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Foram encontradas 12.150 questões

Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747656 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II
Raquel Castanharo, influenciadora e fisioterapeuta, foi diagnosticada com câncer de mama apenas 17 dias antes de sua primeira maratona. Apesar de já sentir um nódulo há anos, exames anteriores não indicaram a presença da doença. O tumor, classificado como luminal B, media 5 centímetros e crescia lentamente. Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.
Em julho, Raquel iniciou a quimioterapia, começando com os ciclos vermelhos a cada 15 dias. O exercício físico se tornou um aliado importante para lidar com os efeitos colaterais do tratamento. A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.
Disponível em: https://www.portaltela.com/cotidiano/saude/2025/09/02/corredora-e-diagnosticada-com-cancer-demama-antes-da-estreia-em-maratona. Acesso em: 2 set. 2025
O texto II apresenta uma finalidade motivacional ao 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747655 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II
Raquel Castanharo, influenciadora e fisioterapeuta, foi diagnosticada com câncer de mama apenas 17 dias antes de sua primeira maratona. Apesar de já sentir um nódulo há anos, exames anteriores não indicaram a presença da doença. O tumor, classificado como luminal B, media 5 centímetros e crescia lentamente. Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.
Em julho, Raquel iniciou a quimioterapia, começando com os ciclos vermelhos a cada 15 dias. O exercício físico se tornou um aliado importante para lidar com os efeitos colaterais do tratamento. A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.
Disponível em: https://www.portaltela.com/cotidiano/saude/2025/09/02/corredora-e-diagnosticada-com-cancer-demama-antes-da-estreia-em-maratona. Acesso em: 2 set. 2025
Releia o trecho a seguir.
“Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.”
Considerando a gramática normativa, assinale a alternativa que apresenta a reescrita desse trecho sem que haja alteração do sentido original.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747654 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

Releia o trecho a seguir.


“Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias ‘revolucionárias’ como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.”


O emprego das aspas na palavra em destaque no trecho tem por finalidade 

Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747653 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

Releia o trecho a seguir.
“A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente.
A função da oração subordinada em destaque no período é
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747652 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

No artigo, os autores procuram sustentar sua tese a partir de diferentes estratégias argumentativas.
Considerando os critérios de pertinência, relevância, coerência e consistência, pode‑se concluir que os argumentos utilizados são
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747651 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

A progressão dos argumentos no texto é construída principalmente a partir da
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747650 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

Os autores destacam no artigo cinco aspectos que contrapõem a defesa de “ideias disruptivas”.


O terceiro e o quinto aspectos relacionam‑se na medida em que

Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747649 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

A partir da análise dos procedimentos argumentativos empregados, pode‑se inferir que o objetivo central desse texto é
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q3747582 Português
Espelho
Por acaso, surpreendo‑me no espelho: quem é esse Que me olha e é tão mais velho do que eu? Porém, seu rosto... é cada vez menos estranho... Meu Deus, Meu Deus... Parece Meu velho pai — que já morreu! Como pude ficarmos assim? Nosso olhar — duro — interroga: “O que fizeste de mim?!”
QUINTANA, Mario. Disponível em: https://anfipmg.org.br/literarios/o-velho-do-espelho-mario-quintana/. Acesso em: 5 set. 2025. [Fragmento]
A mudança da voz poética, do singular para o plural, relaciona‑se à
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q3747581 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagged/medicina. Acesso em: 5 set. 2025

A tirinha apresenta uma proposta reflexiva ao 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q3747580 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagged/medicina. Acesso em: 5 set. 2025

No trecho “Quero estar onde precisam mais de mim!”, a escolha do pronome em destaque justifica‑se por 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q3747579 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagged/medicina. Acesso em: 5 set. 2025

O termo “mais”, no último quadrinho, tem função 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q3747578 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Emagrecimento rápido exige cautela e apoio profissional, alerta especialista

Se os padrões de beleza mudam ao longo da história, a busca por se encaixar nesses padrões é algo que perpassa gerações. Estar bem esteticamente não é um desejo recente. E, seja por pressão externa, por uma vontade individual ou por preocupação com a saúde, estar “dentro do peso” é uma das principais questões estéticas atualmente.
Hoje, no Brasil, mais da metade da população sofre com excesso de peso. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE (2020), 60,3% dos brasileiros com 18 anos ou mais têm sobrepeso, e 25,9% são obesos. Esses números ajudam a explicar o apelo crescente por soluções rápidas, como canetas emagrecedoras.
Embora tenham sido desenvolvidas para o tratamento de diabetes tipo 2, algumas dessas medicações foram aprovadas pela Anvisa também para o tratamento da obesidade.
Esses medicamentos atuam diretamente no sistema nervoso central, reduzindo o apetite, aumentando a sensação de saciedade e retardando o esvaziamento do estômago. Com isso, o paciente tende a ingerir menos calorias, o que pode resultar em uma perda de peso significativa.
Mas, por trás dos resultados promissores, está um alerta que não pode ser ignorado: sem acompanhamento médico, o uso dessas medicações pode trazer efeitos colaterais sérios e frustrar o processo de emagrecimento. […] Os efeitos colaterais podem incluir náuseas, vômitos, dor abdominal, constipação e até episódios de hipoglicemia. O uso sem prescrição também aumenta o risco de doses inadequadas e da falsa sensação de que o medicamento, por si só, resolve o problema.
A medicação pode ser uma aliada, mas precisa estar inserida em um plano de tratamento completo.
O ideal, segundo os profissionais da saúde, é contar com uma equipe multidisciplinar, envolvendo médico, nutricionista, educador físico e psicólogo. Isso é especialmente importante em casos de obesidade, em que os fatores emocionais e comportamentais também impactam diretamente no peso.

TEMPO MED. Emagrecimento rápido exige cautela e apoio profissional, alerta especialista. G1. Disponível em: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/tempo-med/noticia/2025/07/11/emagrecimento-rapidoexige-cautela-e-apoio-profissional-alerta-especialista. ghtml. Acesso em: 5 set. 2025 (adaptado).
Tendo em vista o discurso jornalístico do texto, a predominância de determinado tempo e modo verbal em sua construção tem como finalidade
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q3747577 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Emagrecimento rápido exige cautela e apoio profissional, alerta especialista

Se os padrões de beleza mudam ao longo da história, a busca por se encaixar nesses padrões é algo que perpassa gerações. Estar bem esteticamente não é um desejo recente. E, seja por pressão externa, por uma vontade individual ou por preocupação com a saúde, estar “dentro do peso” é uma das principais questões estéticas atualmente.
Hoje, no Brasil, mais da metade da população sofre com excesso de peso. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE (2020), 60,3% dos brasileiros com 18 anos ou mais têm sobrepeso, e 25,9% são obesos. Esses números ajudam a explicar o apelo crescente por soluções rápidas, como canetas emagrecedoras.
Embora tenham sido desenvolvidas para o tratamento de diabetes tipo 2, algumas dessas medicações foram aprovadas pela Anvisa também para o tratamento da obesidade.
Esses medicamentos atuam diretamente no sistema nervoso central, reduzindo o apetite, aumentando a sensação de saciedade e retardando o esvaziamento do estômago. Com isso, o paciente tende a ingerir menos calorias, o que pode resultar em uma perda de peso significativa.
Mas, por trás dos resultados promissores, está um alerta que não pode ser ignorado: sem acompanhamento médico, o uso dessas medicações pode trazer efeitos colaterais sérios e frustrar o processo de emagrecimento. […] Os efeitos colaterais podem incluir náuseas, vômitos, dor abdominal, constipação e até episódios de hipoglicemia. O uso sem prescrição também aumenta o risco de doses inadequadas e da falsa sensação de que o medicamento, por si só, resolve o problema.
A medicação pode ser uma aliada, mas precisa estar inserida em um plano de tratamento completo.
O ideal, segundo os profissionais da saúde, é contar com uma equipe multidisciplinar, envolvendo médico, nutricionista, educador físico e psicólogo. Isso é especialmente importante em casos de obesidade, em que os fatores emocionais e comportamentais também impactam diretamente no peso.

