Questões Militares
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 3.489 questões
1 Ética, cidadania e segurança pública são valores entrelaçados. Não pode haver efetiva vigência da cidadania em uma sociedade que não se guie pela ética. Não vigora
4 a ética onde se suprima ou se menospreze a cidadania. A segurança pública é direito do cidadão, é requisito de exercício da cidadania. A segurança pública é também um
7 imperativo ético. A luta pela ética, pela construção da cidadania e pela preservação da segurança pública não constitui dever
10 exclusivo do Estado. Cabe ao povo, às instituições sociais, às comunidades, participar desse processo político de sedimentação de valores tão essenciais à vida coletiva.
Internet:<www.dhnet.org.br>
A seleção vocabular e as estruturas sintáticas do texto são
impróprias para emprego em uma correspondência oficial,
que deve sempre prezar por objetividade e clareza.
1 Na última década, a questão da segurança pública passou a ser considerada problema fundamental e principal desafio ao estado de direito no Brasil. A segurança ganhou
4 enorme visibilidade pública e jamais, em nossa história recente, esteve tão presente nos debates tanto de especialistas como do público em geral.
7 Os problemas relacionados com o aumento das taxas de criminalidade, o aumento da sensação de insegurança, sobretudo nos grandes centros urbanos, as
10 dificuldades relacionadas à reforma das instituições da administração da justiça criminal, a violência policial, a ineficiência preventiva de nossas instituições, a
13 superpopulação nos presídios, as rebeliões, as fugas, a degradação das condições de internação de jovens em conflito com a lei, a corrupção, o aumento dos custos
16 operacionais do sistema, a ineficiência da investigação criminal e das perícias policiais e a morosidade judicial, entre tantos outros, representam desafios para o sucesso do
19 processo de consolidação política da democracia no Brasil.
Internet:<www.observatoriodeseguranca.org>
O emprego do pronome “nossas” (l.12) é um recurso
discursivo que insere o leitor no texto e, nesse caso,
especificamente, por meio do apelo à sua identidade
nacional.
INGREDIENTES - Sérgio Tross
Uma porta que se abre.
Um homem que ergue o braço, o dedo.
Um dedo que se move.
Uma luz que se acende.
Um passo que é dado.
Um silêncio que estala.
Um gemido que se ouve.
Uma voz que resmunga.
Um rosto de mulher que se oculta na cama.
Um rosto de homem que se revela no hálito.
Uma interrogação que incomoda, feminina.
Uma resposta que não satisfaz, masculina.
Uma interrogação que se repete, feminina.
Uma resposta que agride, masculina.
Um palavrão que desabafa, feminino.
Um tapa que estala, masculino.
Um grito de dor, feminino.
Um bocejo, masculino.
Eis a receita. E o conto.
Leia:
Receitas para sua vida
Tenha uma vida sedentária
Sobrecarregue-se de responsabilidades
More em locais poluídos
Fume bastante
Ingira bastante gordura e açúcar refinado.
(Márcio Bontempo - texto adaptado)
Comparando os textos Ingredientes e Receitas para sua vida, podemos afirmar que eles têm as seguintes características comuns:
INGREDIENTES - Sérgio Tross
Uma porta que se abre.
Um homem que ergue o braço, o dedo.
Um dedo que se move.
Uma luz que se acende.
Um passo que é dado.
Um silêncio que estala.
Um gemido que se ouve.
Uma voz que resmunga.
Um rosto de mulher que se oculta na cama.
Um rosto de homem que se revela no hálito.
Uma interrogação que incomoda, feminina.
Uma resposta que não satisfaz, masculina.
Uma interrogação que se repete, feminina.
Uma resposta que agride, masculina.
Um palavrão que desabafa, feminino.
Um tapa que estala, masculino.
Um grito de dor, feminino.
Um bocejo, masculino.
Eis a receita. E o conto.
INGREDIENTES - Sérgio Tross
Uma porta que se abre.
Um homem que ergue o braço, o dedo.
Um dedo que se move.
Uma luz que se acende.
Um passo que é dado.
Um silêncio que estala.
Um gemido que se ouve.
Uma voz que resmunga.
Um rosto de mulher que se oculta na cama.
Um rosto de homem que se revela no hálito.
Uma interrogação que incomoda, feminina.
Uma resposta que não satisfaz, masculina.
Uma interrogação que se repete, feminina.
Uma resposta que agride, masculina.
Um palavrão que desabafa, feminino.
Um tapa que estala, masculino.
Um grito de dor, feminino.
Um bocejo, masculino.
Eis a receita. E o conto.
O título Ingredientes está em total sintonia com o corpo do texto porque este
I- apresenta substantivos enumerados (como na receita) para, de forma descritiva, compor uma cena familiar;
II- objetiva, na forma de enumeração, generalizar o relacionamento entre homem e mulher, que, no cotidiano, tende à indiferença;
III- enumera também orações subordinadas adjetivas, com seqüência temporal, para narrar e, implicitamente, proporcionar reflexão sobre certas realidades do cotidiano familiar.
Está correto o que se afirma em
INGREDIENTES - Sérgio Tross
Uma porta que se abre.
Um homem que ergue o braço, o dedo.
Um dedo que se move.
Uma luz que se acende.
Um passo que é dado.
Um silêncio que estala.
Um gemido que se ouve.
Uma voz que resmunga.
Um rosto de mulher que se oculta na cama.
Um rosto de homem que se revela no hálito.
Uma interrogação que incomoda, feminina.
Uma resposta que não satisfaz, masculina.
Uma interrogação que se repete, feminina.
Uma resposta que agride, masculina.
Um palavrão que desabafa, feminino.
Um tapa que estala, masculino.
Um grito de dor, feminino.
Um bocejo, masculino.
Eis a receita. E o conto.
Texto IV
JOAQUIM DE SOUSA ANDRADE
O poeta e engenheiro Joaquim de Sousa Andrade nasceu em Alcântara, Maranhão, em 1833. De família abonada, viajou muito desde jovem, percorrendo inúmeros países europeus. Formou-se em Engenharia de Minas e em Letras pela Sorbonne. Em 1884, lançou a versão definitiva de seu O Guesa, obra radical e renovadora. Morreu abandonado e com fama de louco.
Considerado em sua época um escritor extravagante, Sousândrade, como preferia ser identificado, acaba reabilitado pela vanguarda paulistana (os concretistas) como um caso de "antecipação genial" da livre expressão modernista. Criador de uma linguagem dominada pela elipse, por orações reduzidas e fusões vocabulares, foge do discurso derramado dos românticos. Cosmopolita, o escritor deixou quadros curiosos como a descrição do Inferno de Wall Street, no qual vê o capitalismo como doença.
Sua obra mais perturbadora é O Guesa, poema em treze cantos, dos quais quatro ficaram inacabados. A base do poema é a lenda indígena do Guesa Errante. O personagem Guesa é uma criança roubada aos pais pelo deus do Sol e educado no templo da divindade até os 10 anos, sendo sacrificado aos 15 anos.
Na condição de poeta maldito, Sousândrade identifica seu destino pessoal com o do jovem índio. Porém, no plano histórico-social, o poeta vê no drama de Guesa o mesmo dos povos aborígenes da América, condenando as formas de opressão dos colonialistas e defendendo uma república utópica.
O Guesa (fragmento)
O sol ao pôr-do-sol (triste soslaio!)...o arroio
Em pedras estendido, em seus soluços
Desmaia o céu d'estrelas arenoso
E o lago anila seus lençóis d'espelho...
Era a Ilha do Sol, sempre florida
Ferrete-azul, o céu, brando o ar pureza
E as vias-lácteas sendas odorantes
Alvas, tão alvas!... Sonoros mares, a onda
d'esmeralda
Pelo areal rolando luminosa...
As velas todas-chamas aclaram todo o ar.
GONZAGA, S. Literatura Brasileira. Disp. em: <http://www.educaterra.terra.com.br>
Texto IV
JOAQUIM DE SOUSA ANDRADE
O poeta e engenheiro Joaquim de Sousa Andrade nasceu em Alcântara, Maranhão, em 1833. De família abonada, viajou muito desde jovem, percorrendo inúmeros países europeus. Formou-se em Engenharia de Minas e em Letras pela Sorbonne. Em 1884, lançou a versão definitiva de seu O Guesa, obra radical e renovadora. Morreu abandonado e com fama de louco.
Considerado em sua época um escritor extravagante, Sousândrade, como preferia ser identificado, acaba reabilitado pela vanguarda paulistana (os concretistas) como um caso de "antecipação genial" da livre expressão modernista. Criador de uma linguagem dominada pela elipse, por orações reduzidas e fusões vocabulares, foge do discurso derramado dos românticos. Cosmopolita, o escritor deixou quadros curiosos como a descrição do Inferno de Wall Street, no qual vê o capitalismo como doença.
Sua obra mais perturbadora é O Guesa, poema em treze cantos, dos quais quatro ficaram inacabados. A base do poema é a lenda indígena do Guesa Errante. O personagem Guesa é uma criança roubada aos pais pelo deus do Sol e educado no templo da divindade até os 10 anos, sendo sacrificado aos 15 anos.
Na condição de poeta maldito, Sousândrade identifica seu destino pessoal com o do jovem índio. Porém, no plano histórico-social, o poeta vê no drama de Guesa o mesmo dos povos aborígenes da América, condenando as formas de opressão dos colonialistas e defendendo uma república utópica.
O Guesa (fragmento)
O sol ao pôr-do-sol (triste soslaio!)...o arroio
Em pedras estendido, em seus soluços
Desmaia o céu d'estrelas arenoso
E o lago anila seus lençóis d'espelho...
Era a Ilha do Sol, sempre florida
Ferrete-azul, o céu, brando o ar pureza
E as vias-lácteas sendas odorantes
Alvas, tão alvas!... Sonoros mares, a onda
d'esmeralda
Pelo areal rolando luminosa...
As velas todas-chamas aclaram todo o ar.
GONZAGA, S. Literatura Brasileira. Disp. em: <http://www.educaterra.terra.com.br>
Texto IV
JOAQUIM DE SOUSA ANDRADE
O poeta e engenheiro Joaquim de Sousa Andrade nasceu em Alcântara, Maranhão, em 1833. De família abonada, viajou muito desde jovem, percorrendo inúmeros países europeus. Formou-se em Engenharia de Minas e em Letras pela Sorbonne. Em 1884, lançou a versão definitiva de seu O Guesa, obra radical e renovadora. Morreu abandonado e com fama de louco.
Considerado em sua época um escritor extravagante, Sousândrade, como preferia ser identificado, acaba reabilitado pela vanguarda paulistana (os concretistas) como um caso de "antecipação genial" da livre expressão modernista. Criador de uma linguagem dominada pela elipse, por orações reduzidas e fusões vocabulares, foge do discurso derramado dos românticos. Cosmopolita, o escritor deixou quadros curiosos como a descrição do Inferno de Wall Street, no qual vê o capitalismo como doença.
Sua obra mais perturbadora é O Guesa, poema em treze cantos, dos quais quatro ficaram inacabados. A base do poema é a lenda indígena do Guesa Errante. O personagem Guesa é uma criança roubada aos pais pelo deus do Sol e educado no templo da divindade até os 10 anos, sendo sacrificado aos 15 anos.
Na condição de poeta maldito, Sousândrade identifica seu destino pessoal com o do jovem índio. Porém, no plano histórico-social, o poeta vê no drama de Guesa o mesmo dos povos aborígenes da América, condenando as formas de opressão dos colonialistas e defendendo uma república utópica.
O Guesa (fragmento)
O sol ao pôr-do-sol (triste soslaio!)...o arroio
Em pedras estendido, em seus soluços
Desmaia o céu d'estrelas arenoso
E o lago anila seus lençóis d'espelho...
Era a Ilha do Sol, sempre florida
Ferrete-azul, o céu, brando o ar pureza
E as vias-lácteas sendas odorantes
Alvas, tão alvas!... Sonoros mares, a onda
d'esmeralda
Pelo areal rolando luminosa...
As velas todas-chamas aclaram todo o ar.
GONZAGA, S. Literatura Brasileira. Disp. em: <http://www.educaterra.terra.com.br>

Texto III
O AÇÚCAR (Ferreira Gullar)
O branco açúcar que adoçará meu café
nesta manhã de Ipanema
não foi produzido por mim
nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.
Vejo-o puro
e afável ao paladar
como beijo de moça, água
na pele, flor
que se dissolve na boca. Mas este açúcar
não foi feito por mim.
Este açúcar veio
da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira, dono da mercearia.
Este açúcar veio
de uma usina de açúcar em Pernambuco
ou no Estado do Rio
e tampouco o fez o dono da usina.
Este açúcar era cana
e veio dos canaviais extensos
que não nascem por acaso
no regaço do vale.
Em lugares distantes, onde não há hospital
nem escola,
homens que não sabem ler e morrem de fome
aos 27 anos
plantaram e colheram a cana
que viraria açúcar.
Em usinas escuras,
homens de vida amarga
e dura
produziram este açúcar
branco e puro
com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.
Disponível em: <http://acd.ufrj.br/~pead/tema04/valorizacaodaforma.htm>
Sobre as assertivas a seguir, podemos afirmar que
1 - o texto I evidencia a situação climática mundial e seu reflexo na mesa do brasileiro.
2 - os textos I e III partem de uma situação geral que se particulariza em situações cotidianas. Enquanto o texto I parte do equilíbrio climático mundial para a influência na mesa do brasileiro, o texto III parte da xícara adoçada com açúcar para a diferença social do trabalho no país.
3 - o texto III evidencia e ameniza o trabalho dos usineiros com os adjetivos “escura” e “amarga”. (6ª estrofe)
4 - “o Oliveira” é citado como exemplo do descaso dos brasileiros com as desigualdades sociais. (3ª estrofe)

Texto II
“ONDE ESTOU?” (Cláudio Manuel da Costa)
Onde estou? Este sítio desconheço:
Quem fez tão diferente aquele prado?
Tudo outra natureza tem tomado;
E em contemplá-lo tímido esmoreço.
Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço
De estar a ela um dia reclinado:
Ali em vale um monte está mudado:
Quanto pode dos anos o progresso!
Árvores aqui vi tão florescentes,
Que faziam perpétua a primavera:
Nem troncos vejo agora decadentes.
Eu me engano: a região esta não era:
Mas que venho a estranhar, se estão presentes
Meus males, com que tudo degenera!
(Obras, 1768)
SECCHIN , Antônio Carlos. ANTOLOGIA TEMÁTICA DA POESIA BRASILEIRA – Faculdade de Letras, UFRJ, 1° semestre de 2004.
Analise cada uma das seguintes afirmações e indique se são verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Tanto no texto I quanto no texto II está presente a temática das mudanças na natureza e algumas de suas consequências.
( ) No texto II, as mudanças são perceptíveis somente ao eu lírico, mas no texto I afetam muitas pessoas.
( ) Apesar dos problemas expostos no texto I, o Brasil tem recursos não só para superar a crise ambiental como também para liderar uma nova era na história da humanidade.
( ) De acordo com o texto I, percebe-se que, na Alemanha, governo e sociedade estão engajados na questão ecológica, o que a torna líder na Europa em consumo de energia.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência certa para as afirmações anteriores:
Texto II
“ONDE ESTOU?” (Cláudio Manuel da Costa)
Onde estou? Este sítio desconheço:
Quem fez tão diferente aquele prado?
Tudo outra natureza tem tomado;
E em contemplá-lo tímido esmoreço.
Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço
De estar a ela um dia reclinado:
Ali em vale um monte está mudado:
Quanto pode dos anos o progresso!
Árvores aqui vi tão florescentes,
Que faziam perpétua a primavera:
Nem troncos vejo agora decadentes.
Eu me engano: a região esta não era:
Mas que venho a estranhar, se estão presentes
Meus males, com que tudo degenera! (Obras, 1768)
SECCHIN , Antônio Carlos. ANTOLOGIA TEMÁTICA DA POESIA BRASILEIRA – Faculdade de Letras, UFRJ, 1° semestre de
2004.
Texto II
“ONDE ESTOU?” (Cláudio Manuel da Costa)
Onde estou? Este sítio desconheço:
Quem fez tão diferente aquele prado?
Tudo outra natureza tem tomado;
E em contemplá-lo tímido esmoreço.
Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço
De estar a ela um dia reclinado:
Ali em vale um monte está mudado:
Quanto pode dos anos o progresso!
Árvores aqui vi tão florescentes,
Que faziam perpétua a primavera:
Nem troncos vejo agora decadentes.
Eu me engano: a região esta não era:
Mas que venho a estranhar, se estão presentes
Meus males, com que tudo degenera! (Obras, 1768)
SECCHIN , Antônio Carlos. ANTOLOGIA TEMÁTICA DA POESIA BRASILEIRA – Faculdade de Letras, UFRJ, 1° semestre de
2004.
Texto II
“ONDE ESTOU?” (Cláudio Manuel da Costa)
Onde estou? Este sítio desconheço:
Quem fez tão diferente aquele prado?
Tudo outra natureza tem tomado;
E em contemplá-lo tímido esmoreço.
Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço
De estar a ela um dia reclinado:
Ali em vale um monte está mudado:
Quanto pode dos anos o progresso!
Árvores aqui vi tão florescentes,
Que faziam perpétua a primavera:
Nem troncos vejo agora decadentes.
Eu me engano: a região esta não era:
Mas que venho a estranhar, se estão presentes
Meus males, com que tudo degenera! (Obras, 1768)
SECCHIN , Antônio Carlos. ANTOLOGIA TEMÁTICA DA POESIA BRASILEIRA – Faculdade de Letras, UFRJ, 1° semestre de
2004.
Texto II
“ONDE ESTOU?” (Cláudio Manuel da Costa)
Onde estou? Este sítio desconheço:
Quem fez tão diferente aquele prado?
Tudo outra natureza tem tomado;
E em contemplá-lo tímido esmoreço.
Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço
De estar a ela um dia reclinado:
Ali em vale um monte está mudado:
Quanto pode dos anos o progresso!
Árvores aqui vi tão florescentes,
Que faziam perpétua a primavera:
Nem troncos vejo agora decadentes.
Eu me engano: a região esta não era:
Mas que venho a estranhar, se estão presentes
Meus males, com que tudo degenera! (Obras, 1768)
SECCHIN , Antônio Carlos. ANTOLOGIA TEMÁTICA DA POESIA BRASILEIRA – Faculdade de Letras, UFRJ, 1° semestre de
2004.

