Questões Militares Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 7.664 questões

Q2045415 Português
Ao longo desta prova, você leu vários textos que, de modos diferentes, apresentam uma mesma ideia presente em todos os trechos destacados abaixo, exceto em um. Releia as frases transcritas, observe-as dentro de seus textos e aponte a única que, por si só, não indica o tema comum a todos os textos.
Alternativas
Q2045414 Português
Marque a alternativa, com base no texto V, que contenha a fala que melhor corresponde ao comportamento de uma criança retratada pela psicóloga Lílian Zolet, no texto III.
Alternativas
Q2045413 Português
“Madame” é uma palavra usada para se referir ou se dirigir a uma mulher, que pode ser adulta, casada ou solteira; dona de casa ou patroa. É também, em muitas situações, usada como um tratamento a mulheres de classe social mais alta. Entretanto, de acordo com o contexto e com a intenção discursiva do autor, um mesmo termo pode representar algo específico que integra o sentido do texto. Considerando o título “Madame não educa”, do Texto V, o que se pode inferir do uso do termo “Madame” nesse contexto?
Alternativas
Q2045412 Português
Assinale V, para as informações VERDADEIRAS, e F, para as informações FALSAS. Depois indique a alternativa que apresenta a ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo.
Diante dos fatos apresentados no Texto V, pode-se concluir que
( ) a culpa de o menino fazer birra é do pipoqueiro. ( ) a culpa da falta de controle do menino é da criação da mãe. ( ) Ancelmo Gois, o jornalista que noticia o ocorrido, considera o pedido da mãe correto. ( ) A mãe pediu ajuda a Ancelmo Gois para forçar a saída do pipoqueiro da porta da escola. ( ) Ancelmo Gois fez uso da ironia para criticar a atitude da mãe do menino.
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Q2045411 Português
Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, onomatopeia é o nome que se dá para a formação de uma palavra a partir da reprodução aproximada de um som natural a ela associado. No último quadrinho do texto IV, percebemos que Armandinho está comendo por uma representação gráfica que indica isso. Em qual dos quadrinhos abaixo não ocorre esse mesmo tipo de representação, isto é, não ocorre uma onomatopeia? (Fique atento à ordem dos itens na hora de marcar a resposta no cartão.)
Alternativas
Q2045410 Português
“As crianças precisam saber que existem limites!” “Educar também é saber dizer ‘NÃO’!”
Podem-se unir essas duas falas em apenas uma única frase, sem alterar o seu sentido original, por meio do seguinte termo:
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Q2045409 Português
Na tira do Armandinho, a palavra “não” é usada em dois momentos distintos. Marque a alternativa que melhor analisa a relação entre as duas ocorrências.
Alternativas
Q2045407 Português
Em “Para Lilian Zolet, psicóloga e autora do livro Síndrome do Imperador: Entendendo a Mente das Crianças Mandonas e Autoritárias, impor limites não é simples e errar nas tentativas é comum.” (l. 5-7), o trecho tem como objetivo indicar
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Q2045406 Português
TEXTO I 

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Analise o foco narrativo dos textos I e II e marque a alternativa correta.
Alternativas
Q2045404 Português
“Como esse rei era de história, era um rei muito bonzinho, muito justo...” (l. 6)
A expressão destacada revela uma consideração do narrador sobre os reis das histórias tradicionais de ficção. O que se pode deduzir dessa referência implícita no texto?
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Q2045403 Português
O diminutivo “-inho”, que, em regra, expressa ideia de carinho, afetividade, pode indicar, também, além da diminuição do tamanho, intensidade maior ou menor de uma qualidade, isto é, pode indicar, por exemplo, a depreciação de um ser, “pode traduzir o nosso desprezo, a nossa crítica, o nosso pouco caso para certos objetos ou pessoas” 1 . No texto II, há várias palavras usadas com o diminutivo. Marque, dentre as opções abaixo, aquela que traz a interpretação adequada da ideia representada. 
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Q2045402 Português
As histórias transmitem mensagens que, muitas vezes, podem trazer ensinamentos para a nossa vida. Uma lição que se depreende do desfecho do conto da princesa Arabela está presente no seguinte ditado popular:
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Q2045401 Português
No trecho, “– Ei, você é o meu presente, tem que brincar comigo! – gritou Arabela, impaciente.” (l. 29-30), Arabela mostra-se autoritária. A opção que pode substituir o que está sublinhado acima, mantendo o mesmo tom autoritário expresso pela princesa é
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Q2045400 Português
“– Mamãe! Você chegou bem na hora! E trouxe meu presente com você! – Sim, filhinha – Elefante respondeu. – E é justamente o que você sempre quis: uma princesinha de verdade!” (l. 43-45)
Como ocorre em muitas histórias infantis, o final é inesperado. Observando o trecho destacado acima, percebe-se que 
Alternativas
Q2045398 Português
“– Eu já tenho tudo isso! – exclamou a princesa.” (l. 14) A palavra sublinhada indica que a princesa
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Q2045397 Português
Os sentidos das palavras são construídos de acordo com o contexto em que são empregadas. A troca da letra minúscula na palavra elefante pela letra maiúscula em Elefante, no decorrer do texto, expressa que 
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Q2045396 Português
A princesa Arabela pede de presente um elefante porque
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Ano: 2018 Banca: Exército Órgão: CMRJ Prova: Exército - 2018 - CMRJ - Aluno - Português |
Q2045395 Português
Imagem associada para resolução da questão

Entre o primeiro e último quadros, desenvolve-se uma concreta troca afetiva. Analisando-se os elementos não verbais, aqueles que MELHOR representam a empatia são
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Ano: 2018 Banca: Exército Órgão: CMRJ Prova: Exército - 2018 - CMRJ - Aluno - Português |
Q2045394 Português
OS REAIS MISTÉRIOS DE LEONARDO DA VINCI
Para além das conspirações, um gênio realmente incomum

    Da Vinci viveu na mesma época que Cristóvão Colombo, Maquiavel, Michelângelo, Martinho Lutero e Nostradamus. Enquanto ele pintava Mona Lisa, Pedro Álvares Cabral navegava pelo Atlântico em direção ao Brasil. Mas o que em sua vida ou suas telas deu margem a teorias conspiratórias? Leonardo era tão diferente e misterioso assim? Sua obraou sua vida permitiram que tantos anos depois tanta coisa fosse inventada sobre ele?
    A resposta é sim. Da Vinci dava sopa para o azar. E, apesar de ele ser, de certa forma, típico de seu tempo, tinha lá suas manias. Primeiro, criou sua própria linguagem em código. Quando não escrevia ao contrário, da direita para a esquerda — fazendo que sua caligrafia só fosse compreendida quando vista no espelho —, usava um tipo de taquigrafia estranhíssima, na qual usava parte de palavras ou símbolos e não letras para exprimir ideias. Prato cheio para quem enxerga conspirações em todo lugar.
    ”Seus interesses ultrapassavam o campo artístico”, afirma Christopher Witcombe, professor do departamento de História da Arte da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos. Ele especulou pela anatomia, biologia, física e engenharia. Leonardo amava sua arte e acreditava que “o amor a qualquer coisa é produto do conhecimento, sendo o amor mais ardente quanto mais seguro é o conhecimento”, conforme escreveu. Era um profundo estudioso das técnicas que, segundo sua visão, seriam complementares à sua arte. Ele dissecou corpos humanos e de animais para compreender a posição de ossos e como funcionavam músculos e tecidos. Desenvolveu e utilizou lentes para projetar imagens e melhor reproduzir seus modelos, desenvolvendo técnicas aplicáveis às suas obras, como os planos de perspectiva, ponto de fuga etc. Estudou a química das substâncias para desenvolver suas próprias tintas, especulou sobre a matemática e a filosofia. Da Vinci foi um cientistaartista tão fascinado pelos mistérios do Universo e pelos enigmas do corpo humano quanto pelas possibilidades de aplicar esses conhecimentos em suas obras.

(Disponível em: <>. Acesso em: 27 jul. 2018.)
Se compararmos o amor de Leonardo da Vinci, apresentado no Texto VII, com o amor segundo Padre António Vieira (Texto IV), podemos perceber uma relação de
Alternativas
Ano: 2018 Banca: Exército Órgão: CMRJ Prova: Exército - 2018 - CMRJ - Aluno - Português |
Q2045393 Português
OS REAIS MISTÉRIOS DE LEONARDO DA VINCI
Para além das conspirações, um gênio realmente incomum

    Da Vinci viveu na mesma época que Cristóvão Colombo, Maquiavel, Michelângelo, Martinho Lutero e Nostradamus. Enquanto ele pintava Mona Lisa, Pedro Álvares Cabral navegava pelo Atlântico em direção ao Brasil. Mas o que em sua vida ou suas telas deu margem a teorias conspiratórias? Leonardo era tão diferente e misterioso assim? Sua obraou sua vida permitiram que tantos anos depois tanta coisa fosse inventada sobre ele?
    A resposta é sim. Da Vinci dava sopa para o azar. E, apesar de ele ser, de certa forma, típico de seu tempo, tinha lá suas manias. Primeiro, criou sua própria linguagem em código. Quando não escrevia ao contrário, da direita para a esquerda — fazendo que sua caligrafia só fosse compreendida quando vista no espelho —, usava um tipo de taquigrafia estranhíssima, na qual usava parte de palavras ou símbolos e não letras para exprimir ideias. Prato cheio para quem enxerga conspirações em todo lugar.
    ”Seus interesses ultrapassavam o campo artístico”, afirma Christopher Witcombe, professor do departamento de História da Arte da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos. Ele especulou pela anatomia, biologia, física e engenharia. Leonardo amava sua arte e acreditava que “o amor a qualquer coisa é produto do conhecimento, sendo o amor mais ardente quanto mais seguro é o conhecimento”, conforme escreveu. Era um profundo estudioso das técnicas que, segundo sua visão, seriam complementares à sua arte. Ele dissecou corpos humanos e de animais para compreender a posição de ossos e como funcionavam músculos e tecidos. Desenvolveu e utilizou lentes para projetar imagens e melhor reproduzir seus modelos, desenvolvendo técnicas aplicáveis às suas obras, como os planos de perspectiva, ponto de fuga etc. Estudou a química das substâncias para desenvolver suas próprias tintas, especulou sobre a matemática e a filosofia. Da Vinci foi um cientistaartista tão fascinado pelos mistérios do Universo e pelos enigmas do corpo humano quanto pelas possibilidades de aplicar esses conhecimentos em suas obras.

(Disponível em: <>. Acesso em: 27 jul. 2018.)
Leonardo amava sua arte e acreditava que “o amor a qualquer coisa é produto do conhecimento, sendo o amor mais ardente quanto mais seguro é o conhecimento”, conforme escreveu. (l. 14-16)
A partir da leitura do Texto VII, pode-se inferir que o sentimento de Leonardo da Vinci pela arte era
Alternativas
Respostas
2421: D
2422: E
2423: B
2424: E
2425: C
2426: D
2427: A
2428: A
2429: E
2430: D
2431: B
2432: A
2433: E
2434: D
2435: B
2436: A
2437: A
2438: B
2439: B
2440: E