Questões de Vestibular Comentadas

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Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: INSPER Prova: VUNESP - 2018 - INSPER - Engenharias - Ciências da Natureza |
Q1338073 Física
Uma pessoa está segurando um livro no interior de um elevador em movimento vertical, uniforme e descendente. Em determinado instante, rompe-se o cabo de sustentação do elevador e ele passa a cair em queda livre. De susto, a pessoa solta o livro. A ação dissipativa do ar ou de outro tipo de atrito é desprezível.
A partir do momento em que é abandonado, e enquanto o elevador não tocar o chão, o livro
Alternativas
Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: INSPER Prova: VUNESP - 2018 - INSPER - Engenharias - Ciências da Natureza |
Q1338072 Física
A figura mostra uma réplica do Benz Patent Motorwagen, de 1885, carro de dois lugares e três rodas. O diâmetro da roda dianteira mede 60 cm, e o das rodas traseiras mede 80 cm.
Imagem associada para resolução da questão
Em um teste recém-realizado, o veículo percorreu, em linha reta, 7,2 km em 12 minutos, mantendo sua velocidade praticamente constante. Assim, considerando π = 3, a frequência de giro das rodas dianteira e traseiras deve ter sido, em Hz, aproximada e respectivamente, de
Alternativas
Ano: 2018 Banca: EBMSP Órgão: EBMSP Prova: EBMSP - 2018 - EBMSP - Prosef - 2019.1 |
Q1336801 Geografia
A geologia e a paisagem influenciaram profundamente a sociedade, a civilização e a diversidade cultural de nosso Planeta, mas, até poucos anos atrás, não havia o reconhecimento internacional do patrimônio geológico de importância nacional ou regional e não havia, especificamente, uma convenção internacional sobre o patrimônio geológico. A iniciativa da Unesco de apoiar a criação de geoparques responde à forte demanda expressa por muitos países, por meio de uma rede global, no sentido de aumentar o valor do patrimônio da Terra, suas paisagens e suas formações geológicas, que também são testemunhas-chave da história da vida.
NASCIMENTO, Marco Antonio Leite do. Você sabe o que é um geoparque? Conhecimento prático GEOGRAFIA. São Paulo: escala, n. 55, p. 44.
Os Geoparques foram criados objetivando, sobretudo,
Alternativas
Ano: 2018 Banca: EBMSP Órgão: EBMSP Prova: EBMSP - 2018 - EBMSP - Prosef - 2019.1 |
Q1336800 Geografia
A vida existe no Planeta Terra há mais de 3,5 bilhões de anos. Umas poucas ligações primitivas deram origem a organismos superiores. A natureza produziu uma complexa rede de relações e uma multiplicidade de animais, plantas e fungos. A história da evolução é uma epopeia de adaptação, extinção e reinvenção.
GILGES, Susanne; HARF, Rainer; LAAKER, Torsten. A explosão das espécies. GEOBRASIL. São Paulo: escala, n. 19, p. 23.

Considerando-se as informações do texto e os conhecimentos sobre o Planeta Terra e sua evolução, pode-se afirmar que, no período terciário,
Alternativas
Ano: 2018 Banca: EBMSP Órgão: EBMSP Prova: EBMSP - 2018 - EBMSP - Prosef - 2019.1 |
Q1336799 História e Geografia de Estados e Municípios
De igrejas seculares ao artesanato típico das cidades do interior, da crença diversificada de seu povo mestiço aos mitos e ritos do folclore local, a Bahia se abre num verdadeiro mosaico de atrativos para quem deseja desvendar toda a sua graça e poesia. Terra dos orixás, patuás e babalorixás e também do culto a Todos os Santos, a Bahia reúne em si mesma todos os ritos e mitos.
VIAGEM por um mundo chamado Bahia. viver Bahia. Salvador: ADAServiços Gráficos, a. 5, n. 16, 2011, p. 14.
A análise do texto e os conhecimentos sobre a Bahia permitem afirmar:

Alternativas
Ano: 2018 Banca: EBMSP Órgão: EBMSP Prova: EBMSP - 2018 - EBMSP - Prosef - 2019.1 |
Q1336798 Conhecimentos Gerais
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://www.google.com.br/search?q=beleza+de+homens+negros>. Acesso em: nov. 2018.

