Questões de Vestibular UFSC 2010 para Vestibular, Prova 2
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Leia o texto abaixo com atenção.
Nossa forma de governo não se baseia nas instituições dos povos vizinhos. Não imitamos os outros. Servimos de modelo para eles. Somos uma democracia porque a administração pública depende da maioria, e não de poucos. Nessa democracia, todos os cidadãos são iguais perante as leis para resolver os conflitos particulares. Mas quando se trata de escolher um cidadão para a vida pública, o talento e o mérito reconhecidos em cada um dão acesso aos postos mais honrosos. [...] Usamos a riqueza como um instrumento para agir, e não como motivo de orgulho e ostentação. Entre nós, a pobreza não é causa de vergonha. Vergonhoso é não fazer o possível para evitá-la. Todo o cidadão tem o direito de cuidar de sua vida particular e de seus negócios privados. Mas aquele que não manifestar interesse pela política, pela vida pública, é considerado um inútil. Em resumo, digo que nossa cidade é uma escola para toda Hélade, e cada cidadão ateniense, por suas características, mostra-se capaz de realizar as mais variadas formas de atividade.
TUCÍDEDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília/São Paulo: UnB/Hucitec, 1986, cap. 37-41, Livro II.
Com base neste texto do historiador ateniense Tucídedes e sobre história antiga ocidental, é CORRETO afirmar que:
Atenas era considerada um modelo de cidade para todo o Império Romano.
Leia o texto abaixo com atenção.
Nossa forma de governo não se baseia nas instituições dos povos vizinhos. Não imitamos os outros. Servimos de modelo para eles. Somos uma democracia porque a administração pública depende da maioria, e não de poucos. Nessa democracia, todos os cidadãos são iguais perante as leis para resolver os conflitos particulares. Mas quando se trata de escolher um cidadão para a vida pública, o talento e o mérito reconhecidos em cada um dão acesso aos postos mais honrosos. [...] Usamos a riqueza como um instrumento para agir, e não como motivo de orgulho e ostentação. Entre nós, a pobreza não é causa de vergonha. Vergonhoso é não fazer o possível para evitá-la. Todo o cidadão tem o direito de cuidar de sua vida particular e de seus negócios privados. Mas aquele que não manifestar interesse pela política, pela vida pública, é considerado um inútil. Em resumo, digo que nossa cidade é uma escola para toda Hélade, e cada cidadão ateniense, por suas características, mostra-se capaz de realizar as mais variadas formas de atividade.
TUCÍDEDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília/São Paulo: UnB/Hucitec, 1986, cap. 37-41, Livro II.
Com base neste texto do historiador ateniense Tucídedes e sobre história antiga ocidental, é CORRETO afirmar que:
a riqueza mencionada por Tucídedes era vista como ingrediente necessário para projetar a
cidade de Atenas no cenário do mundo antigo.
Leia o texto abaixo com atenção.
Nossa forma de governo não se baseia nas instituições dos povos vizinhos. Não imitamos os outros. Servimos de modelo para eles. Somos uma democracia porque a administração pública depende da maioria, e não de poucos. Nessa democracia, todos os cidadãos são iguais perante as leis para resolver os conflitos particulares. Mas quando se trata de escolher um cidadão para a vida pública, o talento e o mérito reconhecidos em cada um dão acesso aos postos mais honrosos. [...] Usamos a riqueza como um instrumento para agir, e não como motivo de orgulho e ostentação. Entre nós, a pobreza não é causa de vergonha. Vergonhoso é não fazer o possível para evitá-la. Todo o cidadão tem o direito de cuidar de sua vida particular e de seus negócios privados. Mas aquele que não manifestar interesse pela política, pela vida pública, é considerado um inútil. Em resumo, digo que nossa cidade é uma escola para toda Hélade, e cada cidadão ateniense, por suas características, mostra-se capaz de realizar as mais variadas formas de atividade.
TUCÍDEDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília/São Paulo: UnB/Hucitec, 1986, cap. 37-41, Livro II.
Com base neste texto do historiador ateniense Tucídedes e sobre história antiga ocidental, é CORRETO afirmar que:
o texto evidencia que todos os cidadãos deviam interessar-se por política para não serem
considerados inúteis.
Leia o texto abaixo com atenção.
Nossa forma de governo não se baseia nas instituições dos povos vizinhos. Não imitamos os outros. Servimos de modelo para eles. Somos uma democracia porque a administração pública depende da maioria, e não de poucos. Nessa democracia, todos os cidadãos são iguais perante as leis para resolver os conflitos particulares. Mas quando se trata de escolher um cidadão para a vida pública, o talento e o mérito reconhecidos em cada um dão acesso aos postos mais honrosos. [...] Usamos a riqueza como um instrumento para agir, e não como motivo de orgulho e ostentação. Entre nós, a pobreza não é causa de vergonha. Vergonhoso é não fazer o possível para evitá-la. Todo o cidadão tem o direito de cuidar de sua vida particular e de seus negócios privados. Mas aquele que não manifestar interesse pela política, pela vida pública, é considerado um inútil. Em resumo, digo que nossa cidade é uma escola para toda Hélade, e cada cidadão ateniense, por suas características, mostra-se capaz de realizar as mais variadas formas de atividade.
TUCÍDEDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília/São Paulo: UnB/Hucitec, 1986, cap. 37-41, Livro II.
Com base neste texto do historiador ateniense Tucídedes e sobre história antiga ocidental, é CORRETO afirmar que:
a mobilização em busca de riqueza era mais importante para a democracia do que o debate
político, visto que a riqueza era “... um instrumento para agir.”
Leia o texto abaixo com atenção.
Nossa forma de governo não se baseia nas instituições dos povos vizinhos. Não imitamos os outros. Servimos de modelo para eles. Somos uma democracia porque a administração pública depende da maioria, e não de poucos. Nessa democracia, todos os cidadãos são iguais perante as leis para resolver os conflitos particulares. Mas quando se trata de escolher um cidadão para a vida pública, o talento e o mérito reconhecidos em cada um dão acesso aos postos mais honrosos. [...] Usamos a riqueza como um instrumento para agir, e não como motivo de orgulho e ostentação. Entre nós, a pobreza não é causa de vergonha. Vergonhoso é não fazer o possível para evitá-la. Todo o cidadão tem o direito de cuidar de sua vida particular e de seus negócios privados. Mas aquele que não manifestar interesse pela política, pela vida pública, é considerado um inútil. Em resumo, digo que nossa cidade é uma escola para toda Hélade, e cada cidadão ateniense, por suas características, mostra-se capaz de realizar as mais variadas formas de atividade.
TUCÍDEDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília/São Paulo: UnB/Hucitec, 1986, cap. 37-41, Livro II.
Com base neste texto do historiador ateniense Tucídedes e sobre história antiga ocidental, é CORRETO afirmar que:
os postos administrativos de destaque na cidade de Atenas estavam vinculados à quantidade
de bens que o cidadão ateniense possuía.
Leia o texto abaixo com atenção.
Nossa forma de governo não se baseia nas instituições dos povos vizinhos. Não imitamos os outros. Servimos de modelo para eles. Somos uma democracia porque a administração pública depende da maioria, e não de poucos. Nessa democracia, todos os cidadãos são iguais perante as leis para resolver os conflitos particulares. Mas quando se trata de escolher um cidadão para a vida pública, o talento e o mérito reconhecidos em cada um dão acesso aos postos mais honrosos. [...] Usamos a riqueza como um instrumento para agir, e não como motivo de orgulho e ostentação. Entre nós, a pobreza não é causa de vergonha. Vergonhoso é não fazer o possível para evitá-la. Todo o cidadão tem o direito de cuidar de sua vida particular e de seus negócios privados. Mas aquele que não manifestar interesse pela política, pela vida pública, é considerado um inútil. Em resumo, digo que nossa cidade é uma escola para toda Hélade, e cada cidadão ateniense, por suas características, mostra-se capaz de realizar as mais variadas formas de atividade.
TUCÍDEDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília/São Paulo: UnB/Hucitec, 1986, cap. 37-41, Livro II.
Com base neste texto do historiador ateniense Tucídedes e sobre história antiga ocidental, é CORRETO afirmar que:
de acordo com Tucídedes, os povos vizinhos de Atenas eram seus imitadores. Podemos
concluir que, dada à proximidade geográfica, Esparta adotou este modelo.
Leia o texto abaixo com atenção.
Nossa forma de governo não se baseia nas instituições dos povos vizinhos. Não imitamos os outros. Servimos de modelo para eles. Somos uma democracia porque a administração pública depende da maioria, e não de poucos. Nessa democracia, todos os cidadãos são iguais perante as leis para resolver os conflitos particulares. Mas quando se trata de escolher um cidadão para a vida pública, o talento e o mérito reconhecidos em cada um dão acesso aos postos mais honrosos. [...] Usamos a riqueza como um instrumento para agir, e não como motivo de orgulho e ostentação. Entre nós, a pobreza não é causa de vergonha. Vergonhoso é não fazer o possível para evitá-la. Todo o cidadão tem o direito de cuidar de sua vida particular e de seus negócios privados. Mas aquele que não manifestar interesse pela política, pela vida pública, é considerado um inútil. Em resumo, digo que nossa cidade é uma escola para toda Hélade, e cada cidadão ateniense, por suas características, mostra-se capaz de realizar as mais variadas formas de atividade.
TUCÍDEDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília/São Paulo: UnB/Hucitec, 1986, cap. 37-41, Livro II.
Com base neste texto do historiador ateniense Tucídedes e sobre história antiga ocidental, é CORRETO afirmar que:
pobreza e riqueza não podiam existir paralelamente na cidade de Atenas, razão pela qual
devia haver um esforço para evitar a pobreza.
Leia o texto abaixo com atenção.
No século XVIII os limites territoriais entre as áreas coloniais portuguesas e espanholas na América ainda eram imprecisos e, apesar dos diferentes acordos assinados, houve conflitos entre os reinos ibéricos. Os lusitanos avançaram no território espanhol e incorporaram áreas que atualmente fazem parte da região sul do Brasil, atitude que desagradou as autoridades espanholas. Diante da situação, portugueses e espanhóis assinaram o Tratado de Santo Ildefonso, em 1777.
Sobre o referido Tratado, é CORRETO afirmar que:
reafirmava os limites estabelecidos pelo Tratado de Madrid e as formas de demarcação dos
mesmos.
Leia o texto abaixo com atenção.
No século XVIII os limites territoriais entre as áreas coloniais portuguesas e espanholas na América ainda eram imprecisos e, apesar dos diferentes acordos assinados, houve conflitos entre os reinos ibéricos. Os lusitanos avançaram no território espanhol e incorporaram áreas que atualmente fazem parte da região sul do Brasil, atitude que desagradou as autoridades espanholas. Diante da situação, portugueses e espanhóis assinaram o Tratado de Santo Ildefonso, em 1777.
Sobre o referido Tratado, é CORRETO afirmar que:
estabelecia as normas do processo de permuta entre a Colônia do Sacramento e a região dos
Sete Povos das Missões, que passaram a pertencer a Portugal.
Leia o texto abaixo com atenção.
No século XVIII os limites territoriais entre as áreas coloniais portuguesas e espanholas na América ainda eram imprecisos e, apesar dos diferentes acordos assinados, houve conflitos entre os reinos ibéricos. Os lusitanos avançaram no território espanhol e incorporaram áreas que atualmente fazem parte da região sul do Brasil, atitude que desagradou as autoridades espanholas. Diante da situação, portugueses e espanhóis assinaram o Tratado de Santo Ildefonso, em 1777.
Sobre o referido Tratado, é CORRETO afirmar que:
tinha como objetivos estabelecer a paz e limites mais precisos entre as áreas pertencentes a
Espanha e Portugal.
Leia o texto abaixo com atenção.
No século XVIII os limites territoriais entre as áreas coloniais portuguesas e espanholas na América ainda eram imprecisos e, apesar dos diferentes acordos assinados, houve conflitos entre os reinos ibéricos. Os lusitanos avançaram no território espanhol e incorporaram áreas que atualmente fazem parte da região sul do Brasil, atitude que desagradou as autoridades espanholas. Diante da situação, portugueses e espanhóis assinaram o Tratado de Santo Ildefonso, em 1777.
