Questões de Vestibular
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 6.532 questões
TEXTO V
Em 2014 foi criada a 1ª Delegacia de Polícia da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo que fica na capital, na cidade de São Paulo, na Rua Brigadeiro Tobias, 527, de segunda à sexta-feira, das 9h às 18h. A criação foi o resultado de uma parceria entre a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Governo do Estado de São Paulo e a Secretaria da Segurança Pública. A delegacia tem o objetivo de oferecer os serviços tradicionais da polícia, como também um trabalho assistencial, pois ela possui uma equipe mista de policiais e um Centro de Apoio Integrado composto por assistentes sociais, psicólogos, intérpretes de LIBRAS e sociólogos. Apenas em 2016 essa delegacia registrou 190.724 boletins de ocorrências, envolvendo 10.920 vítimas com algum tipo de deficiência.
Publicado em 24 de abril de 2017.

TEXTO V
Em 2014 foi criada a 1ª Delegacia de Polícia da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo que fica na capital, na cidade de São Paulo, na Rua Brigadeiro Tobias, 527, de segunda à sexta-feira, das 9h às 18h. A criação foi o resultado de uma parceria entre a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Governo do Estado de São Paulo e a Secretaria da Segurança Pública. A delegacia tem o objetivo de oferecer os serviços tradicionais da polícia, como também um trabalho assistencial, pois ela possui uma equipe mista de policiais e um Centro de Apoio Integrado composto por assistentes sociais, psicólogos, intérpretes de LIBRAS e sociólogos. Apenas em 2016 essa delegacia registrou 190.724 boletins de ocorrências, envolvendo 10.920 vítimas com algum tipo de deficiência.
Publicado em 24 de abril de 2017.

Observe as informações dos gráficos e responda:
I. Dentre as deficiências, a física é a maior no Estado de São Paulo.
II. Os três crimes que apresentam um número de registros muito parecidos são “furto”, “ameaça” e “roubo”.
III. A deficiência intelectual é a menor no Estado de São Paulo.
TEXTO IV

Além de considerar a fonte, verificar o autor, procurar por fontes de apoio e ler mais sobre o assunto, é importante também observar a data de publicação da notícia ou da informação. Se a data for muito antiga, talvez ela não tenha mais validade, pois o contexto pode ter mudado. Veja também se ela foi publicada em uma página de humor ou se é uma piada: é possível que o autor esteja fazendo uma brincadeira sobre o tema. Se você ainda tiver alguma dúvida, procure um especialista.
(FONTES ADAPTADAS: <https://www.ifla.org/publications/node/11174> ,
<https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/4c/Como_identificar_not%C3%ADcias_falsas_%28How_To_Spot_Fake_News%29.jpg>, e <https://twitter.com/senadofederal/status/848142913670438912> Acesso em 03 Ago. 2018, às 10h57)
TEXTO IV

Além de considerar a fonte, verificar o autor, procurar por fontes de apoio e ler mais sobre o assunto, é importante também observar a data de publicação da notícia ou da informação. Se a data for muito antiga, talvez ela não tenha mais validade, pois o contexto pode ter mudado. Veja também se ela foi publicada em uma página de humor ou se é uma piada: é possível que o autor esteja fazendo uma brincadeira sobre o tema. Se você ainda tiver alguma dúvida, procure um especialista.
(FONTES ADAPTADAS: <https://www.ifla.org/publications/node/11174> ,
<https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/4c/Como_identificar_not%C3%ADcias_falsas_%28How_To_Spot_Fake_News%29.jpg>, e <https://twitter.com/senadofederal/status/848142913670438912> Acesso em 03 Ago. 2018, às 10h57)
TEXTO IV

Além de considerar a fonte, verificar o autor, procurar por fontes de apoio e ler mais sobre o assunto, é importante também observar a data de publicação da notícia ou da informação. Se a data for muito antiga, talvez ela não tenha mais validade, pois o contexto pode ter mudado. Veja também se ela foi publicada em uma página de humor ou se é uma piada: é possível que o autor esteja fazendo uma brincadeira sobre o tema. Se você ainda tiver alguma dúvida, procure um especialista.
(FONTES ADAPTADAS: <https://www.ifla.org/publications/node/11174> ,
<https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/4c/Como_identificar_not%C3%ADcias_falsas_%28How_To_Spot_Fake_News%29.jpg>, e <https://twitter.com/senadofederal/status/848142913670438912> Acesso em 03 Ago. 2018, às 10h57)
TEXTO III
Desfiles do Carnaval do Rio para deficientes auditivos
Em 13 de Fevereiro de 2018, às 13h42min
Aulio Nobrega não escuta nada quando centenas de músicos começam a batucar no Sambódromo do Rio de Janeiro, ou quando os milhares de foliões cantam, nem quando o público grita. Mas ele pode sentir - literalmente - sua vibração. O brasileiro de 40 anos trabalha para a TV INES, canal destinado a deficientes auditivos, onde jornalistas reportam em LIBRAS, a língua brasileira de sinais. "As vibrações são reais, consigo senti-las", explica Nobrega, que cobriu os barulhentos desfiles desta segunda-feira. (...)
"Não escuto nada da música, realmente nada, mas sinto as vibrações. É como se fosse uma força que sinto na minha pele", disse à AFP em LIBRAS, traduzido por uma das intérpretes da TV INES.
O Brasil tem um longo caminho para garantir a inclusão adequada aos deficientes auditivos, garante Daniela Abreu, intérprete da TV INES, que pode ouvir, mas aprendeu LIBRAS com seus pais, que são surdos. (...) QUESTÃO 04 QUESTÃO 05 A TV INES entrou no ar há cinco anos, tentando atender a este público marginalizado. Seus vídeos costumam ser vistos por entre 10 mil e 13 mil pessoas, com uma audiência crescente entre os 10 milhões de deficientes auditivos no Brasil. Neste ano, eles fizeram pela primeira vez a cobertura do famoso desfile do Sambódromo. "É importante para a sociedade entender que existe essa diversidade", disse Nobrega.
(FONTE:
TEXTO III
Desfiles do Carnaval do Rio para deficientes auditivos
Em 13 de Fevereiro de 2018, às 13h42min
Aulio Nobrega não escuta nada quando centenas de músicos começam a batucar no Sambódromo do Rio de Janeiro, ou quando os milhares de foliões cantam, nem quando o público grita. Mas ele pode sentir - literalmente - sua vibração. O brasileiro de 40 anos trabalha para a TV INES, canal destinado a deficientes auditivos, onde jornalistas reportam em LIBRAS, a língua brasileira de sinais. "As vibrações são reais, consigo senti-las", explica Nobrega, que cobriu os barulhentos desfiles desta segunda-feira. (...)
"Não escuto nada da música, realmente nada, mas sinto as vibrações. É como se fosse uma força que sinto na minha pele", disse à AFP em LIBRAS, traduzido por uma das intérpretes da TV INES.
O Brasil tem um longo caminho para garantir a inclusão adequada aos deficientes auditivos, garante Daniela Abreu, intérprete da TV INES, que pode ouvir, mas aprendeu LIBRAS com seus pais, que são surdos. (...) QUESTÃO 04 QUESTÃO 05 A TV INES entrou no ar há cinco anos, tentando atender a este público marginalizado. Seus vídeos costumam ser vistos por entre 10 mil e 13 mil pessoas, com uma audiência crescente entre os 10 milhões de deficientes auditivos no Brasil. Neste ano, eles fizeram pela primeira vez a cobertura do famoso desfile do Sambódromo. "É importante para a sociedade entender que existe essa diversidade", disse Nobrega.
(FONTE:
Identifique quais elementos do texto NÃO possuem relação de continuidade com os pronomes destacados nos seguintes enunciados:
I – “Mas ele pode sentir - literalmente - sua vibração.”
II – “Neste ano, eles fizeram pela primeira vez a cobertura...”
TEXTO II

(FONTE:<http://gilmaronline.blogspot.com/2018/03/charge-fake-news.htmll> Acesso em 21 Jul. 2018, às
10h20min)
TEXTO II

