DOS FÓSFOROS

Hans Christian Andersen


    Era a última noite do ano, véspera do Ano Novo. Nevava, o frio era terrível e começava a escurecer. No frio e na escuridão, perambulava pela rua uma menina pobre, descalça, de cabeça descoberta. Ao sair de casa, trazia chinelos. Mas eles eram grandes demais para ela, pois haviam sido de sua mãe. E porque eram grandes, a menina os perdera ao atravessar a rua, correndo, no momento em que dois carros passaram, velozmente. Não conseguira encontrar um dos chinelos, que ficara enterrado na neve. E um garoto levara o outro, dizendo que o usaria como berço quando tivesse filhos.

    A menina caminhava com os pezinhos nus, arroxeados de frio. No bolso de seu velho avental, trazia fósforos e segurava alguns na mão gelada, que oferecia aos transeuntes repetidamente. Ainda era no tempo em que se vendiam fósforos soltos, e não em caixa. Durante todo o dia, ninguém lhe comprara um só palito de fósforo, nem lhe dera uma moeda. Sofrendo frio e fome, a pobrezinha, andando pela rua, parecia apavorada. Os flocos de neve caíam-lhe sobre os longos cabelos louros, que formavam graciosos cachos. Mas a menina estava longe de pensar em cabelos bonitos.

    Todas as janelas estavam iluminadas e chegava até a rua um aroma delicioso de pato assado.

    Cansada e com frio, encolheu-se num canto, entre duas casas. Uma delas avançava mais sobre a rua que a outra. Sentou-se, encolheu as perninhas, mas continuava a sentir frio. Não tendo vendido um único fósforo, não possuindo uma única moeda, não ousava voltar para casa, onde o pai certamente a espancaria. Além disso, também fazia frio na casa onde moravam, que era uma casa sem forro, com o telhado cheio de fendas, por onde o vento soprava, apesar de tentarem fechar as brechas com palha e trapos. Suas mãozinhas estavam geladas e enrugadas. O calor de um pequenino fósforo lhe faria bem. Talvez não pudesse, com os dedos duros, tirar um fósforo do pacotinho e acendê-lo. Mas conseguiu tirar um e riscou-o. O fósforo acendeu e sua chama clara e quente parecia uma velinha, dentro da concha de sua mãozinha. Era uma luz estranha. A garotinha imaginou estar sentada em frente a uma grande lareira de ferro, com adornos e um tambor de latão polido. O fogo crepitava alegremente, aquecia e reconfortava. A pequena já ia estendendo os pés, para aquecê-los também... Mas estava apenas sentada na rua, com um pedacinho de fósforo queimado na mão.

    Riscou novo fósforo, que deu luz clara e viva. Ela viu então o interior de uma casa, onde estava posta a mesa, com toalha muito branca e fina porcelana. O pato assado fumegava, recheado de ameixas e maçãs. De repente, aconteceu uma coisa extraordinária. O pato saiu da travessa e andou pela sala, com o garfo e a faca espetados nas costas. Assim, chegou até junto da menina pobre. Então o fósforo se apagou e só se via a parede, grossa e fria.

    Ela acendeu outro fósforo. Viu-se sentada sob os ramos da mais linda árvore de Natal. Era ainda maior e mais rica do que a árvore que ela vira através da porta envidraçada na sala do rico negociante, no Natal passado. Milhares de velas brilhavam nos ramos verdes e figuras coloridas, como as que adornam as vitrines das lojas, a fitavam. A pequena estendeu as mãos para o alto, mas o fósforo se apagou. As velas de Natal foram subindo, cada vez mais, e ela viu que eram estrelas cintilantes. Uma delas caiu, traçando um longo risco de fogo no céu.

    — Deve ter morrido alguém – disse a pequena.

    A velha avó, única pessoa que lhe quisera bem, mas que já estava morta, costumava dizer: "Quando uma estrela cai, sobe aos céus uma alma."

A menina tornou a riscar um fósforo contra a parede. No clarão produzido em volta, ela viu, radiante e iluminada, a velha avó, meiga e bondosa.

