Questões Militares Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3963180 Português

Oziel Mabundo Quibuila



    Oziel Mabundo Quibuila nasceu no Luongo, bairro do município de Catumbela, província de Benguela, em Angola. Não era herdeiro, nem membro da administração pública, apenas um menino cheio de vida e de sonhos, descendentes de agricultores e artesãos. Um dia, uma ideia começou a brincar em sua cabeça. Mal sabia ele que viraria coisa séria no futuro.


    Estava brincando com seu amigo Daniel e meninos do bairro, com a bola que ganhara de presente de seu tio, Bakari Ombela Quibuila, que morava na capital. Não era muito bom em futebol. Tinha mania de construir. E uma vez ou outra era flagrado sozinho, absorto em seu mundo, brincando de qualquer coisa que ninguém compreendia.


    Numa dessas vezes, Daniel notou que Oziel brincava de amontoar pedras e as amontoava de um jeito tão especial, que parecia familiar:


    - O que é isso, Ozi?


    Ele não respondeu. O amigo parou um instante e observou com mais cuidado. Então, olhou para Oziel e disse:


    - Parece a Ponte 4 de Abril.


    Em um natal, sem ninguém esperar, a família de Oziel recebeu a visita de Bakari Ombela. Ele falou sobre o curso de habilitação que fez para a Marinha Mercante e sobre como estava começando a se tornar bem-sucedido no ramo, trabalhando com suporte e salvatagem a navios e plataformas offshore. Eles conversaram e celebraram, inclusive Oziel, que se divertiu muito com as brincadeiras e presentes do tio


    (…).



Disponível em <https://folhadabaixada.com.br/noticia/2209/oziel-mabundo-quibuila>.. Acesso em 12/01/2026.

Lendo atentamente o texto, pode-se concluir que se trata de:
Alternativas
Q3898359 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Considere os trechos a seguir:

•  Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica... (1º parágrafo)
•  Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível... (4º parágrafo)


É correto afirmar que as expressões destacadas foram empregadas para
Alternativas
Q3898358 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3898357 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Em relação às earworms, é correto afirmar que o autor
Alternativas
Q3872803 Português
Considere a seguinte sequência dos fatos:

O paciente disse que correu como um cavalo para não perder a consulta.
O cardiologista pediu para ele entrar para dentro do consultório e ficar calmo.
O paciente ficou uma fera, pois estava com pressa.
No final, o cardiologista pediu-lhe um caminhão de exames.

Marque a alternativa que apresenta a informação CORRETA, quanto à classificação dos termos destacados na sequência em que aparecem, à luz da Estilística.
Alternativas
Q3872801 Português
Leia atentamente os textos abaixo e, em seguida, responda à questão proposta.


Texto I


Inovações na Saúde Digital: Telemedicina e Suas Aplicações Futuras


A telemedicina está revolucionando a maneira como os cuidados de saúde são prestados em todo o mundo. Com a rápida adoção de tecnologias digitais, a medicina a distância tornou-se uma solução viável e eficiente, especialmente durante a pandemia de COVID-19, quando o distanciamento social e a sobrecarga dos sistemas de saúde exigiram alternativas mais acessíveis e seguras.


Embora a telemedicina já existisse em uma forma rudimentar há algumas décadas, as inovações tecnológicas recentes impulsionaram seu desenvolvimento, tornando-a um dos pilares da saúde digital.


O principal benefício da telemedicina é a ampliação do acesso a serviços de saúde, especialmente em áreas remotas ou subatendidas. Pacientes que antes enfrentavam barreiras geográficas ou econômicas agora podem acessar consultas médicas, diagnósticos e tratamentos sem sair de casa. Além disso, a telemedicina permite um acompanhamento mais contínuo de condições crônicas, oferecendo maior conveniência e controle sobre os cuidados com a saúde.


No entanto, as inovações tecnológicas estão elevando o potencial da telemedicina para um novo patamar. Ferramentas de inteligência artificial (IA) estão sendo integradas para auxiliar médicos no diagnóstico de doenças, oferecendo análises rápidas e precisas com base em grandes volumes de dados clínicos.


Além disso, os dispositivos de monitoramento remoto, como sensores de saúde vestíveis e aplicativos de smartphone, permitem o acompanhamento em tempo real dos sinais vitais e condições de saúde dos pacientes, criando um ambiente de cuidados mais proativo e personalizado.


A realidade virtual (VR) e a realidade aumentada (AR) também estão começando a desempenhar um papel significativo no treinamento médico e na simulação de cirurgias a distância.


Com essas ferramentas, estudantes de medicina podem aprender técnicas complexas de forma interativa e prática, enquanto cirurgiões experientes podem orientar procedimentos remotamente, auxiliando médicos em tempo real, independentemente da localização geográfica.


O futuro da telemedicina promete um cuidado ainda mais integrado e eficiente. A interoperabilidade entre diferentes plataformas de saúde, a segurança dos dados e a evolução da regulamentação são desafios importantes, mas as inovações continuam a abrir caminhos para um sistema de saúde mais inclusivo e centrado no paciente. 


Para os jovens acadêmicos, essa é uma área de crescente relevância, oferecendo novas oportunidades de aprendizado e desenvolvimento profissional, além de um impacto positivo direto na sociedade.


[...]


CENTRO UNIVERSITÁRIO CENTRAL PAULISTA. Inovações na Saúde Digital: Telemedicina e Suas Aplicações Futuras. (Texto adaptado) 14 de fev. 2025. Disponível em: https://www.unicep.edu.br. Acesso em: 5 de nov. de 2025.



Texto II


O Saúde Online IPSM é um Serviço de Telessaúde pensado para facilitar o acesso dos nossos beneficiários à saúde. O objetivo é acompanhar você em qualquer lugar, ofertando um serviço de atendimento de urgência ou com especialista, a qualquer hora, em todo o território nacional, de maneira simples e segura.


Tenha uma equipe médica à sua disposição diretamente no seu celular. Com o Saúde Online IPSM, falar com um médico nunca foi tão fácil! E o melhor: o atendimento imediato é 24 horas por dia.


Ao sinal da sua primeira queixa ou dúvida de saúde, seja no horário e dia que for, você pode contar com o acolhimento de forma imediata e segura.


Com a solução, você vai poder conversar virtualmente com médicos ou outros profissionais de saúde e aproveitar benefícios importantes, como: evitar filas e aglomerações em pronto atendimento, realizar teleconsultas de qualquer lugar do país e ter acesso a especialidades médicas de maneira mais rápida.


INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES MILITARES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Saúde 24 horas (Texto adaptado). Disponível em: https://www.ipsm.saude24h.com.br/. Acesso em: 5 de nov. de 2025.
Sobre o texto II, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3872800 Português
Leia atentamente os textos abaixo e, em seguida, responda à questão proposta.


Texto I


Inovações na Saúde Digital: Telemedicina e Suas Aplicações Futuras


A telemedicina está revolucionando a maneira como os cuidados de saúde são prestados em todo o mundo. Com a rápida adoção de tecnologias digitais, a medicina a distância tornou-se uma solução viável e eficiente, especialmente durante a pandemia de COVID-19, quando o distanciamento social e a sobrecarga dos sistemas de saúde exigiram alternativas mais acessíveis e seguras.


Embora a telemedicina já existisse em uma forma rudimentar há algumas décadas, as inovações tecnológicas recentes impulsionaram seu desenvolvimento, tornando-a um dos pilares da saúde digital.


O principal benefício da telemedicina é a ampliação do acesso a serviços de saúde, especialmente em áreas remotas ou subatendidas. Pacientes que antes enfrentavam barreiras geográficas ou econômicas agora podem acessar consultas médicas, diagnósticos e tratamentos sem sair de casa. Além disso, a telemedicina permite um acompanhamento mais contínuo de condições crônicas, oferecendo maior conveniência e controle sobre os cuidados com a saúde.


No entanto, as inovações tecnológicas estão elevando o potencial da telemedicina para um novo patamar. Ferramentas de inteligência artificial (IA) estão sendo integradas para auxiliar médicos no diagnóstico de doenças, oferecendo análises rápidas e precisas com base em grandes volumes de dados clínicos.


Além disso, os dispositivos de monitoramento remoto, como sensores de saúde vestíveis e aplicativos de smartphone, permitem o acompanhamento em tempo real dos sinais vitais e condições de saúde dos pacientes, criando um ambiente de cuidados mais proativo e personalizado.


A realidade virtual (VR) e a realidade aumentada (AR) também estão começando a desempenhar um papel significativo no treinamento médico e na simulação de cirurgias a distância.


Com essas ferramentas, estudantes de medicina podem aprender técnicas complexas de forma interativa e prática, enquanto cirurgiões experientes podem orientar procedimentos remotamente, auxiliando médicos em tempo real, independentemente da localização geográfica.


O futuro da telemedicina promete um cuidado ainda mais integrado e eficiente. A interoperabilidade entre diferentes plataformas de saúde, a segurança dos dados e a evolução da regulamentação são desafios importantes, mas as inovações continuam a abrir caminhos para um sistema de saúde mais inclusivo e centrado no paciente. 


Para os jovens acadêmicos, essa é uma área de crescente relevância, oferecendo novas oportunidades de aprendizado e desenvolvimento profissional, além de um impacto positivo direto na sociedade.


[...]


CENTRO UNIVERSITÁRIO CENTRAL PAULISTA. Inovações na Saúde Digital: Telemedicina e Suas Aplicações Futuras. (Texto adaptado) 14 de fev. 2025. Disponível em: https://www.unicep.edu.br. Acesso em: 5 de nov. de 2025.



Texto II


O Saúde Online IPSM é um Serviço de Telessaúde pensado para facilitar o acesso dos nossos beneficiários à saúde. O objetivo é acompanhar você em qualquer lugar, ofertando um serviço de atendimento de urgência ou com especialista, a qualquer hora, em todo o território nacional, de maneira simples e segura.


Tenha uma equipe médica à sua disposição diretamente no seu celular. Com o Saúde Online IPSM, falar com um médico nunca foi tão fácil! E o melhor: o atendimento imediato é 24 horas por dia.


Ao sinal da sua primeira queixa ou dúvida de saúde, seja no horário e dia que for, você pode contar com o acolhimento de forma imediata e segura.


Com a solução, você vai poder conversar virtualmente com médicos ou outros profissionais de saúde e aproveitar benefícios importantes, como: evitar filas e aglomerações em pronto atendimento, realizar teleconsultas de qualquer lugar do país e ter acesso a especialidades médicas de maneira mais rápida.


INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES MILITARES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Saúde 24 horas (Texto adaptado). Disponível em: https://www.ipsm.saude24h.com.br/. Acesso em: 5 de nov. de 2025.
De acordo com os textos I e II, analise as assertivas abaixo e marque V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s):

( ) O título do texto I denota uma ambiguidade de ideias entre o presente e o futuro, marcada, respectivamente, pelo que foi declarado antes e depois do sinal de dois pontos ( : ).
( ) No texto II, o emprego do pronome você cria proximidade e amplia a conexão com o leitor, como se houvesse ali um diálogo entre a instituição e o beneficiário.
( ) Existe uma relação dialógica entre os textos estabelecida por meio dos mecanismos de retomada ou projeção, sejam de palavras ou de ideias.
( ) Os textos exploram a linguagem conotativa como estratégia para expandir o sentido das palavras e tornar o texto mais expressivo.

Marque a alternativa que corresponda, na ordem de cima para baixo, à sequência CORRETA.
Alternativas
Q3872799 Português
Leia atentamente os textos abaixo e, em seguida, responda à questão proposta.


Texto I


Inovações na Saúde Digital: Telemedicina e Suas Aplicações Futuras


A telemedicina está revolucionando a maneira como os cuidados de saúde são prestados em todo o mundo. Com a rápida adoção de tecnologias digitais, a medicina a distância tornou-se uma solução viável e eficiente, especialmente durante a pandemia de COVID-19, quando o distanciamento social e a sobrecarga dos sistemas de saúde exigiram alternativas mais acessíveis e seguras.


Embora a telemedicina já existisse em uma forma rudimentar há algumas décadas, as inovações tecnológicas recentes impulsionaram seu desenvolvimento, tornando-a um dos pilares da saúde digital.


O principal benefício da telemedicina é a ampliação do acesso a serviços de saúde, especialmente em áreas remotas ou subatendidas. Pacientes que antes enfrentavam barreiras geográficas ou econômicas agora podem acessar consultas médicas, diagnósticos e tratamentos sem sair de casa. Além disso, a telemedicina permite um acompanhamento mais contínuo de condições crônicas, oferecendo maior conveniência e controle sobre os cuidados com a saúde.


No entanto, as inovações tecnológicas estão elevando o potencial da telemedicina para um novo patamar. Ferramentas de inteligência artificial (IA) estão sendo integradas para auxiliar médicos no diagnóstico de doenças, oferecendo análises rápidas e precisas com base em grandes volumes de dados clínicos.


Além disso, os dispositivos de monitoramento remoto, como sensores de saúde vestíveis e aplicativos de smartphone, permitem o acompanhamento em tempo real dos sinais vitais e condições de saúde dos pacientes, criando um ambiente de cuidados mais proativo e personalizado.


A realidade virtual (VR) e a realidade aumentada (AR) também estão começando a desempenhar um papel significativo no treinamento médico e na simulação de cirurgias a distância.


Com essas ferramentas, estudantes de medicina podem aprender técnicas complexas de forma interativa e prática, enquanto cirurgiões experientes podem orientar procedimentos remotamente, auxiliando médicos em tempo real, independentemente da localização geográfica.


O futuro da telemedicina promete um cuidado ainda mais integrado e eficiente. A interoperabilidade entre diferentes plataformas de saúde, a segurança dos dados e a evolução da regulamentação são desafios importantes, mas as inovações continuam a abrir caminhos para um sistema de saúde mais inclusivo e centrado no paciente. 


