Questões Militares
Sobre interpretação de textos em português
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I. No texto II, valendo-se da personificação, o poeta humaniza a máquina; ela pratica várias ações do homem. A máquina pode fazer tudo, até o poema. II. No texto III, há uma resistência do autor. As máquinas se impõem, ditam as ações, as palavras, mas o poeta consegue romper esses limites. III. No texto I, o autor, diante da “encrenca” tecnológica, de algum modo, sente saudade do “papel carbono” e do “mimeógrafo”. IV. No texto I, o autor se mostra pouco entusiasmado com as máquinas: elas criam problemas, porque não conseguem fazer as coisas mais banais.
Estão corretas as alternativas
(CAPPARELLI, Sérgio. 33 ciberpoemas e uma fábula digital. Porto
Alegre: L&PM, 2001.)
Leia as quatro afirmações abaixo referentes ao poema “Quando”:
I. No poema, verifica-se a presença do recurso estilístico da anáfora.
II. Em “e meu coração troveja”, há personificação e o verbo indica fenômeno da natureza.
III. No verso “meus títulos se põem maiúsculos”, vê-se que o sentido é conotativo.
IV. Em “quando você me conecta, me clica”, há dez sílabas
poéticas.
Estão corretas as afirmações
(RICARDO, Cassiano. Jeremias sem-chorar. Rio de Janeiro: José
Olympio, 1964.)
I. O texto pode ser dividido em duas partes: a primeira representa dúvidas do homem moderno em relação a si mesmo. A segunda, a sua impotência para respondê-las, que o leva a um comportamento subalterno marcado pela ladainha em louvor à máquina. II. A máquina é criticamente equiparada a um deus, já que é capaz de fazer tudo para e pelo homem, e, dessa forma, é reverenciada através de uma oração, como se fosse uma divindade. III. O texto é marcado por uma contraposição entre homem e máquina, tendo esta a supremacia sobre aquele, tanto que o faz desprezar-se a si mesmo e a orar para ela. IV. A terceira estrofe do poema é construída por meio de uma gradação que representa as atividades humanas substituídas pela máquina, desde as mais simples até as mais apuradas.
Estão corretas as afirmativas
(RICARDO, Cassiano. Jeremias sem-chorar. Rio de Janeiro: José
Olympio, 1964.)
TEXTO I

TEXTO I

TEXTO I

TEXTO I

TEXTO I

TEXTO I

TEXTO I

Observe as comunicações expressas abaixo:

I. O retrato da família brasileira mudou significativamente nos últimos cinquenta anos. No geral, as famílias são menores, as pessoas alcançam idades mais avançadas, a proporção de mulheres sozinhas cuidando de filhos não é mais fato isolado, da mesma forma que aumenta o número de pessoas que optam por morar sozinhas e nem sempre são provenientes de segmentos com elevados níveis de renda.
II. As mudanças na configuração da população brasileira, destacando-se, as que se colocam no perfil das famílias e na longevidade das pessoas, acentua a centralidade da família e dos idosos nas políticas sociais, com a construção, ainda que tardia, de sistemas de proteção sólidos para as gerações futuras.
Com base nas Ilustrações e assertivas apresentadas e de
acordo com Gelinski e Moser (2015), em Familismo,
Direitos e Cidadania: contradições da Política Social”,
marque a opção correta.
[... ]
Estou, estou na moda.
É doce andar na moda, ainda que a moda
Seja negar minha identidade,
Trocá-la por mil, açambarcando
Todas as marcas registradas,
Todos os logotipos do mercado.
Com que inocência demito-me de ser
Eu que antes era e me sabia
Tão diverso de outros, tão mim mesmo,
Ser pensante sentinte e solidário
Com outros seres diversos e conscientes
De sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio
Ora vulgar ora bizarro.
Em língua nacional ou em qualquer língua
(Qualquer principalmente.)
[...]
ANDRADE, Carlos Drummond de. Eu, Etiqueta. In: Corpo. São Paulo: Record, 1984 (adaptado).
O fragmento do poema de Carlos Drummond de Andrade acima retrata um tema analisado na obra “Vida para Consumo: a transformação das pessoas em mercadoria”, de Zygmund Bauman, o qual é definido como:
“Você me desama E depois reclama Quando os seus desejos Já bem cansados Desagradam os meus Não posso mais alimentar A esse amor tão louco Que sufoco! Eu sei que tenho mil razões até para deixar De lhe amar”
Há, nos versos acima, uma hipérbole
Considerando a afirmação vistam-se como os campos, proferida pelo mestre aos seus discípulos, pode-se afirmar que




