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I.
Antes que o país se abrisse, no fim dos anos 70 [século XX], o sistema de ciência e tecnologia da China empregava um modelo soviético: instituições especializadas conduziam a pesquisa e as universidades, com foco mais restrito, se encarregavam da educação e do treinamento. Esse modelo fracassou porque a pesquisa era separada do ensino, o trabalho interdisciplinar era impossível, os recursos eram escassos e os rígidos controles políticos e a ideologia dominavam. A revolução cultural de 1966 a 1976 fechou todo o ensino superior por uma década e destruiu muito do que havia sido construído anteriormente. Nos anos 90, a China expandiu e reestruturou o ensino superior de forma a atender suas ambições econômicas. (ALTBACH; WANG. 2012. p. 44-45).
II.
Quem acha que o Brasil de hoje é um país
pobre — e é mesmo — pode ter uma certeza com
teor de verdade 100%: o Brasil de quarenta anos
atrás era várias vezes pior. Por pior que fosse,
porém, era melhor que a China no quesito
pobreza. (SILÊNCIO..., 2013. p. 148).
A história do Brasil sempre esteve vinculada aos desdobramentos do desenvolvimento econômico e à conjuntura política mundial.
Dessa forma, pode-se afirmar que a influência dos ideais socialistas no país se fez sentir
I.
Antes que o país se abrisse, no fim dos anos 70 [século XX], o sistema de ciência e tecnologia da China empregava um modelo soviético: instituições especializadas conduziam a pesquisa e as universidades, com foco mais restrito, se encarregavam da educação e do treinamento. Esse modelo fracassou porque a pesquisa era separada do ensino, o trabalho interdisciplinar era impossível, os recursos eram escassos e os rígidos controles políticos e a ideologia dominavam. A revolução cultural de 1966 a 1976 fechou todo o ensino superior por uma década e destruiu muito do que havia sido construído anteriormente. Nos anos 90, a China expandiu e reestruturou o ensino superior de forma a atender suas ambições econômicas. (ALTBACH; WANG. 2012. p. 44-45).
II.
Quem acha que o Brasil de hoje é um país
pobre — e é mesmo — pode ter uma certeza com
teor de verdade 100%: o Brasil de quarenta anos
atrás era várias vezes pior. Por pior que fosse,
porém, era melhor que a China no quesito
pobreza. (SILÊNCIO..., 2013. p. 148).
I.
Antes que o país se abrisse, no fim dos anos 70 [século XX], o sistema de ciência e tecnologia da China empregava um modelo soviético: instituições especializadas conduziam a pesquisa e as universidades, com foco mais restrito, se encarregavam da educação e do treinamento. Esse modelo fracassou porque a pesquisa era separada do ensino, o trabalho interdisciplinar era impossível, os recursos eram escassos e os rígidos controles políticos e a ideologia dominavam. A revolução cultural de 1966 a 1976 fechou todo o ensino superior por uma década e destruiu muito do que havia sido construído anteriormente. Nos anos 90, a China expandiu e reestruturou o ensino superior de forma a atender suas ambições econômicas. (ALTBACH; WANG. 2012. p. 44-45).
II.
Quem acha que o Brasil de hoje é um país
pobre — e é mesmo — pode ter uma certeza com
teor de verdade 100%: o Brasil de quarenta anos
atrás era várias vezes pior. Por pior que fosse,
porém, era melhor que a China no quesito
pobreza. (SILÊNCIO..., 2013. p. 148).
I.
Antes que o país se abrisse, no fim dos anos 70 [século XX], o sistema de ciência e tecnologia da China empregava um modelo soviético: instituições especializadas conduziam a pesquisa e as universidades, com foco mais restrito, se encarregavam da educação e do treinamento. Esse modelo fracassou porque a pesquisa era separada do ensino, o trabalho interdisciplinar era impossível, os recursos eram escassos e os rígidos controles políticos e a ideologia dominavam. A revolução cultural de 1966 a 1976 fechou todo o ensino superior por uma década e destruiu muito do que havia sido construído anteriormente. Nos anos 90, a China expandiu e reestruturou o ensino superior de forma a atender suas ambições econômicas. (ALTBACH; WANG. 2012. p. 44-45).
II.
Quem acha que o Brasil de hoje é um país
pobre — e é mesmo — pode ter uma certeza com
teor de verdade 100%: o Brasil de quarenta anos
atrás era várias vezes pior. Por pior que fosse,
porém, era melhor que a China no quesito
pobreza. (SILÊNCIO..., 2013. p. 148).

