Questões de Vestibular Sobre português
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— Depois, acrescentou ele abrindo expressivamente com o polegar a pálpebra inferior dos olhos, cautela e faca afiada para algum meliante que se faça de tolo e venha engraçar-se fora da vila e termo... Minha filha... Pereira mudou completamente de tom: — Pobrezinha... Por esta não há de vir o mal ao mundo... É uma pombinha do céu... Tão boa, tão carinhosa!... E feiticeira!
TAUNAY, Viconde. Inocência. 6. ed. São Paulo: Ática, 1984. p. 28- 29.
Levando em consideração a leitura do fragmento e da obra “Inocência”, é correto afirmar:
O poeta nasce no poema,
Inventa-se em palavras.
KOLODY, Helena. Viagem no espelho e vinte e um poemas inéditos. Curitiba: Criar Edições. p. 77.
Esses versos sugerem que
SARAMAGO. José. A jangada de pedra. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. p. 181-182.
A partir da leitura do fragmento e da obra “Jangada de pedra” em sua totalidade, analise as afirmações, assinalando V para as verdadeiras e F, para as falsas.
( ) O deslocamento da Península Ibérica do restante do continente europeu pode sugerir a indiferença da sociedade europeia em relação às nações ibéricas.
( ) A separação da Península inicia-se a partir do momento em que uma personagem traça uma linha no chão com uma vara de madeira, criando uma analogia imaginária com uma fronteira no mapa.
( ) A expectativa do povo, através das apostas quanto ao lugar e ao momento preciso em que a “Jangada de pedra” iria parar de se deslocar, concretiza-se ao longo do enredo.
( ) O fragmento em destaque evidencia a angústia e as dúvidas do povo ibérico em relação ao deslocamento da Península, ao contrário da postura das autoridades, que já sabiam a solução para o problema.
( ) A “Jangada de pedra”, para os sábios, haveria de parar, pois um dia seria considerada como um novo continente diferente do seu de origem.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a

O fragmento, contextualizado na obra “Um amor anarquista”, permite afirmar que

Os quadrinhos

Esse anúncio publicitário destaca a importância da leitura a partir de um jogo semântico construído por meio do vocábulo “história”, que aparece no plural e no singular.
No contexto em que se insere, essa palavra
A única alternativa cuja fragmento transcrito indica uma opinião do articulista é a
Dentre as citadas, a que está sem suporte textual é a que diz respeito à
I. A forma verbal “Dão” (L. 10) registra uma inadequação na sua regência, justificada pelos vocábulos “prazer e alegria”.
II. O termo “um sexto sentido” (L. 12) exerce função subjetiva, apresentando o assunto principal do segundo parágrafo.
III. A expressão “no mundo do pensamento” (L . 35-36) apresenta valor circunstancial, indicando o lugar em que o leitor se encontra quando está em contato com a literatura.
IV. A locução “de uma história inventada” (L. 39) restringe o sentido de “personagens” (L. 39), assim como “da realidade” (L. 40-41), o de “alienados” (L. 40).
V. A oração “por estarem vivendo totalmente no mundo da ficção.” (L. 41-42) evidencia a causa pela qual os atores são alienados.
A alternativa em que todas as afirmativas verdadeiras estão indicadas é a
Sobre a declaração retirada do texto, é correto afirmar:
I. “seres da ‘caixa de ferramentas’ e seres da ‘caixa de brinquedos.” (L. 1-2).
II. “O som da buzina chama a minha atenção para um carro que se aproxima.” (L. 5-6).
III. “um sentido que nos permite fazer amor com coisas que não existem...” (L. 13-14).
IV. “Mergulhados num livro, a realidade que nos cerca deixa de existir.” (L. 34-35).
V. “Por isso, eu me daria por feliz se a educação fizesse apenas isso” (L. 46-47).
A alternativa em que todos os fragmentos indicados possuem linguagem conotativa é a
A alternativa em que se reescreve o fragmento retirado do texto, sem alterar o sentido original ou comprometer a estrutura linguística, é a