(FONTE:<http://gilmaronline.blogspot.com/2018/03/charge-fake-news.htmll> Acesso em 21 Jul. 2018, às
10h20min)
Assinale a opção certa, segundo informações do texto:
I – O Teatro em LIBRAS auxiliou no diálogo com os adolescentes.
II – O Teatro em LIBRAS auxiliou no diálogo com os pares da professora.
III – O Teatro em LIBRAS sociabilizou alunos surdos.
IV – O Teatro em LIBRAS deu início a rodas de conversa.
Leia a fábula “A tartaruga e a águia” do escritor grego Esopo (620 a.C.?-564 a.C.?).
Uma tartaruga pediu a uma águia que a ensinasse a voar. A ave tentou dissuadi-la:
– Voar é completamente contrário à sua natureza.
Mas a tartaruga suplicou e insistiu ainda mais. Então a águia pegou a tartaruga com suas garras, levou-a até bem alto no céu e depois a soltou. A tartaruga caiu nos rochedos e se espatifou.
(Fábulas, 2013.)
Depreende-se leitura da fábula a seguinte moral:
Leia o trecho de uma entrevista com o cineasta francês Jean Renoir (1894-1979), filho do conhecido pintor Pierre-Auguste Renoir, datada de novembro de 1958.
Cheguei mesmo a me perguntar se toda obra humana não é provisória – mesmo um quadro, mesmo uma estátua, mesmo uma obra arquitetônica, mesmo o Partenon. Seja qual for a solidez do Partenon, o que resta dele é muito pouco e não temos nenhuma ideia do que era quando acabara de ser construído. Mesmo o que resta vai desaparecer. Talvez se consiga, a custa de tanto colocar cimento nas colunas, mantê-lo por cem anos, duzentos anos, digamos quinhentos anos, digamos mil anos. Mas, enfim, chegará um dia em que o Partenon não existirá mais. Pergunto-me se não seria mais honesto abordar a obra de arte sabendo que ela é provisória e irá desaparecer, e que, na verdade, relativizando, não há diferença entre uma obra arquitetônica feita em mármore maciço e um artigo de jornal, impresso em papel e jogado fora no dia seguinte.
(Jean Renoir apud Jorge Coli. O que é arte, 2013. Adaptado.)
Neste trecho da entrevista, Jean Renoir reflete sobre
Dizer o que seja a arte é coisa difícil. Um sem-número de tratados de estética debruçou-se sobre o problema, procurando situá-lo, procurando definir o conceito. Mas, se buscamos uma resposta clara e definitiva, decepcionamo-nos: elas são divergentes, contraditórias, além de frequentemente se pretenderem exclusivas, propondo-se como solução única.
Entretanto, se pedirmos a qualquer pessoa que possua um mínimo contato com a cultura para nos citar alguns exemplos de obras de arte ou de artistas, ficaremos certamente satisfeitos. Todos sabemos que a Mona Lisa, que a Nona sinfonia de Beethoven, que a Divina comédia, que Guernica de Picasso ou o Davi de Michelangelo são, indiscutivelmente, obras de arte. Assim, mesmo sem possuirmos uma definição clara e lógica do conceito, somos capazes de identificar algumas produções da cultura em que vivemos como sendo “arte”. Além disso, a nossa atitude diante da ideia “arte” é de admiração: sabemos que Leonardo ou Dante são gênios e, de antemão, diante deles, predispomo-nos a tirar o chapéu. Podemos, então, ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que a arte é, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas. Infelizmente, esta tranquilidade não dura se quisermos escapar ao superficial e escavar um pouco mais o problema. O Davi de Michelangelo é arte, e não se discute. Entretanto, eu abro um livro consagrado a um artista célebre do século XX, Marcel Duchamp, e vejo entre suas obras, conservado em museu, um aparelho sanitário de louça, absolutamente idêntico aos que existem em todos os mictórios masculinos do mundo inteiro. Ora, esse objeto não corresponde exatamente à ideia que eu faço da arte.
Assim, a questão que há pouco propusemos – como saber o que é ou não é obra de arte – de novo se impõe. Já vimos que responder com uma definição que parte da “natureza” da arte é tarefa vã. Mas, se não podemos encontrar critérios a partir do interior mesmo da noção de obra de arte, talvez possamos descobri-los fora dela.
Para decidir o que é ou não arte, nossa cultura possui instrumentos específicos. Um deles, essencial, é o discurso sobre o objeto artístico, ao qual reconhecemos competência e autoridade. Esse discurso é o que proferem o crítico, o historiador da arte, o perito, o conservador de museu. São eles que conferem o estatuto de arte a um objeto. Nossa cultura também prevê locais específicos onde a arte pode manifestar-se, quer dizer, locais que também dão estatuto de arte a um objeto. Num museu, numa galeria, sei de antemão que encontrarei obras de arte; num cinema “de arte”, filmes que escapam à “banalidade” dos circuitos normais; numa sala de concerto, música “erudita” etc. Esses locais garantem-me assim o rótulo “arte” às coisas que apresentam, enobrecendo-as.
Desse modo, para gáudio1 meu, posso despreocupar- -me, pois nossa cultura prevê instrumentos que determinarão, por mim, o que é ou não arte. Para evitar ilusões, devo prevenir que a situação não é assim tão rósea. Mas, por ora, o importante é termos em mente que o estatuto da arte não parte de uma definição abstrata do conceito, mas de atribuições feitas por instrumentos de nossa cultura, dignificando os objetos sobre os quais ela recai.
(O que é arte, 2013.Adaptado.)
Dizer o que seja a arte é coisa difícil. Um sem-número de tratados de estética debruçou-se sobre o problema, procurando situá-lo, procurando definir o conceito. Mas, se buscamos uma resposta clara e definitiva, decepcionamo-nos: elas são divergentes, contraditórias, além de frequentemente se pretenderem exclusivas, propondo-se como solução única.
Entretanto, se pedirmos a qualquer pessoa que possua um mínimo contato com a cultura para nos citar alguns exemplos de obras de arte ou de artistas, ficaremos certamente satisfeitos. Todos sabemos que a Mona Lisa, que a Nona sinfonia de Beethoven, que a Divina comédia, que Guernica de Picasso ou o Davi de Michelangelo são, indiscutivelmente, obras de arte. Assim, mesmo sem possuirmos uma definição clara e lógica do conceito, somos capazes de identificar algumas produções da cultura em que vivemos como sendo “arte”. Além disso, a nossa atitude diante da ideia “arte” é de admiração: sabemos que Leonardo ou Dante são gênios e, de antemão, diante deles, predispomo-nos a tirar o chapéu. Podemos, então, ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que a arte é, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas. Infelizmente, esta tranquilidade não dura se quisermos escapar ao superficial e escavar um pouco mais o problema. O Davi de Michelangelo é arte, e não se discute. Entretanto, eu abro um livro consagrado a um artista célebre do século XX, Marcel Duchamp, e vejo entre suas obras, conservado em museu, um aparelho sanitário de louça, absolutamente idêntico aos que existem em todos os mictórios masculinos do mundo inteiro. Ora, esse objeto não corresponde exatamente à ideia que eu faço da arte.
Assim, a questão que há pouco propusemos – como saber o que é ou não é obra de arte – de novo se impõe. Já vimos que responder com uma definição que parte da “natureza” da arte é tarefa vã. Mas, se não podemos encontrar critérios a partir do interior mesmo da noção de obra de arte, talvez possamos descobri-los fora dela.
Para decidir o que é ou não arte, nossa cultura possui instrumentos específicos. Um deles, essencial, é o discurso sobre o objeto artístico, ao qual reconhecemos competência e autoridade. Esse discurso é o que proferem o crítico, o historiador da arte, o perito, o conservador de museu. São eles que conferem o estatuto de arte a um objeto. Nossa cultura também prevê locais específicos onde a arte pode manifestar-se, quer dizer, locais que também dão estatuto de arte a um objeto. Num museu, numa galeria, sei de antemão que encontrarei obras de arte; num cinema “de arte”, filmes que escapam à “banalidade” dos circuitos normais; numa sala de concerto, música “erudita” etc. Esses locais garantem-me assim o rótulo “arte” às coisas que apresentam, enobrecendo-as.
Desse modo, para gáudio1 meu, posso despreocupar- -me, pois nossa cultura prevê instrumentos que determinarão, por mim, o que é ou não arte. Para evitar ilusões, devo prevenir que a situação não é assim tão rósea. Mas, por ora, o importante é termos em mente que o estatuto da arte não parte de uma definição abstrata do conceito, mas de atribuições feitas por instrumentos de nossa cultura, dignificando os objetos sobre os quais ela recai.
(O que é arte, 2013.Adaptado.)

Do questionamento da personagem Mafalda, depreende-se
uma crítica
INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Disponív l m: <http://www.r vista ducacao.com.br/um-pr mio-para-todos-qu -alfab tizam/>. c sso m: 16 mar. 2018.
INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Disponív l m: <http://www.r vista ducacao.com.br/um-pr mio-para-todos-qu -alfab tizam/>. c sso m: 16 mar. 2018.
INSTRUÇÃO: Para responder às questões de 31 a 36, considere o texto abaixo.

NOGUEIRA, Salvador. Os legados do gênio Stephen Hawking, na ciência e na vida. Disponível em:
<https://super.abril.com.br/ciencia/os-legados-do-genio-na-ciencia-e-na-vida/>.
Acesso em: 22 mar. 2018. (adaptado)