Questões de Vestibular
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Leia o texto para responder à questão.
A biodiversidade na Amazônia
Os 5.015.067,749 quilômetros quadrados da Amazônia brasileira abrigam uma enorme biodiversidade. Cientistas já classificaram cerca de 40.000 espécies vegetais, 3.000 peixes, 1.000 aves, 450 mamíferos, 400 anfíbios, 400 répteis e quase 130.000 invertebrados, e estima-se que ainda há várias espécies desconhecidas.
Todos os seres vivos fazem parte de uma cadeia e desempenham uma função. Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes, por exemplo, favorecendo a regeneração em outras áreas e o plantio natural de florestas. As plantas podem abrigar outras espécies e servir de alimento para animais herbívoros, que por sua vez também podem ser alimentos para tantos outros. Em um sistema com grande biodiversidade, ou seja, com tamanha diversidade de espécies, como na Amazônia, essas relações são muito ricas e complexas.
Alterar um sistema natural pode trazer desequilíbrio à densidade populacional das espécies e acarretar tanto o aparecimento de pragas, dada a remoção de espécies predadoras, quanto conflitos entre fauna e humanos, devido à escassez de presas.
As pragas podem invadir lavouras, infestar áreas urbanas e transmitir doenças para nós, humanos. A escassez de presas pode levar grandes espécies predadoras a buscar alimentos entre as criações nas fazendas, por exemplo.
Além disso, a biodiversidade nos oferece recursos, tais como medicamentos, que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas. Perder biodiversidade é, portanto, perder uma riqueza que ainda nem conhecemos completamente.
(Ulisses Galatti e Tainá Oliveira Assis.
https://amazonia.exame.com/biodiversidades. Adaptado)
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A biodiversidade na Amazônia
Os 5.015.067,749 quilômetros quadrados da Amazônia brasileira abrigam uma enorme biodiversidade. Cientistas já classificaram cerca de 40.000 espécies vegetais, 3.000 peixes, 1.000 aves, 450 mamíferos, 400 anfíbios, 400 répteis e quase 130.000 invertebrados, e estima-se que ainda há várias espécies desconhecidas.
Todos os seres vivos fazem parte de uma cadeia e desempenham uma função. Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes, por exemplo, favorecendo a regeneração em outras áreas e o plantio natural de florestas. As plantas podem abrigar outras espécies e servir de alimento para animais herbívoros, que por sua vez também podem ser alimentos para tantos outros. Em um sistema com grande biodiversidade, ou seja, com tamanha diversidade de espécies, como na Amazônia, essas relações são muito ricas e complexas.
Alterar um sistema natural pode trazer desequilíbrio à densidade populacional das espécies e acarretar tanto o aparecimento de pragas, dada a remoção de espécies predadoras, quanto conflitos entre fauna e humanos, devido à escassez de presas.
As pragas podem invadir lavouras, infestar áreas urbanas e transmitir doenças para nós, humanos. A escassez de presas pode levar grandes espécies predadoras a buscar alimentos entre as criações nas fazendas, por exemplo.
Além disso, a biodiversidade nos oferece recursos, tais como medicamentos, que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas. Perder biodiversidade é, portanto, perder uma riqueza que ainda nem conhecemos completamente.
(Ulisses Galatti e Tainá Oliveira Assis.
https://amazonia.exame.com/biodiversidades. Adaptado)
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A biodiversidade na Amazônia
Os 5.015.067,749 quilômetros quadrados da Amazônia brasileira abrigam uma enorme biodiversidade. Cientistas já classificaram cerca de 40.000 espécies vegetais, 3.000 peixes, 1.000 aves, 450 mamíferos, 400 anfíbios, 400 répteis e quase 130.000 invertebrados, e estima-se que ainda há várias espécies desconhecidas.
Todos os seres vivos fazem parte de uma cadeia e desempenham uma função. Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes, por exemplo, favorecendo a regeneração em outras áreas e o plantio natural de florestas. As plantas podem abrigar outras espécies e servir de alimento para animais herbívoros, que por sua vez também podem ser alimentos para tantos outros. Em um sistema com grande biodiversidade, ou seja, com tamanha diversidade de espécies, como na Amazônia, essas relações são muito ricas e complexas.
Alterar um sistema natural pode trazer desequilíbrio à densidade populacional das espécies e acarretar tanto o aparecimento de pragas, dada a remoção de espécies predadoras, quanto conflitos entre fauna e humanos, devido à escassez de presas.
As pragas podem invadir lavouras, infestar áreas urbanas e transmitir doenças para nós, humanos. A escassez de presas pode levar grandes espécies predadoras a buscar alimentos entre as criações nas fazendas, por exemplo.
Além disso, a biodiversidade nos oferece recursos, tais como medicamentos, que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas. Perder biodiversidade é, portanto, perder uma riqueza que ainda nem conhecemos completamente.