    — Vovó! – gritou a pequena. – Leva-me contigo! Sei que não mais estarás aí quando o fósforo se apagar. Desaparecerás como a boa lareira, o delicioso pato assado e a linda árvore de Natal! 

    Riscou apressadamente o resto dos fósforos que havia no pacotinho, para ter a avó ali a seu lado e segurá-la. O clarão dos fósforos tornou-se mais intenso que a luz do dia. Nunca a avó fora tão grande e bela. Ergueu a menina nos braços e as duas voaram, felizes, para as alturas, onde não havia frio nem fome, nem apreensões. Voaram para junto de Deus. Quando raiou a manhã, muito fria, encontraram, ali no cantinho, entre as duas casas, a menina com as faces coradas e um sorriso a brincarlhe nos lábios. Morrera de frio na última noite do ano. A aurora do Ano Novo brilhava sobre o pequenino cadáver, que jazia com os fósforos nas mãos. Um maço inteiro estava queimado. 

   — Ela quis aquecer-se – disseram.

ANDERSEN, Hans Christian. Contos de Andersen. Tradução de Guttorm Hanssen. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. 


Assinale a alternativa em que a palavra "passado" se apresente na mesma classe gramatical e significado do que se encontra no seguinte trecho: "Era ainda maior e mais rica do que a árvore que ela vira através da porta envidraçada na sala do rico negociante, no Natal passado" (6o parágrafo).
Alternativas
Q1327604 Português

TEXTO I (Adaptado)

A MENINA DOS FÓSFOROS

Hans Christian Andersen


    Era a última noite do ano, véspera do Ano Novo. Nevava, o frio era terrível e começava a escurecer. No frio e na escuridão, perambulava pela rua uma menina pobre, descalça, de cabeça descoberta. Ao sair de casa, trazia chinelos. Mas eles eram grandes demais para ela, pois haviam sido de sua mãe. E porque eram grandes, a menina os perdera ao atravessar a rua, correndo, no momento em que dois carros passaram, velozmente. Não conseguira encontrar um dos chinelos, que ficara enterrado na neve. E um garoto levara o outro, dizendo que o usaria como berço quando tivesse filhos.

    A menina caminhava com os pezinhos nus, arroxeados de frio. No bolso de seu velho avental, trazia fósforos e segurava alguns na mão gelada, que oferecia aos transeuntes repetidamente. Ainda era no tempo em que se vendiam fósforos soltos, e não em caixa. Durante todo o dia, ninguém lhe comprara um só palito de fósforo, nem lhe dera uma moeda. Sofrendo frio e fome, a pobrezinha, andando pela rua, parecia apavorada. Os flocos de neve caíam-lhe sobre os longos cabelos louros, que formavam graciosos cachos. Mas a menina estava longe de pensar em cabelos bonitos.

    Todas as janelas estavam iluminadas e chegava até a rua um aroma delicioso de pato assado.

    Cansada e com frio, encolheu-se num canto, entre duas casas. Uma delas avançava mais sobre a rua que a outra. Sentou-se, encolheu as perninhas, mas continuava a sentir frio. Não tendo vendido um único fósforo, não possuindo uma única moeda, não ousava voltar para casa, onde o pai certamente a espancaria. Além disso, também fazia frio na casa onde moravam, que era uma casa sem forro, com o telhado cheio de fendas, por onde o vento soprava, apesar de tentarem fechar as brechas com palha e trapos. Suas mãozinhas estavam geladas e enrugadas. O calor de um pequenino fósforo lhe faria bem. Talvez não pudesse, com os dedos duros, tirar um fósforo do pacotinho e acendê-lo. Mas conseguiu tirar um e riscou-o. O fósforo acendeu e sua chama clara e quente parecia uma velinha, dentro da concha de sua mãozinha. Era uma luz estranha. A garotinha imaginou estar sentada em frente a uma grande lareira de ferro, com adornos e um tambor de latão polido. O fogo crepitava alegremente, aquecia e reconfortava. A pequena já ia estendendo os pés, para aquecê-los também... Mas estava apenas sentada na rua, com um pedacinho de fósforo queimado na mão.

    Riscou novo fósforo, que deu luz clara e viva. Ela viu então o interior de uma casa, onde estava posta a mesa, com toalha muito branca e fina porcelana. O pato assado fumegava, recheado de ameixas e maçãs. De repente, aconteceu uma coisa extraordinária. O pato saiu da travessa e andou pela sala, com o garfo e a faca espetados nas costas. Assim, chegou até junto da menina pobre. Então o fósforo se apagou e só se via a parede, grossa e fria.

    Ela acendeu outro fósforo. Viu-se sentada sob os ramos da mais linda árvore de Natal. Era ainda maior e mais rica do que a árvore que ela vira através da porta envidraçada na sala do rico negociante, no Natal passado. Milhares de velas brilhavam nos ramos verdes e figuras coloridas, como as que adornam as vitrines das lojas, a fitavam. A pequena estendeu as mãos para o alto, mas o fósforo se apagou. As velas de Natal foram subindo, cada vez mais, e ela viu que eram estrelas cintilantes. Uma delas caiu, traçando um longo risco de fogo no céu.

    — Deve ter morrido alguém – disse a pequena.

    A velha avó, única pessoa que lhe quisera bem, mas que já estava morta, costumava dizer: "Quando uma estrela cai, sobe aos céus uma alma."

A menina tornou a riscar um fósforo contra a parede. No clarão produzido em volta, ela viu, radiante e iluminada, a velha avó, meiga e bondosa.

    — Vovó! – gritou a pequena. – Leva-me contigo! Sei que não mais estarás aí quando o fósforo se apagar. Desaparecerás como a boa lareira, o delicioso pato assado e a linda árvore de Natal! 

    Riscou apressadamente o resto dos fósforos que havia no pacotinho, para ter a avó ali a seu lado e segurá-la. O clarão dos fósforos tornou-se mais intenso que a luz do dia. Nunca a avó fora tão grande e bela. Ergueu a menina nos braços e as duas voaram, felizes, para as alturas, onde não havia frio nem fome, nem apreensões. Voaram para junto de Deus. Quando raiou a manhã, muito fria, encontraram, ali no cantinho, entre as duas casas, a menina com as faces coradas e um sorriso a brincarlhe nos lábios. Morrera de frio na última noite do ano. A aurora do Ano Novo brilhava sobre o pequenino cadáver, que jazia com os fósforos nas mãos. Um maço inteiro estava queimado. 

   — Ela quis aquecer-se – disseram.

ANDERSEN, Hans Christian. Contos de Andersen. Tradução de Guttorm Hanssen. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. 


Analise o trecho: "No frio e na escuridão, perambulava pela rua uma menina pobre..." (1º parágrafo). Qual palavra poderia substituir a que está em destaque sem prejudicar o sentido original? Imagem associada para resolução da questão
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Q1017022 Português

               Empresas de tecnologia querem lei federal de privacidade nos EUA


      As leis de privacidade pelo mundo afetaram em cheio as empresas de tecnologia desde o início do ano. Só no primeiro semestre, a União Europeia e o Estado da Califórnia, nos EUA, criaram leis para proteger os dados pessoais de seus cidadãos. Agora, na tentativa de driblar as novas regras, companhias de tecnologia estão estudando formas de criar uma lei federal americana que atenda a seus interesses.

      O movimento teve início em maio, quando a Europa começou a aplicar sua nova lei (GDPR, na sigla em inglês) que permite que as pessoas solicitem seus dados e restringe a forma como as empresas obtêm e lidam com informações.

      Em junho, foi a vez da Califórnia fazer o mesmo, estabelecendo um parâmetro de privacidade para os EUA. Agora, as principais empresas de tecnologia estão indo para a ofensiva. Nos últimos meses, o Facebook, o Google, a IBM, a Microsoft e outros pressionaram agressivamente as autoridades na administração Trump para começar a delinear uma lei federal de privacidade. A lei teria um duplo objetivo: ela iria se sobrepor à lei da Califórnia e, ao mesmo tempo, daria às empresas ampla margem de manobra sobre como as informações digitais pessoais eram tratadas.

