Questões Militares Sobre história
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I. É possível afirmar que o crescimento da capitania de São Paulo só se tornou possível, no início do século XVII, em consequência da descoberta das minas de prata pelos bandeirantes.
II. Ao longo do século XVII, em consequência das entradas em busca de índios, ganhou expressão a produção de gado e de gêneros de subsistência na capitania de São Paulo.
III. A trajetória econômica da São Paulo colonial, distanciada dos mercados externos, deveu-se à proibição do plantio da cana de açúcar na região.
II. Por preferirem o trabalhador imigrante e livre, os produtores de café do oeste paulista não utilizaram a mão de obra de escravos.
III. De forma semelhante ao plantio da cana nordestina, o café era produzido no século XIX com a utilização de técnicas e ferramentas tradicionais, a exemplo da foice e da enxada.
( ) A única forma de utilização do índio nessa fase da economia colonial foi a da escravidão.
( ) Religiosos e colonos tiveram atitudes semelhantes quanto à forma de utilização do trabalho indígena nesse período.
( ) Os religiosos preocuparam-se com a conversão dos índios, mas não foram indiferentes ao que tange à sua organização para o trabalho.
( ) Uma das razões para o declínio da prática de utilização dos índios para o trabalho foram as epidemias.
(CHIAVENATTO, Julio José. Genocídio americano: A Guerra do Paraguai.
São Paulo: Editora Brasiliense, 1984. p.09.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre as motivações que levou a Guerra do Paraguai e as consequências após o conflito, considere as afirmativas a seguir:
I - O Paraguai rompeu violentamente toda uma estrutura de dominação econômica. Carlos Antonio López enfrentou os métodos britânicos e promoveu o progresso Paraguaio sem precisar de um tostão dos financiamentos ingleses. Seu método foi simples, trouxe do exterior todos os técnicos que o país precisava para implantar a base de seu desenvolvimento industrial.
II - A Argentina e o Brasil tiveram que fazer a guerra. Latifundiários e burgueses beneficiários do imperialismo econômico no Plata fizeram a guerra por um só motivo: defender os interesses econômicos dos ingleses, que os sustentava devolvendo-lhes migalhas do que roubava dos povos que iriam sacrificar-se.
III - A Guerra do Paraguai aconteceu porque Solano López queria coroar-se Imperador da América do Sul e abrir ao comércio do mundo os mais variados produtos dos trópicos e rios navegáveis para serem explorados.
IV - Em 1868 Asunción já tinha sido tomada e saqueada pelos soldados brasileiros, já havia um governo títere imposto e o Paraguai estava sendo retalhado e entregue ao imperialismo internacional. Mesmo assim, Francisco Solano López continuou a desesperada resistência, porém foi preso e exilado para a Inglaterra.
Assinale a alternativa correta:
FÁBRICA
“Nosso dia vai chegar
Teremos nossa vez
Não é pedir demais
Quero justiça
Quero trabalhar em paz
Não é muito o que lhe peço
Eu quero um trabalho honesto
Em vez de escravidão
Deve haver algum lugar
Onde o mais forte
Não consegue escravizar
Quem não tem chance
De onde vem a indiferença
Temperada a ferro e fogo?
Quem guarda os portões da fábrica?
O céu já foi azul, mas agora é cinza
O que era verde aqui já não existe mais
Quem me dera acreditar
Que não acontece nada de tanto brincar com fogo
Que venha o fogo então
Esse ar deixou minha vista cansada
Nada demais".
(Legião Urbana. Fábrica. CD Dois, EMI, 1997.)
Com base na letra da música podemos relacioná-la e interpretá-la como crítica da:
“Logo depois, a PF prende também Gilberto Gil. Os dois são levados para quartel da Polícia do Exército, na rua Barão de Mesquita. Passam o reveillon de 1969 na cadeia. Lá Caetano encontra outros presos, como Ênio Silveira, dono da editora Civilização Brasileira (a mesma dos livros de Bertrand Russell), que lhe empresta O estrangeiro, de Camus. Depois, é transferido para um outro quartel, em vila militar no subúrbio de Deodoro, zona norte do Rio. Na cela ao lado, Gil divide espaço com Paulo Francis, Ferreira Gullar e outros intelectuais. Caetano vai parar na barbearia do quartel e perde a cabeleira “selvagemente grande" cultivada por quase dois anos. Após dois meses na cadeia, são transferidos para Salvador e lá permanecem confinados por mais quatro meses. Proibidos de se apresentar em público e de dar entrevistas, tomam o caminho do exílio. Ao embarcar para Londres, um dos policiais afirma para Caetano:
- Não volte nunca mais. E, se pensar em voltar se entregar logo que chegue para nos poupar trabalho".
(MARCELO, Carlos. 1970 – Renato Russo: o filho da revolução. Rio de Janeiro: Agir, 2009. p.40.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a Ditadura Militar Brasileira (1964 - 1985), assinale a alternativa correta:
“Frau Diller era uma mulher irritadiça, de óculos grossos e olhar implacável. Tinha criado esse olhar nefando para desestimular a própria ideia de alguém roubar sua loja, que ela ocupava com postura militar, voz gélida e até uma respiração que cheirava “heil Hitler". A loja em si era branca e fria, completamente exangue. A casinha espremida ao seu lado tremia com um pouco mais de severidade do que as outras construções da Rua Himmel. Frau Diller administrava esse sentimento, servindo-o como o único produto grátis de suas instalações. Ela vivia para sua loja, e sua loja vivia para o Terceiro Reich. Mesmo quando começou o racionamento, mais para o fim do ano, sabia-se que ela vendia por baixo do pano algumas mercadorias difíceis de obter e doava o dinheiro para o Partido Nazista".
(ZUSAK, Markus. A menina que roubava livros. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2008. p.37.)
O texto retrata o comportamento de uma comerciante na Alemanha nazista. Com base nos conhecimentos sobre a Segunda Guerra Mundial, assinale a alternativa incorreta:
Observe a figura e leia o texto a seguir:

Figura 1: Pedro Américo, o pintor do quadro "Independência ou Morte". (Disponível em: < http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1294850-16107,00-QUADRO+DO+GRITO+DA+INDEPENDENCIA+E+OBRA+DA+IMAGINACA O+DO+PINTOR.html > Acesso em: 15 abril 2014.)
“O destino cruzou o caminho de D. Pedro em situação de desconforto e nenhuma elegância. Ao se aproximar do riacho do Ipiranga, às 16h30 de 7 de setembro de 1822, o príncipe regente, futuro imperador do Brasil e rei de Portugal, estava com dor de barriga. A causa dos distúrbios intestinais é desconhecida. Acredita-se que tenha sido algum alimento malconservado ingerido no dia anterior em Santos, no litoral paulista, ou água contaminada das bicas e chafarizes [...]".
(GOMES, Laurentino. 1822: como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil, um país que tinha tudo para dar errado. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2010. p.29.)
Com base na figura, no texto e nos conhecimentos sobre o processo de independência brasileira, considere as afirmativas a seguir:
I - A montaria usada por D. Pedro nem de longe lembrava o fogoso alazão que, meio século mais tarde, o pintor Pedro Américo colocaria no quadro “Independência ou Morte", também chamado de “O Grito do Ipiranga", a mais conhecida cena do acontecimento.
II - O príncipe regente não estava vestido com trajes reais. Suas vestimentas no dia da proclamação da independência brasileira eram de um simples tropeiro e ainda por cima com cólicas intestinais.
III - D. Pedro era um homem corajoso e decidido, no dia 7 de setembro de 1822, leu uma correspondência oficial portuguesa informando sobre um embarque de soldados lusitanos para atacar a cidade do Rio de Janeiro, e após uma breve reflexão, proferiu as palavras de “Independência ou morte".
IV - Segundo o relato do Padre Belchior, presente na hora do ato de independência, demonstra um príncipe menos heroico, que se manifestou perante poucas pessoas, de forma mais branda: “- De hoje em diante estão quebradas as nossas relações. Nada mais quero com o governo português e proclamo o Brasil, para sempre, separado de Portugal.". Pela descrição do padre Belchior não houve sobre a colina do Ipiranga o brado “Independência ou Morte".
Assinale a alternativa correta:
Assinale a alternativa que indica corretamente o nome da instituição de ensino superior em que ocorreu a citada operação.
Nesse contexto, assinale a alternativa correta sobre o significado da sigla ”MTST”.
Feijó conclama, Tobias manda
E na distância, desfila a marcha
(Guilherme de Almeida, “Canção da Polícia Militar de São Paulo”)
O que explica a referência ao nome de Tobias nessa canção?