(Ulisses Galatti e Tainá Oliveira Assis.
https://amazonia.exame.com/biodiversidades. Adaptado)
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A biodiversidade na Amazônia
Os 5.015.067,749 quilômetros quadrados da Amazônia brasileira abrigam uma enorme biodiversidade. Cientistas já classificaram cerca de 40.000 espécies vegetais, 3.000 peixes, 1.000 aves, 450 mamíferos, 400 anfíbios, 400 répteis e quase 130.000 invertebrados, e estima-se que ainda há várias espécies desconhecidas.
Todos os seres vivos fazem parte de uma cadeia e desempenham uma função. Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes, por exemplo, favorecendo a regeneração em outras áreas e o plantio natural de florestas. As plantas podem abrigar outras espécies e servir de alimento para animais herbívoros, que por sua vez também podem ser alimentos para tantos outros. Em um sistema com grande biodiversidade, ou seja, com tamanha diversidade de espécies, como na Amazônia, essas relações são muito ricas e complexas.
Alterar um sistema natural pode trazer desequilíbrio à densidade populacional das espécies e acarretar tanto o aparecimento de pragas, dada a remoção de espécies predadoras, quanto conflitos entre fauna e humanos, devido à escassez de presas.
As pragas podem invadir lavouras, infestar áreas urbanas e transmitir doenças para nós, humanos. A escassez de presas pode levar grandes espécies predadoras a buscar alimentos entre as criações nas fazendas, por exemplo.
Além disso, a biodiversidade nos oferece recursos, tais como medicamentos, que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas. Perder biodiversidade é, portanto, perder uma riqueza que ainda nem conhecemos completamente.
(Ulisses Galatti e Tainá Oliveira Assis.
https://amazonia.exame.com/biodiversidades. Adaptado)
Na década de 1940, os Estados Unidos da América tinham especial interesse pela borracha brasileira. Ciente disso, o governo brasileiro firma um acordo com os estadunidenses: eles investem no Brasil e o governo brasileiro se encarrega de arregimentar nova mão de obra nos seringais, a fim de extrair o látex, matéria-prima na fabricação da borracha.
(https://imazon.org.br. Adaptado.)
Ao se referir a uma negociação entre o Brasil e os Estados Unidos, relativa à extração do látex, o excerto evidencia que
(www.estadao.com.br, 23.10.2024. Adaptado.)
Relacionada com o conceito de economia circular e com a produção de gás metano, a pesquisa tratada no excerto
(Afonso Cruz. O vício dos livros, 2024.)
No excerto, a expressão “um código genético” pode ser substituída, mantendo-se o mesmo significado, por:
Leia o trecho de uma entrevista concedida por Tarcízio Silva, autor do livro Racismo Algorítmico: mídia, inteligência artificial e discriminação nas redes digitais.
Quais os impactos do racismo algorítmico, principalmente em relação a minorias raciais no Brasil e no mundo?
— As tecnologias digitais possuem dualidades que podem pender para a opressão em sociedades marcadas pelas desigualdades. Manifestações mais individualizadas do racismo algorítmico podem acontecer em quase todas as esferas da vida e são cada vez mais mediadas por tecnologias digitais como plataformas, aplicativos e sistemas de classificação e ranqueamento. Assim, a mediação algorítmi ca de decisões em áreas como serviços públicos, liberda de de expressão, trabalho, remuneração, segurança e até acesso à saúde pode aumentar as disparidades já conheci das socialmente.
Seria o racismo algorítmico apenas uma consequência do racismo estrutural?
— O racismo algorítmico é uma espécie de atualização do racismo estrutural. Nesse contexto, o desenvolvimento de tecnologias algorítmicas se alimenta do histórico social para oferecer uma pretensa inteligência artificial, ou seja, que, na verdade, é comprometida com o patriarcado e o colonialismo. Essa desinteligência artificial atualiza opressões como o racismo estrutural.
(Daiane Batista. “Tarcízio Silva: ‘O racismo algorítmico é uma espécie de atualização do racismo estrutural’”. https://cee.fiocruz.br, 30.03.2023. Adaptado.)
Com base nas respostas de Tarcízio Silva, compreender o racismo algorítmico como uma forma atualizada de racismo estrutural implica reconhecer que
Texto 1
O uso de inteligência artificial (IA) para tarefas simples e complexas está se tornando cada vez mais comum, mas você já se perguntou se dizer “por favor” e “obrigado” a uma IA afeta a resposta que ela dará? Estudos da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, revelaram que a resposta da IA variava dependendo se a pessoa era gentil ou não. “A linguagem educada na comunicação humana frequentemente gera maior conformidade e eficácia, enquanto a grosseria pode causar aversão, o que afeta a qualidade da resposta”, afirmou o estudo.
(https://oglobo.globo.com, 18.04.2025. Adaptado.)
Texto 2
Dizer “obrigada” e “por favor” para o ChatGPT pode au mentar ainda mais os custos de seu funcionamento. A em presa criadora do chatbot, OpenAI, gasta até US$ 700 mil por dia para manter o ChatGPT ativo, e cada resposta consome mais do que só eletricidade: há água, dados e bilhões em jogo. Destacam-se não apenas os custos financeiros, mas também o impacto ambiental dos modelos de inteligência artificial mais avançada do mundo. Modelos como o GPT-4 demandam uma grande infraestrutura computacional para entregar respostas em segundos.
(Tamires Vitorio. https://exame.com, 19.04.2025. Adaptado.)
Os textos 1 e 2 demonstram que as novas dinâmicas da relação entre indivíduo e tecnologia expressam a
(Patricio Dugnani. “Meios de Comunicação de Massa e Meios Digitais: remassificação e internetilização”. In: Anagramas Rumbos y Sentidos de la Comunicación, 2024. Adaptado.)
O excerto revela que a comunicação contemporânea mantém traços centrais dos conceitos de indústria cultural, teorizados pela Escola de Frankfurt, que podem ser identificados a partir da
(Diogo Meyer e Charbel Niño El-Hani. Evolução: o sentido da biologia, 2005. Adaptado.)
A reorganização do campo da biologia descrito no excerto representa, para a filosofia da ciência,
O ponto de partida da filosofia autêntica encontra-se no espanto, na admiração ou na angústia. Uma fissura manifesta-se na existência; é preciso cimentar a brecha da dúvida. O pensamento vem e põe ordem na desordem. Chamam--se filosofia os primeiros princípios que traduzem a justificação que a pessoa se dá sobre seu lugar no mundo. O que a reflexão procura é sempre um estado de paz, princípio de uma orientação ontológica em fé da qual o homem se encontra à vontade na sua paisagem. Neste sentido, a função da filosofia não é diferente da do mito. O mito é a primeira forma desta adaptação espiritual da comunidade humana ao seu contorno. O pensador, uma vez rompida a consciência coletiva, retoma-o por sua conta, com os meios acrescidos da reflexão.
(Georges Gusdorf. Mito e metafísica, 1979. Adaptado.)
Com base no excerto, a relação entre mito e filosofia pode ser compreendida como a
(Ricardo Westin. www12.senado.leg.br, 14.09.2020. Adaptado.)
No contexto tratado pelo excerto, a lei adotada em meados do século XIX e uma consequência dela percebida ainda hoje no Brasil são
(https://relacoesexteriores.com.br. Adaptado.)
A construção geopolítica do termo “Sul Global” evidencia uma
Nunca mais vi meu irmão
Diz que ele pergunta de mim (não sei não)
A gente nunca teve muito a ver
Outra ideia, outro rolê
Os maluco lá do bairro
Já falava de revólver, droga, carro
Pela janela da classe, eu olhava lá fora
A rua me atraía mais do que a escola
Fiz dezessete, tinha que sobreviver
Agora eu era um homem, tinha que correr
No mundão você vale o que tem
Eu não podia contar com ninguém
[...] fica você com seu sonho de doutô
Quando acordar cê me avisa, morô?
Eu e meu irmão era como óleo e água
Quando eu saí de casa trouxe muita mágoa
Isso há mais ou menos seis anos atrás [...]
Meu sobrinho nasceu
Diz que o rosto dele é parecido com o meu
É, diz...
Um pivete eu sempre quis
Meu irmão merece ser feliz
Deve estar a essa altura
Bem perto de fazer a formatura
Acho que é direito, advocacia
Acho que era isso que ele queria
Sinceramente, eu me sinto feliz
Graças a Deus, não fez o que eu fiz
Minha finada mãe, proteja o seu menino
O diabo agora guia o meu destino
Se o júri for generoso comigo
Quinze anos pra cada latrocínio
Sem dinheiro pra me defender [...]
(Sobrevivendo no inferno, 2018.)
O excerto da letra identifica
(Cláudia Fonseca. “Ser mulher, mãe e pobre”. In: Mary Del Priore (org.). História das mulheres no Brasil, 2015.)
Os dados apresentados no excerto mostram que
— Mas o que é que há? perguntou Aires.
— A república está proclamada.
— Já há governo?
— Penso que já; mas diga-me V. Ex.a: ouviu alguém acusar-me jamais de atacar o governo? Ninguém. Entretanto... Uma fatalidade! Venha em meu socorro. Excelentíssimo. Ajude-me a sair deste embaraço. A tabuleta está pronta, o nome todo pintado. — “Confeitaria do Império”, a tinta é viva e bonita. O pintor teima em que lhe pague o trabalho, para então fazer outro. Eu, se a obra não estivesse acabada, mudava de título, por mais que me custasse, mas hei de perder o dinheiro que gastei? V. Ex.a crê que, se ficar “Império”, venham quebrar-me as vidraças?
— Isso não sei.
— Realmente, não há motivo; é o nome da casa, nome de trinta anos, ninguém a conhece de outro modo.
— Mas pode por “Confeitaria da República”...
— Lembrou-me isso, em caminho, mas também me lembrou que, se daqui a um ou dous meses, houver nova reviravolta, fico no ponto em que estou hoje, e perco outra vez o dinheiro.
(Machado de Assis. Obra completa, 1986.)
O excerto mostra um diálogo do proprietário de uma confeita ria com outro personagem, o Conselheiro Aires. No diálogo, o dono da confeitaria expressa
(Barbara Ehrenreich. Dançando nas ruas, 2010.)
Ao tratar do surgimento do cristianismo, o excerto