Questões de Vestibular Sobre interpretação de textos em português

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Ano: 2007 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2007 - UFRN - Vestibular - Segundo Dia |
Q1374361 Português
Tendo em vista a composição das personagens, o autor de A moratória fornece a seguinte orientação:
(Olímpio e Lucília saem, abraçados, pela porta em arco. Ao mesmo tempo, Marcelo aparece à porta de seu quarto no Primeiro Plano e Helena, com uma bandeja de xícaras, à porta da cozinha no Segundo Plano. Helena volta-se e sai novamente. Marcelo encosta-se ao batente da porta, completamente atordoado.)”
ANDRADE, Jorge. A moratória. Rio de Janeiro: Agir, 2003. p. 116.
Nessa orientação, o autor indica um traço psicológico que, ao longo da peça, caracteriza uma das personagens. O trecho em que isso se verifica é:
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Ano: 2007 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2007 - UFRN - Vestibular - Segundo Dia |
Q1374360 Português
A ação de A moratória situa-se em um momento histórico importante. Na peça, as profundas transformações por que passa a sociedade brasileira são representadas
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Ano: 2007 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2007 - UFRN - Vestibular - Segundo Dia |
Q1374358 Português

A declaração abaixo inicia o conto “Flor, telefone, moça”:


“NÃO, não é conto. Sou apenas um sujeito que escuta algumas vezes, que outras não escuta, e vai passando.”


ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos de aprendiz. 48. ed. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 77.


Por meio dessa declaração, o narrador faz referência a uma característica básica

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Ano: 2007 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2007 - UFRN - Vestibular - Segundo Dia |
Q1374355 Português


DIAFÉRIA, Lourenço. Lição de ser. In: Crônicas 6. 18. ed. São Paulo: Ática, 2005. p. 84-85. (Para Gostar de Ler, 7). 

Observe o quadro abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


Trecho reproduzido e sentido estão associados corretamente em:

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Ano: 2007 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2007 - UFRN - Vestibular - Segundo Dia |
Q1374354 Português


DIAFÉRIA, Lourenço. Lição de ser. In: Crônicas 6. 18. ed. São Paulo: Ática, 2005. p. 84-85. (Para Gostar de Ler, 7). 

O comentário que está entre parênteses (linha 16) exprime
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Ano: 2007 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2007 - UFRN - Vestibular - Segundo Dia |
Q1374353 Português


DIAFÉRIA, Lourenço. Lição de ser. In: Crônicas 6. 18. ed. São Paulo: Ática, 2005. p. 84-85. (Para Gostar de Ler, 7). 

No fragmento,
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Ano: 2007 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2007 - UFRN - Vestibular - Segundo Dia |
Q1374347 Português
Insinua-se, no fragmento, que o diretor
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Ano: 2007 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2007 - UFRN - Vestibular - Segundo Dia |
Q1374346 Português
Em relação ao trecho sublinhado no fragmento, seria correto afirmar:
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Ano: 2007 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2007 - UFRN - Vestibular - Segundo Dia |
Q1374345 Português
Constata-se uso de personificação no seguinte fragmento do Livro de poemas de Jorge Fernandes:
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Ano: 2007 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2007 - UFRN - Vestibular - Segundo Dia |
Q1374343 Português

PESCADORES


Chegou do mar!

Quanta arrogância no pescador...

O mar fê-lo forte, resoluto.

Tem ímpetos de ondas o seu olhar...

Olhem o calão do peixe que ele trouxe!!?...

São peixes monstros que ele pescou...

Quando há tormenta e a jangada vira

O homem forte matou a fome

Do irmão do mero que ele comeu...


FERNANDES, Jorge. Livro de poemas de Jorge Fernandes. 4.

ed. Natal: EDUFRN, 2007. p. 37. 

O verso que expressa mudança no modo de ser do pescador é:
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Ano: 2007 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2007 - UFRN - Vestibular - Segundo Dia |
Q1374342 Português

PESCADORES


Chegou do mar!

Quanta arrogância no pescador...

O mar fê-lo forte, resoluto.

Tem ímpetos de ondas o seu olhar...

Olhem o calão do peixe que ele trouxe!!?...

São peixes monstros que ele pescou...

Quando há tormenta e a jangada vira

O homem forte matou a fome

Do irmão do mero que ele comeu...


FERNANDES, Jorge. Livro de poemas de Jorge Fernandes. 4.

ed. Natal: EDUFRN, 2007. p. 37. 

Dentre os provérbios abaixo, aquele que sintetiza o poema é:
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Ano: 2007 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2007 - UCPEL - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q1359192 Português



LOBO DA COSTA, Francisco. Auras do sul. Rio Grande: Pinto & Cia, 1914.


Leia as afirmativas a seguir.
I O poema transmite ao leitor uma sensação de letargia e inércia.
II As três últimas estrofes contam como Maria incendeia o rancho.
III A quarta estrofe do poema afirma que Maria jurou constância e fidelidade a Vito.
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Ano: 2007 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2007 - UCPEL - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q1359191 Português



LOBO DA COSTA, Francisco. Auras do sul. Rio Grande: Pinto & Cia, 1914.


No verso "Pérfida! brada o gaúcho",(v.85), a palavra "pérfida" só NÃO pode ser entendida como

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Q229803 Português
Sobre a História da donzela Teodora NÃO é correto afirmar:
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Q229801 Português
Leia o fragmento abaixo e assinale a alternativa que NÃO SE APLICA ao romance de Sônia Sant’Anna:

Imagem 008.jpg
Alternativas
Q229800 Português
Leia as assertivas abaixo a respeito de Inconfidências mineiras.

I. Romance histórico que ficcionaliza fatos e protagonistas do episódio que ficou conhecido como Inconfidência Mineira. Pode ser incluído numa importante tendência da literatura brasileira contemporânea que objetiva rever o passado nacional a partir de perspectivas diferentes da historiografia tradicional.

II. O narrador, embora fluente e sóbrio, não deixa de se envolver com a história de vida das irmãs Bárbara Eliodora e Iria Claudiana, esposa e cunhada do poeta Alvarenga Peixoto. Ao tomar como núcleo do enredo a vida cotidiana das irmãs, o romance constrói uma história da Inconfidência sob a perspectiva das mulheres.

III. Misto de obra literária e ensaio histórico, Inconfidências Mineiras desmistifica o suposto heroísmo dos envolvidos ao conectar os dramas pessoais e familiares aos interesses econômicos, sociais, políticos e literários de importantes atores da história do Brasil.
Alternativas
Q229799 Português
Comentando a poesia brasileira contemporânea (pós-década de 1970), Cereja & Cochar (2003, p. 495) dizem que, “de modo geral, o que caracteriza essa vasta produção poética [eles apresentam uma relação de poetas e tendências literárias] é o experimentalismo, a recuperação da oralidade, a preocupação ideológica e a irreverência”. Sobre Terra de Santa Cruz, de Adélia Prado, é possível afirmar:

I. O espírito rígido do uso da linguagem poética, no trato com as temáticas, na apresentação das falas, idéias e leitores virtuais, não se aplica à obra Terra de Santa Cruz, cuja linguagem se aproxima da oralidade cotidiana de nossa cultura, apesar da oralidade trabalhada na feitura dos poemas, não simplesmente transposta diretamente do cotidiano e posta no contexto poemático.

II. A linguagem em que se encontra Terra de Santa Cruz é extremamente irreverente, uma vez que se utiliza do coloquialismo, da oralidade da linguagem escrita, para brincar em seus versos, para dizer piadas e rir de Deus, como os seus poemas que trazem uma vertente religiosa.

III. Os poemas de Terra de Santa Cruz se caracterizam por um experimentalismo lingüístico, quando propõe a renovação da linguagem poética pela recorrência ao poema-piada, aos versos curtos, à não metrificação e não musicalidade dos versos, ao re- arranjo do vocabulário selecionado para explicar o mundo a que faz referência, como ocorre em todos os textos da obra em pauta.