TEMPO MED. Emagrecimento rápido exige cautela e apoio profissional, alerta especialista. G1. Disponível em: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/tempo-med/noticia/2025/07/11/emagrecimento-rapidoexige-cautela-e-apoio-profissional-alerta-especialista. ghtml. Acesso em: 5 set. 2025 (adaptado).
No trecho “sem acompanhamento médico, o uso dessas medicações pode trazer efeitos colaterais sérios”, a expressão em destaque poderia ser substituída, sem alteração de sentido, por
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q3747576 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Emagrecimento rápido exige cautela e apoio profissional, alerta especialista

Se os padrões de beleza mudam ao longo da história, a busca por se encaixar nesses padrões é algo que perpassa gerações. Estar bem esteticamente não é um desejo recente. E, seja por pressão externa, por uma vontade individual ou por preocupação com a saúde, estar “dentro do peso” é uma das principais questões estéticas atualmente.
Hoje, no Brasil, mais da metade da população sofre com excesso de peso. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE (2020), 60,3% dos brasileiros com 18 anos ou mais têm sobrepeso, e 25,9% são obesos. Esses números ajudam a explicar o apelo crescente por soluções rápidas, como canetas emagrecedoras.
Embora tenham sido desenvolvidas para o tratamento de diabetes tipo 2, algumas dessas medicações foram aprovadas pela Anvisa também para o tratamento da obesidade.
Esses medicamentos atuam diretamente no sistema nervoso central, reduzindo o apetite, aumentando a sensação de saciedade e retardando o esvaziamento do estômago. Com isso, o paciente tende a ingerir menos calorias, o que pode resultar em uma perda de peso significativa.
Mas, por trás dos resultados promissores, está um alerta que não pode ser ignorado: sem acompanhamento médico, o uso dessas medicações pode trazer efeitos colaterais sérios e frustrar o processo de emagrecimento. […] Os efeitos colaterais podem incluir náuseas, vômitos, dor abdominal, constipação e até episódios de hipoglicemia. O uso sem prescrição também aumenta o risco de doses inadequadas e da falsa sensação de que o medicamento, por si só, resolve o problema.
A medicação pode ser uma aliada, mas precisa estar inserida em um plano de tratamento completo.
O ideal, segundo os profissionais da saúde, é contar com uma equipe multidisciplinar, envolvendo médico, nutricionista, educador físico e psicólogo. Isso é especialmente importante em casos de obesidade, em que os fatores emocionais e comportamentais também impactam diretamente no peso.

TEMPO MED. Emagrecimento rápido exige cautela e apoio profissional, alerta especialista. G1. Disponível em: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/tempo-med/noticia/2025/07/11/emagrecimento-rapidoexige-cautela-e-apoio-profissional-alerta-especialista. ghtml. Acesso em: 5 set. 2025 (adaptado).
A articulação entre o 4º e o 5º parágrafo do texto constrói‑se a partir da
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Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q3747575 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Emagrecimento rápido exige cautela e apoio profissional, alerta especialista

Se os padrões de beleza mudam ao longo da história, a busca por se encaixar nesses padrões é algo que perpassa gerações. Estar bem esteticamente não é um desejo recente. E, seja por pressão externa, por uma vontade individual ou por preocupação com a saúde, estar “dentro do peso” é uma das principais questões estéticas atualmente.
Hoje, no Brasil, mais da metade da população sofre com excesso de peso. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE (2020), 60,3% dos brasileiros com 18 anos ou mais têm sobrepeso, e 25,9% são obesos. Esses números ajudam a explicar o apelo crescente por soluções rápidas, como canetas emagrecedoras.
Embora tenham sido desenvolvidas para o tratamento de diabetes tipo 2, algumas dessas medicações foram aprovadas pela Anvisa também para o tratamento da obesidade.
Esses medicamentos atuam diretamente no sistema nervoso central, reduzindo o apetite, aumentando a sensação de saciedade e retardando o esvaziamento do estômago. Com isso, o paciente tende a ingerir menos calorias, o que pode resultar em uma perda de peso significativa.
Mas, por trás dos resultados promissores, está um alerta que não pode ser ignorado: sem acompanhamento médico, o uso dessas medicações pode trazer efeitos colaterais sérios e frustrar o processo de emagrecimento. […] Os efeitos colaterais podem incluir náuseas, vômitos, dor abdominal, constipação e até episódios de hipoglicemia. O uso sem prescrição também aumenta o risco de doses inadequadas e da falsa sensação de que o medicamento, por si só, resolve o problema.
A medicação pode ser uma aliada, mas precisa estar inserida em um plano de tratamento completo.
O ideal, segundo os profissionais da saúde, é contar com uma equipe multidisciplinar, envolvendo médico, nutricionista, educador físico e psicólogo. Isso é especialmente importante em casos de obesidade, em que os fatores emocionais e comportamentais também impactam diretamente no peso.

TEMPO MED. Emagrecimento rápido exige cautela e apoio profissional, alerta especialista. G1. Disponível em: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/tempo-med/noticia/2025/07/11/emagrecimento-rapidoexige-cautela-e-apoio-profissional-alerta-especialista. ghtml. Acesso em: 5 set. 2025 (adaptado).
O texto apresenta um fator de argumentatividade ao 
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Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q3747574 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Emagrecimento rápido exige cautela e apoio profissional, alerta especialista

Se os padrões de beleza mudam ao longo da história, a busca por se encaixar nesses padrões é algo que perpassa gerações. Estar bem esteticamente não é um desejo recente. E, seja por pressão externa, por uma vontade individual ou por preocupação com a saúde, estar “dentro do peso” é uma das principais questões estéticas atualmente.
Hoje, no Brasil, mais da metade da população sofre com excesso de peso. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE (2020), 60,3% dos brasileiros com 18 anos ou mais têm sobrepeso, e 25,9% são obesos. Esses números ajudam a explicar o apelo crescente por soluções rápidas, como canetas emagrecedoras.
Embora tenham sido desenvolvidas para o tratamento de diabetes tipo 2, algumas dessas medicações foram aprovadas pela Anvisa também para o tratamento da obesidade.
Esses medicamentos atuam diretamente no sistema nervoso central, reduzindo o apetite, aumentando a sensação de saciedade e retardando o esvaziamento do estômago. Com isso, o paciente tende a ingerir menos calorias, o que pode resultar em uma perda de peso significativa.
Mas, por trás dos resultados promissores, está um alerta que não pode ser ignorado: sem acompanhamento médico, o uso dessas medicações pode trazer efeitos colaterais sérios e frustrar o processo de emagrecimento. […] Os efeitos colaterais podem incluir náuseas, vômitos, dor abdominal, constipação e até episódios de hipoglicemia. O uso sem prescrição também aumenta o risco de doses inadequadas e da falsa sensação de que o medicamento, por si só, resolve o problema.
A medicação pode ser uma aliada, mas precisa estar inserida em um plano de tratamento completo.
O ideal, segundo os profissionais da saúde, é contar com uma equipe multidisciplinar, envolvendo médico, nutricionista, educador físico e psicólogo. Isso é especialmente importante em casos de obesidade, em que os fatores emocionais e comportamentais também impactam diretamente no peso.

