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Questões Militares Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 7.634 questões

Q468802 Português
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O texto em destaque é uma campanha para o desarmamento de pessoas que não têm o porte legal de armas.
A única análise impossível de ser referendada no texto é
Alternativas
Q468801 Português
O termo coesivo “mal” (l. 11) sugere, no contexto em que está inserido, uma ideia de
Alternativas
Q468800 Português
“Conheço excelentes profissionais que, apesar de possuírem muitos anos de serviço prestado à instituição e de terem idade superior àquela tida como imprescindível para o exercício da atividade policial em determinadas Unidades, se mantêm permanentemente empenhados e vibrantes nas ocorrências que se envolvem durante a execução do serviço, além de cônscios da importância da função que desempenham para a preservação da ordem pública.” (l. 1-9)

Quanto aos aspectos linguísticos que estruturam o fragmento retirado do texto, é correto o que se analisa em
Alternativas
Q468799 Português
De acordo com a leitura do texto, o bom profissional é aquele que
Alternativas
Q468798 Português
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O discurso da primeira personagem é marcado por modificadores verbais que evidenciam as mais diversas circunstâncias. A única alternativa que apresenta um termo ou expressão com outra função morfossintática é
Alternativas
Q468797 Português
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A charge tem como principal denúncia a
Alternativas
Q468796 Português
Quanto aos aspectos morfossintáticos e semânticos que estruturam o texto, é correto afirmar:
Alternativas
Q468795 Português
A palavra “Destarte” (l. 19) pode ser substituída, sem prejuízo semântico, por
Alternativas
Q468794 Português
Quanto à organização dos parágrafos do texto, é correto afirmar:
Alternativas
Q468793 Português
Segundo o enunciador do texto, o código de ética nas organizações policiais
Alternativas
Q468792 Português
A leitura do texto permite afirmar que
Alternativas
Q380593 Português
Não são poucos os pedestres que atravessam fora da faixa. As vezes o fazem porque a faixa e s tí muito longe. Ora, o novo código determina que a travessia seja feita pela faixa se esta estiver a uma distância de ate 50 metros. Em muitos locais a distância entre faixas e bem superior a 100 metros. Se o pedestre atravessar a via no meio, ele estara a mais de 50 metros das faixas e não estara infringindo o codigo. Muitos motoristas nao sabem disso; tampouco os pedestres. Mesmo que estivesse errado, o pedestre não deveria ser atropelado. E uma punicão que vai feri-lo seguramente, mas tambem pode torna-lo aleijado, ou ate mesmo mata-lo. Pedes­tres e motoristas desconhecem as leis da física e as consequencias da velocidade de impacto sobre o atropelado.

No texto esta dito que acidentes de trânsito são causados principalmente porque
Alternativas
Q380591 Português
O ponto de encontro entre motoristas e pedestres e quando estes cruzam a via. Os conflitos daí decorrentes podem envolver multa, suspensão da licenca de dirigir, ferimentos e mortes, cassação da licença e prisao do motorista. Existe uma teoria, ja comprovada na pratica, que diz que, nos pontos onde são muito frequentes os conflitos entre pedestres e motoristas, acabara acontecendo um atropelamento. Nem sempre pedestres e motoristas são responsaveis por esses conflitos. A sinalizaçao inadequada, assim como irregularidades na via e deficiencias no veículo, pode contribuir decisivamente para que surjam conflitos e aconteçam atropelamentos.

Marque a alternativa que vai ao encontro do que se afirma no texto acima.
Alternativas
Q380585 Português
A falta de educacao de pedestres e motoristas, responsáveis por comportamentos arriscados no transito, contribui, e muito, nao só para gerar conflitos, como para radicaliza-los, onde eles são inevitaveis. Não há condicoes, por exemplo, de um veículo entrar ou atravessar uma via transversal de trafego intenso, sem sinalizacao, a não ser parando o veículo por um instante em cima da faixa de pedestres. Dependendo do volume e intensidade do trafego na via preferencial, o tempo de parada pode ser longo. ó necessário que o pedestre entenda isso e contorne o veículo por trás, ate que se coloque a faixa de pedestres um pouco mais afastada do cruzamento. E não provoque o motorista com palavrões ou socos e tapas na lataria do carro. Todavia, nas conversoes, onde não existe sinal para pedestre, e necessário que o motorista entenda que deve dar a preferencia de passagem ao pedestre, como determina o código de trânsito, pois em locais de grande movimento, caso os motoristas insistam em inibir o pedestre, este nao consegue atravessar a via.


