A norma oficial ditava que a mulher devia ser resguarda
da em casa, ocupando-se dos afazeres domésticos, enquanto os homens asseguravam o sustento da família trabalhando
no espaço da rua. Longe de retratar a realidade, tratava-se
de um estereótipo calcado nos valores da elite colonial [...].
Com a industrialização, [as mulheres] chegaram, junto com
as crianças, a compor mais da metade da força de trabalho
em certas indústrias, notadamente nas de tecidos. As estatísticas sobre o Rio Grande do Sul em 1900 mostram que cerca
de 42% da população economicamente ativa era feminina
[...]. No censo de 1920 [...], ainda 49,4% da população economicamente ativa (PEA) do estado e 50,8% da PEA em Porto
Alegre constavam como feminina. Na indústria, as mulheres
ocupavam 28,4% das vagas no estado, e 29,95% na capital.
(Cláudia Fonseca. “Ser mulher, mãe e pobre”.
In: Mary Del Priore (org.). História das mulheres no Brasil, 2015.)
Os dados apresentados no excerto mostram que
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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