Questões de Vestibular
Sobre vocabulário | vocabulary em inglês
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A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO I
De acordo com o contexto, considere o significado das palavras nas opções abaixo:
I. “junk food” (L. 14) significa “comida sem valor nutritivo” .
II. “pupils” (L. 14) é sinômimo de “students”.
III. “ultimately” (L. 04) significa “ultimamente”.
IV. “committed” (L.14) significa “engajado”.
Estão corretas:
Leia a tirinha para responder à questão.

<http://tinyurl.com/hbq57jx> Acesso em: 23.02.2016. Original colorido
Leia a tirinha para responder à questão.

<http://tinyurl.com/hbq57jx> Acesso em: 23.02.2016. Original colorido
No primeiro quadrinho da tirinha, um dos personagens comunica a sua decisão de



Com base nas expressões retiradas do texto, considere as afirmativas a seguir.
I. A expressão “a flash of brown lightning” enfatiza a velocidade da movimentação dos esquilos.
II. A frase “I’ll have you!” indica que a personagem havia decidido previamente qual esquilo escolheria.
III. Ao utilizar a frase “You watch”, o enunciador destaca uma habilidade permanente do enunciatário, no caso, a habilidade de olhar.
IV. Em “Her head must have sounded quite hollow”, o trecho sublinhado indica que o enunciador tem certeza de que sua afirmação é a verdade.
Assinale a alternativa correta.










O texto a seguir se refere a questão.
Challenges concerning multiculturalism in Canada
The official Canadian policy of multiculturalism has been updated twice since its introduction in 1971. It was originally created as a policy based on the logic of ethnicity, modified to deal with racism and amended to include freedom of religion. In 1988 the Canadian Multiculturalism Act was passed.
Canada is considered a nation of immigrants such that cultural diversity is often presented as the essence of national identity. However, it is difficult to negotiate social and political policy when trying to speak for such a varied populace. Two very real challenges that Canada faces in regard to multiculturalism are the clash of cultures and the socioeconomic position of immigrants.
An example of clash of cultures is the one between English and French-Canada. The province of Quebec has always asserted a distinct identity and an inclination towards separatism from the rest of the country. In 1995, there was a referendum in the province of Quebec concerning separation in which 49% of the voting population voted “yes” and 51% voted “no”. The clash between French and English-Canada is primarily a cultural clash with Quebec concerned with preserving its own history, language and values; fearing these things are apt to become lost within English-Canada. Since the referendum, tensions have cooled a bit and Canada’s national administration has increased their efforts to accommodate Quebec identity within a Canadian identity.
Another challenge of multiculturalism is the socioeconomic position of immigrants. Diversity is supported by governmental policy but Canada is still a society where racist interactions and poor-bashing are severely detrimental to minorities (especially recent arrivals). There are many barriers to equal integration, especially in education, housing and employment. For example, in the workforce it is very difficult to get a job when the potential employer feels you are not speaking “proper” English or you do not have any Canadian work experience on your resumé. This often leads to overqualified people in full-time minimum wage positions with little or no benefits and no access, time or funds for language classes or other training programs. These sorts of circumstances lead to isolation, alienation, poverty and unsafe environments where a new immigrant does not feel safe to report or act against harassment or abuse.
Source: Adapted from http://globalcitizens.pbworks.com/w/page/9036226/Challenges%20Concerning%20Multiculturalism%20in%20Canada.
The pairs of phrases below belong to the same
semantic field, EXCEPT for
TEXTO 8
IX
Horas depois, teve Rubião um pensamento horrível. Podiam crer que ele próprio incitara o amigo à viagem, para o fim de o matar mais depressa, e entrar na posse do legado, se é que realmente estava incluso no testamento. Sentiu remorsos. Por que não empregou todas as forças, para contê-lo? Viu o cadáver do Quincas Borba, pálido, hediondo, fitando nele um olhar vingativo; resolveu, se acaso o fatal desfecho se desse em viagem, abrir mão do legado.
Pela sua parte o cão vivia farejando, ganindo, querendo fugir; não podia dormir quieto, levantava-se muitas vezes, à noite, percorria a casa, e tornava ao seu canto. De manhã, Rubião chamava-o à cama, e o cão acudia alegre; imaginava que era o próprio dono; via depois que não era, mas aceitava as carícias, e fazia-lhe outras, como se Rubião tivesse de levar as suas ao amigo, ou trazê-lo para ali. Demais, havia-se-lhe afeiçoado também, e para ele era a ponte que o ligava à existência anterior. Não comeu durante os primeiros dias. Suportando menos a sede, Rubião pôde alcançar que bebesse leite; foi a única alimentação por algum tempo. Mais tarde, passava as horas, calado, triste, enrolado em si mesmo, ou então com o corpo estendido e a cabeça entre as mãos.
Quando o médico voltou, ficou espantado da temeridade do doente; deviam tê-lo impedido de sair; a morte era certa.
— Certa?
— Mais tarde ou mais cedo. Levou o tal cachorro?
— Não, senhor, está comigo; pediu que cuidasse dele, e chorou, olhe que chorou que foi um nunca acabar. Verdade é, disse ainda Rubião para defender o enfermo, verdade é que o cachorro merece a estima do dono; parece gente.
O médico tirou o largo chapéu de palha para concertar a fita; depois sorriu. Gente? Com que então parecia gente? Rubião insistia, depois explicava; não era gente como a outra gente, mas tinha coisas de sentimento, e até de juízo. Olhe, ia contar-lhe uma...
— Não, homem, não, logo, logo, vou a um doente de erisipela... Se vierem cartas dele, e não forem reservadas, desejo vê-las, ouviu? E lembranças ao cachorro, concluiu saindo.
Algumas pessoas começaram a mofar do Rubião e da singular incumbência de guardar um cão em vez de ser o cão que o guardasse a ele. Vinha a risota, choviam as alcunhas. Em que havia de dar o professor! sentinela de cachorro! Rubião tinha medo da opinião pública. Com efeito, parecia-lhe ridículo; fugia aos olhos estranhos, olhava com fastio para o animal, dava-se ao diabo, arrenegava da vida. Não tivesse a esperança de um legado, pequeno que fosse. Era impossível que lhe não deixasse uma lembrança.
(ASSIS, Machado de. Quincas Borba. São Paulo: Ática, 2011. p. 30-31.)
(Available at http://c.merriam-webster.com/medlineplus/erysipelas., accessed on July 14th, 2016.)
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TEXTO 4
Não desejei a morte de minha filha. Ou desejei? Aí é que reside a dúvida, é onde habita o nó que nada nem ninguém no mundo tem o poder de desatar. O inconsciente, desculpe-me a vulgaridade do termo, minha filha, é uma merda. Sendo autônomo, o inconsciente age por si, sem pedir licença nem se revelar. Desejei ou não a morte de minha filha, hein? Você pode responder a essa pergunta? Alguém pode? Eu não posso. Busquei na fonte a resposta e ela não veio. Como minha filha havia feito, busquei nas águas do Cristal a cura imediata para uma dor que parecia infinda. A ferida tinha sido cavada pelas águas, então elas que tratassem de cicatrizá-la. O rio recusou meu corpo, mas não a dor. Nem o aconselhamento. Pediu tempo, apenas. Permaneci plantada no barranco, juntando ao seu caudal minhas lágrimas secas. Disseram que eu tinha enlouquecido, talvez tivesse mesmo. Em diálogo profundo, as águas me fizeram compreender verdades para as quais eu nunca havia me atinado. Todo rio tem seu leito, suas margens, seu limite, toda vez que ele avança além de seu leito original provoca estragos, descalabros. O rio de nossa vida não é diferente. Ele também está sujeito a limitações intransponíveis. Existe você e você; seu campo de visão, a capacidade de administrar o próprio caudal. Tem a hora de abrir e a hora de fechar as comportas. Felicidade ou dor, a escolha é sua, depende do grau de intensidade que você der a cada coisa. Hoje posso dizer que me conheço um pouquinho, mesmo assim, perguntas continuam sem resposta.
(BARROS, Adelice da Silveira. Mesa dos inocentes. Goiânia: Kelps, 2010. p. 23.)
In Barros’s paragraph, there is a lot of emphasis on liquidity, that is, the state of being liquid. For example, tear, water, river. Read the sentences below:
I - There are lots of water lilies on the surface of river and lakes.
II - The village is famous for its spectacular waterfalls.
III - Can you tell me where the water fountain is? I am thirsty.
IV - According to authorities, the water supply for the summer will be normal.
Choose the ones which are related to this state. The best alternative is:
Verbs/Verb phrases Meaning in the text
Question based on Text.


Adapted from: <http://www.theguardian.com/global-development-professionals-network/2015/oct/13/fighting-corruptionzombies-development-anti-corruption >.Access on: 03/11/2015.
If only we had magical blasters that could get rid of corruption, says Dr. Heather Marquete. Sadly, more realistic approaches are need.
Which word can appropriately replace get rid of in the sentence above?