A imagem dos jovens negros pode ser interpretada como um exemplo de
Alternativas
Ano: 2018 Banca: EBMSP Órgão: EBMSP Prova: EBMSP - 2018 - EBMSP - Prosef - 2019.1 |
Q1336797 Conhecimentos Gerais
Imagem associada para resolução da questão

Os ideais de belezas contrastantes, nas figuras, expressam a
Alternativas
Ano: 2018 Banca: EBMSP Órgão: EBMSP Prova: EBMSP - 2018 - EBMSP - Prosef - 2019.1 |
Q1336796 História
Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: <tps://www.portalsaofrancisco.com.br>. Acesso em: out. 2018.

O ideal de beleza na escultura, no Antigo Egito, registrado na imagem, está diretamente associado
Alternativas
Ano: 2018 Banca: EBMSP Órgão: EBMSP Prova: EBMSP - 2018 - EBMSP - Prosef - 2019.1 |
Q1336785 Biologia

A evolução propriamente dita não é mais uma teoria para o pesquisador moderno. É um fato, tanto quanto a Terra girar em torno do Sol, e não o inverso. As mudanças documentadas no registro fóssil, em extratos geológicos precisamente datados, são o fato que designamos como evolução.

MAYR, Ernst. Biologia, ciência única. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p. 116.


Os pesquisadores evolutivos utilizam, além da presença dos registros fósseis, outros elementos como indicadores de uma evolução biológica ao longo da história da vida no Planeta Terra.

Entre esses elementos, pode-se citar

Alternativas
Ano: 2018 Banca: EBMSP Órgão: EBMSP Prova: EBMSP - 2018 - EBMSP - Prosef - 2019.1 |
Q1336782 Inglês
    Rather than a stable set of features, physical beauty is an ever-morphing construct. But female beauty ideals tend nevertheless to have outlines. These have been most visible throughout history in the pictures drawn by those self-elected gods we call artists. History provides us a record, and from it one basic truth stands out: the ideals women are asked to embody, regardless of culture or continent, have been hammered out almost exclusively by men.
     Consider, for instance, the ways that figure shaping has altered over the centuries. Some 150 years ago, women in Europe began wearing bustles beneath their dresses that greatly enlarged the profile of their buttocks. More recently, the notion of sculpting has been applied directly to the body. In the 1960s, it took the form of dieting, which produced the sort of extremely skinny figure we associate with such models as Twiggy. Her thinness connoted vitality, an escape from the matronhood idealized by earlier generations, as well as an innocent, insouciant sexuality that was not dissimilar to a Roman-era depiction of the Three Graces.
     Consumerism, of which diet fads are certainly a part, has significantly expanded the range of off-the-shelf options for bodily enhancement. In the 1980s and ’90s, women frequently turned to surgery – breast or buttocks augmentation, nose jobs – and other non-surgical interventions such as Botox and tanning.
     It’s worth noting that if art holds a mirror up to culture, it has with rare exception failed to reflect a manifestation of female beauty of the last decade: the high-performance, muscled athlete. Popular magazines like ESPN The Magazine’s “Body Issue” have made gestures in this direction, by putting women like Serena Williams on the cover. But, in large part, art seems not to have taken account of the fact that the athlete has become a figure of everyday life, not just a pro.

KUNITZ, Daniel. Disponível em: <www.artsy.net/article/artsy-editorial-how-art-hasshaped-female-beauty-ideals-history>. Acesso em: nov. 2018. Adaptado.
Considering the figure of athletic women, the text says that
Alternativas
Ano: 2018 Banca: EBMSP Órgão: EBMSP Prova: EBMSP - 2018 - EBMSP - Prosef - 2019.1 |
Q1336781 Inglês
    Rather than a stable set of features, physical beauty is an ever-morphing construct. But female beauty ideals tend nevertheless to have outlines. These have been most visible throughout history in the pictures drawn by those self-elected gods we call artists. History provides us a record, and from it one basic truth stands out: the ideals women are asked to embody, regardless of culture or continent, have been hammered out almost exclusively by men.
     Consider, for instance, the ways that figure shaping has altered over the centuries. Some 150 years ago, women in Europe began wearing bustles beneath their dresses that greatly enlarged the profile of their buttocks. More recently, the notion of sculpting has been applied directly to the body. In the 1960s, it took the form of dieting, which produced the sort of extremely skinny figure we associate with such models as Twiggy. Her thinness connoted vitality, an escape from the matronhood idealized by earlier generations, as well as an innocent, insouciant sexuality that was not dissimilar to a Roman-era depiction of the Three Graces.
     Consumerism, of which diet fads are certainly a part, has significantly expanded the range of off-the-shelf options for bodily enhancement. In the 1980s and ’90s, women frequently turned to surgery – breast or buttocks augmentation, nose jobs – and other non-surgical interventions such as Botox and tanning.
     It’s worth noting that if art holds a mirror up to culture, it has with rare exception failed to reflect a manifestation of female beauty of the last decade: the high-performance, muscled athlete. Popular magazines like ESPN The Magazine’s “Body Issue” have made gestures in this direction, by putting women like Serena Williams on the cover. But, in large part, art seems not to have taken account of the fact that the athlete has become a figure of everyday life, not just a pro.

KUNITZ, Daniel. Disponível em: <www.artsy.net/article/artsy-editorial-how-art-hasshaped-female-beauty-ideals-history>. Acesso em: nov. 2018. Adaptado.
As far as figure shaping has changed over time, the text says that
Alternativas
Ano: 2018 Banca: EBMSP Órgão: EBMSP Prova: EBMSP - 2018 - EBMSP - Prosef - 2019.1 |
Q1336780 Inglês
    Rather than a stable set of features, physical beauty is an ever-morphing construct. But female beauty ideals tend nevertheless to have outlines. These have been most visible throughout history in the pictures drawn by those self-elected gods we call artists. History provides us a record, and from it one basic truth stands out: the ideals women are asked to embody, regardless of culture or continent, have been hammered out almost exclusively by men.
     Consider, for instance, the ways that figure shaping has altered over the centuries. Some 150 years ago, women in Europe began wearing bustles beneath their dresses that greatly enlarged the profile of their buttocks. More recently, the notion of sculpting has been applied directly to the body. In the 1960s, it took the form of dieting, which produced the sort of extremely skinny figure we associate with such models as Twiggy. Her thinness connoted vitality, an escape from the matronhood idealized by earlier generations, as well as an innocent, insouciant sexuality that was not dissimilar to a Roman-era depiction of the Three Graces.
     Consumerism, of which diet fads are certainly a part, has significantly expanded the range of off-the-shelf options for bodily enhancement. In the 1980s and ’90s, women frequently turned to surgery – breast or buttocks augmentation, nose jobs – and other non-surgical interventions such as Botox and tanning.
     It’s worth noting that if art holds a mirror up to culture, it has with rare exception failed to reflect a manifestation of female beauty of the last decade: the high-performance, muscled athlete. Popular magazines like ESPN The Magazine’s “Body Issue” have made gestures in this direction, by putting women like Serena Williams on the cover. But, in large part, art seems not to have taken account of the fact that the athlete has become a figure of everyday life, not just a pro.

KUNITZ, Daniel. Disponível em: <www.artsy.net/article/artsy-editorial-how-art-hasshaped-female-beauty-ideals-history>. Acesso em: nov. 2018. Adaptado.
According to the text, fill in the blanks with T (True) or F (False). It’s stated in the text
( ) Standards of feminine physical beauty have changed markedly over time.
( ) Just one type of female beauty has remained unchanged at all times and places.
( ) Some feminine physical features have been praised as universally appealing in all cultures.
( ) In general, images of women have historically followed a pattern set down by men.
The correct sequence, from top to bottom, is
Alternativas
Ano: 2018 Banca: EBMSP Órgão: EBMSP Prova: EBMSP - 2018 - EBMSP - Prosef - 2019.1 |
Q1336778 Português
    O corpo é também um registro de uma civilização, pois nele está marcada a cultura de um povo. Sendo assim, a leitura do corpo é, de certa forma, a leitura de uma cultura. As expressões culturais de uma civilização estão registradas no corpo e são percebidas na linguagem oral, no vestuário, na postura do corpo, na aparência, nas marcas de expressões nos rostos, na maquilagem. O corpo possui uma expressividade capaz de comunicar e transmitir nossos pensamentos e sentimentos. Nossas mãos funcionam como complemento de nossas falas, os olhos e as expressões faciais trabalham num sistema em conjunto com nossa mente.
     Além disso, o corpo demonstra as mudanças sociais. No período do Império, no Brasil, ter um corpo sem manchas ou queimaduras de sol expressava riqueza, pois a pele branca e lisa estava relacionada à cultura europeia, tida como exemplo de conhecimento e sofisticação a serem seguidos. Às pessoas que trabalhavam nos serviços braçais ou que tinham a pele escura restava a exclusão social. Atualmente, há uma inversão estética, pois, ter um corpo bronzeado e queimado de sol está relacionado à beleza, riqueza e sensualidade.
     Como nossos corpos são registros de nossa sociedade, através deles podemos perceber e analisar a quais valores e padrões de beleza a que estão submetidos. Tais padrões são resultados de transformações sociais, políticas e científicas.

CORRÊA, Ainah Franqueiro. O corpo na “Campanha pela Real Beleza” da Dove. Disponível em: < http://www.intercom.org.br>. Acesso em: nov. 2018.
As ideias apresentadas no texto estruturam-se em torno de elementos que promovem o encadeamento das ideias e a progressão do tema abordado.
A esse respeito, está correto o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2018 Banca: EBMSP Órgão: EBMSP Prova: EBMSP - 2018 - EBMSP - Prosef - 2019.1 |
Q1336777 Português
    O corpo é também um registro de uma civilização, pois nele está marcada a cultura de um povo. Sendo assim, a leitura do corpo é, de certa forma, a leitura de uma cultura. As expressões culturais de uma civilização estão registradas no corpo e são percebidas na linguagem oral, no vestuário, na postura do corpo, na aparência, nas marcas de expressões nos rostos, na maquilagem. O corpo possui uma expressividade capaz de comunicar e transmitir nossos pensamentos e sentimentos. Nossas mãos funcionam como complemento de nossas falas, os olhos e as expressões faciais trabalham num sistema em conjunto com nossa mente.
     Além disso, o corpo demonstra as mudanças sociais. No período do Império, no Brasil, ter um corpo sem manchas ou queimaduras de sol expressava riqueza, pois a pele branca e lisa estava relacionada à cultura europeia, tida como exemplo de conhecimento e sofisticação a serem seguidos. Às pessoas que trabalhavam nos serviços braçais ou que tinham a pele escura restava a exclusão social. Atualmente, há uma inversão estética, pois, ter um corpo bronzeado e queimado de sol está relacionado à beleza, riqueza e sensualidade.
     Como nossos corpos são registros de nossa sociedade, através deles podemos perceber e analisar a quais valores e padrões de beleza a que estão submetidos. Tais padrões são resultados de transformações sociais, políticas e científicas.

