Questões de Vestibular Sobre português
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DIAFÉRIA, Lourenço. Lição de ser. In: Crônicas 6. 18. ed. São Paulo: Ática, 2005. p. 84-85. (Para Gostar de Ler, 7).
Observe o quadro abaixo:

Trecho reproduzido e sentido estão associados corretamente em:

DIAFÉRIA, Lourenço. Lição de ser. In: Crônicas 6. 18. ed. São Paulo: Ática, 2005. p. 84-85. (Para Gostar de Ler, 7).

DIAFÉRIA, Lourenço. Lição de ser. In: Crônicas 6. 18. ed. São Paulo: Ática, 2005. p. 84-85. (Para Gostar de Ler, 7).
PESCADORES
Chegou do mar!
Quanta arrogância no pescador...
O mar fê-lo forte, resoluto.
Tem ímpetos de ondas o seu olhar...
Olhem o calão do peixe que ele trouxe!!?...
São peixes monstros que ele pescou...
Quando há tormenta e a jangada vira
O homem forte matou a fome
Do irmão do mero que ele comeu...
FERNANDES, Jorge. Livro de poemas de Jorge Fernandes. 4.
ed. Natal: EDUFRN, 2007. p. 37.
PESCADORES
Chegou do mar!
Quanta arrogância no pescador...
O mar fê-lo forte, resoluto.
Tem ímpetos de ondas o seu olhar...
Olhem o calão do peixe que ele trouxe!!?...
São peixes monstros que ele pescou...
Quando há tormenta e a jangada vira
O homem forte matou a fome
Do irmão do mero que ele comeu...
FERNANDES, Jorge. Livro de poemas de Jorge Fernandes. 4.
ed. Natal: EDUFRN, 2007. p. 37.




LOBO DA COSTA, Francisco. Auras do sul. Rio Grande: Pinto & Cia, 1914.




LOBO DA COSTA, Francisco. Auras do sul. Rio Grande: Pinto & Cia, 1914.




LOBO DA COSTA, Francisco. Auras do sul. Rio Grande: Pinto & Cia, 1914.




LOBO DA COSTA, Francisco. Auras do sul. Rio Grande: Pinto & Cia, 1914.
I O poema transmite ao leitor uma sensação de letargia e inércia.
II As três últimas estrofes contam como Maria incendeia o rancho.
III A quarta estrofe do poema afirma que Maria jurou constância e fidelidade a Vito.




LOBO DA COSTA, Francisco. Auras do sul. Rio Grande: Pinto & Cia, 1914.
No verso "Pérfida! brada o gaúcho",(v.85), a palavra "pérfida" só NÃO pode ser entendida como

I. Romance histórico que ficcionaliza fatos e protagonistas do episódio que ficou conhecido como Inconfidência Mineira. Pode ser incluído numa importante tendência da literatura brasileira contemporânea que objetiva rever o passado nacional a partir de perspectivas diferentes da historiografia tradicional.
II. O narrador, embora fluente e sóbrio, não deixa de se envolver com a história de vida das irmãs Bárbara Eliodora e Iria Claudiana, esposa e cunhada do poeta Alvarenga Peixoto. Ao tomar como núcleo do enredo a vida cotidiana das irmãs, o romance constrói uma história da Inconfidência sob a perspectiva das mulheres.
III. Misto de obra literária e ensaio histórico, Inconfidências Mineiras desmistifica o suposto heroísmo dos envolvidos ao conectar os dramas pessoais e familiares aos interesses econômicos, sociais, políticos e literários de importantes atores da história do Brasil.
I. O espírito rígido do uso da linguagem poética, no trato com as temáticas, na apresentação das falas, idéias e leitores virtuais, não se aplica à obra Terra de Santa Cruz, cuja linguagem se aproxima da oralidade cotidiana de nossa cultura, apesar da oralidade trabalhada na feitura dos poemas, não simplesmente transposta diretamente do cotidiano e posta no contexto poemático.
II. A linguagem em que se encontra Terra de Santa Cruz é extremamente irreverente, uma vez que se utiliza do coloquialismo, da oralidade da linguagem escrita, para brincar em seus versos, para dizer piadas e rir de Deus, como os seus poemas que trazem uma vertente religiosa.
III. Os poemas de Terra de Santa Cruz se caracterizam por um experimentalismo lingüístico, quando propõe a renovação da linguagem poética pela recorrência ao poema-piada, aos versos curtos, à não metrificação e não musicalidade dos versos, ao re- arranjo do vocabulário selecionado para explicar o mundo a que faz referência, como ocorre em todos os textos da obra em pauta.
I. coloquial, denota também aspectos triviais do dia-a-dia de pessoas comuns, como a relação conjugal e os aspectos que orbitam nessa relação, conforme podemos perceber através da fala da mulher, no texto, que nos apresenta uma pequena porção de sua vida diária.
II. coloquial, denota também aspectos triviais do dia-a-dia de pessoas comuns, como a profunda reflexão em torno do relacionamento conjugal, apontado nos versos “O silêncio de quando nos vimos a primeira vez/atravessa a cozinha como um rio profundo”, como costumeiramente fazem os casais.
III. formal, denota também aspectos triviais do dia-a-dia de pessoas comuns, como uma incomum elaboração do texto em seus dezesseis versos, que lembram a poética clássica em sua forma mais comum: a rígida construção textual a partir de parâmetros pré-estabelecidos, como tipos de rimas, metros, estrofes.
É possível afirmar, a partir da leitura das proposições acima:
