Questões Militares Sobre história
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DE POSEIDON A JOSUÉ
A mitologia grega dizia que o deus Poseidon era o grande responsável pelas marés e pelas revoltas dos mares. Já para os romanos, o vai e vem das águas tinha por trás a fúria do grande Netuno. Foi somente séculos depois que o movimento da maré se transformou em ciência com as explicações do astrônomo e matemático alemão Johaner Kepler e do físico britânico Issac Newton sobre a Lei da Gravidade e o poder de atração que a lua e o sol exercem sobre a terra. Esse vai e vem contínuo e constante das águas gera uma energia potencial, limpa e sustentável tão grande, que se fosse transformada em energia elétrica, a humanidade jamais seria capaz de consumila por completo no presente ou no futuro. Algumas experiências nesse sentido, de uso de energia maremotriz, como é chamada, já existem mundo afora. Essa é uma alternativa que se torna cada vez mais vantajosa, por se tratar de uma fonte limpa e inesgotável. “O que me chamou a atenção neste modelo de geração de energia é que os geradores podem ser instalados tanto em águas bastante profundas”, afirma Josué Souza Passos, estudante de geologia da Universidade federal do pará, em Marabá, um dos vencedores do concurso Ideia e Energia da Petrobras, que premia as melhores ideias para o futuro da energia. O estudante propõe que o potencial energético das concorrentes de maré seja aproveitado no Brasil. “Muitas condicionantes favorecem sua utilização no País”, diz. Veja como funcionaria uma turbina de geração de energia maremotriz.
Fonte: Revista Super Interessante, novembro 2013.
Na obra Caçadores de diamantes, Luiz Saboia Ribeiro refere-se ao papel que a procura por diamantes teve no processo de formação de muitas cidades mato-grossenses no início do século XX. Também revela as disputas entre etnias indígenas, bem como entre famílias, pelo controle de determinados territórios.
Que conflitos seriam esses?
“[...] convido-os para realizar comigo uma espécie de passeio por Cáceres, cidade fundada no terceiro quartel do século XVIII por razões geopolíticas”.
(PINHO, Rachel Tegon de. Cáceres: olhares sobre a tessitura urbana de São Luiz de Cáceres. In: CHAVES, Otávio Ribeiro; ARRUDA, Elmar Figueiredo de. (Orgs.) História e memória: Cáceres. Cáceres: Editora da Unemat, 2011. p.67).
No passeio pela cidade de Cáceres, só não podemos encontrar:
São características da democracia moderna:
I) Eleições livres e transparentes para os cargos do Legislativo e Executivo em todas as instâncias, municípios, Estados e federação no caso do Brasil.
II) Direito ao voto para todos os adultos, garantindo a cidadania abrangente no processo de escolha dos candidatos.
III) Proteção e garantia das liberdades civis e dos direitos políticos por meio de instituições sólidas.
IV) Controle efetivo sobre as instituições legais e de segurança/repressão, para que nenhuma delas exerça poderes ilimitados ou interfira na área de atuação de outros poderes.
V) Sociedade de democracia direta e liberal composta por partidos e voto universal.
Dentre as características da democracia
moderna, estão corretas:
Observe a imagem a seguir:

A imagem acima representa a tela O triunfo da morte (1592) de Pieter Brungel.
Com base na imagem e nos conhecimentos sobre período conhecido como Baixa Idade Média, entre os séculos X e XV, não é possível afirmar:
Leia o texto a seguir:
“Os diálogos de Platão são o longínquo eco de uma aventura filosófico-política na época das cidades gregas. Esse ateniense de origem nobre, conforme diríamos hoje, remonta, seguindo a linhagem de seu pai, a Codro, o último rei de Atenas, e, seguindo a linhagem de sua mãe, a Sólon. Sua família está próxima do poder e ele está assim naturalmente destinado a desempenhar um papel de primeira importância na vida política. Nessa época, o ponto de referência de todo homem livre é a cidade, centrada em seu domínio comum, a ágora. É ai que todos podem, ao menos em princípio, dar sua opinião sobre o rumo dos assuntos públicos, que interessam a todos. Mas a Grécia dessa época está fragmentada em estados rivais que vivem de acordo com instituições opostas: oligarquias e democracias. Esse cenário é atravessado pela rivalidade entre Esparta e Atenas: a primeira reúne as oligarquias e a segunda, as democracias.”
(JERPHAGNON, Lucien. Um nobre ateniense chamado Platão.
Revista História Viva – Grandes temas, São Paulo, n.3, p.26)
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo, referentes à organização política e social de Esparta e Atenas:
( ) Durante muito tempo, Atenas manteve um regime monárquico, até que o último basileu foi derrubado pela aristocracia proprietária de terras, a qual estabeleceu um regime oligárquico fundado no arcontado, órgão do poder formado por indivíduos com mandatos anuais e funções religiosas, jurídicas e militares.
( ) Diante quadros de tensões sociais em Atenas, Drácon eliminou a escravidão por dívidas, libertando todos aqueles que haviam se tornado escravos por este motivo e ainda dividiu a sociedade de forma censitária.
( ) Os periecos eram o principal grupo social e elite militar espartana, compostos pelos descendentes dos conquistadores dórios, detentores do poder econômico, concentravam também o poder político e religioso, marginalizando as demais categorias sociais e utilizando a força militar para manter seus privilégios.
( ) Os Hiliotas eram servos, propriedade da cidade-Estado que descendiam dos primitivos habitantes da Lacônia dominados pelos dórios. Não possuíam direitos políticos e seu trabalho era explorado pelos espartanos.
( ) Em 510 a.C. o estadista ateniense Clístenes liderou uma rebelião contra o último tirano, derrubando-o e iniciando reformas que culminaram na implantação da democracia e na pacificação da pólis.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Qual é o acontecimento histórico representado na obra de Pedro Américo? Quais são as características que permaneceram no país após o acontecimento retratado?
Leia o texto a seguir:
“Três fatores ajudaram a consolidar o mito. O primeiro foi a morte prematura de Che, que eternizou sua imagem jovem. Aos 39 anos, ele estava longe de ser um adolescente quando foi abatido, mas a pinta de galã lhe garantia um aspecto juvenil.[...]
O segundo foi a ajuda involuntária de seus algozes. Preocupados em reunir provas convincentes de que o guerrilheiro célebre estava morto, os militares bolivianos mandaram lavar o corpo e aparar e pentear sua barba e seu cabelo. Também resolveram trocar a sua roupa imunda. Tudo isso para poder tirar fotos em que ele fosse facilmente identificado. O resultado é um retrato com espantosa semelhança com as pinturas barrocas do Cristo morto de expressão beatificada. A terceira contribuição recebida pelos esquerdistas na construção do mito veio do contexto histórico. Che morreu às vésperas dos grandes protestos em defesa dos direitos civis, da agitação dos movimentos estudantis e da contracultura – turbulências que marcaram o ano de 1968.”
(SCHELP, Diogo; TEIXEIRA, Duda. Che há quarenta anos morria
o homem e nascia a farsa. Revista Veja, São Paulo, a.40, n.39,
p.90-92, 2007.)
I - Após sua libertação no ano de 1955, Fidel Castro viajou ao México para organizar uma nova insurreição. Com seu irmão Raúl, Fidel iniciou o projeto para retornar a Cuba e depor Batista. No México, os irmãos Castro conheceram o médico argentino Ernesto Che Guevara, que aderiu ao movimento.
II - Em novembro de 1956, mais de cem homens embarcaram rumo a Cuba. A viagem atrasou três dias e as forças de Batista descobriram o plano revolucionário. Ao chegar à costa cubana, os insurgentes não foram alvos fáceis para os militares, visto que após o desembarque esconderam-se em Sierra Maestra e dividiram-se em grandes grupos para organizar novos ataques.
III - Em 1957, Fidel Castro assumiu o governo de Cuba, adotando imediatamente várias medidas de impacto na política interna e externa do país.
IV - No ano de 1961, norte-americanos e cubanos cortaram relações diplomáticas. Fidel então declarou um Estado socialista. No ano seguinte, o governo dos Estados Unidos impôs um severo embargo econômico.
Assinale a alternativa correta: