🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões Militares Sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 14.357 questões

Q3963190 Português

Oziel Mabundo Quibuila



    Oziel Mabundo Quibuila nasceu no Luongo, bairro do município de Catumbela, província de Benguela, em Angola. Não era herdeiro, nem membro da administração pública, apenas um menino cheio de vida e de sonhos, descendentes de agricultores e artesãos. Um dia, uma ideia começou a brincar em sua cabeça. Mal sabia ele que viraria coisa séria no futuro.


    Estava brincando com seu amigo Daniel e meninos do bairro, com a bola que ganhara de presente de seu tio, Bakari Ombela Quibuila, que morava na capital. Não era muito bom em futebol. Tinha mania de construir. E uma vez ou outra era flagrado sozinho, absorto em seu mundo, brincando de qualquer coisa que ninguém compreendia.


    Numa dessas vezes, Daniel notou que Oziel brincava de amontoar pedras e as amontoava de um jeito tão especial, que parecia familiar:


    - O que é isso, Ozi?


    Ele não respondeu. O amigo parou um instante e observou com mais cuidado. Então, olhou para Oziel e disse:


    - Parece a Ponte 4 de Abril.


    Em um natal, sem ninguém esperar, a família de Oziel recebeu a visita de Bakari Ombela. Ele falou sobre o curso de habilitação que fez para a Marinha Mercante e sobre como estava começando a se tornar bem-sucedido no ramo, trabalhando com suporte e salvatagem a navios e plataformas offshore. Eles conversaram e celebraram, inclusive Oziel, que se divertiu muito com as brincadeiras e presentes do tio


    (…).



Disponível em <https://folhadabaixada.com.br/noticia/2209/oziel-mabundo-quibuila>.. Acesso em 12/01/2026.

“O amigo parou um instante e observou com mais cuidado[...]” (5º§).



O sujeito dos verbos destacados:

Alternativas
Q3963189 Português

Oziel Mabundo Quibuila



    Oziel Mabundo Quibuila nasceu no Luongo, bairro do município de Catumbela, província de Benguela, em Angola. Não era herdeiro, nem membro da administração pública, apenas um menino cheio de vida e de sonhos, descendentes de agricultores e artesãos. Um dia, uma ideia começou a brincar em sua cabeça. Mal sabia ele que viraria coisa séria no futuro.


    Estava brincando com seu amigo Daniel e meninos do bairro, com a bola que ganhara de presente de seu tio, Bakari Ombela Quibuila, que morava na capital. Não era muito bom em futebol. Tinha mania de construir. E uma vez ou outra era flagrado sozinho, absorto em seu mundo, brincando de qualquer coisa que ninguém compreendia.


    Numa dessas vezes, Daniel notou que Oziel brincava de amontoar pedras e as amontoava de um jeito tão especial, que parecia familiar:


    - O que é isso, Ozi?


    Ele não respondeu. O amigo parou um instante e observou com mais cuidado. Então, olhou para Oziel e disse:


    - Parece a Ponte 4 de Abril.


    Em um natal, sem ninguém esperar, a família de Oziel recebeu a visita de Bakari Ombela. Ele falou sobre o curso de habilitação que fez para a Marinha Mercante e sobre como estava começando a se tornar bem-sucedido no ramo, trabalhando com suporte e salvatagem a navios e plataformas offshore. Eles conversaram e celebraram, inclusive Oziel, que se divertiu muito com as brincadeiras e presentes do tio


    (…).



Disponível em <https://folhadabaixada.com.br/noticia/2209/oziel-mabundo-quibuila>.. Acesso em 12/01/2026.

“Um dia, uma ideia começou a brincar em sua cabeça […]” (1º§).



O verbo “começou” foi flexionado no pretérito perfeito do modo indicativo. Se reescrevêssemos esse mesmo verbo no pretérito mais-que-perfeito do mesmo modo e pessoa, teríamos: 

Alternativas
Q3963188 Português

Oziel Mabundo Quibuila



    Oziel Mabundo Quibuila nasceu no Luongo, bairro do município de Catumbela, província de Benguela, em Angola. Não era herdeiro, nem membro da administração pública, apenas um menino cheio de vida e de sonhos, descendentes de agricultores e artesãos. Um dia, uma ideia começou a brincar em sua cabeça. Mal sabia ele que viraria coisa séria no futuro.


    Estava brincando com seu amigo Daniel e meninos do bairro, com a bola que ganhara de presente de seu tio, Bakari Ombela Quibuila, que morava na capital. Não era muito bom em futebol. Tinha mania de construir. E uma vez ou outra era flagrado sozinho, absorto em seu mundo, brincando de qualquer coisa que ninguém compreendia.


    Numa dessas vezes, Daniel notou que Oziel brincava de amontoar pedras e as amontoava de um jeito tão especial, que parecia familiar:


    - O que é isso, Ozi?


    Ele não respondeu. O amigo parou um instante e observou com mais cuidado. Então, olhou para Oziel e disse:


    - Parece a Ponte 4 de Abril.


    Em um natal, sem ninguém esperar, a família de Oziel recebeu a visita de Bakari Ombela. Ele falou sobre o curso de habilitação que fez para a Marinha Mercante e sobre como estava começando a se tornar bem-sucedido no ramo, trabalhando com suporte e salvatagem a navios e plataformas offshore. Eles conversaram e celebraram, inclusive Oziel, que se divertiu muito com as brincadeiras e presentes do tio


    (…).



Disponível em <https://folhadabaixada.com.br/noticia/2209/oziel-mabundo-quibuila>.. Acesso em 12/01/2026.

Marque a opção em que a expressão em destaque pode ser classificada como uma locução adjetiva: 
Alternativas
Q3963187 Português

Oziel Mabundo Quibuila



    Oziel Mabundo Quibuila nasceu no Luongo, bairro do município de Catumbela, província de Benguela, em Angola. Não era herdeiro, nem membro da administração pública, apenas um menino cheio de vida e de sonhos, descendentes de agricultores e artesãos. Um dia, uma ideia começou a brincar em sua cabeça. Mal sabia ele que viraria coisa séria no futuro.


    Estava brincando com seu amigo Daniel e meninos do bairro, com a bola que ganhara de presente de seu tio, Bakari Ombela Quibuila, que morava na capital. Não era muito bom em futebol. Tinha mania de construir. E uma vez ou outra era flagrado sozinho, absorto em seu mundo, brincando de qualquer coisa que ninguém compreendia.


    Numa dessas vezes, Daniel notou que Oziel brincava de amontoar pedras e as amontoava de um jeito tão especial, que parecia familiar:


    - O que é isso, Ozi?


    Ele não respondeu. O amigo parou um instante e observou com mais cuidado. Então, olhou para Oziel e disse:


    - Parece a Ponte 4 de Abril.


    Em um natal, sem ninguém esperar, a família de Oziel recebeu a visita de Bakari Ombela. Ele falou sobre o curso de habilitação que fez para a Marinha Mercante e sobre como estava começando a se tornar bem-sucedido no ramo, trabalhando com suporte e salvatagem a navios e plataformas offshore. Eles conversaram e celebraram, inclusive Oziel, que se divertiu muito com as brincadeiras e presentes do tio


    (…).



Disponível em <https://folhadabaixada.com.br/noticia/2209/oziel-mabundo-quibuila>.. Acesso em 12/01/2026.

Um exemplo de adjetivo encontrado no texto é: 
Alternativas
Q3963186 Português

Oziel Mabundo Quibuila



    Oziel Mabundo Quibuila nasceu no Luongo, bairro do município de Catumbela, província de Benguela, em Angola. Não era herdeiro, nem membro da administração pública, apenas um menino cheio de vida e de sonhos, descendentes de agricultores e artesãos. Um dia, uma ideia começou a brincar em sua cabeça. Mal sabia ele que viraria coisa séria no futuro.


    Estava brincando com seu amigo Daniel e meninos do bairro, com a bola que ganhara de presente de seu tio, Bakari Ombela Quibuila, que morava na capital. Não era muito bom em futebol. Tinha mania de construir. E uma vez ou outra era flagrado sozinho, absorto em seu mundo, brincando de qualquer coisa que ninguém compreendia.


    Numa dessas vezes, Daniel notou que Oziel brincava de amontoar pedras e as amontoava de um jeito tão especial, que parecia familiar:


    - O que é isso, Ozi?


    Ele não respondeu. O amigo parou um instante e observou com mais cuidado. Então, olhou para Oziel e disse:


    - Parece a Ponte 4 de Abril.


    Em um natal, sem ninguém esperar, a família de Oziel recebeu a visita de Bakari Ombela. Ele falou sobre o curso de habilitação que fez para a Marinha Mercante e sobre como estava começando a se tornar bem-sucedido no ramo, trabalhando com suporte e salvatagem a navios e plataformas offshore. Eles conversaram e celebraram, inclusive Oziel, que se divertiu muito com as brincadeiras e presentes do tio


    (…).



