Questões Militares Sobre ameaça em direito penal

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Q4190781 Português
Leia o texto para responder à questão.


O Brasil está envelhecendo, mas ainda não sabe onde vai morar


   O Brasil está envelhecendo – e rápido. Em poucas décadas, o País deixou de ser majoritariamente jovem para ingressar numa transição demográfica profunda, que redefine não apenas políticas públicas, mas também a forma como pensamos cidades, moradia e qualidade de vida. Segundo dados do IBGE, atualmente a população entre 60 e 69 anos representa cerca de 16% dos brasileiros (mais de 31 milhões de pessoas). As projeções são ainda mais contundentes: em 2060, o Brasil deverá somar 73,4 milhões de idosos, com crescimento acelerado sobretudo entre aqueles acima dos 90 anos.

    Esse novo desenho etário impõe desafios estruturais. Afinal, não se trata apenas de viver mais, mas de como viver melhor. O envelhecimento da população exige respostas que vão além da saúde e da previdência: passam necessariamente pela moradia. É nesse ponto que surge um debate ainda pouco amadurecido no Brasil, mas central no mundo desenvolvido: o da moradia pensada para o envelhecimento ativo.

    Isso porque envelhecer com dignidade não é apenas um conceito abstrato. É um direito. De um lado, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece o direito à moradia digna como um direito humano fundamental e estabelece princípios específicos para as pessoas idosas, baseados em independência, participação social, cuidado, autorrealização e dignidade.

   De outro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça esse olhar por meio do programa Cidades Amigas do Idoso, que propõe lares e ambientes adaptados às necessidades físicas, sociais e emocionais da população idosa. Ou seja, a premissa é clara: envelhecer não deve significar isolamento, perda de autonomia ou exclusão da vida comunitária.


(Caio Calfat. Em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/espaco-aberto/o-brasil-esta-envelhecendo-masainda-nao-sabe-onde-vai-morar/, 16.03.2026. Adaptado)
Considere as passagens:

•  O Brasil está envelhecendo – e rápido. (1o parágrafo)
•  Esse novo desenho etário impõe desafios estruturais. (2o parágrafo)

Com base em Nilce Sant’anna Martins (2008), identificam-se nas passagens, correta e respectivamente, as figuras de linguagem:
Alternativas
Q4190780 Português
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O Brasil está envelhecendo, mas ainda não sabe onde vai morar


   O Brasil está envelhecendo – e rápido. Em poucas décadas, o País deixou de ser majoritariamente jovem para ingressar numa transição demográfica profunda, que redefine não apenas políticas públicas, mas também a forma como pensamos cidades, moradia e qualidade de vida. Segundo dados do IBGE, atualmente a população entre 60 e 69 anos representa cerca de 16% dos brasileiros (mais de 31 milhões de pessoas). As projeções são ainda mais contundentes: em 2060, o Brasil deverá somar 73,4 milhões de idosos, com crescimento acelerado sobretudo entre aqueles acima dos 90 anos.

    Esse novo desenho etário impõe desafios estruturais. Afinal, não se trata apenas de viver mais, mas de como viver melhor. O envelhecimento da população exige respostas que vão além da saúde e da previdência: passam necessariamente pela moradia. É nesse ponto que surge um debate ainda pouco amadurecido no Brasil, mas central no mundo desenvolvido: o da moradia pensada para o envelhecimento ativo.

    Isso porque envelhecer com dignidade não é apenas um conceito abstrato. É um direito. De um lado, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece o direito à moradia digna como um direito humano fundamental e estabelece princípios específicos para as pessoas idosas, baseados em independência, participação social, cuidado, autorrealização e dignidade.

   De outro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça esse olhar por meio do programa Cidades Amigas do Idoso, que propõe lares e ambientes adaptados às necessidades físicas, sociais e emocionais da população idosa. Ou seja, a premissa é clara: envelhecer não deve significar isolamento, perda de autonomia ou exclusão da vida comunitária.


(Caio Calfat. Em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/espaco-aberto/o-brasil-esta-envelhecendo-masainda-nao-sabe-onde-vai-morar/, 16.03.2026. Adaptado)
Com base no proposto por Evanildo Bechara (2019), na passagem do 4º parágrafo “Ou seja, a premissa é clara: envelhecer não deve significar isolamento, perda de autonomia ou exclusão da vida comunitária.”, os sinais de pontuação são empregados, correta e respectivamente, pelos seguintes motivos:
Alternativas
Q4190779 Português
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O Brasil está envelhecendo, mas ainda não sabe onde vai morar


   O Brasil está envelhecendo – e rápido. Em poucas décadas, o País deixou de ser majoritariamente jovem para ingressar numa transição demográfica profunda, que redefine não apenas políticas públicas, mas também a forma como pensamos cidades, moradia e qualidade de vida. Segundo dados do IBGE, atualmente a população entre 60 e 69 anos representa cerca de 16% dos brasileiros (mais de 31 milhões de pessoas). As projeções são ainda mais contundentes: em 2060, o Brasil deverá somar 73,4 milhões de idosos, com crescimento acelerado sobretudo entre aqueles acima dos 90 anos.

    Esse novo desenho etário impõe desafios estruturais. Afinal, não se trata apenas de viver mais, mas de como viver melhor. O envelhecimento da população exige respostas que vão além da saúde e da previdência: passam necessariamente pela moradia. É nesse ponto que surge um debate ainda pouco amadurecido no Brasil, mas central no mundo desenvolvido: o da moradia pensada para o envelhecimento ativo.

    Isso porque envelhecer com dignidade não é apenas um conceito abstrato. É um direito. De um lado, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece o direito à moradia digna como um direito humano fundamental e estabelece princípios específicos para as pessoas idosas, baseados em independência, participação social, cuidado, autorrealização e dignidade.

   De outro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça esse olhar por meio do programa Cidades Amigas do Idoso, que propõe lares e ambientes adaptados às necessidades físicas, sociais e emocionais da população idosa. Ou seja, a premissa é clara: envelhecer não deve significar isolamento, perda de autonomia ou exclusão da vida comunitária.


(Caio Calfat. Em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/espaco-aberto/o-brasil-esta-envelhecendo-masainda-nao-sabe-onde-vai-morar/, 16.03.2026. Adaptado)
De acordo com Luiz Carlos Travaglia (em MARQUESI, Sueli Cristina; Pauliukonis, Aparecida Lino e ELIAS, Vanda Maria [orgs], 2017), “o conhecimento linguístico sobre argumentação se estende hoje a um grande número de tópicos”. Dentre esses tópicos, o autor refere-se aos argumentos, que, no texto, são exemplificados com:
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Q4190778 Pedagogia
No Ensino Médio, aprofundam-se também a análise e a reflexão sobre a língua, no que diz respeito à contraposição entre uma perspectiva prescritiva única, que segue os moldes da abordagem tradicional da gramática, e a perspectiva de descrição de vários usos da língua. Ainda que continue em jogo a aprendizagem da norma-padrão, em função de situações e gêneros que a requeiram, outras variedades devem ter espaço e devem ser legitimadas. A perspectiva de abordagem do português brasileiro também deve estar presente, assim como a reflexão sobre as razões de sua ainda pouca presença nos materiais didáticos e nas escolas brasileiras.

(BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018. BRASIL)

Considerando as teorizações de Irandé Antunes (2003) e Maria Helena de Moura Neves (2013) sobre a gramática na escola, é correto afirmar que o posicionamento explicitado na BNCC encontra eco nas obras das autoras, que
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Q4190777 Português

Leia a tira para responder à questão.





(M. Schulz, “Minduim Charles”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos. 05.04.2026)

Com base na teoria de Koch & Elias (2011), no 2o quadrinho, os termos “porque” e “como” estabelecem relações coesivas de
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Q4190776 Português

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(M. Schulz, “Minduim Charles”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos. 05.04.2026)

A pergunta da menina no último quadrinho sugere que seu interlocutor
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Q4190745 Medicina
A síndrome do espaço quadrangular no ombro tem como característica o seguinte:
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Q4190744 Medicina
Os músculos pronador redondo e flexor radial do carpo são inervados pelo mesmo nervo, que é o
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Q4190743 Medicina
Em uma fratura de pilão tibial, após a melhora das condições das partes moles, a redução aberta e a fixação interna devem ser realizadas. Para proteger o envelope de partes moles, a distância entre a incisão posterolateral na fíbula e a incisão para a correção da fratura na tíbia deve ser de, pelo menos,
Alternativas
Q4190742 Medicina
Na classificação funcional da mielomeningocele, qual dos tipos a seguir apresenta maior chance de deambulação sem suporte? 
Alternativas
Q4190741 Medicina
Quais dos ligamentos a seguir compõe a sindesmose no tornozelo?
Alternativas
Q4190740 Medicina
Na classificação de Sillence para a osteogênese imperfeita, qual dos tipos a seguir apresenta alta mortalidade no período neonatal? 
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Q4190739 Medicina
Em um paciente adulto com anemia falciforme e diagnóstico de pioartrite no joelho direito, qual o agente etiológico é mais frequente?
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Q4190738 Medicina
 O teste da “tecla do piano” é diagnóstico de qual lesão traumática do punho?
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Q4190737 Medicina
 Considerando uma lesão do tendão flexor do dedo, em uma criança, por um ferimento corto-contuso, qual das alternativas a seguir apresenta uma afirmação verdadeira?
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Q4190736 Medicina
Uma fratura 31A3 tem como tratamento adequado:
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Q4190735 Medicina
Um paciente adulto, previamente hígido, com queixa de queda de bicicleta, apresenta uma fratura fechada da diáfise da tíbia esquerda. No raio-X, apresenta 20 mm de encurtamento e 25 graus de angulação anteroposterior, com a fíbula íntegra.

Em face do exposto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4190734 Medicina
Paciente diabético, 60 anos, não insulinodependente, com fratura fechada do tornozelo direito bimaleolar, com subluxação lateral do tálus. Apresenta glicemia em jejum de 130 e uma HB1Ac de 7,3%.

Considerando esse cenário, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4190733 Medicina
O tipo mais comum da fratura de Monteggia é a que ocorre com fratura do terço proximal da ulna com angulação anterior e luxação anterior da cabeça do rádio. Essa fratura corresponde ao tipo de Bado
Alternativas
Q4190732 Medicina
Em um paciente de 12 anos de idade, uma fratura extra-articular fechada do úmero proximal com angulação de 40 graus no perfil deve ser tratada da seguinte maneira:
Alternativas
Respostas
1621: C
1622: E
1623: D
1624: B
1625: E
1626: A
1627: B
1628: C
1629: B
1630: A
1631: A
1632: D
1633: B
1634: B
1635: E
1636: C
1637: A
1638: A
1639: B
1640: D