Questões Militares Sobre história geral em história

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Q1613523 História

Muito pouco se sabe acerca do ocorrido nos bastidores da diplomacia europeia, capaz de informar propósitos e resultados das negociações que culminaram em um dos períodos mais violentos da época contemporânea. O que parece consensual, no entanto, foram os quatro principais motivos que levaram à realização da Conferência.

(Leila Leite Hernandez, A África na sala de aula: visita à história contemporânea)


Entre os motivos para a realização da Conferência de Berlim, Hernandez apresenta

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Q1613521 História

A onda revolucionária de 1830 foi um acontecimento muito mais sério do que a de 1820. De fato, ela marca a derrota definitiva dos aristocratas pelo poder burguês na Europa Ocidental. A classe governante dos próximos 50 anos seria a “grande burguesia” de banqueiros, grandes industriais e, às vezes, altos funcionários civis. Nos EUA, entretanto, a democracia jacksoniana dá um passo além: a derrota dos proprietários oligarcas antidemocratas pela ilimitada democracia política colocada no poder com os votos dos homens das fronteiras, dos pequenos fazendeiros e dos pobres das cidades. Mas, 1830 determina uma inovação ainda mais radical na política.

(Eric Hobsbawm, A Era das revoluções: Europa 1789-1848. Adaptado)


Para Hobsbawm, tal “inovação ainda mais radical na política” refere-se

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Q1613520 História
No contexto da Revolução Francesa (1789-1799), a Conspiração pela Igualdade, ou Conjuração dos Iguais, segundo a obra de Albert Soboul, A Revolução Francesa,
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Q1613515 História

Os humanistas, num gesto ousado, tendiam a considerar como mais perfeita e mais expressiva a cultura que havia surgido e se desenvolvido no seio do paganismo, antes do advento de Cristo. A Igreja, portanto, para quem a história humana só atingiria a culminância na Era Cristã, não poderia ver com bons olhos essa atitude. Não quer isso dizer que os humanistas fossem ateus […]. Muito longe disso, o ceticismo toma corpo na Europa somente a partir dos séculos XVII e XVIII.

(Nicolau Sevcenko, O renascimento)


Segundo Sevcenko, os humanistas

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Q1613513 História

A Antiguidade greco-romana sempre constituiu um universo centralizado em cidades. O esplendor e a solidez da antiga polis helênica e da posterior república romana, que ofuscaram tantos períodos subsequentes, traduziam um nível de organização e cultura urbanas que jamais seria igualado em outro milênio. A filosofia, a ciência, a poesia, a história, a arquitetura, a escultura; o direito, a administração, a economia, os impostos; o voto, o debate, o recrutamento – tudo isso chegou a níveis de sofisticação e força inigualáveis. Ao mesmo tempo, esse friso de civilização citadina teve sempre algo do efeito de uma fachada trompe l’oeil sobre sua posteridade.

(Perry Anderson, Passagens da Antiguidade ao feudalismo)


O tal engano, citado por Anderson, trata da

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Q1613512 História

As fontes audiovisuais e musicais ganham crescentemente espaço na pesquisa histórica. Do ponto de vista metodológico, são vistas pelos historiadores como fontes primárias novas, desafiadoras, mas seu estatuto é paradoxal. Por um lado, as fontes audiovisuais (cinema, televisão e registros sonoros em geral) são consideradas por alguns, tradicional e erroneamente, testemunhos quase diretos e objetivos da história, de alto poder ilustrativo, sobretudo quando possuem um caráter estritamente documental, qual seja, o registro direto de eventos e personagens históricos. Por outro lado, as fontes audiovisuais de natureza assumidamente artística (filmes de ficção, teledramaturgia, canções e peças de teatro) são percebidas muitas vezes sob o estigma da subjetividade absoluta, impressões estéticas de fatos sociais objetivos que lhes são exteriores.

(Marcos Napolitano, A História depois do papel. Em: Carla Bassanezi Pinsky (org.), Fontes históricas)


Acerca dessa discussão, Napolitano entende que o historiador deve considerar as fontes audiovisuais e musicais

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Q1613511 História

A nova história é a história escrita como uma reação deliberada contra o “paradigma” tradicional, aquele termo útil, embora impreciso, posto em circulação pelo historiador de ciência americano Thomas Kuhn. Será conveniente descrever esse paradigma tradicional como história rankeana, conforme o grande historiador alemão Leopold von Ranke (1795-1886) […]. Em prol da simplicidade e da clareza, o contraste entre a antiga e a nova história pode ser resumida em seis pontos.

(Peter Burke (org.), A escrita da história: novas perspectivas)


Segundo Burke, a história tradicional

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Q1613509 História

Baseando-me em síntese de minha autoria já antiga, eis aqui o que vejo como pontos básicos quanto à tendência ora em foco:


1. A crença no caráter científico da história, que no entanto é uma ciência em construção: isto conduziu, em especial, à afirmação da necessidade de passar de uma “história-narração” a uma “história-problema” mediante a formulação de hipóteses de trabalho.

(Ciro Flamarion Cardoso e Ronaldo Vainfas (org.), Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia)


A “tendência ora em foco” é a

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Q1305590 História
Em 1553, Nicolau Durand de Villegagnon foi nomeado Vice-Almirante da Bretanha e desenvolveu um plano para fundar uma colônia na Baía de Guanabara (RJ); Qual o nome do núcleo da colônia que Villegagnon instalou na ilha que atualmente tem seu nome?
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Q1305127 História
Em relação à preparação do Brasil para a 1 ª Guerra Mundial, a nossa Marinha de Guerra era centrada na chamada esquadra de 191 O, sob o plano de construção do Almirante Alexandrino Faria de Alencar, Ministro da Marinha. Qual é o· nome dos dois cruzadores tipo Scouts que compunham essa Esquadra?
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Q1298842 História
No decorrer da Segunda Guerra Mundial, foram perdidos por ação dos submarinos alemães e italianos 33 navios mercantes. Os primeiros ataques à nossa Marinha Mercante ocorreram quando o Brasil ainda se mantinha neutro no conflito europeu. Qual foi o primeiro Navio Mercante brasileiro atacado pela Força Aérea alemã, em 22 de março de 1941, no mar Mediterrâneo?
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Q1298839 História
Em relação à preparação do Brasil para a 1a Guerra Mundial, a nossa Marinha de Guerra era centrada na chamada esquadra de 1910, sob o plano de construção do Almirante Alexandrino Faria de Alencar, Ministro da Marinha. Qual é o nome dos dois cruzadores tipo Scouts que compunham essa Esquadra?
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Q1297299 História
Diversos intrusos desafiaram os interesses ultramarinos de Portugal durante os séculos XVI e XVII. Qual foi o primeiro povo que teve seus navios na costa brasileira comercializando com os nativos da terra, forçando Portugal a reagir, enviando expedições guarda-costas e iniciando a colonização no Brasil?
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Q2198284 História
Na disputa entre Portugal e Espanha pelos territórios a serem descobertos navegando-se a Oeste, o limite que vigorou até o fim da União Ibérica foi o:
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Q1355969 História
Segundo Vidigal (2006), qual foi a causa determinante para a invasão francesa em Portugal?
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Q1355966 História
Segundo Vidigal (2006), com relação às motivações para o afundamento de navios brasileiros por submarinos alemães, assinale a opção correta.
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Q1355920 História
Os Navios Mercantes Buarque, Olinda, Arabutã e Cairu estão ligados a que contexto histórico?
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Q1355913 História
Segundo Vidigal (2006), qual o motivo pelo qual a Alemanha mandou seus submarinos afundarem os navios mercantes brasileiros?
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Q1355911 História
Segundo Vídigal (2006), ao ser derrotada na Primeira Guerra Mundial, a Alemanha foi obrigada a assinar um documento comprometendo-se a tomar diversas medidas que atingiram duramente a sua economia. Que documento foi esse?
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Ano: 2019 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2019 - PM-PR - Aspirante |
Q1333033 História

Em 1632, o matemático, astrônomo e filósofo italiano Galileu Galilei (1564-1642) publicou o Diálogo sobre os dois principais sistemas do mundo, no qual três personagens, de nomes Sagredo, Salviati e Simplício, debatem sobre a cosmologia copernicana e a cosmologia aristotélica. Ainda no mesmo ano, Galileu foi intimado a comparecer à Congregação do Santo Ofício em Roma, acusado de defender as ideias de Copérnico, consideradas heréticas pela Igreja.

Considerando o contexto histórico do processo e da condenação de Galileu Galilei pela Inquisição de Roma, assinale a alternativa correta. 

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Respostas
221: E
222: D
223: B
224: A
225: B
226: C
227: A
228: E
229: B
230: C
231: A
232: C
233: E
234: E
235: B
236: E
237: E
238: D
239: E
240: C