TEMPO MED. Emagrecimento rápido exige cautela e apoio profissional, alerta especialista. G1. Disponível em: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/tempo-med/noticia/2025/07/11/emagrecimento-rapidoexige-cautela-e-apoio-profissional-alerta-especialista. ghtml. Acesso em: 5 set. 2025 (adaptado).
Tendo em vista os procedimentos discursivos empregados, o objetivo central do texto é
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: UNIFAE - SP Prova: IPEFAE - 2025 - UNIFAE - SP - Vestibular - Medicina |
Q3729475 Português
Se essa rua fosse minha...

    Era uma vez uma rua. As meninas brincavam de elástico e amarelinha. Os meninos, de gude e jogavam pelada. E todos, num pique, escondiam-se e pegavam bandeirinhas e colavam e subiam nos muros. Havia gente. O São João era uma festa. A alegria misturava-se aos mitos, aos medos, às amizades, aos namoros, às fofocas, às brigas, aos perdões.

    Então, deu na tevê que ninguém mais podia sair na rua, por causa de uma bactéria alienígena. Tudo arrefeceu, ao contrário do medo. As festas minguaram. O riso acabou. As ruas, vazias, atraíram a violência. Sem perceber, a geração seguinte passou a juventude inteira em casa, por medo da bactéria. E dizem que é assim até hoje.

Disponível em <https://folhadabaixada.com.br/noticia/758/se-essa-ruafosse-minha>.
A palavra “perdões” foi corretamente escrita no final do primeiro parágrafo, por ser o plural (irregular) do substantivo “perdão”. Dentre as opções a seguir, qual substantivo deve ser empregado apenas no plural?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: UNIFAE - SP Prova: IPEFAE - 2025 - UNIFAE - SP - Vestibular - Medicina |
Q3729474 Português
Se essa rua fosse minha...

    Era uma vez uma rua. As meninas brincavam de elástico e amarelinha. Os meninos, de gude e jogavam pelada. E todos, num pique, escondiam-se e pegavam bandeirinhas e colavam e subiam nos muros. Havia gente. O São João era uma festa. A alegria misturava-se aos mitos, aos medos, às amizades, aos namoros, às fofocas, às brigas, aos perdões.

    Então, deu na tevê que ninguém mais podia sair na rua, por causa de uma bactéria alienígena. Tudo arrefeceu, ao contrário do medo. As festas minguaram. O riso acabou. As ruas, vazias, atraíram a violência. Sem perceber, a geração seguinte passou a juventude inteira em casa, por medo da bactéria. E dizem que é assim até hoje.

Disponível em <https://folhadabaixada.com.br/noticia/758/se-essa-ruafosse-minha>.
Acerca do título do texto, “Se essa rua fosse minha”, é correto afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: UNIFAE - SP Prova: IPEFAE - 2025 - UNIFAE - SP - Vestibular - Medicina |
Q3729473 Português
Se essa rua fosse minha...

    Era uma vez uma rua. As meninas brincavam de elástico e amarelinha. Os meninos, de gude e jogavam pelada. E todos, num pique, escondiam-se e pegavam bandeirinhas e colavam e subiam nos muros. Havia gente. O São João era uma festa. A alegria misturava-se aos mitos, aos medos, às amizades, aos namoros, às fofocas, às brigas, aos perdões.

    Então, deu na tevê que ninguém mais podia sair na rua, por causa de uma bactéria alienígena. Tudo arrefeceu, ao contrário do medo. As festas minguaram. O riso acabou. As ruas, vazias, atraíram a violência. Sem perceber, a geração seguinte passou a juventude inteira em casa, por medo da bactéria. E dizem que é assim até hoje.

Disponível em <https://folhadabaixada.com.br/noticia/758/se-essa-ruafosse-minha>.
Assinale a opção que apresenta uma declaração INCORRETA sobre o texto:
Alternativas
Respostas
281: A
282: B
283: C
284: B
285: A
286: C
287: D
288: B
289: C
290: D
291: D
292: C
293: C
294: B
295: B
296: C
297: B
298: D
299: B
300: D