Questões de Vestibular Sobre interpretação de textos em português

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Q1310482 Português



Nota: O texto 1 contém trechos da carta, datada de 1º de maio de 1500, que Pero Vaz de Caminha escreveu ao rei D. Manuel, relatando os primeiros contatos com a terra e os habitantes do que viria a ser o Brasil. O texto foi adaptado para a ortografia atual. O texto 2, extraído de uma reportagem de revista, trata de Chiloé, um arquipélago no sul do Chile.

Com base na leitura dos textos 1, 2 e da nota ao pé da página anterior, assinale a proposição CORRETA.


No texto 1, os indígenas são retratados de forma depreciativa, como seres destituídos do senso de vergonha e incapazes de se engajar em atividades econômicas que lhes permitiriam um padrão de vida mais elevado, como a agricultura e a criação de animais.

Alternativas
Q1310481 Português



Nota: O texto 1 contém trechos da carta, datada de 1º de maio de 1500, que Pero Vaz de Caminha escreveu ao rei D. Manuel, relatando os primeiros contatos com a terra e os habitantes do que viria a ser o Brasil. O texto foi adaptado para a ortografia atual. O texto 2, extraído de uma reportagem de revista, trata de Chiloé, um arquipélago no sul do Chile.

Com base na leitura dos textos 1, 2 e da nota ao pé da página anterior, assinale a proposição CORRETA.


Apesar da grande distância temporal e geográfica, há pelo menos uma importante semelhança entre as populações descritas nos textos 1 e 2, que é o forte senso de vida em comunidade, representada na habitação coletiva e na minga, respectivamente.

Alternativas
Q1310480 Português



Nota: O texto 1 contém trechos da carta, datada de 1º de maio de 1500, que Pero Vaz de Caminha escreveu ao rei D. Manuel, relatando os primeiros contatos com a terra e os habitantes do que viria a ser o Brasil. O texto foi adaptado para a ortografia atual. O texto 2, extraído de uma reportagem de revista, trata de Chiloé, um arquipélago no sul do Chile.

Com base na leitura dos textos 1, 2 e da nota ao pé da página anterior, assinale a proposição CORRETA.


Tanto no texto 1 quanto no texto 2, a principal intenção é informar os leitores quanto ao potencial econômico do lugar descrito.

Alternativas
Q1310479 Português



Nota: O texto 1 contém trechos da carta, datada de 1º de maio de 1500, que Pero Vaz de Caminha escreveu ao rei D. Manuel, relatando os primeiros contatos com a terra e os habitantes do que viria a ser o Brasil. O texto foi adaptado para a ortografia atual. O texto 2, extraído de uma reportagem de revista, trata de Chiloé, um arquipélago no sul do Chile.

Com base na leitura dos textos 1, 2 e da nota ao pé da página anterior, assinale a proposição CORRETA.


Ambos os textos buscam mostrar aspectos da geografia, da arquitetura e da população local, em uma linguagem essencialmente objetiva, com adjetivação mínima.

Alternativas
Q1283275 Português

Em sua reflexão acerca das possibilidades de recompor a memória para escrever o livro, o narrador utiliza um procedimento de construção textual que contribui para a expressão de suas inquietudes.

Tal procedimento pode ser identificado como:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2011 - UERJ - Vestibular - Inglês |
Q1283271 Português

Memórias do cárcere, do romancista Graciliano Ramos, contam as desventuras do autor enquanto foi preso político no Presídio da Ilha Grande, em 1936.

Apesar de ser um livro autobiográfico, o autor expõe, logo na abertura, as dificuldades de reconstrução da memória.