Alternativas
Q229798 Português
Uma característica que marca a poesia contemporânea é a constante recorrência ao uso coloquial da língua, através da qual são estruturados vários textos. Essa literatura incorporou, em muitos de seus representantes, como Adélia Prado, o “gosto” por aspectos “triviais” do cotidiano, juntando, assim, fatos e linguagem que re- estruturam, do ponto de vista literário, a realidade em que nos inserimos. Dessa forma, é possível afirmar que ao texto “Casamento” é incorporada essa visão, uma vez que a linguagem em que foi construído, por estar próxima daquilo que se convencionou chamar

I. coloquial, denota também aspectos triviais do dia-a-dia de pessoas comuns, como a relação conjugal e os aspectos que orbitam nessa relação, conforme podemos perceber através da fala da mulher, no texto, que nos apresenta uma pequena porção de sua vida diária.

II. coloquial, denota também aspectos triviais do dia-a-dia de pessoas comuns, como a profunda reflexão em torno do relacionamento conjugal, apontado nos versos “O silêncio de quando nos vimos a primeira vez/atravessa a cozinha como um rio profundo”, como costumeiramente fazem os casais.

III. formal, denota também aspectos triviais do dia-a-dia de pessoas comuns, como uma incomum elaboração do texto em seus dezesseis versos, que lembram a poética clássica em sua forma mais comum: a rígida construção textual a partir de parâmetros pré-estabelecidos, como tipos de rimas, metros, estrofes.

É possível afirmar, a partir da leitura das proposições acima:
Alternativas
Q229797 Português
A poesia de Adélia Prado é estudada sob vários aspectos interpretativos, fato que direciona sua escrita para um “lugar cativo” no rol dos escritores e textos comprometidos com o uso da linguagem literária para provocar determinados efeitos em seus leitores. Uma das características que marcam a escrita dela é a religiosidade, também presente em Terra de Santa Cruz. Mas no poema “Casamento” há a construção de uma idéia em torno do “falido modelo” de casamento, conforme muitos pensam nos dias de hoje. Em relação a esta discussão, analise as proposições abaixo, de acordo com o que se lê no poema.

Como se vê no poema,

I. A idéia da vida a dois, pelo casamento, longe de significar apenas amarras ou prisão, pode também significar liberdade, quando a mulher opta por viver presa a um modelo de relação que, embora interpretado como negativo, toma-o como suporte para a sua felicidade.

II. A idéia da vida a dois, pelo casamento, longe de significar liberdade, situa a mulher apenas numa relação de sujeitamento, de subordinação ao marido, fato que pode ser visto no poema transcrito, em que o discurso masculinista situa a mulher relacionada aos afazeres domésticos ou à vida de continuação dos valores patriarcais.

III. A idéia de que a vida a dois só é possível numa igualdade entre o homem e a mulher é o tema central do poema transcrito, que discute essa questão, apontando homem e mulher como detentores de direitos iguais, como revela o último verso: “somos noivo e noiva”, demonstrando a não diferenciação de atividades entre os envolvidos na relação

Alternativas
Q229793 Português
Imagem 006.jpg

Com base na estrofe acima, analise as proposições a seguir e coloque V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).

Da estrofe acima, pode-se concluir que há

( ) sujeito elíptico, identificável pela desinência verbal.

( ) uma repetição enfática de complementos verbais, demarcando a função de objeto direto pleonástico.

( ) uma adequação de uso, em relação à regência verbal (Verso 6), por aproximação ao registro típico da linguagem coloquial.

( ) uma inversão de natureza estilística nos versos “Sem pão, sem água e sem lar/ Vi sofrendo o pecador” (Versos 9 e 10).

( ) utilização de um paralelismo sintático acompanhado de um paralelismo rítmico, no verso 9.

Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
9821: A
9822: D
9823: A
9824: D
9825: A
9826: B
9827: B
9828: B
9829: A
9830: D
9831: A
9832: B
9833: C
9834: E
9835: E
9836: A
9837: E
9838: B
9839: C
9840: A