Questões Militares Sobre história

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Q361406 História
João A. Antonil, um jesuíta que viveu no Brasil no século XVII, afirmou que “os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles, no Brasil, não é possível fazer, conservar e aumentar fazenda nem ter engenho corrente”. Com relação à sociedade, cultura e economia entre os séculos XVI e XIX no Brasil, julgue os itens de 61 a 65.

A abolição da escravidão no Brasil foi decretada pela princesa Isabel em 13 de maio de 1888. No entanto, o estado do Ceará já havia abolido o trabalho escravo em março de 1884.
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Q361405 História
João A. Antonil, um jesuíta que viveu no Brasil no século XVII, afirmou que “os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles, no Brasil, não é possível fazer, conservar e aumentar fazenda nem ter engenho corrente”. Com relação à sociedade, cultura e economia entre os séculos XVI e XIX no Brasil, julgue os itens de 61 a 65.

O tráfico de escravos africanos para o Brasil foi menos importante para a lógica econômica mercantilista que a escravização do índio pelos colonos na América.
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Q361404 História
João A. Antonil, um jesuíta que viveu no Brasil no século XVII, afirmou que “os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles, no Brasil, não é possível fazer, conservar e aumentar fazenda nem ter engenho corrente”. Com relação à sociedade, cultura e economia entre os séculos XVI e XIX no Brasil, julgue os itens de 61 a 65.

Os primeiros escravos no Brasil foram os índios, chamados também de negros da terra.
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Q361403 História
João A. Antonil, um jesuíta que viveu no Brasil no século XVII, afirmou que “os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles, no Brasil, não é possível fazer, conservar e aumentar fazenda nem ter engenho corrente”. Com relação à sociedade, cultura e economia entre os séculos XVI e XIX no Brasil, julgue os itens de 61 a 65.

O trabalho escravo no Brasil foi utilizado nas lavouras e nas minas de metais preciosos. O restante do trabalho, como as atividades urbanas e os serviços nos lares, era feito por trabalhadores livres.
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Q1664143 História
    O estabelecimento da República, a bem da verdade, o estabelecimento da Federação, permitiu que as diversas oligarquias ascendessem ao poder, no âmbito regional, assumindo o controle da máquina administrativa, em particular, da fiscalidade, construindo mecanismos para sua eternização no poder.

MONTEIRO, Hamílton de Mattos. Da República velha ao Estado novo: o aprofundamento do regionalismo e a crise do modelo regional. In: LINHARES, Maria Yedda (Org.).História geral do Brasil: da colonização portuguesa à modernização autoritária. 9.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1990. p. 302.
O texto refere-se ao sistema de mando denominado:
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Q1664140 História
    O final do século XX e início do século XXI parecem apontar para um novo horizonte político na América Latina, que contrasta, em grande parte, com as experiências ditatoriais, populistas e liberais de séculos anteriores, afinal, países como o Brasil, a Venezuela, a Bolívia, a Argentina, O Uruguai, a Nicarágua e o Equador elegeram, por vias democráticas, políticos com trajetórias ligadas a partidos políticos de esquerda ou centro- esquerda. 
O texto permite dizer que na América Latina:
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Q1664139 História
   Como resultado da Revolução Industrial, combinada com o domínio dos oceanos e a expansão comercial, a riqueza da Inglaterra dobrou entre 1712 e 1792. Em 1808, a Inglaterra estava começando a estender aos quatro cantos da Terra o maior império que a humanidade tinha conhecido até então.