            (Cecília Kang, do The New York Times. Estado de S.Paulo, 29.08.2018)

Com a substituição do termo destacado na frase “Agora, na tentativa de driblar as novas regras...”, a redação está correta quanto à regência verbal, em conformidade com a norma-padrão da língua, em:
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Q1017021 Português

               Empresas de tecnologia querem lei federal de privacidade nos EUA


      As leis de privacidade pelo mundo afetaram em cheio as empresas de tecnologia desde o início do ano. Só no primeiro semestre, a União Europeia e o Estado da Califórnia, nos EUA, criaram leis para proteger os dados pessoais de seus cidadãos. Agora, na tentativa de driblar as novas regras, companhias de tecnologia estão estudando formas de criar uma lei federal americana que atenda a seus interesses.

      O movimento teve início em maio, quando a Europa começou a aplicar sua nova lei (GDPR, na sigla em inglês) que permite que as pessoas solicitem seus dados e restringe a forma como as empresas obtêm e lidam com informações.

      Em junho, foi a vez da Califórnia fazer o mesmo, estabelecendo um parâmetro de privacidade para os EUA. Agora, as principais empresas de tecnologia estão indo para a ofensiva. Nos últimos meses, o Facebook, o Google, a IBM, a Microsoft e outros pressionaram agressivamente as autoridades na administração Trump para começar a delinear uma lei federal de privacidade. A lei teria um duplo objetivo: ela iria se sobrepor à lei da Califórnia e, ao mesmo tempo, daria às empresas ampla margem de manobra sobre como as informações digitais pessoais eram tratadas.

            (Cecília Kang, do The New York Times. Estado de S.Paulo, 29.08.2018)

Considere as frases do texto:


●  ... restringe a forma como as empresas obtêm e lidam com informações.

●  ... pressionaram agressivamente as autoridades (...) para começar a delinear uma lei...


Os termos destacados nas frases significam, correta e respectivamente,

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Q978240 Português

Considere os versos 68 a 80 do texto 2, transcritos abaixo:


“Esse passo que vai

sem esmagar as plantas

no campo de batalha,

à procura de sítios,

segredos, episódios

não contados em livro,

de que apenas o vento,

as folhas, a formiga

reconhecem o talhe,

mas que os homens ignoram,

pois só ousam mostrar-se

sob a paz das cortinas

à pálpebra cerrada.”


Acerca de “vento”, “folhas” e “formiga”, pode-se afirmar que

Alternativas
Q978239 Português
A respeito do uso do vocábulo “sabidos” (texto 1, verso 21), pode-se afirmar que
Alternativas
Q978238 Português
O vocábulo estranho ao campo morfossemântico da palavra “hética” (texto 1, verso 58) é
Alternativas
Q978237 Português

O valor semântico do vocábulo “errado”, exaltado pela autora no texto 1 em


“Amo e canto com ternura

todo o errado da minha terra.” (versos 29 e 30)


não se aplica a

Alternativas
Q978233 Português

“Amo e canto com ternura / todo o errado da minha terra” (texto 1, versos 29 e 30).


A substantivação do adjetivo “errado”, antecedido pelo determinante “o”, que aparece no trecho acima destacado do poema de Cora Coralina

Alternativas
Q978232 Português
Os becos descritos no texto 1 denunciam lugares marginalizados, abandonados e, mais frequentemente, não amados. Assinale a opção em que o verso transcrito condiz com essa afirmativa.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2018 - CFN - Soldado |
Q968114 Português
No fragmento “(…) vela a vida no seu violão vivida e por um vilão levada.”- linhas 18, 19 e 20 – é estabelecido qual relação semântica entre os termos destacados?
Alternativas
Respostas
361: B
362: E
363: A
364: E
365: C
366: E
367: E
368: A
369: B
370: B
371: A
372: B
373: A
374: E
375: B
376: C
377: E
378: C
379: A
380: A