Com base na análise da charge e nos conhecimentos sobre a organização do espaço mundial e brasileiro e a questão da cidadania, marque V nas afirmativas verdadeiras e F, nas falsas.
( ) O sistema econômico se manteve intacto, interferindo, desde o período colonial, na construção da cidadania e, consequentemente, a única solução para mudar esse quadro seria a adoção de um novo sistema econômico.
( ) A cidadania objetiva, entre outros, a priorização do homem na sociedade, enquanto o sistema econômico empurra o homem para a sua periferia.
( ) O sistema econômico adotado no país impede a participação estatal no processo produtivo, razão pela qual ocorre a excludência.
( ) As interferências do sistema econômico nos direitos do cidadão só ocorrem nas regiões periféricas do país, pois nas regiões centrais o positivo processo produtivo inibe as desigualdades sociais.
( ) O capitalismo contemporâneo promove a exclusão e a desigualdade, retardando o processo de consolidação da cidadania plena.
A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo,
é a
Lembranças de Makoko, uma das mais famigeradas comunidades de posseiros em Lagos, na Nigéria — metrópole presa entre a modernidade e a miséria. Com centenas de modos de transferência assíncronos (ATM, na sigla em inglês), recordes de centros de internet e milhões de telefones celulares, essa cidade agitada e congestionada com 8 milhões a 17 milhões de habitantes (dependendo de onde se traça a linha de contorno ou de quem faz a contagem) está conectada à grade global. Centro internacional de negócios empresariais e capital comercial do país mais populoso da África, Lagos atrai perto de 600 mil novos visitantes todos os anos. Mas a maioria dos bairros, mesmo alguns dos melhores, não dispõe de água encanada, saneamento básico e eletricidade. Makoko — parte sobre terra firme, parte flutuando sobre lagoas — é uma das comunidades mais carentes da megalópole.
Bairros como esse existem no mundo todo. [...]
Quando os governos negam a essas comunidades o direito de existir, as pessoas demoram mais para melhorar suas casas. Quando as autoridades do Rio de Janeiro decretaram guerra às favelas nos anos 60, por exemplo, as pessoas temiam ser expulsas de suas casas, ou que estas fossem incendiadas e por isso não tinham pressa em melhorá-las. A maioria das favelas permaneceu primitiva — pouco diferentes das cabanas de barro e dos barracos de madeira de Mumbai e Nairóbi. Mas quando os políticos perceberam a reação e passaram a se comprometer com as comunidades, elas começaram a proliferar sem controle. (NEUWIRTH, 2013. p. 22-24-26).
Lembranças de Makoko, uma das mais famigeradas comunidades de posseiros em Lagos, na Nigéria — metrópole presa entre a modernidade e a miséria. Com centenas de modos de transferência assíncronos (ATM, na sigla em inglês), recordes de centros de internet e milhões de telefones celulares, essa cidade agitada e congestionada com 8 milhões a 17 milhões de habitantes (dependendo de onde se traça a linha de contorno ou de quem faz a contagem) está conectada à grade global. Centro internacional de negócios empresariais e capital comercial do país mais populoso da África, Lagos atrai perto de 600 mil novos visitantes todos os anos. Mas a maioria dos bairros, mesmo alguns dos melhores, não dispõe de água encanada, saneamento básico e eletricidade. Makoko — parte sobre terra firme, parte flutuando sobre lagoas — é uma das comunidades mais carentes da megalópole.
Bairros como esse existem no mundo todo. [...]
Quando os governos negam a essas comunidades o direito de existir, as pessoas demoram mais para melhorar suas casas. Quando as autoridades do Rio de Janeiro decretaram guerra às favelas nos anos 60, por exemplo, as pessoas temiam ser expulsas de suas casas, ou que estas fossem incendiadas e por isso não tinham pressa em melhorá-las. A maioria das favelas permaneceu primitiva — pouco diferentes das cabanas de barro e dos barracos de madeira de Mumbai e Nairóbi. Mas quando os políticos perceberam a reação e passaram a se comprometer com as comunidades, elas começaram a proliferar sem controle. (NEUWIRTH, 2013. p. 22-24-26).
Lembranças de Makoko, uma das mais famigeradas comunidades de posseiros em Lagos, na Nigéria — metrópole presa entre a modernidade e a miséria. Com centenas de modos de transferência assíncronos (ATM, na sigla em inglês), recordes de centros de internet e milhões de telefones celulares, essa cidade agitada e congestionada com 8 milhões a 17 milhões de habitantes (dependendo de onde se traça a linha de contorno ou de quem faz a contagem) está conectada à grade global. Centro internacional de negócios empresariais e capital comercial do país mais populoso da África, Lagos atrai perto de 600 mil novos visitantes todos os anos. Mas a maioria dos bairros, mesmo alguns dos melhores, não dispõe de água encanada, saneamento básico e eletricidade. Makoko — parte sobre terra firme, parte flutuando sobre lagoas — é uma das comunidades mais carentes da megalópole.
Bairros como esse existem no mundo todo. [...]
Quando os governos negam a essas comunidades o direito de existir, as pessoas demoram mais para melhorar suas casas. Quando as autoridades do Rio de Janeiro decretaram guerra às favelas nos anos 60, por exemplo, as pessoas temiam ser expulsas de suas casas, ou que estas fossem incendiadas e por isso não tinham pressa em melhorá-las. A maioria das favelas permaneceu primitiva — pouco diferentes das cabanas de barro e dos barracos de madeira de Mumbai e Nairóbi. Mas quando os políticos perceberam a reação e passaram a se comprometer com as comunidades, elas começaram a proliferar sem controle. (NEUWIRTH, 2013. p. 22-24-26).
Lembranças de Makoko, uma das mais famigeradas comunidades de posseiros em Lagos, na Nigéria — metrópole presa entre a modernidade e a miséria. Com centenas de modos de transferência assíncronos (ATM, na sigla em inglês), recordes de centros de internet e milhões de telefones celulares, essa cidade agitada e congestionada com 8 milhões a 17 milhões de habitantes (dependendo de onde se traça a linha de contorno ou de quem faz a contagem) está conectada à grade global. Centro internacional de negócios empresariais e capital comercial do país mais populoso da África, Lagos atrai perto de 600 mil novos visitantes todos os anos. Mas a maioria dos bairros, mesmo alguns dos melhores, não dispõe de água encanada, saneamento básico e eletricidade. Makoko — parte sobre terra firme, parte flutuando sobre lagoas — é uma das comunidades mais carentes da megalópole.
Bairros como esse existem no mundo todo. [...]
Quando os governos negam a essas comunidades o direito de existir, as pessoas demoram mais para melhorar suas casas. Quando as autoridades do Rio de Janeiro decretaram guerra às favelas nos anos 60, por exemplo, as pessoas temiam ser expulsas de suas casas, ou que estas fossem incendiadas e por isso não tinham pressa em melhorá-las. A maioria das favelas permaneceu primitiva — pouco diferentes das cabanas de barro e dos barracos de madeira de Mumbai e Nairóbi. Mas quando os políticos perceberam a reação e passaram a se comprometer com as comunidades, elas começaram a proliferar sem controle. (NEUWIRTH, 2013. p. 22-24-26).

