Questões Militares Sobre interpretação de textos em português

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Q2212809 Português
Leia a tirinha que faz referências à fábula A Cigarra e a Formiga.
Imagem associada para resolução da questão

(Fernando Gonsales, Folha de S.Paulo, 09.08.2012. Adaptado)
Interpretando a tirinha, é correto concluir que
Alternativas
Q2212805 Português
Leia o poema de Carlos Drummond de Andrade, publicado no livro Alguma Poesia, para responder à questão.

Balada do Amor através das Idades


Eu te gosto, você me gosta
desde tempos imemoriais.
Eu era grego, você troiana,
troiana mas não Helena.
Saí do cavalo de pau
para matar seu irmão.
Matei, brigamos, morremos.
Virei soldado romano,
perseguidor de cristãos.
Na porta da catacumba
encontrei-te novamente.
Mas quando vi você nua
caída na areia do circo
e o leão que vinha vindo,
dei um pulo desesperado
e o leão comeu nós dois.
Depois fui pirata mouro,
flagelo da Tripolitânia.
Toquei fogo na fragata
onde você se escondia
da fúria de meu bergantim.
Mas quando ia te pegar
e te fazer minha escrava,
você fez o sinal-da-cruz
e rasgou o peito a punhal...
Me suicidei também.
Depois (tempos mais amenos)
fui cortesão de Versailles,
espirituoso e devasso.
Você cismou de ser freira...
Pulei muro de convento
mas complicações políticas
nos levaram à guilhotina.
Hoje sou moço moderno,
remo, pulo, danço, boxo,
tenho dinheiro no banco.
Você é uma loura notável,
boxa, dança, pula, rema.
Seu pai é que não faz gosto.
Mas depois de mil peripécias,
eu, herói da Paramount*,
te abraço, beijo e casamos.

*Importante estúdio de cinema

(Carlos Drummond de Andrade. Alguma Poesia.
Rio de Janeiro: Record, 2007
Assinale a afirmação correta sobre a construção estética do poema.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: PM-SC Órgão: PM-SC Prova: PM-SC - 2013 - PM-SC - Cabo da Polícia Militar |
Q2025762 Português
Assinale a alternativa CORRETA:
POLÍCIA. Definição: É uma função do Estado que se concretisa numa instituição de administração positiva e visa pôr em ação as limitações que a lei impõe à liberdade dos indivíduos e dos grupos para salvaguarda e manutenção da ordem pública, em suas várias manifestações: da segurança das pessoas à segurança da propriedade, da tranquilidade dos agregados humanos à proteção de qualquer outro bem tutelado com disposições penais.
(BOBBIO, Norberto. Dicionário de política. Ed. UNB: 2000, p. 944, com alterações)
I - A expressão visa pôr, segundo o Novo Acordo Ortográfico, deveria ser grafada da seguinte forma: visa por. II- Todas as ocorrências de crase estão corretamente grafadas. III- As palavras concretisa e tranquilidade estão escritas corretamente, de acordo com o Novo Acordo Ortográfico. IV- Tutelado significa protegido. 
Alternativas
Q1664091 Português
Em uma roda de amigos, todos possuem telefones celulares. Um dos amigos tira uma foto com seu celular. Imediatamente os celulares são conectados para obterem a foto por meio de uma tecnologia sem fio usada para conectar dispositivos em distâncias menores que 9 metros.
Qual foi a tecnologia sem fio utilizada?
Alternativas
Q1664090 Português
Pedro e Gerson são funcionários de uma empresa de transportes. Devido à atividade da empresa, os dois não têm horário fixo de trabalho e, dependendo da demanda, podem até mesmo trabalhar de madrugada. Diante desse cenário, os dois hoje são alunos de Educação a Distância: um cursa Bacharelado em Administração e outro Bacharelado em Ciências Contábeis.
Pensando na situação de Pedro e Gerson, quais são as tecnologias que juntas podem propiciar o ensino a eles e às demais pessoas que não têm disponibilidade de horário para frequentar uma faculdade presencial?
Alternativas
Q1664089 Português
    “Eu admito a literatura claramente participante. Se não faço isso é porque não é do meu temperamento. A gente só pode fazer bem as coisas que sente realmente. Os meus livros não se preocupam com os fatos em si, mas com a repercussão deles nos indivíduos. Isso tem muita importância para mim. É o que faço. Acho que, sob esse ponto de vista, eu também faço livros comprometidos com o homem e a realidade do homem, porque realidade não é fenômeno puramente externo”.

LISPECTOR, Clarice. Entrevista retirada do livro O primeiro beijo e outros contos – antologia. São Paulo:Ática, 1996. p. 5.

O trecho “era uma galinha de domingo. Ainda estava viva porque não passava das nove horas da manhã. Parecia calma. Desde sábado encolhera-se num canto da cozinha. Mesmo quando a escolheram, apalpando sua intimidade com indiferença, não souberam dizer se era gorda ou magra. Nunca se adivinharia nela um anseio” refere-se ao conto “Uma galinha”, de Clarice Lispector, retirado do livro O primeiro beijo e outros contos, publicado pela editora Ática, de São Paulo, em 1996. 


Em relação a esse conto, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q1664088 Português
    “Eu admito a literatura claramente participante. Se não faço isso é porque não é do meu temperamento. A gente só pode fazer bem as coisas que sente realmente. Os meus livros não se preocupam com os fatos em si, mas com a repercussão deles nos indivíduos. Isso tem muita importância para mim. É o que faço. Acho que, sob esse ponto de vista, eu também faço livros comprometidos com o homem e a realidade do homem, porque realidade não é fenômeno puramente externo”.

LISPECTOR, Clarice. Entrevista retirada do livro O primeiro beijo e outros contos – antologia. São Paulo:Ática, 1996. p. 5.
Clarice Lispector produziu uma obra de cunho intimista e foi a responsável pela renovação da literatura brasileira, principalmente no conto. Sua obra coloca no centro do processo de escrita o ser humano e suas cogitações interiores. Nessa perspectiva, o conto “O primeiro beijo” apresenta uma técnica narrativa chamada flashback, que consiste numa volta ao passado, por meio de uma digressão, para narrar um fato acontecido. Indique em qual das alternativas abaixo se estabelece a dissidência entre o tempo presente e o tempo passado:
Alternativas
Q1664087 Português
“A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros
Vinha da boca do povo na língua errada do povo
Língua certa do povo
Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil
Ao passo que nós
O que fazemos
É macaquear
A sintaxe lusíada...”

BANDEIRA, Manuel. Evocação do Recife. Disponível em: https://www.jornaldepoesia.jor.br/manuelbandeira03.html. 
Manuel Bandeira é um poeta que consolidou na literatura brasileira o verso livre, a liberdade criadora, a linguagem coloquial, a irreverência, junto a uma capacidade de produzir poesias com base em coisas simples da vida. A crítica social e a reflexão filosófica é uma constante nos seus poemas, indicando a diversidade cultural do Brasil a partir de temas do cotidiano. Com base no trecho do poema acima citado, indique a alternativa correta:
Alternativas
Q1664086 Português
A questão é baseada no trecho a seguir:

    “[...] Sem alegria nem cuidado, nosso pai encalcou o chapéu e decidiu um adeus para a gente. Nem falou outras palavras, não pegou matula e trouxa, não fez a alguma recomendação. Nossa mãe, a gente achou que ela ia esbravejar, mas persistiu somente alva de pálida, mascou o beiço e bramou: - ‘Ce vai, ocê fique, você nunca volte!’. Nosso pai suspendeu a resposta. Espiou manso para mim, me acenando de vir também, por uns passos. Temi a ira de nossa mãe, mas obedeci, de vez de jeito. O rumo daquilo me animava, chega que um propósito perguntei: ‘-Pai, o senhor me leva junto, nessa sua canoa?’. Ele só retornou o olhar em mim, e me botou a bênção, com gesto me mandando para trás. Fiz que vim, mas ainda virei, na grota do mato, para saber. Nosso pai entrou na canoa e desamarrou, pelo remar. E a canoa saiu se indo – a sombra dela por igual, feito um jacaré, comprida longa [...]”.

ROSA, João Guimarães. Primeiras estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. p.80.
Primeiras estórias é uma coletânea de contos de João Guimarães Rosa que traz marcas de oralidade, demonstrando a relação do autor com o povo do interior brasileiro, atribuindo à narrativa uma contribuição popular que a torna regional. No conto “A terceira margem do rio”, a linguagem rosiana está coordenada por fórmulas que se ouve na boca do povo, criando uma arte original com as palavras. São ditos populares e construções às vezes inventadas que habitam a fala de pessoas de poucas letras e que se concretizam por meio das personagens que o autor criou.
Identifique em qual das alternativas abaixo os dois trechos citados trazem marcas de oralidade no discurso direto:
Alternativas
Q1664085 Português
A questão é baseada no trecho a seguir:

    “[...] Sem alegria nem cuidado, nosso pai encalcou o chapéu e decidiu um adeus para a gente. Nem falou outras palavras, não pegou matula e trouxa, não fez a alguma recomendação. Nossa mãe, a gente achou que ela ia esbravejar, mas persistiu somente alva de pálida, mascou o beiço e bramou: - ‘Ce vai, ocê fique, você nunca volte!’. Nosso pai suspendeu a resposta. Espiou manso para mim, me acenando de vir também, por uns passos. Temi a ira de nossa mãe, mas obedeci, de vez de jeito. O rumo daquilo me animava, chega que um propósito perguntei: ‘-Pai, o senhor me leva junto, nessa sua canoa?’. Ele só retornou o olhar em mim, e me botou a bênção, com gesto me mandando para trás. Fiz que vim, mas ainda virei, na grota do mato, para saber. Nosso pai entrou na canoa e desamarrou, pelo remar. E a canoa saiu se indo – a sombra dela por igual, feito um jacaré, comprida longa [...]”.

ROSA, João Guimarães. Primeiras estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. p.80.
Em Primeiras estórias, João Guimarães Rosa constrói os seus contos em uma região não especificada, porém identificável, devido à semelhança de acontecimentos inerentes à sua infância e juventude. Há presença de elementos típicos do interior do Brasil, tais como: bichos, plantas, costumes e hábitos, misteres e fainas, descritos de forma minuciosa. Têm lugar também na narrativa dos contos os altos morros, vastos horizontes, amplos rios margeados de brejos, campos extensos de pastoreios e lavouras, em fazendas enormes cheia de animais e superstições.
Identifique, abaixo, a alternativa cujos contos fazem parte de Primeiras estórias.
Alternativas
Q1664084 Português
A questão é baseada no trecho a seguir:

    “[...] Sem alegria nem cuidado, nosso pai encalcou o chapéu e decidiu um adeus para a gente. Nem falou outras palavras, não pegou matula e trouxa, não fez a alguma recomendação. Nossa mãe, a gente achou que ela ia esbravejar, mas persistiu somente alva de pálida, mascou o beiço e bramou: - ‘Ce vai, ocê fique, você nunca volte!’. Nosso pai suspendeu a resposta. Espiou manso para mim, me acenando de vir também, por uns passos. Temi a ira de nossa mãe, mas obedeci, de vez de jeito. O rumo daquilo me animava, chega que um propósito perguntei: ‘-Pai, o senhor me leva junto, nessa sua canoa?’. Ele só retornou o olhar em mim, e me botou a bênção, com gesto me mandando para trás. Fiz que vim, mas ainda virei, na grota do mato, para saber. Nosso pai entrou na canoa e desamarrou, pelo remar. E a canoa saiu se indo – a sombra dela por igual, feito um jacaré, comprida longa [...]”.

ROSA, João Guimarães. Primeiras estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. p.80.
O texto, extraído do conto “A terceira margem do rio”, do livro Primeiras estórias, de Guimarães Rosa, revela que a representação social é uma grande articuladora no interior de uma narrativa, transformando-se em um critério para se discutir a sociedade em um país de grande diversidade cultural, como é o caso do Brasil.
A propósito das obras de João Guimarães Rosa, cujo regionalismo se apresenta de forma bastante acentuada, afirma-se que:
Alternativas
Q1664083 Português
    “Chaplin, em sua defesa do cinema mudo, exprimia o temor de que a palavra aumentasse essa terrível passividade que é sua permanente adequação à civilização de massas. A música o salva porque, através dela, fica depois do filme esse sentimento de ‘mistério’ com o qual podemos dialogar: sempre recordamos o encanto e a pena de Luzes da ribalta através de sua música. Essa é uma grande vitória artística de Chaplin. Dizemos normalmente que a melhor música de cinema é aquela que nos ajuda a criar um espaço mágico, porém sem chamar em demasia a nossa atenção. Ouvi-la como ‘fundo’ ajuda a intensidade da visão”.

SOPEÑA, Frederico. Música e literatura. São Paulo: Nerman, 1989. p.157.
O texto acima é um ponto de partida para compreensão do cinema como uma arte que articula o teatro, a música, a dança e diversas outras artes visuais. Nessa perspectiva, o cinema se tornou um bem cultural que atinge as massas de uma forma avassaladora, movendo uma gigantesca indústria cultural em todo mundo. É, portanto, correto afirmar que:
Alternativas
Q1664081 Português

A BARATA E OS FILHOS


    A barata saiu debaixo de umas pedras com os filhos e disse-lhes, enquanto eles ainda pequenos estavam ao sol:

    - Passeai, flores! Passeai, flores!

    Daqui vem o ditado: “Quem o feio ama, bonito lhe parece”.


GÓES, Lúcia Pimentel. Lendas portuguesas. São Paulo: Prumo, 2009. p. 23.

Considerando a lenda como um gênero textual e a tipologia do texto A barata e os filhos, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1664080 Português

A BARATA E OS FILHOS


    A barata saiu debaixo de umas pedras com os filhos e disse-lhes, enquanto eles ainda pequenos estavam ao sol:

    - Passeai, flores! Passeai, flores!

    Daqui vem o ditado: “Quem o feio ama, bonito lhe parece”.


GÓES, Lúcia Pimentel. Lendas portuguesas. São Paulo: Prumo, 2009. p. 23.

Levando-se em consideração que a coerência textual é o mecanismo que permite a ligação entre as diversas partes do texto, criando uma unidade de sentido e a possibilidade de se interpretar aquilo que se lê, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q1664079 Português
INTRODUÇÃO
 
  Há muito tempo, o Brasil pertencia a Portugal. Naquela época, os países europeus mais ricos conquistavam colônias para plantar, criar gado e procurar ouro.
    Quem fazia todo esse trabalho eram os escravos. Por isso, o Brasil recebeu muitos homens e mulheres que foram capturados em diversos lugares da África e escravizados. Eles eram bantos, iorubás, jejês, minas, malês, entre outros.
    Todos esses povos tinham sociedades bem organizadas, culturas ricas, tradições bonitas. No entanto, muitos não tinham escrita. Por isso, a história de seus povos, os segredos da sua religião, os modos de fazer as coisas eram contados pelos mais velhos para os mais novos.
    Os africanos que vieram para o Brasil lembravam-se de muitas dessas histórias. Então eles contaram para os filhos como o seu povo tinha surgido: falaram de seus deuses, de seus mistérios, de sua sabedoria. Voltaram a cultuar seus orixás, inquices, voduns. E as velhas lendas continuaram a ser narradas.
    As seis histórias deste livro são uma amostra da sabedoria que o Brasil recebeu da África. Elas falam da criação do mundo e de alguns deuses afrobrasileiros.

LODY, Raul. Seis pequenos contos africanos sobre a criação do mundo e do homem. 2. ed. Rio de Janeiro: Pallas, 2011. p. 5.
Levando em conta o texto acima, podemos dizer que esse texto:
Alternativas
Q1664078 Português
NÚMEROS
    711 genes são afetados quando se dorme menos de seis horas por noite durante vários dias, segundo um estudo de cientistas ingleses da Universidade de Surrey, publicado na revista científica PNAS. Já se sabia que a falta de sono estava relacionada a problemas de saúde, como a obesidade. Mas é a primeira vez que se descreve o impacto da privação de sono sobre os genes.
    444 desses genes tiveram a atividade reduzida, enquanto 267 ficaram mais ativos do que o normal. Todos estão relacionados à regulação do metabolismo, das funções cardíacas e do sistema imunológico.
    3,5 vezes maior é o risco de sofrer um AVC para pessoas que dormem menos de seis horas por noite, comparado àquelas que dormem oito. Já a probabilidade de desenvolver doenças cardíacas aumenta 45% quando se dorme cinco horas ou menos frequentemente.

