Questões de Vestibular Sobre português

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Q1362875 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.

Em “sair do círculo infernal da criação ilimitada de necessidade e de produtos e da frustração crescente que esta acarreta” (linhas 57-60), a palavra grifada é um pronome demonstrativo que se apresenta no feminino e no singular, porque retoma “criação ilimitada”, com que deve concordar em gênero e em número.
Alternativas
Q1362874 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.

Em “O emprego, o pagamento dos aposentados, a renovação dos gastos públicos supõem o aumento constante do produto interno bruto (PIB)” (linhas 21-24), o vocábulo “o”, que aparece antepondo-se a “emprego”, “pagamento” e “aumento”, tem a função textual de artigo definido. Da mesma forma, é artigo definido quando aparece contraído com a preposição “de”, no plural, antes de “aposentados” e de “gastos” e, no singular, antes de “produto interno bruto (PIB)”, porque em todos os registros destacados antecede e define os substantivos a que se junta.
Alternativas
Q1362873 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.

O sinal grave indicativo de crase, em “A vida das pessoas geralmente se reduz à de um biodigestor” (linhas 25-27), justifica-se porque, em “à”, encontram-se contraídos o artigo “a”, que antecede a palavra vida, implícita, que é feminina, e a preposição “a”, exigida pela regência verbal de “reduz”.
Alternativas
Q1362872 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.

Em “Acumulem! acumulem!” (linhas 32-33), temos uma expressão que sugere, impõe ou ordena às pessoas pouparem suas economias, indicada pela forma verbal no imperativo e pelo ponto de exclamação, contrapondo-se ao estímulo à aceleração da economia.
Alternativas
Q1362871 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.

As sociedades ocidentais modernas tratam o crescimento econômico como sua religião, uma vez que esse crescimento sempre rompe com o desvario da ganância.
Alternativas
Q1362870 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
De acordo com o texto, é correto afirmar que

“A autolimitação é a condição para que se alcance a prosperidade sem crescimento, evitando, assim, a queda da civilização humana” (linhas 60-63) é uma frase construída com três formas verbais: “é”, verbo de ligação; “alcance”, verbo na voz passiva marcada pela partícula “se”; “evitando”, verbo transitivo direto.
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Q1362869 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
De acordo com o texto, é correto afirmar que

a palavra grifada, em “Mas a proposta do decrescimento não é a de um crescimento negativo” (linhas 34-35), tem a função de indicar, de apontar o referente, equivalendo a “aquela”; por isso, trata-se de um pronome demonstrativo flexionado no feminino singular.
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Q1362868 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
De acordo com o texto, é correto afirmar que

a palavra “até”, em “vem a crise e até o pânico” (linhas 31-32), cumpre a função de indicar inclusão.
Alternativas
Q1362867 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
De acordo com o texto, é correto afirmar que

“a”, em “seríamos capazes de desencadear uma dinâmica rumo a uma sociedade autônoma” (linhas 46-48), é um pronome pessoal oblíquo e desempenha a função de objeto direto.
Alternativas
Q1362866 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
De acordo com o texto, é correto afirmar que

a palavra grifada, em “o Ocidente moderno o transformou em sua religião” (linhas 7-8), é um elemento coesivo que retoma a palavra “crescimento” (linha 7), cuja função morfossintática é de objeto direto.
Alternativas
Q1362865 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.

Para Latouche, o modelo econômico ideal de uma sociedade é aquele que seria proposto depois da queda da civilização humana.
Alternativas
Q1362864 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.

Ao afirmar que “a proposta do decrescimento não é a de um crescimento negativo” (linhas 34-35), Latouche propõe um novo modelo de economia.
Alternativas
Q1362863 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.

A economia no Ocidente moderno, de acordo com as linhas 17-21, objetiva a sustentabilidade, para que a sociedade seja durável, o que implica deixar de lado qualquer restrição.
Alternativas
Q1362862 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.

O lucro caminha satisfatoriamente ao lado da preservação do meio ambiente e, consequentemente, conforme o autor, é saudável para a humanidade.
Alternativas
Q1362861 Português
TEXTO
A economia precisa parar de crescer

Serge Latouche


(Texto Adaptado. Revista Galileu. São Paulo: Globo, jun. 2013, p. 82.)

Vocabulário:
Desmesura
(linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.

De acordo com Serge Latouche, autor do texto, a nossa sociedade enaltece um modelo econômico que prima pela falta de limites. Segundo esse modelo, os capitalistas visam tão somente à obtenção do lucro.
Alternativas
Q1362660 Português
Assinale o que for correto em relação ao poeta Cláudio Manuel da Costa e ao poema abaixo.

XXVIII
Faz a imaginação de um bem amado,
Que nele se transforme o peito amante;
Daqui vem, que a minha alma delirante
Se não distingue já do meu cuidado.

Nesta doce loucura arrebatado
Anarda cuido ver, bem que distante;
Mas ao passo, que a busco, neste instante
Me vejo no meu mal desenganado.

Pois se Anarda em mim vive, e eu nela vivo,
E por força da ideia me converto
Na bela causa do meu fogo ativo;

Como nas tristes lágrimas, que verto,
Ao querer contrastar seu gênio esquivo,
Tão longe dela estou, e estou tão perto.
(COSTA, Cláudio Manuel da. Melhores poemas. São Paulo: Global, 2000, p. 57.) 
O sofrimento por amor é marca dos poemas de Cláudio Manuel da Costa. Há sempre um eu poético descrente na possibilidade de ser feliz no mundo físico e que busca se livrar do conflito por meio da evasão para dentro de si mesmo (como é o caso do poema) e por meio da volta à infância, época em que não há conflitos internos.
Alternativas
Q1362659 Português
Assinale o que for correto em relação ao poeta Cláudio Manuel da Costa e ao poema abaixo.

XXVIII
Faz a imaginação de um bem amado,
Que nele se transforme o peito amante;
Daqui vem, que a minha alma delirante
Se não distingue já do meu cuidado.

Nesta doce loucura arrebatado
Anarda cuido ver, bem que distante;
Mas ao passo, que a busco, neste instante
Me vejo no meu mal desenganado.

Pois se Anarda em mim vive, e eu nela vivo,
E por força da ideia me converto
Na bela causa do meu fogo ativo;

Como nas tristes lágrimas, que verto,
Ao querer contrastar seu gênio esquivo,
Tão longe dela estou, e estou tão perto.
(COSTA, Cláudio Manuel da. Melhores poemas. São Paulo: Global, 2000, p. 57.) 
O soneto pertence à fase barroca de Cláudio Manuel da Costa e expressa o conflito interno vivido pelo eu poético, ao mesmo tempo dividido entre o mundo real e o mundo ideal. O verso final expressa os delírios e os exageros sentimentais do Barroco.
Alternativas
Q1362658 Português
Assinale o que for correto em relação ao poeta Cláudio Manuel da Costa e ao poema abaixo.

XXVIII
Faz a imaginação de um bem amado,
Que nele se transforme o peito amante;
Daqui vem, que a minha alma delirante
Se não distingue já do meu cuidado.

Nesta doce loucura arrebatado
Anarda cuido ver, bem que distante;
Mas ao passo, que a busco, neste instante
Me vejo no meu mal desenganado.

Pois se Anarda em mim vive, e eu nela vivo,
E por força da ideia me converto
Na bela causa do meu fogo ativo;

Como nas tristes lágrimas, que verto,
Ao querer contrastar seu gênio esquivo,
Tão longe dela estou, e estou tão perto.
(COSTA, Cláudio Manuel da. Melhores poemas. São Paulo: Global, 2000, p. 57.) 
A primeira estrofe é composta por hipérbatos (inversão sintática dos elementos do texto). Em ordem sintática convencional, os dois primeiros versos seriam “A imaginação de um bem amado faz que o peito amante se transforme nele [bem amado]”.
Alternativas
Q1362657 Português
Assinale o que for correto em relação ao poeta Cláudio Manuel da Costa e ao poema abaixo.

XXVIII
Faz a imaginação de um bem amado,
Que nele se transforme o peito amante;
Daqui vem, que a minha alma delirante
Se não distingue já do meu cuidado.

Nesta doce loucura arrebatado
Anarda cuido ver, bem que distante;
Mas ao passo, que a busco, neste instante
Me vejo no meu mal desenganado.

Pois se Anarda em mim vive, e eu nela vivo,
E por força da ideia me converto
Na bela causa do meu fogo ativo;

Como nas tristes lágrimas, que verto,
Ao querer contrastar seu gênio esquivo,
Tão longe dela estou, e estou tão perto.
(COSTA, Cláudio Manuel da. Melhores poemas. São Paulo: Global, 2000, p. 57.) 
O poema é um soneto, composição textual que tem quatro estrofes e quatorze versos. As rimas apresentam o seguinte esquema: abba/abba/cdc/dcd. A medida rígida do soneto requer o trabalho racional com a linguagem e com a exposição dos sentimentos.
Alternativas
Q1362656 Português
Assinale o que for correto em relação ao poeta Cláudio Manuel da Costa e ao poema abaixo.

XXVIII
Faz a imaginação de um bem amado,
Que nele se transforme o peito amante;
Daqui vem, que a minha alma delirante
Se não distingue já do meu cuidado.

Nesta doce loucura arrebatado
Anarda cuido ver, bem que distante;
Mas ao passo, que a busco, neste instante
Me vejo no meu mal desenganado.

Pois se Anarda em mim vive, e eu nela vivo,
E por força da ideia me converto
Na bela causa do meu fogo ativo;

Como nas tristes lágrimas, que verto,
Ao querer contrastar seu gênio esquivo,
Tão longe dela estou, e estou tão perto.
(COSTA, Cláudio Manuel da. Melhores poemas. São Paulo: Global, 2000, p. 57.) 
A primeira estrofe mostra que o eu poético sente como se ele e a amada fossem um só ser. A união entre o eu e a amada expressa a ruptura árcade com o mundo racional e mostra a entrada no universo onírico e surreal, onde a lógica deixa de fazer sentido.
Alternativas
Respostas
7781: C
7782: C
7783: C
7784: C
7785: E
7786: C
7787: C
7788: C
7789: E
7790: C
7791: E
7792: C
7793: E
7794: E
7795: C
7796: E
7797: E
7798: C
7799: C
7800: E