Para os jovens acadêmicos, essa é uma área de crescente relevância, oferecendo novas oportunidades de aprendizado e desenvolvimento profissional, além de um impacto positivo direto na sociedade.


[...]


CENTRO UNIVERSITÁRIO CENTRAL PAULISTA. Inovações na Saúde Digital: Telemedicina e Suas Aplicações Futuras. (Texto adaptado) 14 de fev. 2025. Disponível em: https://www.unicep.edu.br. Acesso em: 5 de nov. de 2025.



Texto II


O Saúde Online IPSM é um Serviço de Telessaúde pensado para facilitar o acesso dos nossos beneficiários à saúde. O objetivo é acompanhar você em qualquer lugar, ofertando um serviço de atendimento de urgência ou com especialista, a qualquer hora, em todo o território nacional, de maneira simples e segura.


Tenha uma equipe médica à sua disposição diretamente no seu celular. Com o Saúde Online IPSM, falar com um médico nunca foi tão fácil! E o melhor: o atendimento imediato é 24 horas por dia.


Ao sinal da sua primeira queixa ou dúvida de saúde, seja no horário e dia que for, você pode contar com o acolhimento de forma imediata e segura.


Com a solução, você vai poder conversar virtualmente com médicos ou outros profissionais de saúde e aproveitar benefícios importantes, como: evitar filas e aglomerações em pronto atendimento, realizar teleconsultas de qualquer lugar do país e ter acesso a especialidades médicas de maneira mais rápida.


INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES MILITARES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Saúde 24 horas (Texto adaptado). Disponível em: https://www.ipsm.saude24h.com.br/. Acesso em: 5 de nov. de 2025.
Após a leitura do texto I, marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: UERJ Órgão: CBM-RJ Prova: UERJ - 2026 - CBM-RJ - Oficial Combatente |
Q3872528 Português
O incêndio do Gran Circo, em Niterói, aconteceu em 17 de dezembro de 1961 e durou apenas 10 minutos. Mas deixou, segundo estimativas oficiais, 503 mortos – sete em cada dez eram crianças. “Jamais tantos brasileiros morreram em tão pouco tempo e no mesmo lugar”, afirma Mauro Ventura, jornalista e autor de um livro sobre o tema. O incêndio da Boate Kiss, em 27 de janeiro de 2013, registrou 242 vítimas fatais e o do edifício Joelma, em 1º de fevereiro de 1974, 188.
O fato gerou comoção nacional e internacional. O papa João XXIII (1881-1963) mandou rezar uma missa em homenagem às vítimas. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) doou a quantia de 1 milhão de cruzeiros. E o Santos de Pelé (1940-2022) e o Botafogo de Garrincha (1933-1983) fizeram uma partida beneficente no Maracanã.
De acordo com a historiadora Ana Maria Mauad, do Laboratório de História Oral e Imagem (LABHOI) da Universidade Federal Fluminense (UFF), “deixaram instalar um circo para mais de 500 pessoas com lona altamente inflamável e sem controle de segurança das instalações elétricas”.
Adaptado de bbc.com, 04/04/2023.



Imagem associada para resolução da questão


O incêndio do Gran Circo, em Niterói, até hoje gera debates sobre suas causas. Infelizmente, não foi um fato isolado na história do país, como demonstram os demais casos citados.
Uma consequência comum para a memória produzida por episódios como esses e uma ação para evitá-los estão indicados, respectivamente, em:  
Alternativas
Ano: 2026 Banca: UERJ Órgão: CBM-RJ Prova: UERJ - 2026 - CBM-RJ - Oficial Combatente |
Q3872461 Português
TEXTO I

POR QUE O EMPREGADO AGORA É COLABORADOR?

A estreia da segunda temporada da magnífica série “Ruptura” nos dá a oportunidade de refletir sobre o mais bem-sucedido eufemismo corporativo do nosso tempo: “colaborador”.







SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 15/01/2025.



TEXTO II

O ARQUIVO

No fim de um ano de trabalho, joão obteve uma redução de quinze por cento em seus vencimentos.
joão era moço. Aquele era seu primeiro emprego. Não se mostrou orgulhoso, embora tenha sido um dos poucos contemplados. Afinal, esforçara-se. Não tivera uma só falta ou atraso. Limitou-se a sorrir, a agradecer ao chefe.








VICTOR GIUDICE (1972) Em: MORICONI, Ítalo (org.). Os cem melhores contos brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.
A noção semântica de propósito está expressa por meio de um verbo em:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: UERJ Órgão: CBM-RJ Prova: UERJ - 2026 - CBM-RJ - Oficial Combatente |
Q3872456 Português
TEXTO I

POR QUE O EMPREGADO AGORA É COLABORADOR?

A estreia da segunda temporada da magnífica série “Ruptura” nos dá a oportunidade de refletir sobre o mais bem-sucedido eufemismo corporativo do nosso tempo: “colaborador”.







SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 15/01/2025.



TEXTO II

O ARQUIVO

No fim de um ano de trabalho, joão obteve uma redução de quinze por cento em seus vencimentos.
joão era moço. Aquele era seu primeiro emprego. Não se mostrou orgulhoso, embora tenha sido um dos poucos contemplados. Afinal, esforçara-se. Não tivera uma só falta ou atraso. Limitou-se a sorrir, a agradecer ao chefe.








VICTOR GIUDICE (1972) Em: MORICONI, Ítalo (org.). Os cem melhores contos brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.
Os adjetivos, ao determinarem o substantivo, podem expressar valores mais opinativos ou mais descritivos.
O adjetivo de natureza essencialmente descritiva está destacado em:
Alternativas
Q4375664 Português
Texto para a questão.

Sobre peixes e linguagem
Marcos Bagno

        Me ocorre frequentemente a ideia de que nós nos relacionamos com a linguagem assim como os peixes se relacionam com a água. Fora da água, o peixe não existe, toda a sua natureza, seu desenho, seu organismo, seu modo de ser estão indissociavelmente vinculados à água. Outros animais até conseguem sobreviver na água ou se adaptar a ela, como focas, pinguins, sapos e salamandras, que levam uma existência anfíbia. Mas os peixes não: ser peixe é ser na água. Com os seres humanos é a mesma coisa: não existimos fora da linguagem, não conseguimos sequer imaginar o que é não ter linguagem — nosso acesso à realidade é mediado por ela de forma tão absoluta que podemos dizer que para nós a realidade não existe, o que existe é a tradução que dela nos faz a linguagem, implantada em nós de forma tão intrínseca e essencial quanto nossas células e nosso código genético. Ser humano é ser linguagem. Mas a comparação com o peixe também pode se aplicar a uma outra dimensão da linguagem, que é a única forma como a linguagem realmente adquire existência: a dimensão textual. Abrir a boca para falar, empunhar um instrumento para grafar o que quer que seja, ativar a memória, raciocinar, sonhar, esquecer... todas essas atividades humanas só se realizam como textos. Só tem linguagem onde tem texto. No entanto, por alguma misteriosa razão, os estudos linguísticos, durante quase dois milênios, desprezaram esse caráter essencialmente textual da linguagem humana.
    
        Talvez justamente por ele ser tão íntimo e inevitável quanto respirar, algo que fazemos tão intuitivamente que nunca nos estudo da língua, na escola, à palavra solta e à frase isolada.
    
        Uma palavra solta, uma frase isolada são um peixe fora d’água. O texto é o ambiente natural para qualquer palavra, qualquer frase. Fora do texto, a palavra sufoca, a frase estrebucha e morre. E como pode o peixe vivo viver fora da água fria?

Prefácio do livro Análise de texto: fundamentos e prática, de Irandé Antunes.

"Só tem linguagem onde tem texto. No entanto, poralguma misteriosa razão, os estudos linguísticos, durante quase dois milênios, desprezaram esse caráter essencialmente textual da linguagem humana."
O conectivo realçado atribui ao contexto discursivo, em que se insere, uma relação de: 
Alternativas
Q4375650 Português
Texto para a questão.

Sobre peixes e linguagem
Marcos Bagno

        Me ocorre frequentemente a ideia de que nós nos relacionamos com a linguagem assim como os peixes se relacionam com a água. Fora da água, o peixe não existe, toda a sua natureza, seu desenho, seu organismo, seu modo de ser estão indissociavelmente vinculados à água. Outros animais até conseguem sobreviver na água ou se adaptar a ela, como focas, pinguins, sapos e salamandras, que levam uma existência anfíbia. Mas os peixes não: ser peixe é ser na água. Com os seres humanos é a mesma coisa: não existimos fora da linguagem, não conseguimos sequer imaginar o que é não ter linguagem — nosso acesso à realidade é mediado por ela de forma tão absoluta que podemos dizer que para nós a realidade não existe, o que existe é a tradução que dela nos faz a linguagem, implantada em nós de forma tão intrínseca e essencial quanto nossas células e nosso código genético. Ser humano é ser linguagem. Mas a comparação com o peixe também pode se aplicar a uma outra dimensão da linguagem, que é a única forma como a linguagem realmente adquire existência: a dimensão textual. Abrir a boca para falar, empunhar um instrumento para grafar o que quer que seja, ativar a memória, raciocinar, sonhar, esquecer... todas essas atividades humanas só se realizam como textos. Só tem linguagem onde tem texto. No entanto, por alguma misteriosa razão, os estudos linguísticos, durante quase dois milênios, desprezaram esse caráter essencialmente textual da linguagem humana.
    
        Talvez justamente por ele ser tão íntimo e inevitável quanto respirar, algo que fazemos tão intuitivamente que nunca nos estudo da língua, na escola, à palavra solta e à frase isolada.
    
        Uma palavra solta, uma frase isolada são um peixe fora d’água. O texto é o ambiente natural para qualquer palavra, qualquer frase. Fora do texto, a palavra sufoca, a frase estrebucha e morre. E como pode o peixe vivo viver fora da água fria?

Prefácio do livro Análise de texto: fundamentos e prática, de Irandé Antunes.

“[..] por ele ser tão intimo e inevitavel quanto respirar, algo que fazemos tão intuitivamente que nunca nos detemos para refletir sobre isso, é que o carater textual de toda manifestação da linguagem tenha sofrido esse soberano desprezo."

Depreende-se, acerca desse trecho, que, consoante o articulista:

Alternativas
Q4375649 Português
Texto para a questão.

Sobre peixes e linguagem
Marcos Bagno

        Me ocorre frequentemente a ideia de que nós nos relacionamos com a linguagem assim como os peixes se relacionam com a água. Fora da água, o peixe não existe, toda a sua natureza, seu desenho, seu organismo, seu modo de ser estão indissociavelmente vinculados à água. Outros animais até conseguem sobreviver na água ou se adaptar a ela, como focas, pinguins, sapos e salamandras, que levam uma existência anfíbia. Mas os peixes não: ser peixe é ser na água. Com os seres humanos é a mesma coisa: não existimos fora da linguagem, não conseguimos sequer imaginar o que é não ter linguagem — nosso acesso à realidade é mediado por ela de forma tão absoluta que podemos dizer que para nós a realidade não existe, o que existe é a tradução que dela nos faz a linguagem, implantada em nós de forma tão intrínseca e essencial quanto nossas células e nosso código genético. Ser humano é ser linguagem. Mas a comparação com o peixe também pode se aplicar a uma outra dimensão da linguagem, que é a única forma como a linguagem realmente adquire existência: a dimensão textual. Abrir a boca para falar, empunhar um instrumento para grafar o que quer que seja, ativar a memória, raciocinar, sonhar, esquecer... todas essas atividades humanas só se realizam como textos. Só tem linguagem onde tem texto. No entanto, por alguma misteriosa razão, os estudos linguísticos, durante quase dois milênios, desprezaram esse caráter essencialmente textual da linguagem humana.
    
        Talvez justamente por ele ser tão íntimo e inevitável quanto respirar, algo que fazemos tão intuitivamente que nunca nos estudo da língua, na escola, à palavra solta e à frase isolada.
    
        Uma palavra solta, uma frase isolada são um peixe fora d’água. O texto é o ambiente natural para qualquer palavra, qualquer frase. Fora do texto, a palavra sufoca, a frase estrebucha e morre. E como pode o peixe vivo viver fora da água fria?

Prefácio do livro Análise de texto: fundamentos e prática, de Irandé Antunes.

A intencionalidade discursiva do autor foi construída, predominantemente, por meio de um recurso textual balizado por:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFMT Órgão: PM-MT Prova: UFMT - 2025 - PM-MT - Oficial Complementar |
Q4202563 Português
Instrução: Leia o trecho a seguir e responda à questão.


Uma das mais convincentes explicações para as diferenças culturais entre os indígenas brasileiros e, por exemplo, os incas, é a necessidade destes de viver com uma geografia quase inóspita que os obrigava a práticas avançadas como as referentes à agricultura e à engenharia. Os indígenas brasileiros, talvez pela obtenção mais facilitada de recursos para subsistência quando chegaram os portugueses, praticavam uma agricultura menos exigente e viviam da caça e da coleta de alimentos, enquanto os incas, também devido às exigências geográficas, tinham uma agricultura mais avançada.
Em relação a recursos linguísticos presentes no trecho, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFMT Órgão: PM-MT Prova: UFMT - 2025 - PM-MT - Oficial Complementar |
Q4202562 Português
Instrução: Leia o trecho a seguir e responda à questão.


Uma das mais convincentes explicações para as diferenças culturais entre os indígenas brasileiros e, por exemplo, os incas, é a necessidade destes de viver com uma geografia quase inóspita que os obrigava a práticas avançadas como as referentes à agricultura e à engenharia. Os indígenas brasileiros, talvez pela obtenção mais facilitada de recursos para subsistência quando chegaram os portugueses, praticavam uma agricultura menos exigente e viviam da caça e da coleta de alimentos, enquanto os incas, também devido às exigências geográficas, tinham uma agricultura mais avançada.
Assinale a reescrita da segunda frase desse trecho, em que NÃO foram mantidas a coesão e a coerência, ocasionando alteração do sentido. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180906 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


[A força necessária dos princípios]


    Não vamos subestimar a força daquilo a que nos opomos. O mundo é, para todos nós, aquilo sobre o qual não temos quase nenhum controle. O senso comum e o sentido de autoproteção nos dizem para nos acomodarmos àquilo que não podemos mudar.

    Não é difícil ver como alguns de nós poderíamos ser convencidos da justiça, da necessidade das violências. Pense-se numa guerra que é formulada como série de ações militares pequenas, que irão de fato contribuir para a paz ou reforçar a segurança. Todas as violências na guerra foram justificadas como uma retaliação necessária: estamos nos defendendo, eles é que querem nos matar.

    Diante das violências em curso, alguém dotado de um princípio moral parece alguém que corre ao lado de um trem e grita: "Pare! Pare!" O trem pode ser detido? Será que outras pessoas dentro do trem vão se sentir dispostas a saltar e unir-se aos que estão fora? Talvez alguns o façam, mas não a maioria.

    Agir por princípio é um gesto político, no sentido de que não estamos fazendo isso por nós mesmos. Não fazemos isso só para agir corretamente ou para aplacara nossa consciência; muito menos porque estamos certos de que a nossa ação vai de fato alcançar o seu objetivo. Resistimos como um ato de solidariedade com todas as pessoas e comunidades que agem igualmente por algum principio moral.

    As ações comandadas por um bom princípio nos dizem que não temos de pensar se agir por princípio é adequado, ou se podemos contar com o êxito final das ações que levamos a efeito. Agir por princípio é bom em si mesmo. Os princípios nos convidam a fazer algo a respeito do pântano de contradições em que agimos moralmente. Os princípios nos convidam a ter mais rigor em nossas ações, ser intolerantes com a frouxidão moral, a contemporização, a covardia e com a fuga diante do que é perturbador. No curso da História encontram-se os grandes modelos de resistência, os feitos daqueles que, por princípio, agiram dizendo não à negação dos princípios justos. Inspiremo-nos nesses modelos.


(Adaptado de: SONTAG, Susan. Ao mesmo tempo. Trad. Rubens Figueiredo. São Paulo, Companhia das Letras, p.192-193, passim)
No contexto em que surgem as referências a trem e a pântano, deve-se reconhecer que caracterizam um recurso de
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180904 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


[A força necessária dos princípios]


    Não vamos subestimar a força daquilo a que nos opomos. O mundo é, para todos nós, aquilo sobre o qual não temos quase nenhum controle. O senso comum e o sentido de autoproteção nos dizem para nos acomodarmos àquilo que não podemos mudar.

    Não é difícil ver como alguns de nós poderíamos ser convencidos da justiça, da necessidade das violências. Pense-se numa guerra que é formulada como série de ações militares pequenas, que irão de fato contribuir para a paz ou reforçar a segurança. Todas as violências na guerra foram justificadas como uma retaliação necessária: estamos nos defendendo, eles é que querem nos matar.

    Diante das violências em curso, alguém dotado de um princípio moral parece alguém que corre ao lado de um trem e grita: "Pare! Pare!" O trem pode ser detido? Será que outras pessoas dentro do trem vão se sentir dispostas a saltar e unir-se aos que estão fora? Talvez alguns o façam, mas não a maioria.

    Agir por princípio é um gesto político, no sentido de que não estamos fazendo isso por nós mesmos. Não fazemos isso só para agir corretamente ou para aplacara nossa consciência; muito menos porque estamos certos de que a nossa ação vai de fato alcançar o seu objetivo. Resistimos como um ato de solidariedade com todas as pessoas e comunidades que agem igualmente por algum principio moral.

    As ações comandadas por um bom princípio nos dizem que não temos de pensar se agir por princípio é adequado, ou se podemos contar com o êxito final das ações que levamos a efeito. Agir por princípio é bom em si mesmo. Os princípios nos convidam a fazer algo a respeito do pântano de contradições em que agimos moralmente. Os princípios nos convidam a ter mais rigor em nossas ações, ser intolerantes com a frouxidão moral, a contemporização, a covardia e com a fuga diante do que é perturbador. No curso da História encontram-se os grandes modelos de resistência, os feitos daqueles que, por princípio, agiram dizendo não à negação dos princípios justos. Inspiremo-nos nesses modelos.


(Adaptado de: SONTAG, Susan. Ao mesmo tempo. Trad. Rubens Figueiredo. São Paulo, Companhia das Letras, p.192-193, passim)
Os princípios nos convidam a fazer algo a respeito do pântano de contradições em que agimos moralmente.

O período acima permanecerá coerente e correto caso se substituam os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180903 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


[A força necessária dos princípios]


    Não vamos subestimar a força daquilo a que nos opomos. O mundo é, para todos nós, aquilo sobre o qual não temos quase nenhum controle. O senso comum e o sentido de autoproteção nos dizem para nos acomodarmos àquilo que não podemos mudar.

    Não é difícil ver como alguns de nós poderíamos ser convencidos da justiça, da necessidade das violências. Pense-se numa guerra que é formulada como série de ações militares pequenas, que irão de fato contribuir para a paz ou reforçar a segurança. Todas as violências na guerra foram justificadas como uma retaliação necessária: estamos nos defendendo, eles é que querem nos matar.

    Diante das violências em curso, alguém dotado de um princípio moral parece alguém que corre ao lado de um trem e grita: "Pare! Pare!" O trem pode ser detido? Será que outras pessoas dentro do trem vão se sentir dispostas a saltar e unir-se aos que estão fora? Talvez alguns o façam, mas não a maioria.

    Agir por princípio é um gesto político, no sentido de que não estamos fazendo isso por nós mesmos. Não fazemos isso só para agir corretamente ou para aplacara nossa consciência; muito menos porque estamos certos de que a nossa ação vai de fato alcançar o seu objetivo. Resistimos como um ato de solidariedade com todas as pessoas e comunidades que agem igualmente por algum principio moral.

    As ações comandadas por um bom princípio nos dizem que não temos de pensar se agir por princípio é adequado, ou se podemos contar com o êxito final das ações que levamos a efeito. Agir por princípio é bom em si mesmo. Os princípios nos convidam a fazer algo a respeito do pântano de contradições em que agimos moralmente. Os princípios nos convidam a ter mais rigor em nossas ações, ser intolerantes com a frouxidão moral, a contemporização, a covardia e com a fuga diante do que é perturbador. No curso da História encontram-se os grandes modelos de resistência, os feitos daqueles que, por princípio, agiram dizendo não à negação dos princípios justos. Inspiremo-nos nesses modelos.


(Adaptado de: SONTAG, Susan. Ao mesmo tempo. Trad. Rubens Figueiredo. São Paulo, Companhia das Letras, p.192-193, passim)
A ideia central desenvolvida no parágrafo
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180902 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


[A força necessária dos princípios]


    Não vamos subestimar a força daquilo a que nos opomos. O mundo é, para todos nós, aquilo sobre o qual não temos quase nenhum controle. O senso comum e o sentido de autoproteção nos dizem para nos acomodarmos àquilo que não podemos mudar.

    Não é difícil ver como alguns de nós poderíamos ser convencidos da justiça, da necessidade das violências. Pense-se numa guerra que é formulada como série de ações militares pequenas, que irão de fato contribuir para a paz ou reforçar a segurança. Todas as violências na guerra foram justificadas como uma retaliação necessária: estamos nos defendendo, eles é que querem nos matar.

    Diante das violências em curso, alguém dotado de um princípio moral parece alguém que corre ao lado de um trem e grita: "Pare! Pare!" O trem pode ser detido? Será que outras pessoas dentro do trem vão se sentir dispostas a saltar e unir-se aos que estão fora? Talvez alguns o façam, mas não a maioria.

    Agir por princípio é um gesto político, no sentido de que não estamos fazendo isso por nós mesmos. Não fazemos isso só para agir corretamente ou para aplacara nossa consciência; muito menos porque estamos certos de que a nossa ação vai de fato alcançar o seu objetivo. Resistimos como um ato de solidariedade com todas as pessoas e comunidades que agem igualmente por algum principio moral.

    As ações comandadas por um bom princípio nos dizem que não temos de pensar se agir por princípio é adequado, ou se podemos contar com o êxito final das ações que levamos a efeito. Agir por princípio é bom em si mesmo. Os princípios nos convidam a fazer algo a respeito do pântano de contradições em que agimos moralmente. Os princípios nos convidam a ter mais rigor em nossas ações, ser intolerantes com a frouxidão moral, a contemporização, a covardia e com a fuga diante do que é perturbador. No curso da História encontram-se os grandes modelos de resistência, os feitos daqueles que, por princípio, agiram dizendo não à negação dos princípios justos. Inspiremo-nos nesses modelos.


(Adaptado de: SONTAG, Susan. Ao mesmo tempo. Trad. Rubens Figueiredo. São Paulo, Companhia das Letras, p.192-193, passim)
A convicção de que Agir por princípio é um gesto político tem como fundamento a
Alternativas
Respostas
121: A
122: B
123: E
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125: D
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129: A
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135: B
136: D
137: A
138: E
139: D
140: B