Questões de Vestibular Comentadas sobre história
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A foto reproduzida ao lado, feita pelo fotógrafo cubano Alberto Korda, em 1960, retrata em primeiro plano o líder revolucionário Ernesto “Che” Guevara. Pode-se dizer que tal imagem:
Leia o trecho abaixo e responda à questão .
A expansão ultramarina foi uma faceta do mercantilismo e expôs os desbravadores dos mares a condições extremas de sobrevivência no processo da travessia entre os continentes.
(Fonte: RAMOS, Fábio Pestana. A dura vida dos navegantes. Revista de História da Biblioteca Nacional, v. 7, n. 84, p. 22-25, set. 2012)
Assinale a alternativa que relaciona corretamente a vida dos marinheiros com o dia a dia nas caravelas durante a travessia dos oceanos.
I – Os marinheiros precisavam conviver com doenças como escorbuto, disenteria, febres e desnutrição.
II – Os marinheiros precisavam administrar a inexistência de banheiros e conviver com o acúmulo de dejetos no convés.
III – Os marinheiros precisavam consumir alimentos estragados devido à dificuldade em conservá-los.
IV – Os marinheiros precisavam garantir o suprimento de proteínas consumindo os ratos que estavam a bordo.
Estão corretas:
O Barão de Mauá foi uma figura economicamente importante no período do Segundo Império. Construção de estradas de ferro e linha telegráfica para estabelecer a comunicação entre Brasil e Europa são destaques de sua intervenção na economia.
FRIEDMANN, Georges. Fim do povo judeu? São Paulo: Perspectiva, 1969, p. 243.
Iniciado em 1848, o conflito palestino-israelense constituiu, no Oriente Médio, o que se convencionou chamar de Questão Palestina, que está longe de ser resolvida, ainda hoje, e pode ser relacionada à
CARONE, Edgard. O Estado Novo (1937-1945). São Paulo: DIFEL, 1976, p. 107.
No Brasil, a década de 1930 também foi marcada por grandes transformações estruturais que podem ser associadas à
HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 30.
Para o historiador Eric Hobsbawm, as duas guerras mundiais ocorridas no século XX se referem a um mesmo processo, que se inicia em 1914 e se encerra em 1945. Esta análise se sustenta historicamente no fato de que
QUEIRÓS, Eça de. Cartas da Inglaterra, 1880-1885. In: RODRIGUE, Joelza Ester. História em documento: imagem e texto. São Paulo: FTD, 2001, p. 35.
O trecho da carta de Eça de Queirós aponta uma situação vivida pela Europa no final do século XIX, indicando que as

O contraste existente entre a ideia passada pela imagem,
que apresenta um momento de grande comoção e apoio
popular ao heroi da independência, aclamado Imperador em
1822, e a euforia demonstrada pela noticia da abdicação de
D. Pedro I, em 1831, se explica por que ao longo dos nove
anos de governo, o imperador
Intervenção do Visconde de Nicalles na Assembléia Nacional Constituinte, 4 de agosto de 1789. In: MATTOSO, K. M. Q. Textos e Documentos para o Estudo de História Contemporânea (1789-1963). São Paulo: Hucitec/Edusp, 1977, p. 11.
Com o objetivo de barrar a onda de medo e terror que se espalhava pela França, no início da Revolução de 1789, de que fala o deputado no documento apresentado, a Assembleia Nacional Constituinte tomará medidas urgentes no sentido de estabelecer a igualdade
Decreto Português de 1821. Citado por AZEVEDO. J. S. Revolução Portuguesa em 1820. Lisboa: 1944, p. 152.
De 1821 a 1822, as Cortes de Lisboa adotaram medidas recolonizadoras como esta apresentada no Artigo 2º do Decreto Português, que representou a
SARAIVA, J. H. História de Portugal. Lisboa: Europa-América, 1996. p. 274.
No contexto das medidas liberais decretadas por D. João VI no Brasil, a “emancipação econômica do Brasil” que o historiador português apresenta como danosa à economia portuguesa, é resultado da
RISÉRIO, Antonio. Em torno da Conspiração dos Búzio. In: DOMINGUES, Carlos Vasconcelos; LEMOS, Cícero Bathomarco; YGLESIAS, Edyala. (Orgs). Animai-vos, Povo Bahiense! A Conspiração dos Alfaiates. Salvador: Omar G. Editora, 1999, p. 53.
A ideia apresentada por Antonio Risério se sustenta historicamente no fato de que a Conjuração Baiana foi o movimento anticolonial brasileiro que
No contexto da Revolução Francesa em 1789, a imagem expressa um conjunto de ações que ficou conhecido como
Caderno de queixas de Rennes para os Estados Gerais de 1789. Coletânea de Documentos Históricos para o 1º Grau. São Paulo: SE/ CENP, 1980, p. 87
O trecho do documento acima aponta para uma realidade da sociedade francesa do final do século XVIII, que pode ser relacionada à
Um reino bem governado deve ser como uma família cujo soberano é o pai e os cidadãos seus filhos ... O monarca não poderia ser feliz quando seus povos são miseráveis. O príncipe é apenas o primeiro servidor do Estado, obrigado a agir com probidade, sabedoria e completo desinteresse, como se a cada momento tivesse que dar contas de sua administração a seus concidadãos.
Francisco II, rei da Prússia. 1740 - 1786
Texto II
A cada país é necessária uma lei fundamental, ou contrato, entre o povo e o soberano, que limite a autoridade e o poder deste último (...). o poder executivo está no soberano, mas o legislativo no povo e seus representantes (...) O soberano deve prestar conta exata e anual ao povo a respeito de emprego das rendas públicas; ele não tem absolutamente o direito de impor arbitrariamente as taxas.
Leopoldo II, imperador da Alemanha, 1747-1792 RODRIGUE, Joelza Ester. História em documento: imagem e texto. São Paulo: FTD, 2001, p. 35.
Os textos apresentam ideias de alguns reis e imperadores europeus que, no século XVIII, implementaram reformas liberais, influenciados pelos iluministas, marcando um processo histórico conhecido como