Questões de Vestibular Sobre interpretação de textos em português

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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa - 2ª fase |
Q1276598 Português

Texto 3

O meu guri


O poeta faz um trocadilho, nos quatro primeiros versos, entre “rebento” e “rebentar”. Sobre esse trocadilho, marque com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.

( ) Entre o substantivo “rebento” e o verbo “rebentar”, há um parentesco etimológico, ou seja, eles pertencem a uma mesma família de palavras, são cognatos. Foi esse parentesco que ensejou o trocadilho.

( ) O verbo “rebentar” tem muitas acepções, que variam de acordo com o contexto linguístico em que é inserido. Pode significar estourar, explodir; arruinar, destruir; levar à exaustão; brotar, jorrar (uma nascente). O substantivo “rebento”, que tem a mesma forma de uma das flexões do verbo “rebentar” (eu rebento), pode significar fruto, produto; filho, descendente. O poeta, aproveitando-se da aproximação formal e semântica das duas palavras, dá ao nascimento do “meu guri” sentido mais negativo do que positivo.

( ) ”Rebentar” e “arrebentar” são formas variantes, isto é, têm o mesmo significado. Assim sendo, o prefixo a(r), empregado na construção de “arrebentar”, tem o sentido de negação.

( ) Quando o filho nasceu, a mãe achou que aquele acontecimento era uma bênção.

Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

Alternativas
Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa - 2ª fase |
Q1276597 Português

Texto 3

O meu guri


Considere as seguintes passagens do poema, tendo em vista o contexto: “E eu não tinha nem nome / Pra lhe dar / Como fui levando / Não sei lhe explicar” (linhas 132-135); ”uma penca / de documentos / Pra finalmente / Eu me identificar” (linhas 158-161).

I. Os versos mostram o desleixo dos pobres no que diz respeito à vida em sociedade.

II. Os excertos são uma mostra da exclusão social daquela mulher.

III. Os trechos transcritos são uma prova da situação a que pode chegar uma população desassistida.

Está correto o que se diz em

Alternativas
Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa - 2ª fase |
Q1276596 Português

Texto 3

O meu guri


tente para o uso do verbo levar e suas acepções nos versos 9-12 (linhas 134-141) e assinale V ou F, conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma:

( ) O complemento (objeto direto) está implícito nos três casos.

( ) Pode-se inferir, como objeto direto de “fui levando”, o termo “a vida”.

( ) Em “fui assim levando”, há ambiguidade sintática que se reflete na semântica.

( ) Em “fui assim levando”, um dos sentidos possíveis para o verbo levar é induzir.

( ) Em “fui assim levando”, dependendo da interpretação, o complemento (objeto direto) pode ser “ele”.

( ) Em “ele a me levar”, o verbo pode ser interpretado como enganar.

Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

Alternativas
Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa - 2ª fase |
Q1276595 Português

Texto 3

O meu guri


Havia, entre a mãe e o filho,
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa - 2ª fase |
Q1276594 Português

Texto 3

O meu guri


No discurso da mãe, percebe-se
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa - 2ª fase |
Q1276593 Português

Texto 3

O meu guri


Considere o que se diz abaixo:

I. O sujeito que fala o faz tendo em vista a existência de um interlocutor, embora este não se manifeste linguisticamente.

II. Não se poderia chamar de sujeito da enunciação à personagem que não fala.

III. A narrativa que o sujeito da enunciação faz desenvolve-se em uma sequência temporal.

Está correto o que se diz em

Alternativas
Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa - 2ª fase |
Q1276592 Português

Texto 3

O meu guri


Todo texto constrói uma cena enunciativa, que envolve tempo, lugar e sujeitos da enunciação. No texto artístico-ficcional, essa cena, embora pareça, não é a cópia, mas a reinvenção de uma realidade que é a soma do que está dentro do artista e do que o rodeia. Alguns elementos dessa cena podem vir implícitos, nesse caso, o texto apresenta, quase sempre, indícios para que o leitor os determine. Assinale a opção correta sobre o que se diz da provável cena enunciativa do texto “O meu guri”.
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa - 2ª fase |
Q1276591 Português

Texto 2

    (O texto 2 foi extraído da obra Capitães da areia, de Jorge Amado, que conta a triste história de um grupo de crianças e adolescentes que vivem na rua, conhecidos como “capitães da areia”. À noite, recolhem-se para dormir num velho trapiche abandonado. O grupo pratica pequenos furtos para sobreviver, e seus membros se unem para defender-se da perseguição da polícia. Quando presos, são encaminhados para reformatórios, onde sofrem toda sorte de abusos.

    O grupo, formado somente de meninos, recebeu, um dia, uma menina chamada Dora, de treze para catorze anos, cuja mãe morrera. Com o irmão, Zé Fuinha, ela foi para a rua, onde conheceu a turma dos Capitães da Areia e nela se integrou. Dora, uma menina loura e bonita, disposta para o trabalho, acabou conquistando todos: era mãe para os pequenos, e amiga e irmã para os mais velhos, alguns dos quais se apaixonaram por ela. Mas ela amava mesmo era o chefe dos Capitães, o valente Pedro Bala. Presa e recolhida a um orfanato, até que o namorado a resgatasse e a levasse para o velho trapiche, adoeceu e morreu. Horas antes de morrer, pediu a Pedro Bala que a fizesse mulher. Ele hesitou porque a via muito doente, mas, por fim, atendeu ao seu pedido. Na manhã seguinte, ela estava morta.

    O capítulo que você vai ler narra a reação desesperada de Pedro Bala logo depois que levam o corpo de sua amada para alto mar, onde finalmente repousará.)



A locução “por isso” (linha 117) relaciona-se sintática e semanticamente
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa - 2ª fase |
Q1276590 Português

Texto 2

    (O texto 2 foi extraído da obra Capitães da areia, de Jorge Amado, que conta a triste história de um grupo de crianças e adolescentes que vivem na rua, conhecidos como “capitães da areia”. À noite, recolhem-se para dormir num velho trapiche abandonado. O grupo pratica pequenos furtos para sobreviver, e seus membros se unem para defender-se da perseguição da polícia. Quando presos, são encaminhados para reformatórios, onde sofrem toda sorte de abusos.

    O grupo, formado somente de meninos, recebeu, um dia, uma menina chamada Dora, de treze para catorze anos, cuja mãe morrera. Com o irmão, Zé Fuinha, ela foi para a rua, onde conheceu a turma dos Capitães da Areia e nela se integrou. Dora, uma menina loura e bonita, disposta para o trabalho, acabou conquistando todos: era mãe para os pequenos, e amiga e irmã para os mais velhos, alguns dos quais se apaixonaram por ela. Mas ela amava mesmo era o chefe dos Capitães, o valente Pedro Bala. Presa e recolhida a um orfanato, até que o namorado a resgatasse e a levasse para o velho trapiche, adoeceu e morreu. Horas antes de morrer, pediu a Pedro Bala que a fizesse mulher. Ele hesitou porque a via muito doente, mas, por fim, atendeu ao seu pedido. Na manhã seguinte, ela estava morta.

    O capítulo que você vai ler narra a reação desesperada de Pedro Bala logo depois que levam o corpo de sua amada para alto mar, onde finalmente repousará.)



Atente para o que se diz sobre o seguinte excerto e alguns de seus elementos: “A felicidade ilumina o rosto de Pedro Bala. Para ele veio também a paz da noite” (linhas 121–122).

I. A partícula “também”, no trecho transcrito, indica que alguém sentira aquela paz antes dele, sugere, portanto, inclusão.

II. O pronome “ele” refere-se a “o rosto de Pedro Bala”.

III. O verbo “iluminar” foi empregado no sentido de tornar claro. Está correto o que se diz apenas em

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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa - 2ª fase |
Q1276589 Português

Texto 2

    (O texto 2 foi extraído da obra Capitães da areia, de Jorge Amado, que conta a triste história de um grupo de crianças e adolescentes que vivem na rua, conhecidos como “capitães da areia”. À noite, recolhem-se para dormir num velho trapiche abandonado. O grupo pratica pequenos furtos para sobreviver, e seus membros se unem para defender-se da perseguição da polícia. Quando presos, são encaminhados para reformatórios, onde sofrem toda sorte de abusos.

    O grupo, formado somente de meninos, recebeu, um dia, uma menina chamada Dora, de treze para catorze anos, cuja mãe morrera. Com o irmão, Zé Fuinha, ela foi para a rua, onde conheceu a turma dos Capitães da Areia e nela se integrou. Dora, uma menina loura e bonita, disposta para o trabalho, acabou conquistando todos: era mãe para os pequenos, e amiga e irmã para os mais velhos, alguns dos quais se apaixonaram por ela. Mas ela amava mesmo era o chefe dos Capitães, o valente Pedro Bala. Presa e recolhida a um orfanato, até que o namorado a resgatasse e a levasse para o velho trapiche, adoeceu e morreu. Horas antes de morrer, pediu a Pedro Bala que a fizesse mulher. Ele hesitou porque a via muito doente, mas, por fim, atendeu ao seu pedido. Na manhã seguinte, ela estava morta.

