Questões de Vestibular Comentadas sobre história
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(Adaptado de BBC News Brasil. Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c4ng6ypvr4yo. Acesso em 26/09/2024.) Assinale a alternativa que indica a região em que a guerra está acontecendo e o principal motivo dos conflitos armados.
(Tradução e adaptação de trecho de reportagem de Alanna Mitchell, Canadian Geographic, número especial “Povos Indígenas do Canadá”, 08 jan. 2018)
Segundo o texto, os internatos para crianças indígenas, a partir do século XIX, foram uma política de Estado
(Salomé com a cabeça de João Batista. Autor: Guido Reni. Data: aprox.1630-1635. Galeria Nacional Barberini Corsini, Roma, Itália)
(Carta ao velho mundo. Intervenção artística de Jaider Esbell 2018-2019. Disponível em https://www.itaucultural.org.br/conheca-artistas-indigenas-partici pam-bienal. Acesso em 18/11/2024.)
Transcrição do texto na segunda imagem: Carta ao Velho Mundo. Genocídio Indígena Brazil. A violência é um ciclo longo. Ordens antigas continuam ecoando e chegaram agora nas últimas florestas virgens do mundo. A ordem? Exterminar!
É correto afirmar que a segunda obra
(Adaptado de STARLING, Heloisa Maria Murgel. Silêncios da ditadura. Revista Maracanan, [S. l.], n. 12, p. 37–46, 2015. P. 43-44.)
A partir do texto e de seus conhecimentos, assinale a alternativa correta sobre as políticas da ditadura militar (1964-85) para as populações indígenas.
(Brasil. Presidente (1956-1961). Discursos selecionados do Presidente Juscelino Kubitschek. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão, 2009. 68p.)
A construção da capital Brasília foi uma das realizações do governo de JK (1956-1961). Entre outras características desse período, destacam-se
(Adaptado de Calendários, relógios e alguns dos inventores do tempo. Blog Espaço do Conhecimento – UFMG. Disponível em https://www.ufmg.br/espa codoconhecimento/ calendarios-relogios-e-alguns-dos-inventores-do- tempo/. Acesso em 02/12/2024.)
Com base na leitura do texto, assinale a alternativa correta.
Leonardo Padura, considerado o maior nome da literatura cubana no mundo, disse em reportagem a Jamil Chade no site do UOL:
“Nesse momento falta combustível em Cuba, falta alimento, falta remédio. Mas o que mais falta é esperança. E uma sociedade sem esperança é uma sociedade que tem um grande problema de funcionamento.”
Disponível em: https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2024/03/03/o-que-mais-falta-em-cuba-e-esperanca-diz-escritor-leonardo-padura.htm Acesso em 11 jun. 2024.
O depoimento do escritor se relaciona ao contexto histórico de:
O Manifesto de Agosto de 1961 convocava a população goiana para a “resistência legalista, democrática e patriótica”. Caso a previsão da ditadura golpista fosse concretizada, o Palácio das Esmeraldas se transformaria em uma espécie de trincheira com os batalhões militares e de voluntários em derredor. As armas dos civis foram reunidas, uma rede de rádio foi montada para a comunicação. Até um plano de dinamitar as pontes que ligavam Goiás ao resto do território nacional foi imaginado, para o caso de ocorrer uma invasão territorial. Então o governador [Mauro Borges] ofereceu Goiânia para ser sede provisória do governo de Jango, deixando um avião à sua disposição.
QUADROS Eduardo. Seminário de Extensão do Curso de História da UEG. 28 de setembro de 2024. Disponível em: https://youtube.com/watch?v=LGUBXZvsX2A . Acesso em: 3 out. 2024.
Quando escreveu, no dia 13 de maio de 1964, ao primeiro presidente da ditadura militar, marechal Castello Branco, para tentar provar o alinhamento do Palácio das Esmeraldas com o regime que se iniciava, o governador Mauro Borges terminou sua defesa com as seguintes palavras: “Vossa Excelência removerá por certo as injúrias e, enfim, os menosprezos de toda ordem adredemente (intencionalmente) preparados contra o espírito da Revolução da qual – permita-me a imodéstia – fui parte integrante.”
Secretaria de Comunicação da UFG. A atuação de Mauro Borges no golpe de 64. Disponível em: https://secom.ufg.br/n/68451-a-atuacao-de-mauro-borges-nogolpe-de-64. Acesso em: 10 out. 2024.
Em relação aos excertos apresentados, conclui-se que
Provincia de Goyaz, Matutina Meiapontense, 11 de maio de 1830.
A Constituição de 1824, a primeira do Brasil, cuja efeméride de 200 anos é celebrada neste ano de 2024, é um dos marcos fundadores do Império e da Imprensa nacional. A historiadora Iara Souza afirma: “Vale ressaltar que entre as décadas de 1820 e de 1830, houve uma preocupação por parte do Estado em erigir as datas do Brasil, os marcos temporais da jovem nação, que exprimissem sua história e a conquista do direito de ser uma nação independente, regida por uma constituição própria [...] Na discussão sobre a criação de datas comemorativas do Brasil, na Assembléia Legislativa, em 1826, afirmou-se, a propósito do 12 de outubro, que ele encerra a particularidade de reunir os mais gloriosos fatos do Brasil: é o dia da fundação do império, e do nascimento do seu augusto fundador, e portanto próprio para ser solenizado pela nação”
SOUZA, Iara Lis Franco Schiavinatto Carvalho. Pátria coroada: o Brasil como corpo político autônomo - 1780-1831. São Paulo: UNESP, 1999. p. 252.
A Constituição de 1824 reconheceu e reforçou a importância da imprensa livre a toda nação que almeja, verdadeiramente, os princípios liberais e democráticos. A partir dos temas abordados acima, considera-se que
SANTOS, Rodrigo. Povos Originários – Goiás +300: Reflexão e Ressignificação, 2023, p. 34.
Sobre a chegada dos bandeirantes ao interior do Brasil, os contatos com povos originários de Goiás e a implantação sistemática da empresa colonial, verifica-se:
Deixe cada nação saber, caso nos deseje bem ou fraqueza, que pagaremos qualquer preço, suportaremos qualquer encargo, atenderemos qualquer dificuldade, apoiaremos qualquer amigo, oporemos todos os inimigos, a fim de assegurar a sobrevivência e o sucesso da liberdade.
Discurso de John Kennedy, realizado em 20 janeiro de 1961. Disponível em: pt.wikipedia.org/wik/Doutrina_Kennedy. Acesso em: 06 mar. 2024.
A obstinação na defesa do liberalismo e no combate ao comunismo, defendida pelo presidente John Kennedy, materializouse em qual dos eventos históricos?
Leia o texto a seguir.
Quando, no curso dos acontecimentos humanos, se torna necessário um povo dissolver laços políticos que o ligavam a outro, e assumir, entre os poderes da Terra, posição igual e separada, a que lhe dão direito as leis da natureza e os do Deus da Natureza, o respeito digno às opiniões dos homens exige que se declarem as causas que os levam a essa separação.
JEFFERSON, T. Declaração de Independência dos Estados Unidos da América. São Paulo: Jalovi, 1987. p. 9.
O trecho citado foi extraído da Declaração de Independência dos Estados Unidos da América, escrita por Thomas Jefferson com a colaboração de Benjamin Franklin e John Adams, e publicada em 4 de julho de 1776. A maior inspiração para construção do texto foram as ideias iluministas de John Locke, o qual pregava que
Leia o texto a seguir.
Como havia ordem de Vossa Majestade para esta Provedoria assistir as aldeias com o que lhe fosse necessário, aproveitaram, os ditos jesuítas, na administração que delas tinha [...] para fazerem um exorbitante roubo à Real Fazenda, e enviando réis de fingidas despesas.
CARTA do governador João Manuel à Corte. 29 de maio de 1760. In: PALACIN, L. Subversão e corrupção. Goiânia: Ed. da UFG, 1983. p. 14.
Na carta do governador da capitania de Goiás João Manuel à corte, percebe-se a intenção de apresentar a ordem jesuíta como sendo desonesta. O motivo político que explica essa atitude do governador foi
Leia o texto a seguir.
Fixou também a ideia de que o período intermediário entre a Antiguidade e a Época Moderna nada produziu de importante. Foi um período não só estéril, mas de retrocesso: “a Idade das Trevas”. Atualmente, ainda encontramos considerável parcela de pessoas que associam o termo medieval à ideia de retrocesso, intolerância, intransigência, imobilismo, obscurantismo.
COTRIM, G. História Global. São Paulo: Saraiva, 2013. p. 175.
O autor responsável pela difusão e consagração do termo “Idade das Trevas” foi o
Leia o texto a seguir.
A partir de novembro de 1914, os soldados enterraram-se para sobreviver. Os alemães tinham dado o exemplo, ao construírem verdadeiras redes de trincheiras paralelas, linhas de partida, linhas de ligação, passagens em zigue-zague e abrigos. Os ingleses imitavam-nos, mas os franceses e os russos construíram as trincheiras com menos cuidado: não imaginavam que aí pudessem ficar enterrados durante quase três anos.
FERRO, M. História da Primeira Guerra Mundial -– 1914 - 1918. Lisboa: Edições 70, sd. p. 139.
A estratégia bélica do uso das trincheiras marcou a segunda fase da Primeira Guerra Mundial, que ficou conhecida como