No texto, depreende-se o predomínio da função linguística
Alternativas
Q380584 Português
A falta de educacao de pedestres e motoristas, responsáveis por comportamentos arriscados no transito, contribui, e muito, nao só para gerar conflitos, como para radicaliza-los, onde eles são inevitaveis. Não há condicoes, por exemplo, de um veículo entrar ou atravessar uma via transversal de trafego intenso, sem sinalizacao, a não ser parando o veículo por um instante em cima da faixa de pedestres. Dependendo do volume e intensidade do trafego na via preferencial, o tempo de parada pode ser longo. ó necessário que o pedestre entenda isso e contorne o veículo por trás, ate que se coloque a faixa de pedestres um pouco mais afastada do cruzamento. E não provoque o motorista com palavrões ou socos e tapas na lataria do carro. Todavia, nas conversoes, onde não existe sinal para pedestre, e necessário que o motorista entenda que deve dar a preferencia de passagem ao pedestre, como determina o código de trânsito, pois em locais de grande movimento, caso os motoristas insistam em inibir o pedestre, este nao consegue atravessar a via.


No período seguinte, selecionado do texto E. J. Daros, "A falta de educação de pedestres e motoristas, responsáveis por comportamentos arriscados no trânsito, contribui, e muito, não só para gerar conflitos, como para radicalizá-los" , o pronome oblíquo aí presente substitui o termo
Alternativas
Q376677 Português
       De um início atribulado a uma carreira de sucessos, assim se resume a crônica de Capitães da Areia, hoje uma das obras mais apreciadas peios leitores de Jorge Amado, tanto no Brasil como no exterior.
       Publicado em 1937, pouco depois de impiantado o Estado Novo, o livro teve a primeira edição apreendida e exemplares queimados em praça pública de Salvador por autoridades da ditadura. Mas, como nova Fênix, ressurgiu das cinzas quando nova edição, em 1944, marcou época na vida literária brasileira. A partir de então, sucederam-se as edições, nacionais e em nove idiomas estrangeiros, e as adaptações para rádio, teatro e cinema.
       Comovente documento sobre a vida dos meninos abandonados nas ruas de Salvador, Jorge Amado a descreve em páginas carregadas de uma beleza, dramaticidade e lirismo poucas vezes igualados na literatura universat. Dividido em três partes, o livro atinge um clímax inesquecível no capítulo “Canção da Bahia, Canção da Liberdade”, em que é narrada a emocionante despedida de um dos personagens da história, que se afasta dos seus queridos Capitães da Areia “na noite misteriosa das macumbas, enquanto os atabaques ressoam como clarins de guerra".

                     (Adaptado de: Texto de apresentação. Jorge Amado. Capitães da Areia. 57. ed. Rio de Janeiro: Record, 1983

0 segmento do texto cujo sentido está adequadamente expresso em outras palavras é:
Alternativas
Q376676 Português
       De um início atribulado a uma carreira de sucessos, assim se resume a crônica de Capitães da Areia, hoje uma das obras mais apreciadas peios leitores de Jorge Amado, tanto no Brasil como no exterior.
       Publicado em 1937, pouco depois de impiantado o Estado Novo, o livro teve a primeira edição apreendida e exemplares queimados em praça pública de Salvador por autoridades da ditadura. Mas, como nova Fênix, ressurgiu das cinzas quando nova edição, em 1944, marcou época na vida literária brasileira. A partir de então, sucederam-se as edições, nacionais e em nove idiomas estrangeiros, e as adaptações para rádio, teatro e cinema.
       Comovente documento sobre a vida dos meninos abandonados nas ruas de Salvador, Jorge Amado a descreve em páginas carregadas de uma beleza, dramaticidade e lirismo poucas vezes igualados na literatura universat. Dividido em três partes, o livro atinge um clímax inesquecível no capítulo “Canção da Bahia, Canção da Liberdade”, em que é narrada a emocionante despedida de um dos personagens da história, que se afasta dos seus queridos Capitães da Areia “na noite misteriosa das macumbas, enquanto os atabaques ressoam como clarins de guerra".

                     (Adaptado de: Texto de apresentação. Jorge Amado. Capitães da Areia. 57. ed. Rio de Janeiro: Record, 1983

... um dos personagens da história, que se afasta dos seus queridos Capitães da Areia "na noite misteriosa das macumbas, enquanto os atabaques ressoam como clarins de guerra”.

