Questões Militares Sobre história geral em história

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Q1774123 História
Leia parte da obra de J. B. Say.
     Até a época do renascimento das artes na Europa, isto é, até cerca do século XVI, os governos dos diversos países pouco se inquietavam com a natureza dos retornos que os comerciantes recebiam do estrangeiro. Os direitos de saída e entrada tinham um objetivo puramente fiscal; eram para os governos meios de levantar tributos, e nada mais; mas em seguida, quando se apercebeu que o comércio era uma fonte de prosperidade para as nações e de poder para os governos, acreditou-se poder explorá-lo mais a proveito. Os publicistas, os homens de Estado, antes de ter suficientemente estudado a natureza das riquezas e o que as produz, acreditaram, com o vulgo, que se é rico porque se tem muita prata, em lugar de compreender que se tem muita prata porque se é rico […]
(Apud Pierre Deyon, O mercantilismo)
No excerto, Say
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Q1774121 História
Apesar das inegáveis diferenças locais, temporais e sociais ao se considerar o conjunto dos vários séculos medievais em todo o Ocidente, pode-se falar em estruturas cotidianas. Ao menos nas de caráter psicobiológico. Estruturas muito semelhantes às de outras épocas e locais, mas que ganham todo seu sentido apenas se conectadas com as demais estruturas do contexto medieval. Consideramos aqui sete delas – a percepção do tempo, o sexo, a alimentação, a moradia, o vestuário, o lazer, a morte.
(Hilário Franco Júnior, A Idade Média, nascimento do ocidente)
Sobre essas estruturas cotidianas medievais, segundo Franco Júnior, é correto afirmar que
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Q1774117 História
Carlos Bacellar, no artigo Uso e mau uso dos arquivos (Em Carla Bassanezi Pinsky (org.), Fontes históricas), traz uma série de sugestões para a pesquisa em arquivos históricos. Entre outras, há a sugestão de
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Q1658440 História
Durante a Guerra Fria, de 1945 a 1991, a Coexistência Pacífica serviu como canal de entendimento entre capitalistas e socialistas, contudo não foi capaz de mitigar novos focos de tensão, tais como
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Q1658439 História

O “New Deal”, de 1933, foi um plano posto em prática pelo Presidente dos Estados Unidos da América – Franklin Delano Roosevelt –, que articulava as ações do governo com os da iniciativa privada. Para tanto, foram adotadas as seguintes medidas:


I – Supervalorização do dólar para tornar as importações mais competitivas.

II – Empréstimo do governo aos bancos para evitar mais falências.

III – Implantação de um sistema de seguridade social, com a criação do seguro-desemprego.

IV – Não intervenção na economia, pois o próprio mercado resolveria a crise.

V – Criação de um vasto programa de obras públicas, com o intuito de gerar novos empregos.


Assinale a alternativa que apresenta todas as medidas corretas, dentre as listadas acima.

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Q1658436 História
Após a Batalha de Waterloo, em 1815, Napoleão Bonaparte foi novamente derrotado militarmente, resultando no seu exílio na ilha de Elba. Qual foi esta segunda batalha decisiva?
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Q1658435 História
Alguns historiadores distinguem dois modelos de colonização inglesa adotados na América do Norte. Qual conjunto de colônias inglesas assemelhava-se ao modelo de colonização português no Brasil – produção agrícola dedicada à exportação e realizada em grandes propriedades rurais?
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Q1658434 História
Na Inglaterra do final do século XVIII, com relação à divisão social do trabalho, as mudanças advindas da Revolução Industrial nos meios de produção foram analisadas e publicadas sob o título “A Riqueza das Nações”, cujo autor foi
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Q1658432 História
Alguns humanistas cristãos, a partir do século XI, condenaram o distanciamento do clero católico do que chamavam de “espírito do Evangelho”. Qual o nome do francês que criou uma vertente do Protestantismo que foi adotada na França, na Suíça, na Inglaterra, na Escócia e nos Países Baixos?
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Q1658431 História
A formação dos Estados modernos fez desaparecer os laços de suserania e vassalagem e, com isso, foram formados(as), na Europa,
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Q1658430 História

No período do Renascimento, durante os séculos XV e XVI, ocorreram mudanças na qualidade e na quantidade da produção cultural. Dentre os fatores que influenciaram essas mudanças, destacam-se o/a:


I – Absolutismo monárquico.

II – Desenvolvimento da imprensa.

III – Advento do “Século das Luzes”.

IV – Ação dos Mecenas.

V – Empirismo e liberalismo político de John Locke.


Assinale a alternativa que apresenta todos os fatores corretos, dentre os listados acima.

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Q1613538 História

“As possíveis verdades de várias hipóteses nesses campos pareciam ser na época menos importante que seu uso para os horríveis propósitos políticos do regime de Adolf Hitler. Ainda hoje existem muitos que se recusam a aceitar pesquisas sobre possíveis diferenças raciais no gênero humano ou que rejeitam qualquer descoberta que tende a demonstrar, sobre bases análogas, desigualdades entre vários grupos humanos.”

(Eric Hobsbawm. Sobre História)


O texto faz menção

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Q1613535 História

“As duas potências fascistas fizeram, num alinhamento formal, o Eixo Berlim-Roma, enquanto Alemanha e Japão faziam um pacto “Anti-Comintern”. Em 1937, sem surpreender ninguém, o Japão invadiu a China. (...) Em 1938, a Alemanha também achou que chegara a hora da conquista. A Áustria foi invadida e anexada em março (...) o acordo de Munique despedaçou a Tchecoslováquia e transferiu grandes partes dela para Hitler, mais uma vez pacificamente. O resto foi ocupado em março de 1939, encorajando a Itália (...) a ocupar a Albânia. Quase imediatamente, uma crise polonesa mais uma vez resultante de novas exigências territoriais alemãs paralisou a Europa. Disso veio a guerra europeia de 1939-1941, que se tornou a Segunda Guerra Mundial.”

(Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX. 1914-1991)


A chamada II Guerra Mundial teve seu início em setembro de 1939, primeiramente na Europa. Um dos motivos para sua deflagração foi

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Q1613526 História

“A catástrofe na qual mergulhou a gente comum da antiga URSS ao final do antigo sistema ainda não acabou. Penso que o salto súbito, revolucionário, do antigo sistema para o capitalismo que lhes foi imposto talvez tenha perturbado mais a economia que a Segunda Guerra Mundial e mais que a Revolução de Outubro, e a economia da região já levou mais tempo para se recuperar que nos anos 20 e 40. Nossa avaliação de todo o fenômeno soviético continua provisória.”

(Eric Hobsbawm. Sobre História)


A Revolução Russa foi, independentemente das visões díspares sobre seus resultados, um dos mais importantes eventos ocorridos no século XX. A afirmação refere-se

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Q1613523 História

Muito pouco se sabe acerca do ocorrido nos bastidores da diplomacia europeia, capaz de informar propósitos e resultados das negociações que culminaram em um dos períodos mais violentos da época contemporânea. O que parece consensual, no entanto, foram os quatro principais motivos que levaram à realização da Conferência.

(Leila Leite Hernandez, A África na sala de aula: visita à história contemporânea)


Entre os motivos para a realização da Conferência de Berlim, Hernandez apresenta

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Q1613521 História

A onda revolucionária de 1830 foi um acontecimento muito mais sério do que a de 1820. De fato, ela marca a derrota definitiva dos aristocratas pelo poder burguês na Europa Ocidental. A classe governante dos próximos 50 anos seria a “grande burguesia” de banqueiros, grandes industriais e, às vezes, altos funcionários civis. Nos EUA, entretanto, a democracia jacksoniana dá um passo além: a derrota dos proprietários oligarcas antidemocratas pela ilimitada democracia política colocada no poder com os votos dos homens das fronteiras, dos pequenos fazendeiros e dos pobres das cidades. Mas, 1830 determina uma inovação ainda mais radical na política.

(Eric Hobsbawm, A Era das revoluções: Europa 1789-1848. Adaptado)


Para Hobsbawm, tal “inovação ainda mais radical na política” refere-se

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Q1613520 História
No contexto da Revolução Francesa (1789-1799), a Conspiração pela Igualdade, ou Conjuração dos Iguais, segundo a obra de Albert Soboul, A Revolução Francesa,
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Q1613515 História

Os humanistas, num gesto ousado, tendiam a considerar como mais perfeita e mais expressiva a cultura que havia surgido e se desenvolvido no seio do paganismo, antes do advento de Cristo. A Igreja, portanto, para quem a história humana só atingiria a culminância na Era Cristã, não poderia ver com bons olhos essa atitude. Não quer isso dizer que os humanistas fossem ateus […]. Muito longe disso, o ceticismo toma corpo na Europa somente a partir dos séculos XVII e XVIII.

(Nicolau Sevcenko, O renascimento)


Segundo Sevcenko, os humanistas

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Q1613513 História

A Antiguidade greco-romana sempre constituiu um universo centralizado em cidades. O esplendor e a solidez da antiga polis helênica e da posterior república romana, que ofuscaram tantos períodos subsequentes, traduziam um nível de organização e cultura urbanas que jamais seria igualado em outro milênio. A filosofia, a ciência, a poesia, a história, a arquitetura, a escultura; o direito, a administração, a economia, os impostos; o voto, o debate, o recrutamento – tudo isso chegou a níveis de sofisticação e força inigualáveis. Ao mesmo tempo, esse friso de civilização citadina teve sempre algo do efeito de uma fachada trompe l’oeil sobre sua posteridade.

(Perry Anderson, Passagens da Antiguidade ao feudalismo)


O tal engano, citado por Anderson, trata da

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Q1613512 História

As fontes audiovisuais e musicais ganham crescentemente espaço na pesquisa histórica. Do ponto de vista metodológico, são vistas pelos historiadores como fontes primárias novas, desafiadoras, mas seu estatuto é paradoxal. Por um lado, as fontes audiovisuais (cinema, televisão e registros sonoros em geral) são consideradas por alguns, tradicional e erroneamente, testemunhos quase diretos e objetivos da história, de alto poder ilustrativo, sobretudo quando possuem um caráter estritamente documental, qual seja, o registro direto de eventos e personagens históricos. Por outro lado, as fontes audiovisuais de natureza assumidamente artística (filmes de ficção, teledramaturgia, canções e peças de teatro) são percebidas muitas vezes sob o estigma da subjetividade absoluta, impressões estéticas de fatos sociais objetivos que lhes são exteriores.

(Marcos Napolitano, A História depois do papel. Em: Carla Bassanezi Pinsky (org.), Fontes históricas)


Acerca dessa discussão, Napolitano entende que o historiador deve considerar as fontes audiovisuais e musicais

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Respostas
181: E
182: D
183: E
184: E
185: C
186: X
187: D
188: B
189: D
190: A
191: C
192: C
193: A
194: C
195: E
196: D
197: B
198: A
199: B
200: C