    O capítulo que você vai ler narra a reação desesperada de Pedro Bala logo depois que levam o corpo de sua amada para alto mar, onde finalmente repousará.)



No trecho que vai da linha 96 à linha 100, pode-se detectar, entre os três períodos, relações de
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Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa - 2ª fase |
Q1276588 Português

Texto 2

    (O texto 2 foi extraído da obra Capitães da areia, de Jorge Amado, que conta a triste história de um grupo de crianças e adolescentes que vivem na rua, conhecidos como “capitães da areia”. À noite, recolhem-se para dormir num velho trapiche abandonado. O grupo pratica pequenos furtos para sobreviver, e seus membros se unem para defender-se da perseguição da polícia. Quando presos, são encaminhados para reformatórios, onde sofrem toda sorte de abusos.

    O grupo, formado somente de meninos, recebeu, um dia, uma menina chamada Dora, de treze para catorze anos, cuja mãe morrera. Com o irmão, Zé Fuinha, ela foi para a rua, onde conheceu a turma dos Capitães da Areia e nela se integrou. Dora, uma menina loura e bonita, disposta para o trabalho, acabou conquistando todos: era mãe para os pequenos, e amiga e irmã para os mais velhos, alguns dos quais se apaixonaram por ela. Mas ela amava mesmo era o chefe dos Capitães, o valente Pedro Bala. Presa e recolhida a um orfanato, até que o namorado a resgatasse e a levasse para o velho trapiche, adoeceu e morreu. Horas antes de morrer, pediu a Pedro Bala que a fizesse mulher. Ele hesitou porque a via muito doente, mas, por fim, atendeu ao seu pedido. Na manhã seguinte, ela estava morta.

    O capítulo que você vai ler narra a reação desesperada de Pedro Bala logo depois que levam o corpo de sua amada para alto mar, onde finalmente repousará.)



Marque V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se diz sobre o texto.

( ) O primeiro parágrafo (linhas 87-95) é independente em relação ao restante do texto, no entanto os outros parágrafos retomam direta ou indiretamente as informações por ele passadas.

( ) O primeiro parágrafo é importante na medida em que oferece elementos que indiretamente irão valorizar Dora.

( ) A narrativa é feita em terceira pessoa, mas, entre as linhas 106 e 120, encontra-se o discurso indireto livre — uma forma de valorizar a posição da personagem e dar mais credibilidade à palavra que revela o interior dela.

( ) Dora teve o direito de virar estrela apenas porque muito amou Pedro Bala, que era para ela um herói. Era como se ela ocupasse o lugar dele.

( ) Pedro Bala estava determinado a buscar a morte, mas não teve coragem de ir até o fim.

Está correta, de cima para baixo, a sequência seguinte:

Alternativas
Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa - 2ª fase |
Q1276587 Português

Texto 1

Cem anos de Jorge Amado, o contador de histórias

Por Rachel Bertol, no Valor Econômico

Atente para o excerto - “Ele tinha ouvido grande para o que acontecia nas ruas e fazia uma transposição interessante do ponto de vista literário. Sua escrita é oral, engraçada, irônica e incorpora uma série de registros” (linhas 49-54) - e considere, em seguida, os comentários interpretativos de expressões retiradas deste fragmento textual, assim como de algumas ideias nele contidas. Assinale a única opção que apresenta interpretação INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa - 2ª fase |
Q1276586 Português

Texto 1

Cem anos de Jorge Amado, o contador de histórias

Por Rachel Bertol, no Valor Econômico

Atente aos comentários feitos entre as linhas 58 e 63, e ao que se pode concluir deles.

I. O cinema é uma arte menor.

II. Foi perniciosa a influência do cinema sobre a literatura.

III. O cinema enfatiza a história.

Está correto o que se diz em

Alternativas
Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa - 2ª fase |
Q1276585 Português

Texto 1

Cem anos de Jorge Amado, o contador de histórias

Por Rachel Bertol, no Valor Econômico

Considerando-se a abordagem do texto sobre os problemas enfrentados pela crítica literária, estabelecem-se as seguintes conclusões:

I. Determinar as consequências da centralização da literatura na história.

II. Mensurar a influência do partido comunista sobre o sucesso dos escritores a ele filiados.

III. Demarcar os limites entre a boa literatura que traz ingredientes populares e a literatura que peca pelo apelo ao popular.

Está correto o que se diz apenas em

Alternativas
Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa - 2ª fase |
Q1276584 Português

Texto 1

Cem anos de Jorge Amado, o contador de histórias

Por Rachel Bertol, no Valor Econômico

O texto trabalha com algumas bipolaridades. Escreva V ou F conforme a polaridade esteja ou não no texto.

( ) literatura realista vs. literatura não realista

( ) paixão vs. frieza dos leitores

( ) criação de personagens marcantes vs. não criação de personagens marcantes

( ) literatura popular vs. literatura não popular

( ) gosto popular vs. opinião da crítica

Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

Alternativas
Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Inglesa - 1ª fase |
Q1276387 Português

Contextualização para o texto III

(Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)


TEXTO III 


Nos dois últimos versos do poema (Linhas 195-197), observa-se o emprego enfático de fonemas oclusivos. Esses fonemas prestam-se no poema a
I. sugerir o lento e custoso movimento dos elefantes. II. simbolizar a tristeza do enunciador, ao falar da literatura. III. enfatizar o peso dos elefantes, com seus corpos enormes.
Está correta a complementação contida em
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Inglesa - 1ª fase |
Q1276386 Português

Contextualização para o texto III

(Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)


TEXTO III 


Assinale V ou F conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmações feitas sobre o poema:

( ) Os dois primeiros versos têm valor de afirmação. ( ) O texto pode ser considerado um metapoema. ( ) As aspas usadas nos versos 3 e 4 (Linhas 181-183) e nos versos 15 e 16 (Linhas 195- 197) justificam-se por corresponderem esses versos às vozes do outro. ( ) O emprego do mas no verso 6 (Linha 185) introduz uma oposição: a voz do poeta modernista opõe-se à voz do poeta parnasiano. ( ) O sujeito lírico desautoriza a palavra do poeta parnasiano, usando uma palavra semelhante à desse poeta. ( ) o enunciador fala ao enunciatário, que é o poeta passadista, na segunda pessoa do singular.

Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência: 
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Inglesa - 1ª fase |
Q1276385 Português

Contextualização para o texto III

(Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)


TEXTO III 


Assinale a alternativa em que o emprego dos pronomes esse(a,s) nas expressões referenciais — as asas dessa abelha; essa fúlvida centelha; esses pares de andorinhas — e aquele(s)aqueles negros, inúteis elefantes, entre as linhas 185 e 191, foi justificado INCORRETAMENTE.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Inglesa - 1ª fase |
Q1276384 Português

Contextualização para o texto III

(Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)


TEXTO III 


Escreva V para o que for verdadeiro e F para o que for falso acerca do poema.
( ) Fala sobre o alexandrino com ironia. ( ) Cria uma metáfora para os alexandrinos, a qual salienta a sua extensão e a dificuldade de sua estrutura. ( ) No verso 5 (Linha 184), há uma alusão à preocupação com a forma, característica dos parnasianos, que tinham predileção pelos alexandrinos. ( ) Entre os versos 6 e 12 (Linhas 185-192), há várias comparações que enfatizam a excelência dos versos modernos em relação ao alexandrino, pela agilidade e liberdade dos primeiros. ( ) O enunciador não consegue decidir-se entre os versos alexandrinos e os versos modernos.
Está correta a seguinte sequência de cima para baixo:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2012 - UECE - Vestibular - Língua Inglesa - 1ª fase |
Q1276383 Português

Leia o que se diz sobre alguns elementos do texto.


I. O pronome eles (Linha 159) refere-se à expressão essa gente (Linhas 157-158), por meio de uma relação ideológica.

II. O pronome isso (Linha 167) refere-se ao vocábulo justo (Linha 167).

III. Na expressão maldades moças (Linha 170), moças funciona como determinante de maldades.


Está correto o que se afirma em

Alternativas
Respostas
7081: D
7082: B
7083: A
7084: D
7085: A
7086: D
7087: C
7088: A
7089: D
7090: B
7091: A
7092: C
7093: D
7094: B
7095: C
7096: A
7097: C
7098: A
7099: C
7100: D