Questões de Vestibular Sobre português

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Ano: 2012 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2012 - UERJ - Vestibular - Segundo Exame - Francês |
Q1283050 Português

Sobre a origem da poesia


A linguagem poética inverte essa relação, pois, vindo a se tornar, ela em si, coisa, oferece uma via de acesso sensível mais direto entre nós e o mundo. (l. 31-32)

O vocábulo destacado estabelece uma relação de sentido com o que está enunciado antes. Essa relação de sentido pode ser definida como:
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Ano: 2012 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2012 - UERJ - Vestibular - Segundo Exame - Francês |
Q1283049 Português

Sobre a origem da poesia


Na coesão textual, ocorre o que se chama catáfora quando um termo se refere a algo que ainda vai ser enunciado na frase.
Um exemplo em que o termo destacado constrói uma catáfora é:
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Ano: 2012 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2012 - UERJ - Vestibular - Segundo Exame - Francês |
Q1283048 Português

Sobre a origem da poesia


Mais perto do senso comum, (l. 25)

A expressão que inicia o trecho transcrito acima introduz uma comparação em relação ao comentário anterior, feito por Décio Pignatari.
O emprego da expressão comparativa revela que o autor considera o exemplo dos filmes de cowboy como algo que teria a seguinte caracterização:
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Ano: 2012 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2012 - UERJ - Vestibular - Segundo Exame - Francês |
Q1283047 Português

Sobre a origem da poesia


Pode ser que essas suposições tenham algo de utópico, (l. 17)

Neste fragmento, a expressão em destaque é empregada para formar um conhecido recurso da argumentação.
Esse recurso pode ser definido como:
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Ano: 2012 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2012 - UERJ - Vestibular - Segundo Exame - Francês |
Q1283045 Português
O quadro produz um estranhamento em relação ao que se poderia esperar de um pintor que observa um modelo para sua obra.
Esse estranhamento contribui para a reflexão principalmente sobre o seguinte aspecto da criação artística:
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Ano: 2012 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2012 - UERJ - Vestibular - Segundo Exame - Francês |
Q1283044 Português
Pode-se definir “metalinguagem” como a linguagem que comenta a própria linguagem, fenômeno presente na literatura e nas artes em geral.
O quadro A perspicácia, do belga René Magritte, é um exemplo de metalinguagem porque:
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa |
Q1276966 Português
Texto 

O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

A LUA
Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
Atente ao que se diz sobre “O invisível andava pelas minhas mãos” (linha 87-88).
I. Há, no enunciado em destaque, um desvio no nível textual quando se atribui ao “invisível” a faculdade de andar. II. Construiu-se em “O invisível andava pelas minhas mãos” uma metáfora de grande alcance sensorial. III. Com o processo descrito anteriormente, ocorreu uma intensificação da sensação tátil. Mas, como é o “invisível” que se torna palpável, há uma ênfase na dificuldade de, no meio da escuridão, a personagem narradora visualizar Cris, apesar de ela sentir que ele deve estar por perto.
Está correto o que se diz em
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa |
Q1276965 Português
Texto 

O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

A LUA
Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
O texto literário possibilita mais de uma leitura: uma no plano superficial e outra ou outras no plano mais profundo. Apliquemos esta teoria no texto em estudo. Quando o narrador-personagem mata Cris, sai do corpo do morto a lua. Atente ao que se diz sobre o fenômeno.
I. Uma leitura mais superficial do texto indicaria que o surgimento da lua nas mãos de Cris supriria a falta de luz naquela rua. II. Uma leitura mais profunda do texto seria no campo simbólico: a lua representaria a transformação, o crescimento, a passagem da vida à morte.
Sobre as declarações acima, pode-se afirmar corretamente que
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa |
Q1276964 Português
Texto 

O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

A LUA
Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
Alguns dos motivos mais explorados no conto fantástico estão relacionados abaixo. Assinale o que foi explorado no conto em pauta.
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa |
Q1276963 Português
Texto 

O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

A LUA
Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
O andar firme e em linha reta em certa noite; a chegada à rua do meretrício; as paradas diante dos portões e as espiadelas pelas janelas são ações que permitem afirmar que Cris
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa |
Q1276962 Português
Texto 

O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

A LUA
Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
Observe as referências a Cris: “nunca se inquietava com o que poderia estar se passando em torno dele.” (linhas 75-76); “Cris, sereno e desembaraçado, locomovia-se facilmente.” (linhas 88-89); “Tinha a impressão de que os olhava com ternura antes de livrar-se deles.” (linhas 98-100); “Do seu corpo magro saiu a lua.” (linhas 138-139).
Essas referências caracterizam Cris como
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa |
Q1276961 Português
Texto 

O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

A LUA
Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
O conto apresenta uma série de indefinições: não se sabe quem é a personagem narradora nem o Cris; também não se sabe o motivo de o narrador segui-lo e, por fim, matá-lo. Com essas lacunas o locutor tem a intenção de obscurecer os limites entre o real e o sobrenatural, e
I. atingir o leitor que será levado a confundir ficção com mentira. II. dar oportunidade ao leitor de preencher as lacunas e, assim, fazê-lo assumir a função de coenunciador. III. aumentar o suspense e dar força ao fantástico.
Completa corretamente a afirmação o que se diz em
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa |
Q1276960 Português
Texto 

O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

A LUA
Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
Observe o que se diz sobre a técnica da narrativa em foco.
I. A narrativa é feita em primeira pessoa, por um narrador que, sendo também personagem, narra somente de sua perspectiva. A narrativa em primeira pessoa é apropriada ao conto fantástico porque quem narra é a mesma pessoa que viveu o episódio narrado. Não o ouviu de terceiros. II. A narrativa é feita por um narrador personagem onisciente, que penetra no interior das outras personagens e consegue ler seus pensamentos. Essa técnica narrativa não é apropriada ao conto fantástico, uma vez que o narrador, sendo consciente de tudo, sabe qual o mistério que dá sustentação ao sobrenatural. III. A narração é feita da perspectiva da personagem não-narradora. Essa personagem, participando dos acontecimentos, segue as outras personagens e pode narrar tudo o que elas fazem e até prever o que estão escondendo e guardando para ser revelado somente no final, o que aumenta a sensação do mistério.
Está correto o que se diz somente em
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa |
Q1276959 Português
Texto 

O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

A LUA
Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
Faz parte da teoria do conto a ideia de que esse tipo de narrativa não permite os excessos; se aparecer um detalhe aparentemente sem importância, ele terá uma função em algum momento do texto. Por exemplo: se uma espingarda aparecer encostada a um canto, pode-se ter certeza de que ela vai disparar. No conto em pauta, essa teoria se confirma por meio do aparecimento do(a,s)
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa |
Q1276958 Português
Texto 

O conto que vem a seguir é classificado como fantástico. O conto fantástico se constitui de uma narrativa em que se chocam o plano do natural e o plano do sobrenatural (vocábulo que indica somente o que não é natural, não tem conotação religiosa). Nesse conflito, o âmbito do sobrenatural invade o âmbito do natural, geralmente desestruturando-o. O desfecho de uma narrativa fantástica não deve proporcionar, ao contrário do desfecho da narrativa de mistério, um esclarecimento, no texto, para o fato sobrenatural.

A LUA
Seja aquela uma noite solitária, e não digna de louvor.” (Jó, III, 7)

Murilo Rubião. Contos reunidos. p. 133-135.
O conto fantástico, mais do que o conto realista, precisa de uma ambientação adequada que dê sustentação ao mistério. Marque a única opção que NÃO traz elementos que entraram na construção do cenário fantástico do texto.
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa |
Q1276957 Português
Texto

CINEMA

Nélson Werneck Sodré. Síntese de História da Cultura Brasileira. Extraído da 15ª edição, de 1988. p. 79-80; 91-92. Texto adaptado.
Observe que, no último parágrafo, o enunciador repete a expressão “Por longos e longos decênios”. Emprega-a três vezes no início de períodos seguidos e uma quarta vez no meio de outro período. Essa insistente repetição só NÃO pode ser considerada um recurso para enfatizar
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa |
Q1276956 Português
Texto

CINEMA

Nélson Werneck Sodré. Síntese de História da Cultura Brasileira. Extraído da 15ª edição, de 1988. p. 79-80; 91-92. Texto adaptado.
Nas linhas 12 e 13, o locutor emprega dois modalizadores: “pode (ser)” e “deve (ser)”. Atente ao que se diz sobre esse uso.
I. Com o uso do “pode (ser)”, o locutor expressa possibilidade; com o uso do “deve (ser)”, indica obrigatoriedade. II. O emprego dessas duas expressões modalizadoras, do modo como aparecem no texto, é um recurso linguístico para valorizar a segunda: “deve (ser)”. III. Expressões como a primeira atenuam a responsabilidade do locutor; expressões como a segunda maximizam a responsabilidade do locutor.
Está correto o que se diz em
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa |
Q1276955 Português
Texto

CINEMA

Nélson Werneck Sodré. Síntese de História da Cultura Brasileira. Extraído da 15ª edição, de 1988. p. 79-80; 91-92. Texto adaptado.
Há palavras ou expressões consideradas modalizadoras. Com elas, o locutor expressa sua atitude em relação ao seu próprio discurso. Dentre as expressões em destaque assinale a única que NÃO tem essa função.
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa |
Q1276954 Português
Texto

CINEMA

Nélson Werneck Sodré. Síntese de História da Cultura Brasileira. Extraído da 15ª edição, de 1988. p. 79-80; 91-92. Texto adaptado.
Entendendo-se concessão como um “fato subordinado e contrário ao da ação principal de uma oração, mas incapaz de impedir que tal ação venha a ocorrer” (Houaiss), assinale a opção que apresenta uma concessão.
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa |
Q1276953 Português
Texto

CINEMA

Nélson Werneck Sodré. Síntese de História da Cultura Brasileira. Extraído da 15ª edição, de 1988. p. 79-80; 91-92. Texto adaptado.
A oração “Exigindo a alfabetização” (linha 7) poderia ser substituída, sem prejuízo da compreensão do texto, por
Alternativas
Respostas
8841: A
8842: D
8843: B
8844: A
8845: C
8846: B
8847: A
8848: B
8849: D
8850: C
8851: D
8852: B
8853: A
8854: B
8855: D
8856: C
8857: A
8858: C
8859: D
8860: B