Questões Militares Sobre coesão e coerência em português

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Q1327418 Português
Considere o enunciado “Sentirei saudades.” (linha 18). Em qual alternativa, a ação em destaque foi reescrita sem alterar o momento em que ela ocorre?
Alternativas
Q1327417 Português

Leia as afirmações abaixo sobre 0 texto “Cidadania que não tem idade”.


I - Os travessões, utilizados nestes períodos: “— Aprendi a nadar com os bombeiros e decidi que também serei salva-vidas.” (linha 11); “- Sentirei saudades.” (linha 18), sinalizam a presença do discurso direto.


II - O vocábulo “enfatiza” (linha 13) pode ser substituído por “destaca” sem alteração de sentido.


III - No período: “Eles me enchem de alegria e são a base da conscientização para evitar afogamentos.” (linhas 18-19), o vocábulo em destaque está substituindo o substantivo “adultos” (linha 16).


IV - As expressões “Atuando há dez anos” (linha 14), “nos balneários da região” (linha 14), “no ano que vem” (linha 15) exprimem ideia de tempo.


Está(ão) correta(s):

Alternativas
Q1327414 Português
A oração “Ninguém vive dentro de um casulo, não é?” (linha 01) pode ser reescrita, sem alterar seu sentido, da seguinte forma:
Alternativas
Q962709 Português
Considerando-se as elocuções das duas personagens da tira, é correto afirmar:
Alternativas
Q962704 Português

Segundo Baudrillard, o consumo, na qualidade de nova modalidade de vida, transformou-se na moral do mundo contemporâneo." (l. 15-17)


Apresenta-se com a mesma acepção da expressão destacada na frase acima o elemento coesivo “como", que aparece em itálico no fragmento transcrito em


I. “São pensadores, como Zygmunt Bauman (1925) e Jean Baudrillard (1929-2007), que definem as idéias' (l. 6-7).

II. “de um lado, há a mercadoria como centro das práticas cotidianas" (l. 11-12).

III. "Assim, a maneira como vivemos define-se pela forma como consumimos" (l. 17-18).

IV. “e para o ardente calor humano de cuidar e ser cuidado pelos mais próximos e queridos, tanto no lar como na vizinhança." (l. 36-38).

V. “O esforço do consumo permanece como uma utopia para alcançar o idealizado." (l. 42-44).


A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a

Alternativas
Q962703 Português
Considerando-se o contexto em que se insere, está inadequada a explicação dada para a expressão destacada no fragmento transcrito na alternativa
Alternativas
Q924088 Português

    Em 2017 completam-se trinta anos da morte de um dos mais importantes escritores brasileiros: Carlos Drummond de Andrade. Ele deixou uma extensa obra, entre poesia e textos em prosa, como a crônica a seguir, publicada em 1974. Desde então, muitas coisas mudaram em relação ao assunto desta prova, como a proibição da caça de animais silvestres e do uso de animais em espetáculos de circo. Mas outras, que ainda são praticadas, nos levam a pensar que ainda temos muito que aprender. Queremos convidá-lo a refletir sobre o tema desta prova: a comida saudável, que respeite o meio ambiente e o bem-estar dos animais. Com a palavra, o grande poeta. 



TEXTO I


Da utilidade dos animais





ANDRADE, Carlos Drummond de. De notícias e não-notícias faz-se a crônica. In: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1992. p. 1816-7.
No comentário sobre a zebra, respondendo a Betty, a professora diz: “Se fosse, não deixaria de ser comestível por causa disto.” (l.32) O termo sublinhado é um pronome que está substituindo a seguinte informação:
Alternativas
Q924069 Português

TEXTO I


Só o homem entediado terá chance de salvação num futuro de smartphones

                                                    João Pereira Coutinho





Disponível em <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/2017/06/1897093-so-ohomem-entediado-tera-chance-de-salvacao-num-futuro-de-smartphones.shtml>. Último acesso em 06 de julho de 2017. (Adaptado).

VOCABULÁRIO:
1. Toga – traje preto e comprido, usado por advogados e por professores catedráticos e doutorados em ocasiões especiais.
2. Nefasto – nocivo, prejudicial, perverso, trágico, mau.
3. Espreitar – espiar, olhar demorada e fixamente.
4. Torpor – indiferença ou apatia moral; indolência, prostração.
5. Ópio – narcótico, droga que provoca adormecimento.

Sobre o texto I, responda à questão.
Considere o fragmento: “Infelizmente, não posso pregar. Eu também faço parte do clube que prefere o smartphone ao velho e bom cochilo.” (l. 11-12). Para que se estabeleça uma relação coesiva explícita entre os períodos, que conectivo poderia figurar entre eles sem perda de sentido original?
Alternativas
Ano: 2017 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2017 - CFN - Soldado Fuzileiro Naval |
Q868973 Português
De acordo com o texto 4, o pronome pessoal do caso reto “eles” é utilizado no primeiro balão e depois no terceiro balão. A quem o pronome “eles” se refere em cada balão, respectivamente?
Alternativas
Q865222 Português

TEXTO II


                                   Em defesa da presença


      Apesar de não admitirmos, somos, em geral, péssimos ouvintes. E isso não é recente. Mas a habilidade de trazer mais atenção às conversas, em tempos de redes sociais, só tem piorado.

      Ao constatar que processamos apenas 25% do que nos é informado verbalmente, pesquisas realizadas na década de 1950 já apontavam para uma necessidade de melhorarmos nossa habilidade de trazer mais atenção às conversas – que, na maioria das vezes, não passam de monólogos cruzados. O problema é que, comprovadamente, só percebemos essa falha nos outros.

      De lá para cá, ganhamos vários meios de expor nossa privacidade e opiniões, sem precisar oferecer a contrapartida que costumamos evitar. Socializamos nosso egocentrismo e ele vai desequilibrando ainda mais a relação entre a escuta e a expressão. Quanto ao seu desempenho, os smartphones são extremamente tentadores justamente por alimentarem nossa tendência de falar mais que ouvir, de aparecer mais que comparecer e de escapar daquilo que demanda energia mental.

      Temos que ensinar que não há curtidas ou visualizações suficientes para superar o valor de uma grande amizade. Boas conversas, pessoas interessadas e inteiramente presentes, estas, sim, são, possivelmente, a única forma de nos salvar das aflições que crescem até ganhar definição nos dicionários. Mas construir relações significativas é um exercício trabalhoso, que exige uma série de capacidades encontradas nos raros bons ouvintes: generosidade, para oferecer tempo e presença; disposição, para ouvir com interesse sincero; vulnerabilidade, para mostrar-se desarmado e inteiro; e tolerância, para administrar frustrações e aceitar diferenças, sem julgá-las nem as comparar.

(MÜLLER, Michelle. Em defesa da presença. In.: Psique, Ciência & Vida. São Paulo: 2017, ano 12, edição 136, p. 16 – Adaptado).

Na coesão textual, muitas vezes, um determinado termo se refere a algo que ainda vai ser enunciado na frase. Um exemplo em que o termo destacado apresenta essa particularidade pode ser encontrado em
Alternativas
Q865217 Português

Analise o fragmento.


“Creio no diálogo em termos, pois ele não é fácil. Dificilmente entendemos o que o outro disse. Noto isso sempre que abro o Facebook. As pessoas leem uma coisa e atacam um fantasma de sua cabeça. Nem entendem o outro. Então é conversa de surdos.” (§ 2)


Nesse fragmento transcrito do texto, notam-se marcas de coesão, como

Alternativas
Q865215 Português
De acordo com o texto, o pronome em negrito está corretamente relacionado ao nome que substitui, citado entre parênteses, em
Alternativas
Q858167 Português
Das alternativas a seguir, assinale a que NÃO pode completar a lacuna pontilhada da linha 42, pois acarretaria erro de concordância ou incoerência.
Alternativas
Q857634 Português

No que concerne às ideias e aos aspectos linguísticos do texto CG1A1BBB, julgue o próximo item.

No período “As células imploram pelo açúcar que não conseguem receber, e que sai, literalmente, na urina” (l. 11 a 13), o vocábulo “que”, nas duas ocorrências, tem o mesmo referente e desempenha a função sintática de sujeito nas orações em que se insere.

Alternativas
Q856459 Português

     – Bem dizia eu, que aquela janela…

      – É a janela dos rouxinóis.

      – Que lá estão a cantar.

      – Então, esses lá estão ainda como há dez anos – os mesmos ou outros – mas a menina dos rouxinóis foi-se e não voltou.

      – A menina dos rouxinóis? Que história é essa? Pois deveras tem uma história aquela janela?

      – É um romance todo inteiro, todo feito, como dizem os franceses, e conta-se em duas palavras.

      – Vamos a ele. A menina dos rouxinóis, menina com olhos verdes! Deve ser interessantíssimo. Vamos à história já.

      – Pois vamos. Apeiemos e descansemos um bocado.

      Já se vê que este diálogo passava entre mim e outro dos nossos companheiros de viagem. Apeamo-nos, com efeito; sentamo-nos; e eis aqui a história da menina dos rouxinóis como ela se contou.

      É o primeiro episódio da minha odisseia: estou com medo de entrar nele porque dizem as damas e os elegantes da nossa terra que o português não é bom para isto, que em francês que há outro não sei quê…

      Eu creio que as damas que estão mal informadas, e sei que os elegantes que são uns tolos; mas sempre tenho meu receio, porque, enfim, deles me rio eu; mas poesia ou romance, música ou drama de que as mulheres não gostem é porque não presta.

      Ainda assim, belas e amáveis leitoras, entendamo-nos: o que eu vou contar não é um romance, não tem aventuras enredadas, peripécias, situações e incidentes raros; é uma história simples e singela, sinceramente contada e sem pretensão.   

      Acabemos aqui o capítulo em forma de prólogo e a matéria do meu conto para o seguinte.

                                                                                   (Almeida Garrett. Viagens na Minha Terra)

Observe as frases:


• Chegamos ____________fim do capítulo em forma de _______ , com a matéria do meu conto para o seguinte.

• Discordo ________ certas damas e certos tolos, que preferem _________ para se contar uma história.


De acordo com a norma-padrão e os sentidos do texto, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:

Alternativas
Q856443 Português

   Leia o soneto para responder a questão.

 

                                Disse ao meu coração: Olha por quantos

                                Caminhos vãos andamos! Considera

                                Agora, d’esta altura fria e austera,

                                Os ermos que regaram nossos prantos…


                                Pó e cinzas, onde houve flor e encantos!

                                E noite, onde foi luz de primavera!

                                Olha a teus pés o mundo e desespera,

                                Semeador de sombras e quebrantos!


                                Porém o coração, feito valente

                                Na escola da tortura repetida,

                                no uso do penar tornado crente,


                                Respondeu: D’esta altura vejo o Amor!

                                Viver não foi em vão, se é isto a vida,

                                Nem foi demais o desengano e a dor.

                                                      (Antero de Quental, Antologia)

Nos versos “Porém o coração, feito valente / Na escola da tortura repetida, / E no uso do penar tornado crente, / Respondeu...”, o termo em destaque estabelece relação coesiva, cujo sentido é de
Alternativas
Q852536 Português

TEXTO 01


      Um dilema ético só ocorre quando, independentemente da escolha que se faça, se compromete algum valor ou princípio ético. Aqueles que atravessam os limites da ética em benefício próprio, situação tristemente comum no nosso país, não vivem dilemas éticos. São, simplesmente, antiéticos.

      Na atenção à saúde, é frequente haver conflito entre valores fundamentais. O estado terminal de um paciente, por exemplo, pode gerar um conflito entre a preservação da vida e a preservação da dignidade. Em outras situações, somos obrigados a escolher entre sermos benevolentes e sermos justos. A importância dos dilemas éticos, portanto, é explicitar os valores que norteiam as nossas decisões, colocá-los em perspectiva e obrigar-nos a encarar com reflexão e transparência as nossas escolhas.

      (...)

      Escolher eticamente exige de nós mais do que ponderar corretamente os valores éticos. Exige, fundamentalmente, que consideremos as dimensões éticas de nossas escolhas.

      (...)

(Revista Veja. Editora Abril. Edição 2506 - ano 49 - nº 48 – 30.11.2016. Seção Página aberta – pág. 100/101. Por Francisco Balestrin – Presidente da Associação Nacional de Hospitais Privados).

Aqueles que atravessam os limites da ética em benefício próprio, situação tristemente comum no nosso país, não vivem dilemas éticos. São, simplesmente, antiéticos.


Em relação ao trecho acima, é INCORRETO apenas o que se afirma em:

Alternativas
Q852535 Português

TEXTO 01


      Um dilema ético só ocorre quando, independentemente da escolha que se faça, se compromete algum valor ou princípio ético. Aqueles que atravessam os limites da ética em benefício próprio, situação tristemente comum no nosso país, não vivem dilemas éticos. São, simplesmente, antiéticos.

      Na atenção à saúde, é frequente haver conflito entre valores fundamentais. O estado terminal de um paciente, por exemplo, pode gerar um conflito entre a preservação da vida e a preservação da dignidade. Em outras situações, somos obrigados a escolher entre sermos benevolentes e sermos justos. A importância dos dilemas éticos, portanto, é explicitar os valores que norteiam as nossas decisões, colocá-los em perspectiva e obrigar-nos a encarar com reflexão e transparência as nossas escolhas.

      (...)

      Escolher eticamente exige de nós mais do que ponderar corretamente os valores éticos. Exige, fundamentalmente, que consideremos as dimensões éticas de nossas escolhas.

      (...)

(Revista Veja. Editora Abril. Edição 2506 - ano 49 - nº 48 – 30.11.2016. Seção Página aberta – pág. 100/101. Por Francisco Balestrin – Presidente da Associação Nacional de Hospitais Privados).

A importância dos dilemas éticos, portanto, é explicitar os valores que norteiam as nossas decisões, colocá-los em perspectiva e obrigar-nos a encarar com reflexão e transparência as nossas escolhas.


A opção que apresenta uma afirmação VERDADEIRA quanto à análise das estruturas linguísticas do trecho acima, é:

Alternativas
Q849121 Português

Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto CB2A1AAA, julgue o item a seguir.


Em “pendurando-as” (.23), a forma pronominal “as” remete a “mordaças” (.22).

Alternativas
Q849120 Português

Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto CB2A1AAA, julgue o item a seguir.


A substituição de “castigava-se” (.21) por castigavam não prejudicaria as informações veiculadas no texto.

Alternativas
Respostas
341: E
342: C
343: D
344: C
345: D
346: D
347: A
348: A
349: A
350: A
351: A
352: A
353: B
354: E
355: C
356: E
357: D
358: A
359: E
360: C