Sobre o referido Tratado, é CORRETO afirmar que:
ao firmar o tratado, os portugueses perderam a Colônia do Sacramento e a área dos Sete
Povos das Missões.
Leia o texto abaixo com atenção.
No século XVIII os limites territoriais entre as áreas coloniais portuguesas e espanholas na América ainda eram imprecisos e, apesar dos diferentes acordos assinados, houve conflitos entre os reinos ibéricos. Os lusitanos avançaram no território espanhol e incorporaram áreas que atualmente fazem parte da região sul do Brasil, atitude que desagradou as autoridades espanholas. Diante da situação, portugueses e espanhóis assinaram o Tratado de Santo Ildefonso, em 1777.
Sobre o referido Tratado, é CORRETO afirmar que:
foi vantajoso para os lusitanos pois, além de manter o controle sobre a Colônia do
Sacramento, agregava a região dos Sete Povos das Missões.
Leia o texto abaixo com atenção.
No século XVIII os limites territoriais entre as áreas coloniais portuguesas e espanholas na América ainda eram imprecisos e, apesar dos diferentes acordos assinados, houve conflitos entre os reinos ibéricos. Os lusitanos avançaram no território espanhol e incorporaram áreas que atualmente fazem parte da região sul do Brasil, atitude que desagradou as autoridades espanholas. Diante da situação, portugueses e espanhóis assinaram o Tratado de Santo Ildefonso, em 1777.
Sobre o referido Tratado, é CORRETO afirmar que:
as demarcações realizadas tornaram os limites entre os territórios espanhóis e portugueses
mais precisos e restabeleceram a paz entre os reinos.
A produção e a comercialização do açúcar foi uma das principais bases econômicas da colonização portuguesa no Brasil.
Sobre este tema, é CORRETO afirmar que:
a política mercantilista propunha a independência e a emancipação das colônias, o que causou profunda crise no sistema colonial português.

O quadro acima reproduzido – Guernica – de Pablo Picasso, datado de 1937, representa o
bombardeio da força aérea alemã à pequena cidade de Guernica.
Em relação ao período entre as duas guerras mundiais (1919-1939), é CORRETO afirmar que:
foi um período de fortalecimento das ideias democráticas e liberais no ocidente.

O quadro acima reproduzido – Guernica – de Pablo Picasso, datado de 1937, representa o
bombardeio da força aérea alemã à pequena cidade de Guernica.
Em relação ao período entre as duas guerras mundiais (1919-1939), é CORRETO afirmar que:
nazismo e fascismo foram ideologias antagônicas que se formaram na Europa no período
entre guerras.

O quadro acima reproduzido – Guernica – de Pablo Picasso, datado de 1937, representa o
bombardeio da força aérea alemã à pequena cidade de Guernica.
Em relação ao período entre as duas guerras mundiais (1919-1939), é CORRETO afirmar que:
forças militares alemãs testaram suas novas armas na Espanha, combatendo a favor das
tropas do General Francisco Franco.

O quadro acima reproduzido – Guernica – de Pablo Picasso, datado de 1937, representa o
bombardeio da força aérea alemã à pequena cidade de Guernica.
Em relação ao período entre as duas guerras mundiais (1919-1939), é CORRETO afirmar que:
as diversas dificuldades que surgiram após o término da Iª Guerra, o avanço das ideias
socialistas como reflexo da Revolução Russa (1917) e a crise do capitalismo internacional
favoreceram o avanço de ideias e partidos totalitários.

O quadro acima reproduzido – Guernica – de Pablo Picasso, datado de 1937, representa o
bombardeio da força aérea alemã à pequena cidade de Guernica.
Em relação ao período entre as duas guerras mundiais (1919-1939), é CORRETO afirmar que:
as ideias republicanas foram vitoriosas em alguns países, com destaque para Portugal.

O quadro acima reproduzido – Guernica – de Pablo Picasso, datado de 1937, representa o
bombardeio da força aérea alemã à pequena cidade de Guernica.
Em relação ao período entre as duas guerras mundiais (1919-1939), é CORRETO afirmar que:
os sindicatos de trabalhadores, urbanos ou rurais, experimentaram importantes vitórias
políticas nos países ibéricos.