CORRÊA, Ainah Franqueiro. O corpo na “Campanha pela Real Beleza” da Dove. Disponível em: < http://www.intercom.org.br>. Acesso em: nov. 2018.
De acordo com o texto, é correto afirmar que o corpo humano
Alternativas
Ano: 2018 Banca: EBMSP Órgão: EBMSP Prova: EBMSP - 2018 - EBMSP - Prosef - 2019.1 |
Q1336773 Português
    O século XIX foi a época das maiores conquistas que as mulheres tiveram ao longo de sua história; a luta pelo direito de votar, opinar, igualdade de trabalho, frequentar universidades. A sociedade abriu espaço para elas serem livres, mas, no século XX, vimos que a indústria do consumo, que tanto ajudamos a construir, tem feito as mulheres escravas de um padrão inatingível de beleza.
     A indústria do consumo tem o objetivo de vender seus produtos, sejam eles cigarros, carros, cervejas, roupas, calçados, ou até mesmo comidas, com o corpo da mulher. Hoje o corpo feminino vende tudo, mas essa imagem de corpo perfeito e a espetacularização da moda, têm trazido consequências drásticas à nossa sociedade, com milhares de pessoas insatisfeitas consigo mesmas, uma vez que seu perfil em frente ao espelho só lhes mostra defeitos, pois não enxergam mais sua beleza interior, e sentem um vazio enorme dentro de si, porque querem ser o que não são, querem ser como as modelos das capas de revistas e comerciais.
     Esses efeitos, causados pela indústria do consumo na sociedade, são promotores de crescimento e sucesso industrial, porque pessoas insatisfeitas correm às lojas para comprar objetos a fim de satisfazer seus desejos, acabar com a ansiedade, aumentar sua autoestima. Mas esses prazeres são passageiros, pois, logo após alguns segundos, já querem outro produto, pois o que compraram há pouco tempo já se tornou obsoleto, tudo isso devido à vida líquida que vivemos nesta sociedade moderna, onde nada se firma, não há tempo para as coisas tomarem forma, por causa dos avanços constantes, das modas passageiras e do surgimento, a cada minuto, de uma nova tecnologia.
     A indústria do consumo tem o objetivo de promover, inconscientemente, a insatisfação e não a satisfação, como muitas pessoas pensam e se deixam influenciar. Pessoas satisfeitas, bem humoradas, com autoestima não precisam da paranoia de viver comprando desenfreadamente, ou viver correndo atrás das coisas que estão na moda, a qual muda todo dia, trazendo, assim, um desgaste constante, por viver trocando carro, celular, roupas, calçados. Pessoas bem resolvidas consomem mais ideias do que estética. A cada dia, os seres humanos estão sendo vistos por essa indústria de consumo como mais um número de cartão de crédito, mais um comprador em potencial, e não como alguém que deve ser valorizado por sua inteligência, capacidades e beleza interior. Não importa o que as indústrias da moda, da beleza, do consumo e os meios de comunicações nos impõem, ou os produtos que colocam no mercado, prometendo milagres de beleza, de rejuvenescimento, dizendo que isso fará o indivíduo ser bem aceito na sociedade e ter ascensão social. Não adianta estar se matando para atingir o inatingível, pois cada pessoa tem uma beleza única e deve ser aceita como é. Cuidar-se e ser vaidosa faz parte da natureza de cada mulher, mas não deve chegar ao ponto de se deixar escravizar por isso. O envelhecer é nosso destino, viver feliz e com dignidade deve ser nossa meta.

SILVA, Henriette Valéria da. O padrão de beleza imposto pela mídia. Disponível em: <http:/observatoriodaimprensa.com.br>. Acesso em: nov. 2018. Adaptado.


O aspecto linguístico que está corretamente analisado é o da alternativa
Alternativas
Ano: 2018 Banca: EBMSP Órgão: EBMSP Prova: EBMSP - 2018 - EBMSP - Prosef - 2019.1 |
Q1336772 Português
    O século XIX foi a época das maiores conquistas que as mulheres tiveram ao longo de sua história; a luta pelo direito de votar, opinar, igualdade de trabalho, frequentar universidades. A sociedade abriu espaço para elas serem livres, mas, no século XX, vimos que a indústria do consumo, que tanto ajudamos a construir, tem feito as mulheres escravas de um padrão inatingível de beleza.
     A indústria do consumo tem o objetivo de vender seus produtos, sejam eles cigarros, carros, cervejas, roupas, calçados, ou até mesmo comidas, com o corpo da mulher. Hoje o corpo feminino vende tudo, mas essa imagem de corpo perfeito e a espetacularização da moda, têm trazido consequências drásticas à nossa sociedade, com milhares de pessoas insatisfeitas consigo mesmas, uma vez que seu perfil em frente ao espelho só lhes mostra defeitos, pois não enxergam mais sua beleza interior, e sentem um vazio enorme dentro de si, porque querem ser o que não são, querem ser como as modelos das capas de revistas e comerciais.
     Esses efeitos, causados pela indústria do consumo na sociedade, são promotores de crescimento e sucesso industrial, porque pessoas insatisfeitas correm às lojas para comprar objetos a fim de satisfazer seus desejos, acabar com a ansiedade, aumentar sua autoestima. Mas esses prazeres são passageiros, pois, logo após alguns segundos, já querem outro produto, pois o que compraram há pouco tempo já se tornou obsoleto, tudo isso devido à vida líquida que vivemos nesta sociedade moderna, onde nada se firma, não há tempo para as coisas tomarem forma, por causa dos avanços constantes, das modas passageiras e do surgimento, a cada minuto, de uma nova tecnologia.
     A indústria do consumo tem o objetivo de promover, inconscientemente, a insatisfação e não a satisfação, como muitas pessoas pensam e se deixam influenciar. Pessoas satisfeitas, bem humoradas, com autoestima não precisam da paranoia de viver comprando desenfreadamente, ou viver correndo atrás das coisas que estão na moda, a qual muda todo dia, trazendo, assim, um desgaste constante, por viver trocando carro, celular, roupas, calçados. Pessoas bem resolvidas consomem mais ideias do que estética. A cada dia, os seres humanos estão sendo vistos por essa indústria de consumo como mais um número de cartão de crédito, mais um comprador em potencial, e não como alguém que deve ser valorizado por sua inteligência, capacidades e beleza interior. Não importa o que as indústrias da moda, da beleza, do consumo e os meios de comunicações nos impõem, ou os produtos que colocam no mercado, prometendo milagres de beleza, de rejuvenescimento, dizendo que isso fará o indivíduo ser bem aceito na sociedade e ter ascensão social. Não adianta estar se matando para atingir o inatingível, pois cada pessoa tem uma beleza única e deve ser aceita como é. Cuidar-se e ser vaidosa faz parte da natureza de cada mulher, mas não deve chegar ao ponto de se deixar escravizar por isso. O envelhecer é nosso destino, viver feliz e com dignidade deve ser nossa meta.

SILVA, Henriette Valéria da. O padrão de beleza imposto pela mídia. Disponível em: <http:/observatoriodaimprensa.com.br>. Acesso em: nov. 2018. Adaptado.


O objetivo principal do texto é
Alternativas
Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: FAMERP Prova: VUNESP - 2018 - FAMERP - Conhecimentos Gerais |
Q1335911 Física
Três ímãs idênticos, em forma de barra, estão dispostos com uma de suas extremidades equidistantes de um ponto P, como mostra a figura.
Imagem associada para resolução da questão
O campo de indução magnética resultante da ação dos três ímãs no ponto P é representado pelo vetor
Alternativas
Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: FAMERP Prova: VUNESP - 2018 - FAMERP - Conhecimentos Gerais |
Q1335910 Física
A fotografia mostra um lustre que funciona com 21 lâmpadas idênticas, de valores nominais 40 W – 120 V, associadas em paralelo.
Imagem associada para resolução da questão
(www.mundodasluminarias.com.br)
Ao ser ligado a uma diferença de potencial de 120 V e com suas 21 lâmpadas acesas, esse lustre é percorrido por uma corrente elétrica de intensidade
Alternativas
Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: FAMERP Prova: VUNESP - 2018 - FAMERP - Conhecimentos Gerais |
Q1335909 Física
A figura representa, na mesma escala, duas ondas sonoras que se propagam no ar.
Imagem associada para resolução da questão
(https://lusoacademia.org. Adaptado.)
Com relação a essas ondas, pode-se afirmar que apresentam

Alternativas
Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: FAMERP Prova: VUNESP - 2018 - FAMERP - Conhecimentos Gerais |
Q1335908 Física
Dois raios de luz monocromáticos incidem perpendicularmente em uma das faces de uma lâmina de vidro de faces paralelas, imersa no ar, como mostra a figura.
Imagem associada para resolução da questão
Assinale a alternativa que representa esses mesmos raios de luz, ao emergirem na face oposta à de incidência.
Alternativas
Respostas
12041: C
12042: A
12043: E
12044: A
12045: D
12046: C
12047: A
12048: C
12049: D
12050: B
12051: C
12052: B
12053: C
12054: D
12055: A
12056: A
12057: D
12058: A
12059: E
12060: E