A consciência de Graciliano Ramos em relação ao caráter parcialmente ficcional das suas memórias está evidenciada no seguinte trecho:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: IFG Órgão: IF-GO Prova: IFG - 2011 - IF-GO - Vestibular |
Q1273449 Português
Brasil pioneiro no plástico verde: uma alternativa limpa
    A partir do etanol da cana-de-açúcar, a petroquímica brasileira Braskem produz eteno e, a partir deste, fabrica o polietileno, que serve de insumo para filmes, embalagens de alimentos e bebidas. Quando comparado com as resinas obtidas de combustíveis fósseis como o petróleo, o “polietileno verde”, devido ao processo de fotossíntese, tem a vantagem de remover 2,5 toneladas de CO2 da atmosfera por cada tonelada de resina produzida. Esse valor é resultado da diferença entre a quantidade que a cana absorve na fotossíntese (7,4 toneladas de CO2) e as emissões oriundas da produção do polietileno verde. O polietileno obtido a partir do petróleo emite CO2 ao longo de todo o seu ciclo de produção.     Atualmente, a Braskem produz 200.000 toneladas dessa resina o que equivale a 7% da sua produção total de polietileno, atendendo mais da metade do mercado nacional de resinas termoplásticas (modeladas quando amolecidas e recicláveis) fabricadas a partir do petróleo.     Em 2008, a plantação de cana-de-açúcar era de aproximadamente 7 milhões de hectares, bem abaixo da área de pastagem e pecuária, com 220 milhões de hectares, sendo que 50% são de áreas degradadas que poderiam ser direcionadas para o cultivo da cana.
Disponível em: http://www.oeco.com.br/ana-claudianioac/18308-oeco (Adaptado). Acesso em: 06 de maio de 2011.
A partir das informações apresentadas no texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IFG Órgão: IF-GO Prova: IFG - 2011 - IF-GO - Vestibular |
Q1273439 Português

Leia os textos a seguir para responder a questão. 


Texto 6  


QUINO. Toda Mafalda. Editora Martins Fontes, 1999. p. 172. 


Texto 7

Cidadezinha Qualquer


Casas entre bananeiras

Mulheres entre laranjeiras

Pomar amor cantar.


Um homem vai devagar

Um cachorro vai devagar.

Um burro vai devagar.

Devagar... as janelas olham.

Êta vida besta, meu Deus.


DRUMMOND, Carlos. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2009. 

De acordo com as estruturas linguísticas e os sentidos dos textos 6 e 7, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IFG Órgão: IF-GO Prova: IFG - 2011 - IF-GO - Vestibular |
Q1273438 Português

Leia os textos a seguir para responder a questão. 


Texto 6  


QUINO. Toda Mafalda. Editora Martins Fontes, 1999. p. 172. 


Texto 7

Cidadezinha Qualquer


Casas entre bananeiras

Mulheres entre laranjeiras

Pomar amor cantar.


Um homem vai devagar

Um cachorro vai devagar.

Um burro vai devagar.

Devagar... as janelas olham.

Êta vida besta, meu Deus.


DRUMMOND, Carlos. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2009. 

A tirinha e o poema apresentam uma reflexão sobre o sentido da existência humana. É correto concluir que os dois textos:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IFG Órgão: IF-GO Prova: IFG - 2011 - IF-GO - Vestibular |
Q1273437 Português

Texto 5


O Sertanejo Falando 


                     1.

A fala a nível do sertanejo engana:

as palavras dele vêm, como rebuçadas

(palavras confeito, pílula), na glace

de uma entonação lisa, de adocicada.

Enquanto que sob ela, dura e endurece

o caroço de pedra, a amêndoa pétrea,

dessa árvore pedrenta (o sertanejo)

incapaz de não se expressar em pedra. 

                      2

Daí porque o sertanejo fala pouco:

as palavras de pedra ulceram a boca

e no idioma pedra se fala doloroso;

o natural desse idioma fala à força.

Daí também porque ele fala devagar:

tem de pegar as palavras com cuidado,

confeitá-la na língua, rebuçá-las;

pois toma tempo todo esse trabalho.

NETO, João Cabral de Melo. A educação pela pedra. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2008.


Sobre o poema, assinale a alternativa que apresenta a afirmativa incorreta:  

Alternativas
Ano: 2011 Banca: IFG Órgão: IF-GO Prova: IFG - 2011 - IF-GO - Vestibular |
Q1273435 Português

Leia os textos a seguir para responder a questão. (Para facilitar a leitura, as legendas estão reproduzidas logo abaixo do texto 3.) 

Texto 3 

Revista Trip. Editora Trip. Ano 24, nº 198, abril de 2011,p. 92.

Legendas:

① “Tudo tem limites, também a tolerância,pois nem tudo vale neste mundo. Os profetas de ontem e de hoje sacrificaram suas vidas porque ergueram sua voz e tiveram a coragem de dizer: ‘não te é permitido fazer o que fazes’.
    Há situações em que a tolerância significa cumplicidade com o crime, omissão culposa,insensibilidade ética ou comodismo. (...)
    Onde estão então os limites da tolerância?No sofrimento, nos direitos humanos e nos direitos da natureza. Lá onde as pessoas são desumanizadas, ali termina a tolerância.Ninguém tem o direito de impor sofrimento injusto ao outro.”
Leonardo Boff


② “Meio Ambiente não é religião, não é dogma, não é reserva de mercado. Não concordaremos mais com o autoritarismo ambiental.”

Kátia Abreu, senadora (DEM/GO), apelidada de Miss Desmatamento, em resposta ao código florestal defendido pelo Ibama.


③ Esta é uma árvore ocupada em 1996 na região de Berkshire, Inglaterra. Parte de um dos maiores protestos da história europeia. Para construir a estrada de Newbury, as empreiteiras devastariam mais de 120 acres de árvores de grande porte. Por três meses, 7 mil pessoas bloquearam estradas, acamparam na mata e causaram um prejuízo estimado em 24 milhões de libras. Oitocentas pessoas foram presas, o exército mobilizado e a estrada, enfim, construída.

Texto 4  

   Todos nós desejamos viver em um mundo melhor, mais pacífico, mais fraterno e ecológico. O problema é que as pessoas sempre esperam que esse mundo melhor comece no outro. É comum ouvir pessoas dizendo que têm boa vontade para ajudar, mas, como ninguém as convida para nada, nem se organizam, então não podem contribuir como gostariam para um mutirão de limpeza da rua, por exemplo, ou para o plantio de árvores. Pessoas assim acabam achando mais fácil reclamar que ninguém faz nada ou que a culpa é do “sistema”, dos governantes ou empresas, mas sem perguntar se estão fazendo a parte que lhes cabe.

   Por outro lado, é importante não ficar esperando a perfeição individual - pois isso é inatingível. O fato de adquirirmos consciência ambiental não nos faz perfeitos. O importante é que tenhamos o compromisso de ser melhores todo dia, procurando sempre nos superar.

BERNA, Vilmar. A mudança começa em nós. In:Páginas Abertas, A. 27, nº11, 2001, p.44 (Adaptado). 

Considere as afirmações a seguir: I. O título, no texto 3, chama a atenção do leitor não só pelo emprego de letras grandes, em forma de manchete, mas também pela alusão a um topônimo. II. A utilização de pontos de vista antagônicos na elaboração da mensagem, no texto 3, finda por enfraquecer a estratégia de convencimento do autor. III. No texto 4, o autor reconhece um desejo comum aos indivíduos e critica o comportamento coletivo em relação à tomada de posição para realizá-lo. IV. O texto 4 oscila entre o depoimento de caráter autobiográfico e o testemunho crítico da realidade.
Estão corretas:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IFG Órgão: IF-GO Prova: IFG - 2011 - IF-GO - Vestibular |
Q1273434 Português

Leia os textos a seguir para responder a questão. (Para facilitar a leitura, as legendas estão reproduzidas logo abaixo do texto 3.) 

Texto 3 

Revista Trip. Editora Trip. Ano 24, nº 198, abril de 2011,p. 92.

Legendas:

① “Tudo tem limites, também a tolerância,pois nem tudo vale neste mundo. Os profetas de ontem e de hoje sacrificaram suas vidas porque ergueram sua voz e tiveram a coragem de dizer: ‘não te é permitido fazer o que fazes’.
    Há situações em que a tolerância significa cumplicidade com o crime, omissão culposa,insensibilidade ética ou comodismo. (...)
    Onde estão então os limites da tolerância?No sofrimento, nos direitos humanos e nos direitos da natureza. Lá onde as pessoas são desumanizadas, ali termina a tolerância.Ninguém tem o direito de impor sofrimento injusto ao outro.”
Leonardo Boff


② “Meio Ambiente não é religião, não é dogma, não é reserva de mercado. Não concordaremos mais com o autoritarismo ambiental.”

Kátia Abreu, senadora (DEM/GO), apelidada de Miss Desmatamento, em resposta ao código florestal defendido pelo Ibama.


③ Esta é uma árvore ocupada em 1996 na região de Berkshire, Inglaterra. Parte de um dos maiores protestos da história europeia. Para construir a estrada de Newbury, as empreiteiras devastariam mais de 120 acres de árvores de grande porte. Por três meses, 7 mil pessoas bloquearam estradas, acamparam na mata e causaram um prejuízo estimado em 24 milhões de libras. Oitocentas pessoas foram presas, o exército mobilizado e a estrada, enfim, construída.

Texto 4  

   Todos nós desejamos viver em um mundo melhor, mais pacífico, mais fraterno e ecológico. O problema é que as pessoas sempre esperam que esse mundo melhor comece no outro. É comum ouvir pessoas dizendo que têm boa vontade para ajudar, mas, como ninguém as convida para nada, nem se organizam, então não podem contribuir como gostariam para um mutirão de limpeza da rua, por exemplo, ou para o plantio de árvores. Pessoas assim acabam achando mais fácil reclamar que ninguém faz nada ou que a culpa é do “sistema”, dos governantes ou empresas, mas sem perguntar se estão fazendo a parte que lhes cabe.

   Por outro lado, é importante não ficar esperando a perfeição individual - pois isso é inatingível. O fato de adquirirmos consciência ambiental não nos faz perfeitos. O importante é que tenhamos o compromisso de ser melhores todo dia, procurando sempre nos superar.

BERNA, Vilmar. A mudança começa em nós. In:Páginas Abertas, A. 27, nº11, 2001, p.44 (Adaptado). 

A respeito dos textos 3 e 4, julgue os itens a seguir:
I. Os textos têm em comum a ideia de que um mundo melhor se faz coletivamente, como resultado da responsabilidade e da participação de todos. II. No texto 3, a expressão “extremo ambiente” estabelece um diálogo com a imagem apresentada. Por isso, é necessária a interação entre a linguagem verbal e a nãoverbal para as ideias se completarem. III. A declaração sobre o código florestal defendido pelo IBAMA, no texto 3, antagoniza-se com a problematização sobre os limites da tolerância diante da devastação da natureza. IV. A utilização de expressões e verbos na 3ª pessoa, no texto 4, evidencia que o autor deixa de lado sua subjetividade na discussão do tema.
Estão corretas:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IFG Órgão: IF-GO Prova: IFG - 2011 - IF-GO - Vestibular |
Q1273433 Português

Leia os textos a seguir e responda a questão. 


Texto 1 

Charge do cartunista Clayton: Padilha e o saco de plástico do Capitão Nascimento.

    O melhor comentário sobre o Urso de Ouro conquistado por “Tropa de Elite”, no Festival de Berlim, não veio de um crítico de cinema, nem de um repórter especializado. Veio de um chargista cearense: Clayton. O artista gráfico, cujo nome completo é Clayton Rebouças Mota, tem 47 anos e é o principal chargista do jornal “O Povo” (...).
    Enquanto o país comemorava o triunfo de “Tropa de Elite”, Clayton arrasava com charge das mais inventivas e inteligentes. Nela, vê-se o diretor José Padilha segurando, orgulhoso, o seu Urso de Ouro. Só que o troféu, objeto de cobiça dos maiores cineastas do mundo, acaba vítima do principal instrumento de tortura do Capitão Nascimento e de seus seguidores (no Bope): o saco plástico.
CAETANO, Maria do Rosário.Disponível em: http://revistadecinema.uol.com.br/pagina_conteudo_listag em.asp?id_pagina=113&func=1&id=672 Acesso em: 06 de maio de 2011.  

Texto 2 

Ibase – O que pretendia com as cenas de tortura que o filme mostrou?
José Padilha – A tortura é tão hedionda e bárbara que a sua simples exposição já constitui uma crítica. Quando optamos por mostrar a tortura, mostrar que uma pessoa normal, com juízo médio do senso comum, como o personagem Nascimento, é capaz de embarcar na tortura, tentamos fazer as pessoas pensarem exatamente sobre isso (...). O Brasil é um país que institucionalizou a tortura, o Estado brasileiro sancionou a tortura e isso é um fato.
Ibase – Há comentários de que jovens se identificaram com policiais do Bope, como heróis. Como vê essa identificação?
José Padilha – Quem é o capitão Nascimento? O Capitão Nascimento é apresentado, desde o início, como alguém que investiu na sua carreira, que tortura e mata. E o que está acontecendo com ele no filme? Está percebendo que isso não é possível. E como percebe isso? Pelo fato de não conseguir conciliar sua família com o que faz. Ele é um personagem angustiado, com síndrome de pânico, que está o tempo inteiro querendo sair da Tropa de Elite, esse é o dilema dele. O Nascimento não é um policial que deu certo, pelo contrário, é um policial que deu errado. E isso é muito claro no filme. Então, se identificar com o Nascimento não é se identificar com o Bope: o Nascimento quer sair do Bope.
Flávia Mattar (2008). Entrevista: José Padilha.
(Adaptado). Disponível em: http://www.ibase.org.br/modules.php?name=Conteudo&pi d=2017.
Acesso em: 06 de maio de 2011. 

A entrevista do Ibase com o diretor José Padilha permite depreender que:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IFG Órgão: IF-GO Prova: IFG - 2011 - IF-GO - Vestibular |
Q1273432 Português

Leia os textos a seguir e responda a questão. 


Texto 1 

Charge do cartunista Clayton: Padilha e o saco de plástico do Capitão Nascimento.

    O melhor comentário sobre o Urso de Ouro conquistado por “Tropa de Elite”, no Festival de Berlim, não veio de um crítico de cinema, nem de um repórter especializado. Veio de um chargista cearense: Clayton. O artista gráfico, cujo nome completo é Clayton Rebouças Mota, tem 47 anos e é o principal chargista do jornal “O Povo” (...).
    Enquanto o país comemorava o triunfo de “Tropa de Elite”, Clayton arrasava com charge das mais inventivas e inteligentes. Nela, vê-se o diretor José Padilha segurando, orgulhoso, o seu Urso de Ouro. Só que o troféu, objeto de cobiça dos maiores cineastas do mundo, acaba vítima do principal instrumento de tortura do Capitão Nascimento e de seus seguidores (no Bope): o saco plástico.
CAETANO, Maria do Rosário.Disponível em: http://revistadecinema.uol.com.br/pagina_conteudo_listag em.asp?id_pagina=113&func=1&id=672 Acesso em: 06 de maio de 2011.  

Texto 2 

Ibase – O que pretendia com as cenas de tortura que o filme mostrou?
José Padilha – A tortura é tão hedionda e bárbara que a sua simples exposição já constitui uma crítica. Quando optamos por mostrar a tortura, mostrar que uma pessoa normal, com juízo médio do senso comum, como o personagem Nascimento, é capaz de embarcar na tortura, tentamos fazer as pessoas pensarem exatamente sobre isso (...). O Brasil é um país que institucionalizou a tortura, o Estado brasileiro sancionou a tortura e isso é um fato.
Ibase – Há comentários de que jovens se identificaram com policiais do Bope, como heróis. Como vê essa identificação?
José Padilha – Quem é o capitão Nascimento? O Capitão Nascimento é apresentado, desde o início, como alguém que investiu na sua carreira, que tortura e mata. E o que está acontecendo com ele no filme? Está percebendo que isso não é possível. E como percebe isso? Pelo fato de não conseguir conciliar sua família com o que faz. Ele é um personagem angustiado, com síndrome de pânico, que está o tempo inteiro querendo sair da Tropa de Elite, esse é o dilema dele. O Nascimento não é um policial que deu certo, pelo contrário, é um policial que deu errado. E isso é muito claro no filme. Então, se identificar com o Nascimento não é se identificar com o Bope: o Nascimento quer sair do Bope.
Flávia Mattar (2008). Entrevista: José Padilha.
(Adaptado). Disponível em: http://www.ibase.org.br/modules.php?name=Conteudo&pi d=2017.
Acesso em: 06 de maio de 2011. 

Ao apresentar informações sobre a premiação do filme Tropa de Elite, no Festival de Berlim, o texto 1:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: NUCEPE Órgão: UESPI Prova: NUCEPE - 2011 - UESPI - Veterinário - Prova 1 |
Q1272386 Português
Observe o trecho abaixo, para responder a questão.
Segundo um estudo recém-concluído na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, pessoas que se queixam de uma vida reclusa possuem genes menos ativos na proteção contra vírus. “Os sociáveis estão naturalmente mais propensos a contrair viroses porque estão em maior contato com outros indivíduos”, raciocina o psicólogo Steve Cole, que liderou o trabalho. (l. 07-11).
Comparando-se o comportamento dos grupos pesquisados: “pessoas que se queixam de uma vida reclusa...” e “Os sociáveis...”, é CORRETO afirmar que entre eles constata-se uma relação de:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: NUCEPE Órgão: UESPI Prova: NUCEPE - 2011 - UESPI - Veterinário - Prova 1 |
Q1272385 Português
É CORRETO afirmar em relação às ideias apresentadas no texto.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NUCEPE Órgão: UESPI Prova: NUCEPE - 2011 - UESPI - Veterinário - Prova 1 |
Q1272384 Português

Considere o trecho abaixo para responder à questão, 

“Esses episódios são lembrados com notável clareza mesmo anos depois, porque nosso cérebro evoluiu para fazer isto: extrair informação de eventos relevantes e tal conhecimento para guiar nossa resposta a situações semelhantes no futuro.” (l. 04-07). 


Assinale a opção na qual a oração “porque nosso cérebro evoluiu” está reescrita sem que tenha havido alteração de sentido.

Alternativas
Ano: 2011 Banca: NUCEPE Órgão: UESPI Prova: NUCEPE - 2011 - UESPI - Veterinário - Prova 1 |
Q1272382 Português
Considere o trecho a seguir, para responder a questão.
“Pessoas que já vivenciaram um terremoto costumam ter lembranças claras dessa experiência: o solo vibra, treme, fica abaulado e se desloca; o ar se enche de estrondos; abrem-se rachaduras; e vidros se estilhaçam; armários se abrem; livros, pratos e bugigangas caem das prateleiras” (l. 01 - 04).
Quanto ao sentido, textualmente, a palavra “bugigangas” equivale a:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NUCEPE Órgão: UESPI Prova: NUCEPE - 2011 - UESPI - Veterinário - Prova 1 |
Q1272380 Português
Assinale a opção em que, no trecho apresentado, o destaque NÃO verifica qualquer referência à ideia de tempo.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NUCEPE Órgão: UESPI Prova: NUCEPE - 2011 - UESPI - Veterinário - Prova 1 |
Q1272379 Português
As ideias apresentadas no texto nos permitem afirmar, CORRETAMENTE, que:
Alternativas
Respostas
7801: E
7802: C
7803: E
7804: E
7805: C
7806: D
7807: B
7808: C
7809: E
7810: B
7811: D
7812: B
7813: C
7814: E
7815: A
7816: D
7817: E
7818: C
7819: E
7820: D