Disponível em <https://folhadabaixada.com.br/noticia/2209/oziel-mabundo-quibuila>.. Acesso em 12/01/2026.

“Numa dessas vezes, Daniel notou que Oziel brincava de amontoar pedras e as amontoava de um jeito tão especial, que parecia familiar (...)” (3º§).



O par de palavras sublinhado deve ser morfologicamente classificado como: 

Alternativas
Q3963185 Português

Oziel Mabundo Quibuila



    Oziel Mabundo Quibuila nasceu no Luongo, bairro do município de Catumbela, província de Benguela, em Angola. Não era herdeiro, nem membro da administração pública, apenas um menino cheio de vida e de sonhos, descendentes de agricultores e artesãos. Um dia, uma ideia começou a brincar em sua cabeça. Mal sabia ele que viraria coisa séria no futuro.


    Estava brincando com seu amigo Daniel e meninos do bairro, com a bola que ganhara de presente de seu tio, Bakari Ombela Quibuila, que morava na capital. Não era muito bom em futebol. Tinha mania de construir. E uma vez ou outra era flagrado sozinho, absorto em seu mundo, brincando de qualquer coisa que ninguém compreendia.


    Numa dessas vezes, Daniel notou que Oziel brincava de amontoar pedras e as amontoava de um jeito tão especial, que parecia familiar:


    - O que é isso, Ozi?


    Ele não respondeu. O amigo parou um instante e observou com mais cuidado. Então, olhou para Oziel e disse:


    - Parece a Ponte 4 de Abril.


    Em um natal, sem ninguém esperar, a família de Oziel recebeu a visita de Bakari Ombela. Ele falou sobre o curso de habilitação que fez para a Marinha Mercante e sobre como estava começando a se tornar bem-sucedido no ramo, trabalhando com suporte e salvatagem a navios e plataformas offshore. Eles conversaram e celebraram, inclusive Oziel, que se divertiu muito com as brincadeiras e presentes do tio


    (…).



Disponível em <https://folhadabaixada.com.br/noticia/2209/oziel-mabundo-quibuila>.. Acesso em 12/01/2026.

Então, olhou para Oziel e disse:” (5º§).



A palavra destacada introduz o valor semântico de:

Alternativas
Q3963184 Português

Oziel Mabundo Quibuila



    Oziel Mabundo Quibuila nasceu no Luongo, bairro do município de Catumbela, província de Benguela, em Angola. Não era herdeiro, nem membro da administração pública, apenas um menino cheio de vida e de sonhos, descendentes de agricultores e artesãos. Um dia, uma ideia começou a brincar em sua cabeça. Mal sabia ele que viraria coisa séria no futuro.


    Estava brincando com seu amigo Daniel e meninos do bairro, com a bola que ganhara de presente de seu tio, Bakari Ombela Quibuila, que morava na capital. Não era muito bom em futebol. Tinha mania de construir. E uma vez ou outra era flagrado sozinho, absorto em seu mundo, brincando de qualquer coisa que ninguém compreendia.


    Numa dessas vezes, Daniel notou que Oziel brincava de amontoar pedras e as amontoava de um jeito tão especial, que parecia familiar:


    - O que é isso, Ozi?


    Ele não respondeu. O amigo parou um instante e observou com mais cuidado. Então, olhou para Oziel e disse:


    - Parece a Ponte 4 de Abril.


    Em um natal, sem ninguém esperar, a família de Oziel recebeu a visita de Bakari Ombela. Ele falou sobre o curso de habilitação que fez para a Marinha Mercante e sobre como estava começando a se tornar bem-sucedido no ramo, trabalhando com suporte e salvatagem a navios e plataformas offshore. Eles conversaram e celebraram, inclusive Oziel, que se divertiu muito com as brincadeiras e presentes do tio


    (…).



Disponível em <https://folhadabaixada.com.br/noticia/2209/oziel-mabundo-quibuila>.. Acesso em 12/01/2026.

“Eu larguei meu emprego de caixa para cursar a faculdade, mas essa experiência moldou minha vida e minha carreira de forma profunda. Deixei de ser um observador e passei a assumir o controle das minhas experiências profissionais” (1º§).



O período em destaque deve ser corretamente interpretado como:

Alternativas
Q3963183 Português

Oziel Mabundo Quibuila



    Oziel Mabundo Quibuila nasceu no Luongo, bairro do município de Catumbela, província de Benguela, em Angola. Não era herdeiro, nem membro da administração pública, apenas um menino cheio de vida e de sonhos, descendentes de agricultores e artesãos. Um dia, uma ideia começou a brincar em sua cabeça. Mal sabia ele que viraria coisa séria no futuro.


    Estava brincando com seu amigo Daniel e meninos do bairro, com a bola que ganhara de presente de seu tio, Bakari Ombela Quibuila, que morava na capital. Não era muito bom em futebol. Tinha mania de construir. E uma vez ou outra era flagrado sozinho, absorto em seu mundo, brincando de qualquer coisa que ninguém compreendia.


    Numa dessas vezes, Daniel notou que Oziel brincava de amontoar pedras e as amontoava de um jeito tão especial, que parecia familiar:


    - O que é isso, Ozi?


    Ele não respondeu. O amigo parou um instante e observou com mais cuidado. Então, olhou para Oziel e disse:


    - Parece a Ponte 4 de Abril.


    Em um natal, sem ninguém esperar, a família de Oziel recebeu a visita de Bakari Ombela. Ele falou sobre o curso de habilitação que fez para a Marinha Mercante e sobre como estava começando a se tornar bem-sucedido no ramo, trabalhando com suporte e salvatagem a navios e plataformas offshore. Eles conversaram e celebraram, inclusive Oziel, que se divertiu muito com as brincadeiras e presentes do tio


    (…).



Disponível em <https://folhadabaixada.com.br/noticia/2209/oziel-mabundo-quibuila>.. Acesso em 12/01/2026.

No segundo parágrafo, os verbos “estava”, “era” e “tinha” foram todos conjugados no:
Alternativas
Q3963182 Português

Oziel Mabundo Quibuila



    Oziel Mabundo Quibuila nasceu no Luongo, bairro do município de Catumbela, província de Benguela, em Angola. Não era herdeiro, nem membro da administração pública, apenas um menino cheio de vida e de sonhos, descendentes de agricultores e artesãos. Um dia, uma ideia começou a brincar em sua cabeça. Mal sabia ele que viraria coisa séria no futuro.


    Estava brincando com seu amigo Daniel e meninos do bairro, com a bola que ganhara de presente de seu tio, Bakari Ombela Quibuila, que morava na capital. Não era muito bom em futebol. Tinha mania de construir. E uma vez ou outra era flagrado sozinho, absorto em seu mundo, brincando de qualquer coisa que ninguém compreendia.


    Numa dessas vezes, Daniel notou que Oziel brincava de amontoar pedras e as amontoava de um jeito tão especial, que parecia familiar:


    - O que é isso, Ozi?


    Ele não respondeu. O amigo parou um instante e observou com mais cuidado. Então, olhou para Oziel e disse:


    - Parece a Ponte 4 de Abril.


    Em um natal, sem ninguém esperar, a família de Oziel recebeu a visita de Bakari Ombela. Ele falou sobre o curso de habilitação que fez para a Marinha Mercante e sobre como estava começando a se tornar bem-sucedido no ramo, trabalhando com suporte e salvatagem a navios e plataformas offshore. Eles conversaram e celebraram, inclusive Oziel, que se divertiu muito com as brincadeiras e presentes do tio


    (…).



Disponível em <https://folhadabaixada.com.br/noticia/2209/oziel-mabundo-quibuila>.. Acesso em 12/01/2026.

Todas as palavras abaixo, encontradas no texto, podem classificar-se, quanto à sílaba tônica, como proparoxítonas, SALVO:
Alternativas
Q3963181 Português

Oziel Mabundo Quibuila



    Oziel Mabundo Quibuila nasceu no Luongo, bairro do município de Catumbela, província de Benguela, em Angola. Não era herdeiro, nem membro da administração pública, apenas um menino cheio de vida e de sonhos, descendentes de agricultores e artesãos. Um dia, uma ideia começou a brincar em sua cabeça. Mal sabia ele que viraria coisa séria no futuro.


    Estava brincando com seu amigo Daniel e meninos do bairro, com a bola que ganhara de presente de seu tio, Bakari Ombela Quibuila, que morava na capital. Não era muito bom em futebol. Tinha mania de construir. E uma vez ou outra era flagrado sozinho, absorto em seu mundo, brincando de qualquer coisa que ninguém compreendia.


    Numa dessas vezes, Daniel notou que Oziel brincava de amontoar pedras e as amontoava de um jeito tão especial, que parecia familiar:


    - O que é isso, Ozi?


    Ele não respondeu. O amigo parou um instante e observou com mais cuidado. Então, olhou para Oziel e disse:


    - Parece a Ponte 4 de Abril.


    Em um natal, sem ninguém esperar, a família de Oziel recebeu a visita de Bakari Ombela. Ele falou sobre o curso de habilitação que fez para a Marinha Mercante e sobre como estava começando a se tornar bem-sucedido no ramo, trabalhando com suporte e salvatagem a navios e plataformas offshore. Eles conversaram e celebraram, inclusive Oziel, que se divertiu muito com as brincadeiras e presentes do tio


    (…).



Disponível em <https://folhadabaixada.com.br/noticia/2209/oziel-mabundo-quibuila>.. Acesso em 12/01/2026.

“Não era herdeiro, nem membro da administração pública...” (1º§)



O termo destacado serve, nesse contexto, para:

Alternativas
Q3963180 Português

Oziel Mabundo Quibuila



    Oziel Mabundo Quibuila nasceu no Luongo, bairro do município de Catumbela, província de Benguela, em Angola. Não era herdeiro, nem membro da administração pública, apenas um menino cheio de vida e de sonhos, descendentes de agricultores e artesãos. Um dia, uma ideia começou a brincar em sua cabeça. Mal sabia ele que viraria coisa séria no futuro.


    Estava brincando com seu amigo Daniel e meninos do bairro, com a bola que ganhara de presente de seu tio, Bakari Ombela Quibuila, que morava na capital. Não era muito bom em futebol. Tinha mania de construir. E uma vez ou outra era flagrado sozinho, absorto em seu mundo, brincando de qualquer coisa que ninguém compreendia.


    Numa dessas vezes, Daniel notou que Oziel brincava de amontoar pedras e as amontoava de um jeito tão especial, que parecia familiar:


    - O que é isso, Ozi?


    Ele não respondeu. O amigo parou um instante e observou com mais cuidado. Então, olhou para Oziel e disse:


    - Parece a Ponte 4 de Abril.


    Em um natal, sem ninguém esperar, a família de Oziel recebeu a visita de Bakari Ombela. Ele falou sobre o curso de habilitação que fez para a Marinha Mercante e sobre como estava começando a se tornar bem-sucedido no ramo, trabalhando com suporte e salvatagem a navios e plataformas offshore. Eles conversaram e celebraram, inclusive Oziel, que se divertiu muito com as brincadeiras e presentes do tio


    (…).



Disponível em <https://folhadabaixada.com.br/noticia/2209/oziel-mabundo-quibuila>.. Acesso em 12/01/2026.

Lendo atentamente o texto, pode-se concluir que se trata de:
Alternativas
Q3898361 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q3898360 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o acréscimo de vírgulas ao trecho original foi feito em conformidade com a norma-padrão de emprego desse sinal de pontuação.
Alternativas
Q3898359 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Considere os trechos a seguir:

•  Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica... (1º parágrafo)
•  Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível... (4º parágrafo)


É correto afirmar que as expressões destacadas foram empregadas para
Alternativas
Q3898358 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3898357 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Em relação às earworms, é correto afirmar que o autor
Alternativas
Q3872808 Português
Avalie a função da palavra destacada nas orações abaixo: 

1- Não se atrase, pois perderá o horário da prova.
2- Dediquei-me muito. Consegui, pois, a aprovação.

Marque a alternativa CORRETA sobre a função da palavra pois.
Alternativas
Q3872807 Português
Analise a seguinte oração:

Após anos de estudo e dedicação, ela tornou-se uma excelente médica.

Sobre o termo destacado, marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3872806 Português
Observe o verbo destacado na seguinte oração:

O preceptor interveio prontamente.

Ao ser transcrita para a primeira pessoa do singular do presente do indicativo, a flexão verbal CORRETA é: 
Alternativas
Q3872805 Português
Marque a alternativa cujas palavras completam, CORRETAMENTE, as lacunas dos períodos abaixo, na sequência em que aparecem:

A ambulância estava __________ de dois quilômetros do hospital.
O médico chegou ___________de uma hora.
A equipe conversou com a família ___________ do paciente.
O residente observou tudo __________distância.
Alternativas
Respostas
201: A
202: C
203: D
204: C
205: A
206: D
207: B
208: B
209: D
210: C
211: A
212: D
213: A
214: B
215: E
216: C
217: A
218: C
219: C
220: A