Questões de Vestibular
Comentadas sobre geografia
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I Os alagamentos – que causam desequilíbrios na fauna e na flora local – estão entre os principais impactos ambientais causados pela produção de energia hidrelétrica.
II Os combustíveis fósseis, devido à sua origem, são classificados como fontes renováveis.
III O petróleo e o carvão mineral, apesar de poluentes, continuam sendo as fontes energéticas mais utilizadas no mundo.
IV O biodiesel é um combustível biodegradável proveniente de fontes renováveis como óleos vegetais, soja, canola e mamona, e pode substituir o diesel, derivado do petróleo.
V A região que possui o maior número de parques de produção de energia eólica no Brasil é a Sudeste, seguida pela Centro-Oeste.
Das proposições acima,
I Na trilogia “O Tempo e o Vento", Érico Veríssimo descreve a paisagem da fictícia cidade de Santa Fé, localizada no Sul do Brasil, como uma paisagem de relevo suave, com presença de colinas cobertas por uma vegetação rasteira.
II Em “Vidas Secas", de Graciliano Ramos, o autor narra as dificuldades que os moradores encontram em viver no coração do Sertão nordestino. A paisagem local apresentada é de arbustos de poucas ou nenhuma folha, tons de terra dão a coloração da Região e a presença de cactáceas é bastante frequente.
III No livro “Mad Maria", a maior floresta equatorial do mundo serve como pano de fundo para a construção da lendária ferrovia Madeira-Mamoré. Márcio Souza descreve uma vegetação densa, composta por diversas árvores de copas largas e troncos grossos.
IV No clássico “Dom Casmurro", Machado de Assis ambienta a história de Bentinho e Capitu em meio ao Rio de Janeiro do início do século XX. A cidade está localizada às margens do oceano Atlântico, apresentando paisagens urbanas com o surgimento dos cortiços, mas ainda com fortes paisagens naturais, como uma floresta tropical de vegetação diversificada e uma beleza exuberante.
Assinale a alternativa que corresponde, respectivamente, aos tipos de vegetação apresentados nas obras.
Considerando a importância dos conceitos da Geografia para a compreensão dos conteúdos escolares e saberes desenvolvidos no dia a dia, relacione os conceitos, apresentados na COLUNA A, às definições que os identificam, listados na COLUNA B.
COLUNA A
1 Espaço
2 Lugar
3 Paisagem
4 Região
5 Território
COLUNA B
( ) Área definida por limites. Nem sempre esta área possui em toda sua extensão características homogêneas.
( ) Este conceito não deve ser entendido apenas como um fragmento, ele é dinâmico e está em constante transformação. Sua definição está relacionada a fatores econômicos, políticos, culturais e religiosos.
( ) É a representação visível de um determinado local. A partir desse conceito podem ser observados temas da Geografia como relevo, vegetação e hidrografia.
( ) Pode ser pensado como uma parcela do espaço que possui uma particularidade que a diferencia das demais. Esta particularidade pode representar fatores culturais, econômicos ou físicos.
( ) Pode ser entendido como um local onde os indivíduos ou grupos estabelecem uma relação afetiva com o ambiente e/ou objetos pertencentes ao local.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente os parênteses, de cima para baixo.
As filas passaram a fazer parte do cotidiano do país. Falta de leite a farinha de milho – base da receita da arepa, um dos principais alimentos da dieta desse país –, de fralda descartável a pasta de dente, de material escolar a medicamentos.
Há, certamente, mais de uma razão para explicar o índice de desabastecimento, que atinge 75% dos produtos monitorados pelo governo, e é quase certo também que ele exercerá uma influência decisiva nas próximas eleições parlamentares.
Há controle oficial de preços, ameaça a setores produtivos, falta de incentivo à indústria, desconfiança do mercado, ausência de crédito e uma série de questões que afetam as produções de bens e produtos. Nenhum grande país produtor de petróleo sentiu o impacto da fortíssima queda das cotações tanto quanto esse país, onde o petróleo responde por 96% das exportações.
O texto retrata a situação crítica

(Decifrando a Terra, Cia Ed. Nacional)
Sabendo-se que as reservas foram distribuídas em um mapa de formações geológicas, é correto afirmar:
Todos os processos que causam desagregação das rochas, com separação dos grãos minerais antes coesos e com sua fragmentação, transformando a rocha inalterada em material descontínuo e friável, constituem o processo de

A partir desse mapa, é correto afirmar que
O país exportou menos armas em 2014. Cortes nos orçamentos de defesa de vários países ocidentais fizeram sistemas bélicos do país cair para US$ 5,7 bilhões – US$ 1 bilhão a menos do que em 2013. Inesperadamente, outro segmento relacionado à segurança ocupou o espaço vazio. Pela primeira vez, vendeu mais softwares de cibersegurança do que armas. Segundo dados divulgados recentemente pela força-tarefa em cibernética, em 2014, suas empresas faturaram cerca de US$ 6 bilhões com softwares destinados a prover segurança na internet, valor que corresponde a aproximadamente 10% do faturamento mundial do segmento.
Além disso, o país também está produzindo grande quantidade de startups de cibersegurança. Em 2014, oito delas foram vendidas para investidores estrangeiros por um total de US$ 700 milhões.
Nele o número de companhias de cibersegurança dobrou ao longo dos últimos cinco anos. Hoje são 300. A demanda por seus produtos aumentou muito, agora que governos e empresas se deram conta de que precisam se proteger contra os hackers. Esse país dispõe de um contingente considerável de engenheiros de software experientes, oriundos, em sua maioria, de dois importantes mananciais: em primeiro lugar, os quadros de funcionários dos 280 centros de alta tecnologia mantidos no país por multinacionais estrangeiras, de onde saem indivíduos que começam a se lançar em empreendimentos próprios; e, em segundo lugar, as fileiras das forças armadas do país, das quais, todos os anos, são dispensadas centenas de pessoas tecnologicamente capacitadas. Há décadas, os militares vêm desenvolvendo seu arsenal – tanto defensivo quanto ofensivo – para o conflito cibernético, e essa política agora está pagando dividendos.
(O Estado de São Paulo, 4 ago. 2015. The Economist. Adaptado)
O país que apresenta as características mencionadas no texto é
É previsível a continuada oposição da Argentina e da Venezuela à flexibilização das regras do bloco. É do interesse brasileiro ignorar essa oposição e assumir a liderança nas tratativas para retomar os entendimentos com a UE e aceitar a ampliação na negociação externa com países mais desenvolvidos, como o Canadá e a Coreia do Sul. A Espanha defendeu abertamente uma opção pragmática para que as conversações entre a União Europeia e o bloco possam avançar.
(O Estado de S.Paulo, 9 jun. 2015. Adaptado)
O texto refere-se ao bloco
Em novembro de 2014, Estados Unidos e China haviam fechado acordo para redução das emissões, com metas variáveis entre 2025 e 2050. Os países emergentes, no entanto, cobraram metas mais ambiciosas e claras.
Todos os esforços feitos até agora para criar esboço do novo acordo climático têm esbarrado na divisão de dois blocos: países desenvolvidos e em desenvolvimento. Ambos ainda estão preocupados com as responsabilidades que caberão a cada grupo nas ações para reduzir as emissões de gases do efeito estufa.
(www.socioambiental.org)
A COP-21 será realizada entre novembro e dezembro de 2015 e é conhecida como
TEXTO 6
[…]
Amado (na sua euforia profissional) – Cunha,
escuta. Vi um caso agora. Ali, na praça da Bandeira. Um caso que. Cunha, ouve. Esse caso pode ser a tua salvação!
Cunha (num lamento) – Estou mais sujo do que pau de galinheiro!
Amado (incisivo e jocundo) – Porque você é uma besta, Cunha. Você é o delegado mais burro do Rio de Janeiro.
(Cunha ergue-se.)
Cunha (entre ameaçador e suplicante) – Não pense que. Você não se ofende, mas eu me ofendo.
Amado (jocundo) – Senta!
(Cunha obedece novamente.)
Cunha (com um esgar de choro) – Te dou um tiro!
Amado – Você não é de nada. Então, dá. Dá!
Quedê?
Cunha – Qual é o caso?
Amado – Olha. Agorinha, na praça da Bandeira. Um rapaz foi atropelado. Estava juntinho de mim. Nessa distância. O fato é que caiu. Vinha um lotação raspando. Rente ao meio-fio. Apanha o cara. Em cheio. Joga longe. Há aquele bafafá. Corre pra cá, pra lá. O sujeito estava lá, estendido, morrendo.
Cunha (que parece beber as palavras do repórter) – E daí?
Amado (valorizando o efeito culminante) – De repente, um outro cara aparece, ajoelha-se no asfalto, ajoelha-se. Apanha a cabeça do atropelado e dá-lhe um beijo na boca.
CUNHA (confuso e insatisfeito) – Que mais?
Amado (rindo) – Só.
Cunha (desorientado) – Quer dizer que. Um sujeito beija outro na boca e. Não houve mais nada. Só isso?
(Amado ergue-se. Anda de um lado para outro. Estaca, alarga o peito.)
Amado – Só isso!
Cunha – Não entendo.
Amado (abrindo os braços para o teto) – Sujeito burro! (para o delegado) Escuta, escuta! Você não quer se limpar? Hein? Não quer se limpar?
Cunha – Quero!
Amado – Pois esse caso.
Cunha – Mas ...
Amado – Não interrompe! Ou você não percebe?
Escuta […]
(RODRIGUES, Nelson. O beijo no asfalto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. p. 12/13.)
TEXTO 6
[…]
Amado (na sua euforia profissional) – Cunha,
escuta. Vi um caso agora. Ali, na praça da Bandeira. Um caso que. Cunha, ouve. Esse caso pode ser a tua salvação!
Cunha (num lamento) – Estou mais sujo do que pau de galinheiro!
Amado (incisivo e jocundo) – Porque você é uma besta, Cunha. Você é o delegado mais burro do Rio de Janeiro.
(Cunha ergue-se.)
Cunha (entre ameaçador e suplicante) – Não pense que. Você não se ofende, mas eu me ofendo.
Amado (jocundo) – Senta!
(Cunha obedece novamente.)
Cunha (com um esgar de choro) – Te dou um tiro!
Amado – Você não é de nada. Então, dá. Dá!
Quedê?
Cunha – Qual é o caso?
Amado – Olha. Agorinha, na praça da Bandeira. Um rapaz foi atropelado. Estava juntinho de mim. Nessa distância. O fato é que caiu. Vinha um lotação raspando. Rente ao meio-fio. Apanha o cara. Em cheio. Joga longe. Há aquele bafafá. Corre pra cá, pra lá. O sujeito estava lá, estendido, morrendo.
Cunha (que parece beber as palavras do repórter) – E daí?
Amado (valorizando o efeito culminante) – De repente, um outro cara aparece, ajoelha-se no asfalto, ajoelha-se. Apanha a cabeça do atropelado e dá-lhe um beijo na boca.
CUNHA (confuso e insatisfeito) – Que mais?
Amado (rindo) – Só.
Cunha (desorientado) – Quer dizer que. Um sujeito beija outro na boca e. Não houve mais nada. Só isso?
(Amado ergue-se. Anda de um lado para outro. Estaca, alarga o peito.)
Amado – Só isso!
Cunha – Não entendo.
Amado (abrindo os braços para o teto) – Sujeito burro! (para o delegado) Escuta, escuta! Você não quer se limpar? Hein? Não quer se limpar?
Cunha – Quero!
Amado – Pois esse caso.
Cunha – Mas ...
Amado – Não interrompe! Ou você não percebe?
Escuta […]
(RODRIGUES, Nelson. O beijo no asfalto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. p. 12/13.)
I-O estado do Rio de Janeiro está inserido no domínio geomorfológico de Mares de Morros, os quais são formados por grandes volumes rochosos expostos pelo processo de soerguimento.
II-As ocupações, por vezes irregulares, nos sopés de vertentes íngremes estão entre as principais causas de acidentes gerados pelo desmoronamento de terra em algumas áreas do Rio de Janeiro.
III-Em grande parte do domínio de Mares de Morros, como na conhecida Região Serrana do Rio de Janeiro, em anos de excepcionais elevados índices pluviométricos, são recorrentes os desmoronamentos de terra, que provocam prejuízos socioambientais diversos.
IV-Os acidentes envolvendo os deslizamentos de terra em encostas íngremes é um fenômeno tipicamente urbano, praticamente inexistindo nas áreas rurais do Rio de Janeiro.
Marque a alternativa que contém apenas afirmações corretas:
TEXTO 3
A dor do mundo
Eu não queria sair do meu brinquedo. Eu escrevia versos na areia na clara areia sob a paineira frondosa ou pensava mundos com a mão enquanto mexia com a terra. Eram formas de nada que acabavam compondo seres estranhos, animais de outro mundo, fantasmas, tudo o que a areia podia fornecer às minhas mãos de oito anos. Mas mãos de oito anos já suportam a alça de um balde com água, ou um feixe de gravetos para ajudar a fazer fogo no fogão a lenha. Mãos de oito anos já podem fazer coisas concretas, como tirar água da cisterna se o balde não for muito grande. Elas não servem apenas para criar mundos com terra molhada ou escrever poemas na areia seca. Não se pode dizer que é feio ser pobre, mas não há como negar que a pobreza dói. E essa dor sentida pelo adulto é intuída pela criança das mais variadas formas. Todas elas repousam na intrincada natureza do não. Era tão simples o meu modo de brincar. Do que vivenciei na infância, ficaram os mais puros fios de tristeza. As alegrias ficaram nas intenções de ser. As mais puras veias de dor. As sensações de não compreensão por estar ali, fazendo o quê? O que fazia ali, um menino com dor de ter de ficar ali, no canto do mundo, mirando e mirando as coisas em si? Todas elas ali, do mesmo jeito do monte de lenha, ou das galinhas no terreiro que aprendi desde cedo a entender sua forma enigmática de olhar o mundo. Elas olhavam ao ar como se vissem algo que pudesse anunciar um estranhamento qualquer com que se devesse ter cuidado. O universo das galinhas é uma espécie de síntese crucial da humanidade. Uma de minhas obrigações era colher os ovos nos ninhos esparramados pelo quintal. Eu gostava e não gostava de fazer esse trabalho. De procurar eu gostava. Os ninhos ficavam bem escondidos e arquitetonicamente perfeitos. Eram construídos em espaços difíceis. Ao construírem seus ninhos, as galinhas optam pelo difícil, como os bons poetas. Suas escolhas se apresentam desde a topologia do lugar onde constroem até o detalhamento, a perfeição na elaboração do ninho. Havia ninhos que ficavam suspensos em filetes secos, ramos complexos, espaços abertos. Havia ninhos que ficavam suspensos e presos por poucos ramos. Mas ficavam muito bem protegidos. Encontrá-los era uma emoção, era uma quase de felicidade. Sempre era nova a sensação. Se acontecesse da galinha estar no ninho, eu me afastava rapidamente e da maneira mais delicada possível. Ela poderia se assustar e aquele era um momento mágico. Eu só me aproximava do ninho, na ausência da galinha. Daí, ao ver aquilo, como se fosse a primeira vez que eu via um ninho e ainda mais precioso, como se fosse a primeira vez que eu visse um ninho de galinha com ovos, então eu ficava a contemplar por um tempo, sem saber o que fazer a não ser olhar pro ninho e olhar pros ovos e olhar pro ninho com ovos e ficar olhando. A forma de composição era tão perfeita e tão bonita que minhas mãos não conseguiam tocar os ovos. Era a profunda sensação do proibido que me invadia. Na verdade, era uma espécie de crime o que a gente cometia. Imaginemos como a galinha se sentia ao ver o seu belo ninho quase completamente esvaziado. Eu deixava só um, o endez, para ela não abandonar o ninho. Era bom, por outro lado, encher de ovos o cestinho de vime e ir correndo mostrar pra minha mãe o meu grande feito. Algumas vezes, e isso era raro, surgia entre os ovos, uns dois ou três azuis. Era muito bonito e a gente mostrava pra todo o mundo. Esse universo de aves e ninhos é muito rico e muito próximo do processo de composição artístico. Guimarães Rosa mostrou isso de forma maravilhosa na sua narrativa Uns inhos engenheiros, criando uma analogia entre o processo de criação do ninho do pássaro e o poema lírico. Para mim, a relação era totalmente lúdica.
(GONÇALVES, Aguinaldo. Das estampas. São Paulo: Nankin, 2013. p. 64-65.)
TEXTO 2
XX
Os Homens
nesta manhã de sangrenta primavera
parecem não mais saber
o que nunca souberam,
que a Vida é para sempre
sã ou demente
tão de repente
tão de repente!
(VIEIRA, Delermando. Os tambores da tempestade. Goiânia: Poligráfica, 2010. p. 108.)
I-Nas sociedades ocidentais contemporâneas, as novas mídias promoveram, para todas as categorias sociais, a democratização do acesso à cultura e ao lazer.
II-A “Primavera Árabe" foi um movimento social pautado na mobilização política da sociedade mediada pelas mídias sociais, para a derrubada inesperada de um governante autoritário. Esse movimento contribuiu para o aprofundamento democrático.
III-Ações terroristas ancoradas em tecnologias avançadas têm demonstrado que a força armada já não é monopólio dos Estados e seus agentes.
IV-As mídias, devido ao isolacionismo que proporcionam, são indeterminantes na construção da opinião pública, nos valores, nas crenças e nos gostos das pessoas receptoras.
Em relação às proposições analisadas, assinale a única alternativa cujos itens estão todos corretos:
TEXTO 1
O mundo do menino impossível
Fim de tarde, boquinha da noite
com as primeiras estrelas e os derradeiros sinos.
Entre as estrelas e lá detrás da igreja,
surge a lua cheia
para chorar com os poetas.
E vão dormir as duas coisas novas desse mundo:
o sol e os meninos.
Mas ainda vela
o menino impossível,
aí do lado,
enquanto todas as crianças mansas
dormem
acalentadas
por Mãe-negra da Noite.
O menino impossível
que destruiu
os brinquedos perfeitos
que os vovós lhe deram:
o urso de Nurnberg,
o velho barbado jugoslavo,
as poupées de Paris aux
cheveux crêpés,
o carrinho português
feito de folha de flandres a
caixa de música checoslovaca,
o polichinelo italiano
made in England,
o trem de ferro de U. S. A.
e o macaco brasileiro
de Buenos Aires,
moviendo la cola y la cabeza.
O menino impossível
que destruiu até
os soldados de chumbo de Moscou
e furou os olhos de um Papá Noel,
brinca com sabugos de milho,
caixas vazias,
tacos de pau,
pedrinhas brancas do rio...
“Faz de conta que os sabugos
são bois...”
“Faz de conta...”
“Faz de conta...”
[...]
O menino pousa a testa
e sonha dentro da noite quieta
da lâmpada apagada,
com o mundo maravilhoso
que ele tirou do nada...
[...]
(LIMA, Jorge de. Melhores poemas. São Paulo: Global,
2006. p. 27-30. Adaptado.)
Taxa de desemprego (2013) Sucesso eleitoral do Partido Nacional
Democrata Alemão (2013)

Adaptado de washingtonpost.com, 31/10/2014.
Uma prioridade da plataforma política do Partido Nacional Democrata, da extrema-direita alemã, é a adoção de severas restrições à imigração para o país.
Com base nessa informação e na análise dos mapas, a porção oriental do país possui atualmente, como característica social marcante, níveis mais elevados de:
Na imagem abaixo, foi utilizada a técnica de curvas de nível para representar a topografia de uma região na qual há um vale, entre outras formas de relevo.

Phil Gersmehl Adaptado de Teaching geography. Nova York: Guilford, 2008.
O ponto localizado no fundo desse vale é o identificado pela seguinte letra:
DISPOSITIVOS CONECTADOS À INTERNET

Imagine mandar um sinal para todos os dispositivos conectados à Internet ao redor do globo? Foi exatamente o que fez John Matherly, que se autointitula um “cartógrafo” da rede. Com essa técnica, que permite sondar tão rapidamente o panorama de conexões no mundo, o criador pretende fazer isso mais vezes ao longo do tempo, para comparar a evolução do acesso à rede. Quanto mais intensa a cor, maior o número de dispositivos, e por enquanto sabemos bem onde eles se concentram.
Adaptado de revistagalileu.globo.com, setembro/2014.
A análise do mapa possibilita visualizar o uso da Internet nas diversas regiões do mundo.
A principal causa para as diferenças regionais na concentração do uso dessa rede é: