Questões de Vestibular Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 9.870 questões

Ano: 2017 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2017 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1264457 Português

ESPINHEIRA, Gey. A cidade invisível e a cidade dissimulada. In: LIMA, Paulo Costa (Org.) Quem faz Salvador? Salvador: UFBA, 2002. p. 24-34 (passim).

Sobre aspectos da cidade destacados no texto, está correto o que se afirma em


I. A singularidade da Cidade da Bahia está vinculada a seu papel histórico, reconhecido como o de superar as mazelas e heranças do colonialismo e da escravidão.

II. O autor desfaz uma imagem folclorizada da cidade, bastante difundida, de que o baiano é um povo lento, e sensual, voltado para a música e as festas, e pouco afeito ao trabalho.

III. No sétimo parágrafo, o autor apresenta os processos de substituição de grupos humanos numa parte da Velha Cidade, com a burguesia cedendo lugar aos pobres e a expulsão recente desses últimos.

IV. A população negro-mestiça de Salvador, através de sua herança histórico-cultural, conseguiu gradualmente superar os efeitos da escravidão, inserindo-se de forma autônoma e bem sucedida na economia do mercado turístico.

V. Apesar de pouco visível, na cidade do Salvador subjaz o domínio de uma cultura exógena, hegemônica e moderna, em detrimento da tradição afro-brasileira, que é utilizada apenas como fachada e elemento exótico para consumo externo.


A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2017 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1264456 Português

ESPINHEIRA, Gey. A cidade invisível e a cidade dissimulada. In: LIMA, Paulo Costa (Org.) Quem faz Salvador? Salvador: UFBA, 2002. p. 24-34 (passim).

O segundo e o terceiro parágrafo do texto, respectivamente, desfazem estereótipos comumente atribuídos a Salvador no que diz respeito
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2017 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1264455 Português

ESPINHEIRA, Gey. A cidade invisível e a cidade dissimulada. In: LIMA, Paulo Costa (Org.) Quem faz Salvador? Salvador: UFBA, 2002. p. 24-34 (passim).

No título, os adjetivos “invisível” e “dissimulada” antecipam a perspectiva do texto, que é a de
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2017 - UDESC - Vestibular - Primeiro Semestre (Manhã) |
Q1264154 Português
Analise as proposições em relação à obra Valsa nº 6, Nelson Rodrigues, e ao Texto 5.
I. Na estrutura “Mas então eu tive um mau pressentimento... Parei de tocar...” (linha 1),o emprego do sinal de reticência sugere medo, apreensão, suspense. II. Da leitura da obra, infere-se que o elemento integrador entre os dois atos da peça é a Valsa nº 6, cuja execução varia conforme o estado emocional da personagem Sônia. III. Da leitura de “Vejo também pedaços de mim mesma por toda parte” (linha 22), infere-se que a personagem Sônia, por meio da memória, busca a reconstituição dos fatos e da sua identidade. IV. As expressões destacadas em “Meu Deus, como era mesmo o meu rosto” (linha 24) e “Minha senhora, esqueci meu rosto (linha 26) têm a função sintática de vocativo nas duas estruturas. V. No período “Vejo restos de memória, boiando num rio” (linha 14), a palavra destacada representa, para Sônia, momentos de lucidez da sua infância.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2017 - UDESC - Vestibular - Primeiro Semestre (Manhã) |
Q1264153 Português
Analise as proposições em relação à obra Valsa nº 6, Nelson Rodrigues, e ao Texto 5, e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) A leitura da obra leva o leitor a inferir que ao mesmo tempo em que Sônia (menina e moça) luta com as lembranças ora boas, ora más, e ainda que não entenda o sentido dessa oposição, o autor vai abordando temas como a loucura, o medo, a morte. ( ) A Valsa nº 6, por ser um monólogo de cunho psicológico e por ter um cenário bastante simples, não desvenda o drama e nem justifica a participação de alguns personagens, como é o caso da personagem Paulo. ( ) Na obra, Sônia dá voz a pessoas que permeiam o universo de seu subconsciente na ânsia de juntar o quebra-cabeça da vida dela. ( ) Em “CONTINUE! CONTINUE!” (linha 2) e “MAIS! MAIS! MAIS! SEMPRE MAIS! (linha 4) infere-se que o uso da letra maiúscula denota o desespero do suposto assassino em abafar o crime, pelo aumento do som e pela continuidade da Valsa nº 6, de Chopin. ( ) Nos períodos “Vejo também pedaços de mim mesma” (linha 22), “como era mesmo o meu rosto” (linha 24) as palavras destacadas, na morfologia, são adjetivos e, quanto à concordância nominal, podem ser flexionadas em gênero e número.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2017 - UDESC - Vestibular - Primeiro Semestre (Manhã) |
Q1264152 Português
Analise as proposições em relação à obra Lucíola, José de Alencar, e ao Texto 4.
I. Dígrafo é o encontro de duas letras para representar um só fonema. Nos vocábulos “Amanhã” (linha 3), “romper” (linha 3) e “passeios” (linha 8) ocorre dígrafo. II. No romance Lucíola, a protagonista, ainda que resgatada pelo amor de Paulo, continua a prostituir-se, levando, também, a irmã, Ana, à prostituição. III. Da leitura da estrutura “ Apesar da revelação da véspera” (linha 10), infere-se o momento em que Lúcia conta a Paulo sobre a troca do verdadeiro nome dela com o da amiga que morreu tísica, e que isso fez para aliviar o desgosto do pai, ao sabê-la prostituta. IV.Em “fizemos um dos mais belos passeios de que se pode gozar” (linhas 8 e 9) a preposição destacada não pode ser retirada, devido à regência, uma vez que é exigida pela palavra que a antecede. V. Nas estruturas “Quando me chamas assim” (linha 17) e “beijo que me envolve toda (linha 18), em relação à colocação pronominal, ocorre próclise, de acordo com a língua padrão culta, devido às partículas atrativas conjunção subordinada temporal e pronome relativo, sequencialmente.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2017 - UDESC - Vestibular - Primeiro Semestre (Manhã) |
Q1264151 Português
Em relação à obra Lucíola, José de Alencar, e ao Texto 4, analise as proposições, e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) A história vivida entre Paulo e Lúcia tem, como em todo romance romântico, um final feliz, com a felicidade e a união dos protagonistas. ( ) Em “Apesar da revelação da véspera” (linha 10), a expressão destacada pode ser substituída por não obstante a e, ainda assim, mantém-se o sentido e a coerência no texto, pois ambas expressam valor concessivo. ( ) No período “como se todo o seu corpo sentisse uma doce carícia” (linhas 15 e 16) há a presença da figura de linguagem silepse de gênero. ( ) Da leitura do período “chama-me Maria” (linha 13), infere-se o desejo de Lúcia em ser assim chamada por Paulo, para que ele a considerasse pura e digna. ( ) Quanto à linguagem, em decorrência do meio em que Lúcia vivia, o da prostituição, percebem-se, na fala das personagens, palavras de baixo calão e expressões grotescas, caracterizando a linguagem do Naturalismo.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2017 - UDESC - Vestibular - Primeiro Semestre (Manhã) |
Q1264150 Português
Analise as proposições em relação à obra Lucíola, José de Alencar, e ao Texto 4.
I. Da estrutura “onde vou viver a minha nova existência” (linha 4), infere-se a decisão de Lúcia deixar no passado a vida de cortesã e iniciar uma nova vida com simplicidade e recato. II. As palavras desejar e carecer em “ Desejo...careço de entrar apoiada” (linhas 3 e 4) apresentam a mesma regência, pois ambas exigem como complemento as funções sintáticas objeto indireto e complemento nominal, sequencialmente. III. Em “Venha-me buscar” (linha 3) e “chama-me Maria” (linha 13) não há uniformidade de tratamento, quanto ao emprego do modo imperativo, uma vez que na primeira oração empregou-se a 3ª pessoa singular, e na segunda oração ocorreu o emprego da 2ª pessoa singular. IV. O uso do sinal gráfico da crase é facultativo em “dava à sua beleza” (linha 7), assim como em “Partimos a pé” (linha 8) V. No romance Lucíola, o personagem-narrador, Paulo, deixa fluir o seu “eu”, quando expõe seus sentimentos em relação ao que sentiu, viu e idealizou junto à mulher amada, evidenciando-se o subjetivismo – característica da Estética Romântica.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2017 - UDESC - Vestibular - Primeiro Semestre (Manhã) |
Q1264149 Português
Analise as proposições em relação à obra Nós, Salim Miguel, e ao Texto 3, e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) Os vocábulos “mesinha” (linha 3), “cachacinha” (linha 5) e “pedrinha” (linha 6) apresentam na sua formação o sufixo inh. Este sufixo designa a flexão de grau diminutivo e tem, geralmente, sentido conotativo para caracterizar a função expressiva da linguagem, nos entanto, nos segundo e terceiro vocábulos o sufixo perde esta função, adquirindo a pejorativa. ( ) As expressões “outros” (linha 1), “floresta encobrindo a casa” (linhas 9 e 10), “do comissário” (linha 11) e “desesperado” (linha 13) representam pontos obscuros para fechar com as personagens mascaradas nominalmente pelos pronomes. ( ) O clima de suspense, que a novela de Salim pretende passar, é reforçado pelos nomes das personagens – que são apenas nominados por pronomes, exceto o comissário Sr. Watson. ( ) Nas estruturas “não lhe parece” (linha 7), “o ranger da porta se abrindo e, sem conseguir identificá-las” (linhas 8 e 9) há, quanto à colocação pronominal, próclise, próclise e ênclise, sequencialmente; e na oração destacada o pronome pode estar, também, enclítico ou proclítico, de acordo com a língua culta e os padrões gramaticais. ( ) A leitura da obra leva o leitor a inferir que em “Espero que em pouco tempo os nós sejam desfeitos” (linha 12) e “mas nem ele conseguiu desfazer os nós” (linhas 14 e 15) o autor está se referindo aos embaraços, ao enigma do caso policial, que precisam ser esclarecidos; e quanto a Nós, o título da novela, alude à primeira pessoa do plural, e o autor usa a ambiguidade para reforçar o clima de suspense, e até sugerir que o leitor também se insira, ficcionalmente, no contexto, compondo o Nós.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2017 - UDESC - Vestibular - Primeiro Semestre (Manhã) |
Q1264148 Português
Analise as proposições em relação à obra Nós, Salim Miguel, e ao Texto 2.
I. No período “esta casa de madeira é um arremedo, não lhe parece, do apartamento?” (linhas 6 e 7) a oração destacada, sintaticamente, é classificada como intercalada, sem esta intercalação, não haveria como pontuar a oração com o ponto de interrogação. II. Na leitura do período “Dupin foi sucinto: “Vou começar pela ordem dos documentos que recebi, com o Tu” (linha 17) percebe-se que o documento que a personagem Tu, o qual era catarinense, envia para a comissão de investigação era o documento que faltava para desvendar o misterioso caso de homicídio, portanto caso investigatório solucionado. III. Na novela policial de Salim Miguel há vários personagens e a explicação “caipirinha” “é, é, cachaça, limão, açúcar, pedrinhas de gelo” (linhas 5 e 6) sugere que dentre eles há um estrangeiro, que desconhece esta bebida brasileira. IV. Somente com a chegada do comissário, no desfecho da história, este descobre, após o interrogatório, que o envolvido criminalmente foi o vereador, que teve o processo arquivado devido à imunidade política. V. A leitura da estrutura “com esta floresta encobrindo a casa tanto pode ser boa manhã, bom dia, boa tarde, boa noite, bom amanhecer” (linhas 9, 10 e 11) leva o leitor a inferir a ideia de esconderijo, reforçando o clima de suspense que permeia a narrativa.
Assinale a alternativa correta
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2017 - UDESC - Vestibular - Primeiro Semestre (Manhã) |
Q1264147 Português
Analise as proposições em relação à obra Nós, Salim Miguel, e ao Texto 3, e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) Em “Dupin foi até o banheiro” (linha 1) e “teve a consideração de vir até aqui” (linha 15) a palavra destacada, nos períodos, estabelece relação de lugar na primeira oração, enquanto no segundo período de finalidade, embora, morfologicamente, seja preposição nos dois períodos. ( ) Nas estruturas gramaticais “e sem interrupção: “esta casa de madeira é um arremedo, não lhe parece, do apartamento” (linhas 6 e 7) as expressões destacadas são locuções adjetivas, e podem ser substituídas por ininterrupta e lígnea, sem alterar o sentido no Texto. ( ) A novela policial de Salim Miguel é entremeada por intertextualidade. O capítulo Ninguém se apresenta sem logicidade literária – conceitos, poemas, notícias, relatos de jornais, quebrando a linearidade da narrativa e, simultaneamente, interrompendo o ato investigatório. ( ) O sinal gráfico de aspas, pontuando o Texto, representa o diálogo entre as personagens, logo pode ser substituído por travessões, sem que haja alteração de sentido no diálogo. ( ) Na estrutura “diante de duas gravuras, uma de Goeldi, outra de Carlos Scliar” (linhas 2 e 3) as palavras destacadas remetem a uma característica marcante do autor – a intertextualidade.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2017 - UDESC - Vestibular - Primeiro Semestre (Manhã) |
Q1264146 Português
Analise as proposições em relação à obra Um lugar na janela 2: relatos de viagem, Martha Medeiros, e ao Texto 2, e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) No período “As urbes subdesenvolvidas se assemelham, afinal” (linha 12) se a oração for iniciada pela palavra destacada não será necessário o sinal de pontuação da vírgula, pois a palavra perde a sua função morfossintática. ( ) A leitura da obra leva o leitor a inferir que, apesar de as crônicas serem o resultado da vivência e experiência da autora em viagens, ela ainda explora o pitoresco, o cultural, pois a autora se preocupa em levar o leitor a um novo universo, de forma leve e, às vezes, divertida. ( ) Da leitura da estrutura verbal “e atravessar a rua é roleta-russa” (linha 8), deduz-se que a autora, ironicamente, critica a maneira de dirigir dos motoristas de Bangkok. ( ) Da leitura da obra, infere-se que a autora busca passar para o leitor que há nele sentimentos inconscientes e que, por meio das viagens, há possibilidades de redescobri-los, revelando-se assim um novo descobrir-se. ( ) A leitura da obra leva o leitor a inferir que, embora a obra seja uma compilação de relatos elaborados em uma linguagem simples, vocábulos bem selecionados e aparentar um diálogo da autora com o leitor, as crônicas são fidedignas, caracterizando a verossimilhança.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo. 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2017 - UDESC - Vestibular - Primeiro Semestre (Manhã) |
Q1264145 Português
Analise as proposições em relação à obra Um lugar na janela 2: relatos de viagem, Martha Medeiros, e ao Texto 2.
I. Nos vocábulos “tailandesa” (linha 6), “tailandês” (linha 10) e “motoristas” (linha 7), os sufixos destacados exprimem ideia de nacionalidade ou origem, nacionalidade ou origem e profissão ou ofício, sequencialmente. II. Nas estruturas “o jantar foi no tradicionalíssimo Blue Elephant” (linha 1) e “o mais prestigiado da cozinha thai” (linha 2) há dois tipos de superlativos, na primeira estrutura o superlativo absoluto analítico e na segunda o relativo de superioridade III. Da leitura da obra, infere-se que há um desdobramento da autora, abrindo espaço para a viajante, deixando fluir as melhores e reais lembranças dela, em forma de crônica. IV. A leitura da obra leva o leitor a perceber que, em um estilo muito especial, a cronista desvenda o que de melhor se leva de uma viagem: as recordações, sejam estas aprazíveis ou desagradáveis. V. Apesar de a obra ser composta por relatos de viagens, a autora, com a sua capacidade criativa, narra de forma eloquente os locais visitados, com o objetivo de transformar parte da sua obra literária em um guia turístico.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2017 - UDESC - Vestibular - Primeiro Semestre (Manhã) |
Q1264144 Português
Analise as proposições em relação à obra Um lugar na janela 2: relatos de viagem, Martha Medeiros, e ao Texto 2, e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2017 - UDESC - Vestibular - Primeiro Semestre (Manhã) |
Q1264143 Português

Texto 1

POÉTICA

BANDEIRA, Manuel, Melhores poemas, 17° ed. – São Paulo: Global, 2015, p.64

Analise as proposições em relação à obra Melhores poemas, Manuel Bandeira, e ao Texto 1, e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) A leitura da estrofe sete leva o leitor a inferir que o poeta dá preferência ao lirismo mais autêntico, dos loucos, dos bêbedos e dos clowns, não preso a valores sociais, em detrimento de um lirismo tradicional. ( ) Nos versos “Quero antes o lirismo dos loucos” (20) e “O lirismo difícil e pungente dos bêbedos” (22) se os vocábulos destacados forem substituídos por pelos, não há prejuízo quanto ao sentido original do texto e quanto à regência. ( ) Nos versos “Será contabilidade tabela de cossenos secretário do amante exemplar com” (17) e “cem modelos de cartas e as diferentes maneiras de” (18) os vocábulos assinalados, embora possuam classificação gramatical diferente, não se flexionam para indicar o gênero masculino ou feminino, sendo que a indicação de gênero ocorre por meio de modificadores. ( ) O sinal gráfico ( [ ) nos versos 4, 6, 18 e 19, usado para intercalar as estruturas poéticas – versos, assume uma outra função, a de reforçar o descomprometimento com as regras gramaticais, conferindo à nova forma de escrever também um novo valor poético e literário. ( ) No verso “Quero antes o lirismo dos loucos” (20) o verbo, quanto à transitividade, é bitransitivo, pois tem como complementos verbais objeto direto – lirismo, e objeto indireto dos loucos.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2017 - UDESC - Vestibular - Primeiro Semestre (Manhã) |
Q1264142 Português

Texto 1

POÉTICA

BANDEIRA, Manuel, Melhores poemas, 17° ed. – São Paulo: Global, 2015, p.64

Assinale a alternativa incorreta em relação à obra Melhores poemas, Manuel Bandeira, e ao Texto1.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2017 - UDESC - Vestibular - Primeiro Semestre (Manhã) |
Q1264141 Português

Texto 1

POÉTICA

BANDEIRA, Manuel, Melhores poemas, 17° ed. – São Paulo: Global, 2015, p.64

Analise as proposições em relação à obra Melhores poemas, Manuel Bandeira, e ao Texto 1.
I. A leitura da primeira estrofe denota o rompimento da monotonia para o sujeito poético, que via cotidianamente no “sr. diretor” a não compactuação com os valores do mundo moderno, revelando a fragmentação do homem moderno. II. No verso “De todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora de si mesmo” (15) o vocábulo que, sintaticamente, tem a mesma classificação em todo o período, porém na morfologia assume função diferente em cada oração, para expressar o repúdio do eu–lírico quanto à metrificação. III. Nos versos “vernáculo de um vocábulo” (6) e “O lirismo difícil e pungente dos bêbedos” (22) se as palavras destacadas forem substituídas por genuíno e indiferente, sequencialmente, a coerência e o sentido, no Texto, são mantidos. IV. A leitura do poema leva o leitor a inferir que o poeta, especialmente, nas estrofes 3, 4 e 5, ao mesmo tempo em que ele sugere uma poética nova ele faz críticas à forma tradicional do fazer poético. V. Da leitura do poema, infere-se que, para o poeta Manuel Bandeira, a poesia moderna deve apresentar um lirismo sem ser piegas, mas que seja denso e verdadeiro.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: PUC - SP Órgão: PUC - SP Prova: PUC - SP - 2017 - PUC - SP - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1263395 Português

Texto I
Desafio da nossa época é lidar com a abundância
Leandro Narloch, Folha de S.Paulo - 25.abr.2018 às 9h06

A abundância, quem diria, se tornou um problema. A humanidade passou milênios tentando sobreviver à fome, ao desabrigo e à escassez: hoje precisa aprender a lidar com excesso.

Temos alimentos demais, bugigangas demais, roupas, carros, embalagens, papéis, remédios, drogas, livros, filmes, eletrônicos e diversões demais. Ainda estamos aprendendo a viver no meio de tantas coisas. É uma delícia de problema, é claro. Até o século 18, a teoria malthusiana fazia sentido. O crescimento da população levava à escassez de comida e assim à diminuição da poluição. Crises de fome ceifavam multidões todos os séculos. A Revolução Industrial nos fez escapar dessa armadilha. Produzindo mais com menos esforço, operamos um milagre: a população explodiu e a riqueza também. A fome, até então uma condição natural da humanidade, se tornou uma anomalia. 

Luxos que antes eram reservados a reis ou milionários (chás ou janelas com vidros e cortinas, por exemplo) entraram na casa de trabalhadores comuns.

É claro que boa parte do mundo ainda enfrenta a fome e a escassez. Mas não é por falta de conhecimento que isso acontece. Pelo contrário, o caminho da prosperidade já está mais ou menos mapeado e pavimentado.

A abundância é um tipo de problema chique, que todo mundo gostaria de ter. Como o da grã-fina que está cansada de passar as férias em Paris. Mas ainda assim é um problema.

Muitas más notícias que os jornais publicam hoje são produtos da abundância: o trânsito, a obesidade, a poluição, o lixo, o tempo que crianças gastam em frente a telas. Não só crianças, mas os adultos — que em média tocam 2600 vezes no celular por dia.

As pessoas parecem meio perdidas entre tanto conforto e atrações que desviam a atenção. Se perdem em realizações imediatas de consumo, sem foco e força de vontade para perseguir grandes desejos ou objetivos mais ousados.

Se o problema já é grave hoje, imagine no futuro. O autocontrole será cada vez mais necessário. Nossos filhos e netos terão que aprender desde cedo a se controlar diante do excesso de comida, de drogas, de opções de vida e de diversão.

O mundo capitalista já resolveu o problema da escassez: precisa agora de uma educação para a abundância.

Leandro Narloch - Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/04/desafio-da-nossa-epoca-e-lidar-com-a-abundancia.shtm> Acesso em: 25 abr. 2018.



Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades

Ana Tereza Caceres Cortez - Professora adjunta do Departamento de Geografia Instituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE/Unesp, Rio Claro

Um dos símbolos do sucesso das economias capitalistas modernas é a abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial. Essa fartura passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas.

Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda e a publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado. Muitas vezes, as pessoeas compram produtos que não têm utilidade para elas, ou até mesmo coisas desnecessárias apenas por vontade de comprar, evidenciando até uma doença.

Segundo o Dicionário Houaiss, consumismo é “ato, efeito, fato ou prática de consumir (‘comprar em demasia’)” e “consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente artigos supérfluos”.

O simples “consumo” é entendido como as aquisições racionais, controladas e seletivas baseadas em fatores sociais e ambientais e no respeito pelas gerações futuras. Já o consumismo pode ser definido como uma compulsão para consumir. Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista? A fórmula clássica e aparentemente simples é distinguir o essencial do necessário e o necessário do supérfluo. No entanto, é muito difícil estabelecer o limite entre consumo e consumismo, pois a definição de necessidades básicas e supérfluas está intimamente ligada às características culturais da sociedade e do grupo a que pertencemos. O que é básico para uns pode ser supérfluo para outros e vice-versa. 

Trecho de CORTEZ, Ana Tereza Caceres. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. In: CORTEZ, A.T.C.; ORTIGOZA, S.A.G. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais no espaço urbano. São Paulo: UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. Disponível em: . Acesso em: 20 abr. 2018. [Adaptado]

A perspectiva temática comum nos três textos diz respeito
Alternativas
Ano: 2017 Banca: PUC - SP Órgão: PUC - SP Prova: PUC - SP - 2017 - PUC - SP - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1263394 Português

Texto I
Desafio da nossa época é lidar com a abundância
Leandro Narloch, Folha de S.Paulo - 25.abr.2018 às 9h06

A abundância, quem diria, se tornou um problema. A humanidade passou milênios tentando sobreviver à fome, ao desabrigo e à escassez: hoje precisa aprender a lidar com excesso.

Temos alimentos demais, bugigangas demais, roupas, carros, embalagens, papéis, remédios, drogas, livros, filmes, eletrônicos e diversões demais. Ainda estamos aprendendo a viver no meio de tantas coisas. É uma delícia de problema, é claro. Até o século 18, a teoria malthusiana fazia sentido. O crescimento da população levava à escassez de comida e assim à diminuição da poluição. Crises de fome ceifavam multidões todos os séculos. A Revolução Industrial nos fez escapar dessa armadilha. Produzindo mais com menos esforço, operamos um milagre: a população explodiu e a riqueza também. A fome, até então uma condição natural da humanidade, se tornou uma anomalia. 

Luxos que antes eram reservados a reis ou milionários (chás ou janelas com vidros e cortinas, por exemplo) entraram na casa de trabalhadores comuns.

É claro que boa parte do mundo ainda enfrenta a fome e a escassez. Mas não é por falta de conhecimento que isso acontece. Pelo contrário, o caminho da prosperidade já está mais ou menos mapeado e pavimentado.

A abundância é um tipo de problema chique, que todo mundo gostaria de ter. Como o da grã-fina que está cansada de passar as férias em Paris. Mas ainda assim é um problema.

Muitas más notícias que os jornais publicam hoje são produtos da abundância: o trânsito, a obesidade, a poluição, o lixo, o tempo que crianças gastam em frente a telas. Não só crianças, mas os adultos — que em média tocam 2600 vezes no celular por dia.

As pessoas parecem meio perdidas entre tanto conforto e atrações que desviam a atenção. Se perdem em realizações imediatas de consumo, sem foco e força de vontade para perseguir grandes desejos ou objetivos mais ousados.

Se o problema já é grave hoje, imagine no futuro. O autocontrole será cada vez mais necessário. Nossos filhos e netos terão que aprender desde cedo a se controlar diante do excesso de comida, de drogas, de opções de vida e de diversão.

O mundo capitalista já resolveu o problema da escassez: precisa agora de uma educação para a abundância.

Leandro Narloch - Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/04/desafio-da-nossa-epoca-e-lidar-com-a-abundancia.shtm> Acesso em: 25 abr. 2018.



Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades

Ana Tereza Caceres Cortez - Professora adjunta do Departamento de Geografia Instituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE/Unesp, Rio Claro

Um dos símbolos do sucesso das economias capitalistas modernas é a abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial. Essa fartura passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas.

Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda e a publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado. Muitas vezes, as pessoeas compram produtos que não têm utilidade para elas, ou até mesmo coisas desnecessárias apenas por vontade de comprar, evidenciando até uma doença.

Segundo o Dicionário Houaiss, consumismo é “ato, efeito, fato ou prática de consumir (‘comprar em demasia’)” e “consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente artigos supérfluos”.

O simples “consumo” é entendido como as aquisições racionais, controladas e seletivas baseadas em fatores sociais e ambientais e no respeito pelas gerações futuras. Já o consumismo pode ser definido como uma compulsão para consumir. Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista? A fórmula clássica e aparentemente simples é distinguir o essencial do necessário e o necessário do supérfluo. No entanto, é muito difícil estabelecer o limite entre consumo e consumismo, pois a definição de necessidades básicas e supérfluas está intimamente ligada às características culturais da sociedade e do grupo a que pertencemos. O que é básico para uns pode ser supérfluo para outros e vice-versa. 

Trecho de CORTEZ, Ana Tereza Caceres. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. In: CORTEZ, A.T.C.; ORTIGOZA, S.A.G. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais no espaço urbano. São Paulo: UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. Disponível em: . Acesso em: 20 abr. 2018. [Adaptado]

Em relação à linguagem empregada na construção dos textos:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: PUC - SP Órgão: PUC - SP Prova: PUC - SP - 2017 - PUC - SP - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1263393 Português

Texto I
Desafio da nossa época é lidar com a abundância
Leandro Narloch, Folha de S.Paulo - 25.abr.2018 às 9h06

A abundância, quem diria, se tornou um problema. A humanidade passou milênios tentando sobreviver à fome, ao desabrigo e à escassez: hoje precisa aprender a lidar com excesso.

Temos alimentos demais, bugigangas demais, roupas, carros, embalagens, papéis, remédios, drogas, livros, filmes, eletrônicos e diversões demais. Ainda estamos aprendendo a viver no meio de tantas coisas. É uma delícia de problema, é claro. Até o século 18, a teoria malthusiana fazia sentido. O crescimento da população levava à escassez de comida e assim à diminuição da poluição. Crises de fome ceifavam multidões todos os séculos. A Revolução Industrial nos fez escapar dessa armadilha. Produzindo mais com menos esforço, operamos um milagre: a população explodiu e a riqueza também. A fome, até então uma condição natural da humanidade, se tornou uma anomalia. 

Luxos que antes eram reservados a reis ou milionários (chás ou janelas com vidros e cortinas, por exemplo) entraram na casa de trabalhadores comuns.

É claro que boa parte do mundo ainda enfrenta a fome e a escassez. Mas não é por falta de conhecimento que isso acontece. Pelo contrário, o caminho da prosperidade já está mais ou menos mapeado e pavimentado.

A abundância é um tipo de problema chique, que todo mundo gostaria de ter. Como o da grã-fina que está cansada de passar as férias em Paris. Mas ainda assim é um problema.

Muitas más notícias que os jornais publicam hoje são produtos da abundância: o trânsito, a obesidade, a poluição, o lixo, o tempo que crianças gastam em frente a telas. Não só crianças, mas os adultos — que em média tocam 2600 vezes no celular por dia.

As pessoas parecem meio perdidas entre tanto conforto e atrações que desviam a atenção. Se perdem em realizações imediatas de consumo, sem foco e força de vontade para perseguir grandes desejos ou objetivos mais ousados.

Se o problema já é grave hoje, imagine no futuro. O autocontrole será cada vez mais necessário. Nossos filhos e netos terão que aprender desde cedo a se controlar diante do excesso de comida, de drogas, de opções de vida e de diversão.

O mundo capitalista já resolveu o problema da escassez: precisa agora de uma educação para a abundância.

Leandro Narloch - Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/04/desafio-da-nossa-epoca-e-lidar-com-a-abundancia.shtm> Acesso em: 25 abr. 2018.



Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades

Ana Tereza Caceres Cortez - Professora adjunta do Departamento de Geografia Instituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE/Unesp, Rio Claro

Um dos símbolos do sucesso das economias capitalistas modernas é a abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial. Essa fartura passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas.

Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda e a publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado. Muitas vezes, as pessoeas compram produtos que não têm utilidade para elas, ou até mesmo coisas desnecessárias apenas por vontade de comprar, evidenciando até uma doença.

Segundo o Dicionário Houaiss, consumismo é “ato, efeito, fato ou prática de consumir (‘comprar em demasia’)” e “consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente artigos supérfluos”.

O simples “consumo” é entendido como as aquisições racionais, controladas e seletivas baseadas em fatores sociais e ambientais e no respeito pelas gerações futuras. Já o consumismo pode ser definido como uma compulsão para consumir. Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista? A fórmula clássica e aparentemente simples é distinguir o essencial do necessário e o necessário do supérfluo. No entanto, é muito difícil estabelecer o limite entre consumo e consumismo, pois a definição de necessidades básicas e supérfluas está intimamente ligada às características culturais da sociedade e do grupo a que pertencemos. O que é básico para uns pode ser supérfluo para outros e vice-versa. 

Trecho de CORTEZ, Ana Tereza Caceres. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. In: CORTEZ, A.T.C.; ORTIGOZA, S.A.G. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais no espaço urbano. São Paulo: UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. Disponível em: . Acesso em: 20 abr. 2018. [Adaptado]

A pergunta retórica “Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista?”, presente no último parágrafo do texto 3, tem função de
Alternativas
Respostas
3761: E
3762: A
3763: D
3764: B
3765: B
3766: A
3767: D
3768: C
3769: A
3770: A
3771: B
3772: C
3773: D
3774: A
3775: D
3776: C
3777: A
3778: D
3779: C
3780: C