Conversa com Fabiana Nogueira. Revista Veja, Seção Panorama, edição 2311, ano 46, n. 10, 06/03/13.
Considerando a estrutura composicional do texto, infere-se que os números são recursos verbais utilizados com a finalidade de:
Alternativas
Q1664077 Português
A questão toma como base o texto abaixo:

A HORA DOS TABLETS
    Eles são a bola da vez da informática. Saiba tudo sobre o gadget do momento e descubra como fazer a compra certa.
    Tablet é o eletrônico do momento, coqueluche que leva muita gente a encarar filas para botar as mãos na novidade desta ou daquela fabricante. Entretanto, eles já existem há um bom tempo: desde dispositivos para desenho com o uso de canetas a sistemas auxiliares para desktops, eles estão no mercado há pelo menos uma década.
    Atualmente, um tablet é um misto de computador portátil, telefone celular e aparelho multimídia. Se ele é capaz de substituir de vez todos estes equipamentos? A resposta definitiva ainda não existe, e sempre dependerá de suas necessidades específicas.
    E seja por razões práticas ou pelo gosto por novidades, vamos ajudá-lo a escolher o melhor equipamento para você.

COSMAN, Fábio. Windows: a revista oficial. São Paulo, Digerati, edição 41, p.30, abril 2011.
O texto possibilita o entendimento de que:
I. As expressões “bola da vez”, “gadget do momento” e “coqueluche” são variedades linguísticas que caracterizam o tempo de alta comercialização de tablets no mercado de eletrônicos. II. Atualmente, o tablet é capaz de substituir o computador portátil, o telefone celular e o aparelho multimídia. III. O verbo “haver”, usado no singular nas expressões linguísticas “há um bom tempo” e “há pelo menos uma década”, informa o tempo decorrido do aparecimento do equipamento no mercado de eletrônicos. IV. A conjunção adversativa “entretanto”, usada no texto, retoma a tese inicial de que a “hora” é dos tablets.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1664076 Português
A questão toma como base o texto abaixo:

A HORA DOS TABLETS
    Eles são a bola da vez da informática. Saiba tudo sobre o gadget do momento e descubra como fazer a compra certa.
    Tablet é o eletrônico do momento, coqueluche que leva muita gente a encarar filas para botar as mãos na novidade desta ou daquela fabricante. Entretanto, eles já existem há um bom tempo: desde dispositivos para desenho com o uso de canetas a sistemas auxiliares para desktops, eles estão no mercado há pelo menos uma década.
    Atualmente, um tablet é um misto de computador portátil, telefone celular e aparelho multimídia. Se ele é capaz de substituir de vez todos estes equipamentos? A resposta definitiva ainda não existe, e sempre dependerá de suas necessidades específicas.
    E seja por razões práticas ou pelo gosto por novidades, vamos ajudá-lo a escolher o melhor equipamento para você.

COSMAN, Fábio. Windows: a revista oficial. São Paulo, Digerati, edição 41, p.30, abril 2011.
O texto manifesta uma opinião e defende o ponto de vista de que:
Alternativas
Q1664075 Português

Imagem associada para resolução da questão

Windows: a revista oficial. São Paulo, Digerati, edição 41, p. 98, abril 2011.


Considerando a mobilização de recursos linguísticos da linguagem verbal e da não verbal, as duas charges fazem representações de caráter pictório e caricatural em que satirizam:

Alternativas
Q1664074 Português

Imagem associada para resolução da questão


O autor do texto utiliza recursos expressivos das linguagens verbal e não verbal para satirizar um problema
gerado pelo avanço das tecnologias da informação e comunicação, fazendo uma crítica que aponta para

Alternativas
Respostas
5601: C
5602: A
5603: C
5604: D
5605: A
5606: C
5607: B
5608: A
5609: E
5610: D
5611: B
5612: A
5613: C
5614: A
5615: B
5616: B
5617: A
5618: E
5619: E
5620: B