MORGAN, Ron. Disponível em:http://www.cartoonstock.com/>. Acesso em: 12 out. 2013.
The word “enhancing” should be understood as

MORGAN, Ron. Disponível em:<http://www.cartoonstock.com/>. Acesso em: 12 out. 2013.
Considering what the frog on the left says about the bugs, it’s correct to say that, now, it

HEALTHY chocolate. Disponível em:<www.bbc.co.uk/wordservice/learningenglish/language/wordsinthenews>
Fill in the parentheses with T (True) or F (False).
The text has answers to the following questions:
( ) What makes chocolate smooth and soft?
( ) Where did Stefan Bon work before going to Warwick?
( ) How can chocolate be made healthier?
( ) Why does agar help to keep the chocolate texture?
According to the text, the correct sequence, from top to bottom, is

HEALTHY chocolate. Disponível em:<www.bbc.co.uk/wordservice/learningenglish/language/wordsinthenews>

JACKSON, Michael. Disponível em:<http://www.sing365.com/music/lyric.ns/We-Can-Change-The-World-lyrics-Michael-Jackson/>

JACKSON, Michael. Disponível em:<http://www.sing365.com/music/lyric.ns/We-Can-Change-The-World-lyrics-Michael-Jackson/>
Fill in the parentheses with T (True) or F (False).
This is an excerpt of one of Michael Jackson’s famous hits.
It’s correct to say that the author of the lyrics of this song
( ) is against any kind of war.
( ) emphasizes the importance of solidarity.
( ) realizes it’s worthless pursuing harmony.
( ) encourages people to make a better world.
According to the song, the correct sequence, from top to bottom, is

Disponível em:<http://www.health.com/gallery>

Disponível em:<http://www.health.com/gallery>

BRAZIL Science Without Borders. Disponível em:<http://educationusacienciassemfronteiras.org.scier>

BRAZIL Science Without Borders. Disponível em:<http://educationusacienciassemfronteiras.org.scier>
Fill in the parentheses with T (True) or F (False).
About the Brazil Science Without Borders Program, it’s correct to say:
( ) In order to get a scholarship, students are required to take a hard placement test.
( ) Science is among the program’s top priorities.
( ) An advantage of this program is that students may graduate from college in the United States.
( ) One hundred thousand scholarships will be given to Brazilian students by this program.
According to the text, the correct sequence, from top to bottom, is