GOMES, Laurentino. 1808. 2.ed. Rio de Janeiro: Planeta Brasil, 2007 (Adaptado).
O fragmento possibilita a seguinte interpretação:
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Q1664135 História
    Os mares já não eram mais os mesmos de antes quando, na escola de Sagres portuguesa, técnicas de navegações novas impulsionaram os sonhos da Coroa e de seus aventureiros pela conquista de novos territórios. Afinal, a rota comercial da Europa, feita especialmente pelo mediterrâneo, foi tomada pelos turcos otomanos, restando como única alternativa comercial para os povos ibéricos a saída pelo Oceano Atlântico, mesmo que este fosse cercado de mistérios. 
O assunto do texto está relacionado diretamente com:
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Q1664134 História
    No período pré-histórico, a agricultura foi uma notável ferramenta na relação de domínio do homem sobre a natureza, sendo, inclusive, responsável direta pela transformação do nomadismo para o sedentarismo.
O fragmento permite identificar que o acontecimento relatado ocorreu no período:
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Q1664133 História
    O movimento filosófico denominado Iluminismo surgiu na Europa do século XVIII, baseando-se na crença absoluta da razão como forma única de o homem alcançar a tão sonhada autonomia intelectual, o progresso material, o desenvolvimento das virtudes morais, bem como o aprofundamento do conhecimento científico. Ademais, os pensadores iluministas compartilhavam a ideia de que a razão humana alçaria o homem à sublime condição de dominador absoluto da natureza.
A partir das informações contidas no texto, é possível considerar que:
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Q1664131 História
    Na sociedade romana dos primeiros tempos da República (1889-1897), os cargos políticos eram ocupados pelos patrícios. Os clientes eram protegidos pelos patrícios, em troca de prestação de serviços. Os plebeus eram pequenos camponeses, artesãos e comerciantes, mas não lhes era permitida participação política e nem que se casassem com elementos do patriciado. Abaixo deles, vinham os escravos, que, com a República, foram se tornando mais numerosos, pois a tomada de territórios fazia com que parte da população se somasse aos escravos existentes. 
As informações trazidas pelo texto acerca da República romana demonstram que:
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Q1664129 História
    “Os gregos inventaram a política (palavra que vem de polis, que, em grego, significa cidade organizada por leis e instituições) porque instituíram práticas pelas quais as decisões eram tomadas a partir de discussões e debates públicos e eram adotadas ou revogadas por voto em assembléias públicas; porque estabeleceram instituições públicas (tribunais, assembléias, separação entre autoridade do chefe da família e autoridade pública, entre autoridade político-militar e autoridade religiosa) e sobretudo porque criaram a idéia da lei e da justiça como expressões da vontade coletiva pública e não como imposição da vontade de um só ou de um grupo, em nome de divindades”.

CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2002. p. 28.
O quadro exposto demonstra que:
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Q716548 História

                            DE POSEIDON A JOSUÉ

   A mitologia grega dizia que o deus Poseidon era o grande responsável pelas marés e pelas revoltas dos mares. Já para os romanos, o vai e vem das águas tinha por trás a fúria do grande Netuno. Foi somente séculos depois que o movimento da maré se transformou em ciência com as explicações do astrônomo e matemático alemão Johaner Kepler e do físico britânico Issac Newton sobre a Lei da Gravidade e o poder de atração que a lua e o sol exercem sobre a terra. Esse vai e vem contínuo e constante das águas gera uma energia potencial, limpa e sustentável tão grande, que se fosse transformada em energia elétrica, a humanidade jamais seria capaz de consumila por completo no presente ou no futuro. Algumas experiências nesse sentido, de uso de energia maremotriz, como é chamada, já existem mundo afora. Essa é uma alternativa que se torna cada vez mais vantajosa, por se tratar de uma fonte limpa e inesgotável. “O que me chamou a atenção neste modelo de geração de energia é que os geradores podem ser instalados tanto em águas bastante profundas”, afirma Josué Souza Passos, estudante de geologia da Universidade federal do pará, em Marabá, um dos vencedores do concurso Ideia e Energia da Petrobras, que premia as melhores ideias para o futuro da energia. O estudante propõe que o potencial energético das concorrentes de maré seja aproveitado no Brasil. “Muitas condicionantes favorecem sua utilização no País”, diz. Veja como funcionaria uma turbina de geração de energia maremotriz.

Fonte: Revista Super Interessante, novembro 2013.

Marque a alternativa incorreta:
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Q716546 História

Na obra Caçadores de diamantes, Luiz Saboia Ribeiro refere-se ao papel que a procura por diamantes teve no processo de formação de muitas cidades mato-grossenses no início do século XX. Também revela as disputas entre etnias indígenas, bem como entre famílias, pelo controle de determinados territórios.

Que conflitos seriam esses?

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Q716545 História

“[...] convido-os para realizar comigo uma espécie de passeio por Cáceres, cidade fundada no terceiro quartel do século XVIII por razões geopolíticas”.

(PINHO, Rachel Tegon de. Cáceres: olhares sobre a tessitura urbana de São Luiz de Cáceres. In: CHAVES, Otávio Ribeiro; ARRUDA, Elmar Figueiredo de. (Orgs.) História e memória: Cáceres. Cáceres: Editora da Unemat, 2011. p.67).

No passeio pela cidade de Cáceres, só não podemos encontrar:

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Q716540 História

São características da democracia moderna:

I) Eleições livres e transparentes para os cargos do Legislativo e Executivo em todas as instâncias, municípios, Estados e federação no caso do Brasil.

II) Direito ao voto para todos os adultos, garantindo a cidadania abrangente no processo de escolha dos candidatos.

III) Proteção e garantia das liberdades civis e dos direitos políticos por meio de instituições sólidas.

IV) Controle efetivo sobre as instituições legais e de segurança/repressão, para que nenhuma delas exerça poderes ilimitados ou interfira na área de atuação de outros poderes.

V) Sociedade de democracia direta e liberal composta por partidos e voto universal.

Dentre as características da democracia moderna, estão corretas:

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Q682069 História

Observe a imagem a seguir:


Imagem associada para resolução da questão

A imagem acima representa a tela O triunfo da morte (1592) de Pieter Brungel. 

Com base na imagem e nos conhecimentos sobre período conhecido como Baixa Idade Média, entre os séculos X e XV, não é possível afirmar:

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Q682068 História

 Leia o texto a seguir: 


“Os diálogos de Platão são o longínquo eco de uma aventura filosófico-política na época das cidades gregas. Esse ateniense de origem nobre, conforme diríamos hoje, remonta, seguindo a linhagem de seu pai, a Codro, o último rei de Atenas, e, seguindo a linhagem de sua mãe, a Sólon. Sua família está próxima do poder e ele está assim naturalmente destinado a desempenhar um papel de primeira importância na vida política. Nessa época, o ponto de referência de todo homem livre é a cidade, centrada em seu domínio comum, a ágora. É ai que todos podem, ao menos em princípio, dar sua opinião sobre o rumo dos assuntos públicos, que interessam a todos. Mas a Grécia dessa época está fragmentada em estados rivais que vivem de acordo com instituições opostas: oligarquias e democracias. Esse cenário é atravessado pela rivalidade entre Esparta e Atenas: a primeira reúne as oligarquias e a segunda, as democracias.”

(JERPHAGNON, Lucien. Um nobre ateniense chamado Platão. Revista História Viva – Grandes temas, São Paulo, n.3, p.26)  

Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo, referentes à organização política e social de Esparta e Atenas:

( ) Durante muito tempo, Atenas manteve um regime monárquico, até que o último basileu foi derrubado pela aristocracia proprietária de terras, a qual estabeleceu um regime oligárquico fundado no arcontado, órgão do poder formado por indivíduos com mandatos anuais e funções religiosas, jurídicas e militares.

( ) Diante quadros de tensões sociais em Atenas, Drácon eliminou a escravidão por dívidas, libertando todos aqueles que haviam se tornado escravos por este motivo e ainda dividiu a sociedade de forma censitária.

( ) Os periecos eram o principal grupo social e elite militar espartana, compostos pelos descendentes dos conquistadores dórios, detentores do poder econômico, concentravam também o poder político e religioso, marginalizando as demais categorias sociais e utilizando a força militar para manter seus privilégios.

( ) Os Hiliotas eram servos, propriedade da cidade-Estado que descendiam dos primitivos habitantes da Lacônia dominados pelos dórios. Não possuíam direitos políticos e seu trabalho era explorado pelos espartanos.

( ) Em 510 a.C. o estadista ateniense Clístenes liderou uma rebelião contra o último tirano, derrubando-o e iniciando reformas que culminaram na implantação da democracia e na pacificação da pólis.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 

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Q682067 História
D. Pedro I declarou: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto! Digam ao povo que fico". Estas palavras foram proferidas pelo imperador no dia 9 de janeiro de 1922 e passou a ser conhecida como o Dia do Fico. Neste dia o então príncipe regente do Brasil, não acatou ordens das Cortes Portuguesas para que deixasse imediatamente a colônia e retornasse para Portugal. Considere esse episódio histórico e suas repercussões, observe a imagem e responda as questões propostas. Imagem associada para resolução da questão
Qual é o acontecimento histórico representado na obra de Pedro Américo? Quais são as características que permaneceram no país após o acontecimento retratado?
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Q682066 História

 Leia o texto a seguir:  


“Três fatores ajudaram a consolidar o mito. O primeiro foi a morte prematura de Che, que eternizou sua imagem jovem. Aos 39 anos, ele estava longe de ser um adolescente quando foi abatido, mas a pinta de galã lhe garantia um aspecto juvenil.[...]

O segundo foi a ajuda involuntária de seus algozes. Preocupados em reunir provas convincentes de que o guerrilheiro célebre estava morto, os militares bolivianos mandaram lavar o corpo e aparar e pentear sua barba e seu cabelo. Também resolveram trocar a sua roupa imunda. Tudo isso para poder tirar fotos em que ele fosse facilmente identificado. O resultado é um retrato com espantosa semelhança com as pinturas barrocas do Cristo morto de expressão beatificada. A terceira contribuição recebida pelos esquerdistas na construção do mito veio do contexto histórico. Che morreu às vésperas dos grandes protestos em defesa dos direitos civis, da agitação dos movimentos estudantis e da contracultura – turbulências que marcaram o ano de 1968.”

(SCHELP, Diogo; TEIXEIRA, Duda. Che há quarenta anos morria o homem e nascia a farsa. Revista Veja, São Paulo, a.40, n.39, p.90-92, 2007.)

O Texto acima transmite uma opinião sobre um dos grandes revolucionários da América Latina: Ernesto Guevara de la Serna. Com base nos conhecimentos sobre Cuba e processo revolucionário, considere as afirmativas a seguir: 

I - Após sua libertação no ano de 1955, Fidel Castro viajou ao México para organizar uma nova insurreição. Com seu irmão Raúl, Fidel iniciou o projeto para retornar a Cuba e depor Batista. No México, os irmãos Castro conheceram o médico argentino Ernesto Che Guevara, que aderiu ao movimento.

II - Em novembro de 1956, mais de cem homens embarcaram rumo a Cuba. A viagem atrasou três dias e as forças de Batista descobriram o plano revolucionário. Ao chegar à costa cubana, os insurgentes não foram alvos fáceis para os militares, visto que após o desembarque esconderam-se em Sierra Maestra e dividiram-se em grandes grupos para organizar novos ataques.

III - Em 1957, Fidel Castro assumiu o governo de Cuba, adotando imediatamente várias medidas de impacto na política interna e externa do país.

IV - No ano de 1961, norte-americanos e cubanos cortaram relações diplomáticas. Fidel então declarou um Estado socialista. No ano seguinte, o governo dos Estados Unidos impôs um severo embargo econômico.

Assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Respostas
1341: C
1342: E
1343: C
1344: E
1345: A
1346: E
1347: E
1348: C
1349: C
1350: B
1351: B
1352: A
1353: A
1354: A
1355: C
1356: C
1357: A
1358: A
1359: X
1360: B