Mantém-se correta a redação da frase acima caso o elemento grifado seja substituído por:
Alternativas
Q376675 Português
       De um início atribulado a uma carreira de sucessos, assim se resume a crônica de Capitães da Areia, hoje uma das obras mais apreciadas peios leitores de Jorge Amado, tanto no Brasil como no exterior.
       Publicado em 1937, pouco depois de impiantado o Estado Novo, o livro teve a primeira edição apreendida e exemplares queimados em praça pública de Salvador por autoridades da ditadura. Mas, como nova Fênix, ressurgiu das cinzas quando nova edição, em 1944, marcou época na vida literária brasileira. A partir de então, sucederam-se as edições, nacionais e em nove idiomas estrangeiros, e as adaptações para rádio, teatro e cinema.
       Comovente documento sobre a vida dos meninos abandonados nas ruas de Salvador, Jorge Amado a descreve em páginas carregadas de uma beleza, dramaticidade e lirismo poucas vezes igualados na literatura universat. Dividido em três partes, o livro atinge um clímax inesquecível no capítulo “Canção da Bahia, Canção da Liberdade”, em que é narrada a emocionante despedida de um dos personagens da história, que se afasta dos seus queridos Capitães da Areia “na noite misteriosa das macumbas, enquanto os atabaques ressoam como clarins de guerra".

                     (Adaptado de: Texto de apresentação. Jorge Amado. Capitães da Areia. 57. ed. Rio de Janeiro: Record, 1983

O texto sugere que
Alternativas
Q376671 Português
       “Se os cachorros correm livremente, por que eu não posso fazer isso também?”, pergunta Bob Dylan em “New Morning” . Bob Dylan verbaliza um anseio sentido por todos nós, humanos supersocializados: o anseio de nos livrarmos de todos os constrangimentos artificiais decorrentes do fato de vivermos em uma sociedade civilizada em que às vezes nos sentimos presos a uma correia. Um conjunto cultural de regras tácitas e inibições está sempre governando as nossas interações coti­dianas com os outros.
       Uma das razões pelas quais os cachorros nos atraem é o fato de eles serem tão desinibidos e livres. Parece que eles jogam com as suas próprias regras, com a sua própria lógica interna. Eles vivem em um universo paralelo e diferente do nosso - um universo que lhes concede liberdade de espírito e paixão pela vida enormemente atraentes para nós. Um cachorro latindo ao vento ou uivando durante a noite faz agitar-se dentro de nós alguma coisa que também quer se expressar.
       Os cachorros são uma constante fonte de diversão para nós porque não prestam atenção as nossas convenções so­ ciais. Metem o nariz onde não são convidados, pulam para cima do sofá, devoram alegremente a comida que cai da mesa. Os cachorros raramente se refreiam quando querem fazer alguma coisa. Eles não compartilham conosco as nossas inibições. Suas emoções estão ã flor da pele e eles as manifestam sempre que as sentem,


                     (Adaptado de Matt Weistein e Luke Barber. Cão que late não morde. Trad. de Cristina Cupertino. S.Paulo: Francis, 2005. p 250)


A substituição do elemento grifado pelo pronome corres­pondente, com os necessários ajustes, foi realizada corretamente em:
Alternativas
Q376670 Português
       “Se os cachorros correm livremente, por que eu não posso fazer isso também?”, pergunta Bob Dylan em “New Morning” . Bob Dylan verbaliza um anseio sentido por todos nós, humanos supersocializados: o anseio de nos livrarmos de todos os constrangimentos artificiais decorrentes do fato de vivermos em uma sociedade civilizada em que às vezes nos sentimos presos a uma correia. Um conjunto cultural de regras tácitas e inibições está sempre governando as nossas interações coti­dianas com os outros.
       Uma das razões pelas quais os cachorros nos atraem é o fato de eles serem tão desinibidos e livres. Parece que eles jogam com as suas próprias regras, com a sua própria lógica interna. Eles vivem em um universo paralelo e diferente do nosso - um universo que lhes concede liberdade de espírito e paixão pela vida enormemente atraentes para nós. Um cachorro latindo ao vento ou uivando durante a noite faz agitar-se dentro de nós alguma coisa que também quer se expressar.
       Os cachorros são uma constante fonte de diversão para nós porque não prestam atenção as nossas convenções so­ ciais. Metem o nariz onde não são convidados, pulam para cima do sofá, devoram alegremente a comida que cai da mesa. Os cachorros raramente se refreiam quando querem fazer alguma coisa. Eles não compartilham conosco as nossas inibições. Suas emoções estão ã flor da pele e eles as manifestam sempre que as sentem,


                     (Adaptado de Matt Weistein e Luke Barber. Cão que late não morde. Trad. de Cristina Cupertino. S.Paulo: Francis, 2005. p 250)


Um conjunto cultural de regras tácitas e inibições está sempre governando as nossas interações cotidianas com os outros.

A expressão que sintetiza o sentido da frase acima transcrita é:
Alternativas
Respostas
6241: C
6242: D
6243: A
6244: D
6245: C
6246: E
6247: B
6248: C
6249: C
6250: E
6251: B
6252: A
6253: A
6254: A
6255: D
6256: D
6257: C
6258: E
6259: B
6260: E