Questões de Vestibular Sobre português
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TEXTO 2
No Brasil, 38% dos universitários são analfabetos funcionais.Pesquisa aponta que estudantes não consegueminterpretar e associar informações.

TEXTO 2
No Brasil, 38% dos universitários são analfabetos funcionais. Pesquisa aponta que estudantes não conseguem interpretar e associar informações.

INSTRUÇÃO: Para responder à questão 29, considere as afirmações sobre a pontuação do texto 2.
I. As vírgulas da linha 01 isolam uma oração intercalada.
II. Seria correto substituir, na linha 05, a vírgula que antecede "sobre" por dois-pontos, já que a expressão a seguir é uma enumeração.
III. O emprego de travessão em lugar de dois-pontos na linha 06 seria correto, pois a expressão que segue é um aposto.
A(s) afirmativa(s) correta(s) é/são, apenas,

WOOD JR, Thomaz. Analfabetismo funcional.
(fragmento adaptado) In: http://www.cartacapital.com.br/
revista/758/analfabetismo-funcional-6202.html,
publicado em 24/7/2013.
INSTRUÇÃO: Para responder à questão 28, analise as afirmações sobre a organização do texto 1.
I. Parte do particular para o geral.
II. Vale-se de linguagem figurada.
III. Trata, no 2º e no 3º parágrafos, de situações recorrentes no Brasil.
IV. Estabelece um contraste entre a realidade brasileira e a de países desenvolvidos.
Estão corretas apenas as afirmativas

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(fragmento adaptado) In: http://www.cartacapital.com.br/
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publicado em 24/7/2013.
A relação estabelecida no texto pelo nexo indicado NÃO está correta em

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(fragmento adaptado) In: http://www.cartacapital.com.br/
revista/758/analfabetismo-funcional-6202.html,
publicado em 24/7/2013.
INSTRUÇÃO: Para responder à questão 26, considere as sugestões de substituição para as formas verbais destacadas nos trechos.
I. “Em uma longa série de entrevistas realizadas" (linhas 09 e 10) por "que se realizaram".
II. "uma queixa revelou-se rotineira" (linhas 11 e 12) por "revelada".
III. "o diretor da instituição solicitou ao professor torná-la facultativa" (linhas 41 a 43) por "que a tornasse".
IV. "Por aqui, vivemos uma situação curiosa" (linha 47) por "vive-se".
As alterações que mantêm o sentido e a correção do texto são, apenas,

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(fragmento adaptado) In: http://www.cartacapital.com.br/
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Quanto ao sentido das palavras do texto, é correto afirmar que

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(fragmento adaptado) In: http://www.cartacapital.com.br/
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publicado em 24/7/2013.
INSTRUÇÃO: Para responder à questão 24, analise as afrmações a seguir sobre os recursos linguísticos empregados pelo autor como estratégia argumentativa, preenchendo os parênteses com V (verdadeiro) ou F (falso).
( ) O emprego de vocabulário mais erudito, como “vernáculo" (linha 17) e "pupilos" (linha 24), contrasta com tema desenvolvido no texto.
( ) A enumeração de adjetivos nas linhas 29, 54 e 55, 56 e 57 revela a avaliação parcimoniosa do autor em relação aos textos produzidos no mundo acadêmico.
( ) O raciocínio que encerra a argumentação (linhas 57 a 60) indica que "aprender a escrever" e "aprender a pensar" são atividades equivalentes e interdependentes.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

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Para o autor, o analfabetismo funcional

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INSTRUÇÃO: Para responder à questão 22, considere o que o texto apresenta sobre “empresa” e “academia”.
I.Na empresa há queixa da escassez de profissionais para a gerência.
II. Tanto na empresa quanto na academia, há profissionais que se expressam de forma ininteligível.
III. Se, nas empresas, os profissionais tentam "tapar o sol com uma peneira de powerpoints" (linhas 53 e 54), na academia isso é feito com "textos caudalosos, impenetráveis e ocos" (linhas 56 e 57).
Tem (Têm) suporte no texto a(s) afirmativa(s)

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(fragmento adaptado) In: http://www.cartacapital.com.br/
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publicado em 24/7/2013.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 12, 49 e 56.
Subamos!
Subamos acima,
Subamos além, subamos!
Com a posse física dos braços
Inelutavelmente galgaremos
O grande mar de estrelas
Através de milênios de luz...
Na estrofe citada, infere-se que os predicados verbais, do ponto de vista figurativo, enfatizam uma
[...] Com a abertura dos caminhos das Índias e das Américas, diferentes civilizações, até então isoladas, se integraram à economia europeia. Iniciava-se aí a expansão do mercado em escala mundial. Diante de tal expansão, intelectuais de várias nações europeias desenvolveram reflexões no intuito de transformar o comércio numa fonte ainda maior de riqueza. Surgiram então diferentes políticas econômicas, destinadas a orientar os governos quanto às intervenções que eventualmente deveriam efetuar, a fim de aumentar a prosperidade nacional.
[...] Com a abertura dos caminhos das Índias e das Américas, diferentes civilizações, até então isoladas, se integraram à economia europeia. Iniciava-se aí a expansão do mercado em escala mundial. Diante de tal expansão, intelectuais de várias nações europeias desenvolveram reflexões no intuito de transformar o comércio numa fonte ainda maior de riqueza. Surgiram então diferentes políticas econômicas, destinadas a orientar os governos quanto às intervenções que eventualmente deveriam efetuar, a fim de aumentar a prosperidade nacional.
[...] Com a abertura dos caminhos das Índias e das Américas, diferentes civilizações, até então isoladas, se integraram à economia europeia. Iniciava-se aí a expansão do mercado em escala mundial. Diante de tal expansão, intelectuais de várias nações europeias desenvolveram reflexões no intuito de transformar o comércio numa fonte ainda maior de riqueza. Surgiram então diferentes políticas econômicas, destinadas a orientar os governos quanto às intervenções que eventualmente deveriam efetuar, a fim de aumentar a prosperidade nacional.
[...] Com a abertura dos caminhos das Índias e das Américas, diferentes civilizações, até então isoladas, se integraram à economia europeia. Iniciava-se aí a expansão do mercado em escala mundial. Diante de tal expansão, intelectuais de várias nações europeias desenvolveram reflexões no intuito de transformar o comércio numa fonte ainda maior de riqueza. Surgiram então diferentes políticas econômicas, destinadas a orientar os governos quanto às intervenções que eventualmente deveriam efetuar, a fim de aumentar a prosperidade nacional.
1. “As ondas são anjos que dormem no mar,
Que tremem, palpitam, banhados de luz...
São anjos que dormem, a rir e sonhar
E em leito d'escuma revolvem-se nus!
E quando de noite vem pálida a lua
E a trança luzente da nuvem flutua,
Seus raios incertos tremer, pratear,
As ondas são anjos que dormem no mar!”
2. “Era uma tarde triste, mas límpida e suave...
Eu — pálido poeta — seguia triste e grave
A estrada, que conduz ao campo solitário,
Como um filho, que volta ao paternal sacrário,
E ao longe abandonando o múrmur da cidade
— Som vago, que gagueja em meio à imensidade,—
No drama do crepúsculo eu escutava atento
A surdina da tarde ao sol, que morre lento.”
3. “Se sou pobre pastor, se não governo
Reinos, nações, províncias, mundo, e gentes;
Se em frio, calma, e chuvas inclementes
Passo o verão, outono, estio, inverno;
Nem por isso trocara o abrigo terno
Desta choça, em que vivo, coas enchentes
Dessa grande fortuna: assaz presentes
Tenho as paixões desse tormento eterno.”
4. “Eras na vida a pomba predileta
Que sobre um mar de angústias conduzia
O ramo da esperança. — Eras a estrela
Que entre as névoas do inverno cintilava
Apontando o caminho ao pegureiro.
Eras a messe de um dourado estio.
Eras o idílio de um amor sublime.
Eras a glória, — a inspiração, — a pátria,”
Assinale a alternativa que os classifica de forma CORRETA quanto ao seu estilo de época da literatura brasileira.
Se se morre de amor
Gonçalves Dias
Amor é vida; é ter constantemente
Alma, sentidos, coração – abertos
Ao grande, ao belo, é ser capaz d’extremos,
D’altas virtudes, té capaz de crimes!
Sentir, sem que se veja, a quem se adora,
Compreender, sem lhe ouvir, seus pensamentos,
Segui-la, sem poder fitar seus olhos,
Amá-la, sem ousar dizer que amamos,
E, temendo roçar os seus vestidos,
Arder por afogá-la em mil abraços:
Isso é amor, e desse amor se morre!
(DIAS, 2004, p.27-29.)
Não Se Morre de Mal de Amor
Taiguara
Não se morre de mal de amor
Só se morre quando se quer
Por mais forte que seja a dor
Ela vai se outro amor vier
Nunca deixes que uma tristeza
Mate a beleza do teu viver
E procura em cada saudade
Maior vontade de outro amor ter
Faz de conta que tudo passa
Como a fumaça que o vento traz
Não existe coisa mais triste
Que não querer amar nunca mais
(BESSA, 2011, faixa 01.)
Assinale a alternativa INCORRETA acerca da leitura dos textos.