Questões de Vestibular Comentadas sobre não definido
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(Margarita Rodríguez. www.bbc.com, 07.04.2025. Adaptado.)
Com base no excerto, a ação do Poder Público na terra desse povo amazônico representa
(Francivaldo Alves Nunes. “A Amazônia e a formação do Estado Imperial no Brasil: unidade do território e expansão de domínio”. Almanack, no 3, 2012. Adaptado.)
Segundo o excerto, a integração da Amazônia ao restante do Brasil, no Período Imperial, dependia da
(Patrícia Melo Sampaio. “Floresta negra: A experiência e os impactos da escravidão africana na Região Amazônica”. www.geledes.org.br. Adaptado.)
O excerto demonstra que
(Alexandre Barbosa. “O que é decolonialismo?”. www.eca.usp.br, 07.05.2024. Adaptado.)
De acordo com o excerto, o decolonialismo
(Marcello Fontes. “Democracia, multiculturalismo e reconhecimento”. https://terceiramargemorg.wordpress.com)
De acordo com o excerto, o multiculturalismo, nas democracias contemporâneas,
(https://memorialdademocracia.com.br)
A CLT estabeleceu
Durante a primeira década do século XX, O Exemplo denunciou abusos contra as mulheres negras nos transportes públicos, particularmente na Cia. Carris de Ferro Porto-Alegrense; a violência praticada pela polícia administrativa espancando negros arbitrariamente; o desrespeito público aos negros, que eram xingados quando andavam à noite pela rua; a invasão dos lares negros em festa, por falta de licença da polícia para dançarem; a recusa de matrícula de um menino no colégio Nossa Senhora do Rosário, por ser muito moreno; [...].
(Maria Angélica Zubaran. “Comemorações da liberdade: lugares de memórias negras diaspóricas”. Revista Anos 90, no 27, 2008.)
Com base no excerto e no período pós-abolição da escravidão no Brasil, o jornal O Exemplo
(Eric J. Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991, 1995.)
A afirmação do historiador justifica-se, pois a entrada da Rússia na Primeira Guerra Mundial
(Nicolau Sevcenko. O Renascimento, 1988.)
As obras de arte citadas no excerto têm a seguinte característica em comum:
(José Rivair Macedo. História da África, 2015. Adaptado.)
O “poder sagrado” dos faraós no Egito Antigo constituiu um Estado de caráter
Sem modificar o sentido da frase, a expressão sublinhada pode ser substituída por
Nesse sentido, ocorre sujeito oracional em:
No contexto em que se encontra, a palavra sublinhada deve ser entendida como:
Leia o texto de Dan Ariely, traduzido por Ivo Korytowski, para responder à questão.
O chamado da arte
Em abril de 2011, o programa de rádio This American Life apresentou uma matéria sobre Dan Weiss, um jovem universitário que trabalhava no Centro John F. Kennedy de Artes Cênicas, em Washington. Sua função era cuidar do estoque das lojas de suvenires do centro, onde uma equipe de 300 voluntários bem-intencionados — em sua maioria, aposentados que adoravam teatro e música — vendia as mercadorias aos visitantes.
As lojas de suvenires eram administradas como barracas de limonada. Não havia caixas registradoras, apenas caixas de papel onde os voluntários depositavam o dinheiro e de onde pegavam o troco. As lojinhas eram um ótimo negócio, com mais de 400 mil dólares em vendas de mercadorias anualmente. Mas tinham um grande problema: daquela quantia, uns 150 mil dólares desapareciam a cada ano.
Quando foi promovido a gerente, Dan assumiu a tarefa de capturar o ladrão. Começou a suspeitar de outro jovem funcionário cujo trabalho era levar o dinheiro ao banco. Contratou um detetive para montar uma operação e, numa noite de fevereiro, armaram a cilada. Dan colocou notas marcadas na caixa de papel e partiu. Depois, ele e o detetive se esconderam atrás de umas árvores ali por perto, aguardando pelo suspeito. Quando acabou o expediente e o membro suspeito da equipe foi embora, eles o abordaram e acharam algumas das notas marcadas no seu bolso. Caso encerrado, certo?
Não exatamente, como se constatou depois. O jovem empregado furtou apenas 60 dólares naquela noite, e, mesmo após sua demissão, o dinheiro e as mercadorias continuaram desaparecendo. O próximo passo de Dan foi criar um sistema de estoque com listas de preços e registros de vendas. Ele orientou os aposentados a anotarem o que era vendido e o que recebiam, e os furtos cessaram. O problema não era um único ladrão, mas a multidão de voluntários idosos, bem-intencionados, amantes das artes que se apropriavam dos produtos e do dinheiro que estavam ali de bobeira.
A moral dessa história não é nada edificante. Nas palavras de Dan: “Nós vamos nos apropriar de coisas que não nos pertencem se tivermos uma chance. (...) Muitas pessoas precisam de alguma forma de controle para fazerem a coisa certa.”
(A (honesta) verdade sobre a desonestidade, 2021. Adaptado.)
“Começou a suspeitar de outro jovem funcionário cujo trabalho era levar o dinheiro ao banco.” (3o parágrafo)
Suponha que o trecho sublinhado seja substituído por “era destinada a tarefa de levar o dinheiro ao banco”. Para manter a correção gramatical, na nova frase a palavra “cujo” deve ser substituída por:
Leia o texto de Dan Ariely, traduzido por Ivo Korytowski, para responder à questão.
O chamado da arte
Em abril de 2011, o programa de rádio This American Life apresentou uma matéria sobre Dan Weiss, um jovem universitário que trabalhava no Centro John F. Kennedy de Artes Cênicas, em Washington. Sua função era cuidar do estoque das lojas de suvenires do centro, onde uma equipe de 300 voluntários bem-intencionados — em sua maioria, aposentados que adoravam teatro e música — vendia as mercadorias aos visitantes.
As lojas de suvenires eram administradas como barracas de limonada. Não havia caixas registradoras, apenas caixas de papel onde os voluntários depositavam o dinheiro e de onde pegavam o troco. As lojinhas eram um ótimo negócio, com mais de 400 mil dólares em vendas de mercadorias anualmente. Mas tinham um grande problema: daquela quantia, uns 150 mil dólares desapareciam a cada ano.
Quando foi promovido a gerente, Dan assumiu a tarefa de capturar o ladrão. Começou a suspeitar de outro jovem funcionário cujo trabalho era levar o dinheiro ao banco. Contratou um detetive para montar uma operação e, numa noite de fevereiro, armaram a cilada. Dan colocou notas marcadas na caixa de papel e partiu. Depois, ele e o detetive se esconderam atrás de umas árvores ali por perto, aguardando pelo suspeito. Quando acabou o expediente e o membro suspeito da equipe foi embora, eles o abordaram e acharam algumas das notas marcadas no seu bolso. Caso encerrado, certo?
Não exatamente, como se constatou depois. O jovem empregado furtou apenas 60 dólares naquela noite, e, mesmo após sua demissão, o dinheiro e as mercadorias continuaram desaparecendo. O próximo passo de Dan foi criar um sistema de estoque com listas de preços e registros de vendas. Ele orientou os aposentados a anotarem o que era vendido e o que recebiam, e os furtos cessaram. O problema não era um único ladrão, mas a multidão de voluntários idosos, bem-intencionados, amantes das artes que se apropriavam dos produtos e do dinheiro que estavam ali de bobeira.
A moral dessa história não é nada edificante. Nas palavras de Dan: “Nós vamos nos apropriar de coisas que não nos pertencem se tivermos uma chance. (...) Muitas pessoas precisam de alguma forma de controle para fazerem a coisa certa.”
(A (honesta) verdade sobre a desonestidade, 2021. Adaptado.)
“Dan assumiu a tarefa de capturar o ladrão” (3o parágrafo)
Ao se transpor a oração centrada no verbo sublinhado para a voz passiva, esse verbo assume a forma: