Questões de Vestibular
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 6.532 questões

(www.acharge.com.br.)
As informações contidas nos quadrinhos permitem concluir que
Entre as técnicas narrativas que entram na composição do excerto encontra-se
I o emprego dos discursos direto, indireto e indireto livre;
II o foco da narração incidindo primeiramente sobre a vida mental e de relação, mas bem situado em contexto histórico-social determinado;
III o narrador onisciente, que, no entanto, constitui as personagens principalmente a partir da disseminação de indícios e de sugestões, demandando a perspicácia do leitor.
Está correto o que se afirma em
I No primeiro parágrafo, o autor apresenta a teoria segundo a qual existem duas possibilidades de implantação de uma língua em um novo ambiente. Ao chamá-las de “extremas”, ele revela que não concorda com a referida teoria, por considerá-la exagerada. II No segundo parágrafo, introduzem-se informações novas referentes ao esquema exposto no primeiro, as quais têm a finalidade de relativizar a apresentação desse esquema. III No terceiro parágrafo, ao comparar a história do português com a do latim, o autor introduz uma terceira possibilidade de implantação de uma língua em um novo ambiente. IV No quarto parágrafo, o autor explica por que a implantação do português no Brasil se insere na segunda possibilidade apresentada no início do texto.
Está correto apenas o que se afirma em

I. A separação desses dois versos em uma estrofe é um recurso que enfatiza as ideias de exclusão, parcialidade e preconceito presentes no poema.
II. Os dois versos constituem um enunciado que expressa uma afirmação de valor individual ou particular.
III. Esse enunciado apresenta a estrutura linguística do axioma (máxima, provérbio, anexim): é breve, expressa um conceito sobre a realidade, tem o objetivo de ensinar e emprega o presente do indicativo.
Está correto o que se afirma apenas em

I. Eles são construídos sobre duas metáforas hiperbólicas, isto é, metáforas que contêm um exagero.
II. O pronome isso em “ah, isso não”, aponta para um referente na cena enunciativa.
III. O pronome isso, no poema, aponta para o que é dito nos dois primeiros versos, sintetizando-os.
Está correto o que se diz em


I. Foi empregado na acepção de sem graça, desinteressante, monótono.
II. Foi empregado no seu sentido literal, não figurado.
III. A mudança da posição desse adjetivo para depois do substantivo não alteraria o significado do substantivo.
Está correto o que se afirma somente em

I. Essa metáfora empresta ao portão faculdades humanas, constituindo, também uma prosopopeia ou personificação. Por outro lado, essa expressão aceita, ainda, a seguinte leitura: o portão representa metonimicamente a escola, com seus valores criticáveis e seus preconceitos.
II. O emprego da locução verbal de gerúndio “fica bocejando”, no lugar da forma simples boceja, dá à ação expressa pelo verbo bocejar um caráter de continuidade, de duração.
III. O gerúndio realça a própria semântica do verbo bocejar.
Está correto o que se afirma em

I. Poderíamos dividir o parágrafo em duas partes, considerando a oposição individual/coletivo.
II. Em uma das assertivas, verifica-se quebra de paralelismo sintático-semântico.
III. Todas as assertivas constituem previsões.
Está correto o que se afirma em


( ) O cronista introduz a ideia núcleo do texto logo nas três primeiras linhas e o faz por meio de uma analogia.
( ) No quarto parágrafo, o enunciador responde à pergunta retórica feita no terceiro, empregando o advérbio interrogativo onde. As respostas, no entanto, não correspondem às respostas que se dariam a uma pergunta feita com o advérbio onde. Na pergunta correspondente a essas respostas, deveria constar algo como “Que acontecerá” ou “Como estarão”, não onde.
( ) O vocábulo clima (linha 6) e o vocábulo atmosfera (linha 11) não poderiam intercambiar suas ocorrências no texto sem prejuízo do sentido.
( ) No parágrafo 5 (linhas 37-45), o cronista faz alusão a um conto infantil, para mostrar como os adolescentes só têm segurança dentro da escola.
( ) Os assaltos do “lobo feroz” (linha 40), corresponderiam, no mundo moderno, ao estupro, ao latrocínio, ao homicídio, ao tráfico de crianças e de mulheres, à venda de drogas, em suma, aos perigos da vida moderna.
Está correta a seguinte sequência de cima para baixo:
Na sequência em que se encontram, as palavras grifadas configuram o seguinte recurso:

( ) Na primeira máxima (linhas 87-88), a obviedade é um dos elementos responsáveis pela ironia.
( ) Na segunda máxima (linha 89), a ironia se expressa por meio do paradoxo.
( ) Na quinta máxima (linhas 95-98), a ironia se constrói pela quebra de expectativa.
( ) Na sexta máxima (linhas 99-101), a ironia se instaura pela quebra de paralelismo, que leva à quebra de expectativa.
A sequência correta, de cima para baixo, é:

Os textos 3 (manchete de capa da revista
Época de 26/08/2013), 4 (manchete de capa
da revista Veja de 28/08/2013) e 5 serão
analisados em conjunto, na perspectiva da
polifonia, do dialogismo e da
intertextualidade, isto é, das relações
mantidas entre eles.


I. Na manchete de Veja, a intertextualidade com o dito popular “Cair das nuvens” está mais explícita do que na manchete de Época.
II. A manchete de Veja apresenta mais recursos gráficos e linguísticos do que a de Época.
É correto afirmar que


